Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 24 de 365 dias
| Gênesis: 25 |
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| 1. Desposou Abraão outra mulher; chamava-se Quetura. |
| 2. Ela lhe deu à luz a Zinrã, Jocsã, Medã, Midiã, Isbaque e Suá. |
| 3. Jocsã gerou a Seba e a Dedã; os filhos de Dedã foram: Assurim, Letusim e Leumim. |
| 4. Os filhos de Midiã foram: Efá, Efer, Enoque, Abida e Elda. Todos estes foram filhos de Quetura. |
| 5. Abraão deu tudo o que possuía a Isaque. |
| 6. Porém, aos filhos das concubinas que tinha, deu ele presentes e, ainda em vida, os separou de seu filho Isaque, enviando-os para a terra oriental. |
| 7. Foram os dias da vida de Abraão cento e setenta e cinco anos. |
| 8. Expirou Abraão; morreu em ditosa velhice, avançado em anos; e foi reunido ao seu povo. |
| 9. Sepultaram-no Isaque e Ismael, seus filhos, na caverna de Macpela, no campo de Efrom, filho de Zoar, o heteu, fronteiro a Manre, |
| 10. o campo que Abraão comprara aos filhos de Hete. Ali foi sepultado Abraão e Sara, sua mulher. |
| 11. Depois da morte de Abraão, Deus abençoou a Isaque, seu filho; Isaque habitava junto a Beer-Laai-Roi. |
| 12. São estas as gerações de Ismael, filho de Abraão, que Agar, egípcia, serva de Sara, lhe deu à luz. |
| 13. E estes, os filhos de Ismael, pelos seus nomes, segundo o seu nascimento: o primogênito de Ismael foi Nebaiote; depois, Quedar, Abdeel, Mibsão, |
| 14. Misma, Dumá, Massá, |
| 15. Hadade, Tema, Jetur, Nafis e Quedemá. |
| 16. São estes os filhos de Ismael, e estes, os seus nomes pelas suas vilas e pelos seus acampamentos: doze príncipes de seus povos. |
| 17. E os anos da vida de Ismael foram cento e trinta e sete; e morreu e foi reunido ao seu povo. |
| 18. Habitaram desde Havilá até Sur, que olha para o Egito, como quem vai para a Assíria. Ele se estabeleceu fronteiro a todos os seus irmãos. |
| 19. São estas as gerações de Isaque, filho de Abraão. Abraão gerou a Isaque; |
| 20. era Isaque de quarenta anos, quando tomou por esposa a Rebeca, filha de Betuel, o arameu de Padã-Arã, e irmã de Labão, o arameu. |
| 21. Isaque orou ao SENHOR por sua mulher, porque ela era estéril; e o SENHOR lhe ouviu as orações, e Rebeca, sua mulher, concebeu. |
| 22. Os filhos lutavam no ventre dela; então, disse: Se é assim, por que vivo eu? E consultou ao SENHOR. |
| 23. Respondeu-lhe o SENHOR: Duas nações há no teu ventre, dois povos, nascidos de ti, se dividirão: um povo será mais forte que o outro, e o mais velho servirá ao mais moço. |
| 24. Cumpridos os dias para que desse à luz, eis que se achavam gêmeos no seu ventre. |
| 25. Saiu o primeiro, ruivo, todo revestido de pelo; por isso, lhe chamaram Esaú. |
| 26. Depois, nasceu o irmão; segurava com a mão o calcanhar de Esaú; por isso, lhe chamaram Jacó. Era Isaque de sessenta anos, quando Rebeca lhos deu à luz. |
| 27. Cresceram os meninos. Esaú saiu perito caçador, homem do campo; Jacó, porém, homem pacato, habitava em tendas. |
| 28. Isaque amava a Esaú, porque se saboreava de sua caça; Rebeca, porém, amava a Jacó. |
| 29. Tinha Jacó feito um cozinhado, quando, esmorecido, veio do campo Esaú |
| 30. e lhe disse: Peço-te que me deixes comer um pouco desse cozinhado vermelho, pois estou esmorecido. Daí chamar-se Edom. |
| 31. Disse Jacó: Vende-me primeiro o teu direito de primogenitura. |
| 32. Ele respondeu: Estou a ponto de morrer; de que me aproveitará o direito de primogenitura? |
| 33. Então, disse Jacó: Jura-me primeiro. Ele jurou e vendeu o seu direito de primogenitura a Jacó. |
| 34. Deu, pois, Jacó a Esaú pão e o cozinhado de lentilhas; ele comeu e bebeu, levantou-se e saiu. Assim, desprezou Esaú o seu direito de primogenitura. |
| Mateus: 24 |
| 1. Tendo Jesus saído do templo, ia-se retirando, quando se aproximaram dele os seus discípulos para lhe mostrar as construções do templo. |
| 2. Ele, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada. |
| 3. No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século. |
| 4. E ele lhes respondeu: Vede que ninguém vos engane. |
| 5. Porque virão muitos em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos. |
| 6. E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim. |
| 7. Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares; |
| 8. porém tudo isto é o princípio das dores. |
| 9. Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome. |
| 10. Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros; |
| 11. levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. |
| 12. E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos. |
| 13. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo. |
| 14. E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. |
| 15. Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda), |
| 16. então, os que estiverem na Judeia fujam para os montes; |
| 17. quem estiver sobre o eirado não desça a tirar de casa alguma coisa; |
| 18. e quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa. |
| 19. Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias! |
| 20. Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado; |
| 21. porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais. |
| 22. Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados. |
| 23. Então, se alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! Ou: Ei-lo ali! Não acrediteis; |
| 24. porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos. |
| 25. Vede que vo-lo tenho predito. |
| 26. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto!, não saiais. Ou: Ei-lo no interior da casa!, não acrediteis. |
| 27. Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até no ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do Homem. |
| 28. Onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres. |
| 29. Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. |
| 30. Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória. |
| 31. E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus. |
| 32. Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. |
| 33. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas. |
| 34. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. |
| 35. Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão. |
| 36. Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai. |
| 37. Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem. |
| 38. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, |
| 39. e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem. |
| 40. Então, dois estarão no campo, um será tomado, e deixado o outro; |
| 41. duas estarão trabalhando num moinho, uma será tomada, e deixada a outra. |
| 42. Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor. |
| 43. Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. |
| 44. Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá. |
| 45. Quem é, pois, o servo fiel e prudente, a quem o senhor confiou os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo? |
| 46. Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim. |
| 47. Em verdade vos digo que lhe confiará todos os seus bens. |
| 48. Mas, se aquele servo, sendo mau, disser consigo mesmo: Meu senhor demora-se, |
| 49. e passar a espancar os seus companheiros e a comer e beber com ébrios, |
| 50. virá o senhor daquele servo em dia em que não o espera e em hora que não sabe |
| 51. e castigá-lo-á, lançando-lhe a sorte com os hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes. |
| Ester: 1 |
| 1. Nos dias de Assuero, o Assuero que reinou, desde a Índia até à Etiópia, sobre cento e vinte e sete províncias, |
| 2. naqueles dias, assentando-se o rei Assuero no trono do seu reino, que está na cidadela de Susã, |
| 3. no terceiro ano de seu reinado, deu um banquete a todos os seus príncipes e seus servos, no qual se representou o escol da Pérsia e Média, e os nobres e príncipes das províncias estavam perante ele. |
| 4. Então, mostrou as riquezas da glória do seu reino e o esplendor da sua excelente grandeza, por muitos dias, por cento e oitenta dias. |
| 5. Passados esses dias, deu o rei um banquete a todo o povo que se achava na cidadela de Susã, tanto para os maiores como para os menores, por sete dias, no pátio do jardim do palácio real. |
| 6. Havia tecido branco, linho fino e estofas de púrpura atados com cordões de linho e de púrpura a argolas de prata e a colunas de alabastro. A armação dos leitos era de ouro e de prata, sobre um pavimento de pórfiro, de mármore, de alabastro e de pedras preciosas. |
| 7. Dava-se-lhes de beber em vasos de ouro, vasos de várias espécies, e havia muito vinho real, graças à generosidade do rei. |
| 8. Bebiam sem constrangimento, como estava prescrito, pois o rei havia ordenado a todos os oficiais da sua casa que fizessem segundo a vontade de cada um. |
| 9. Também a rainha Vasti deu um banquete às mulheres na casa real do rei Assuero. |
| 10. Ao sétimo dia, estando já o coração do rei alegre do vinho, mandou a Meumã, Bizta, Harbona, Bigtá, Abagta, Zetar e Carcas, os sete eunucos que serviam na presença do rei Assuero, |
| 11. que introduzissem à presença do rei a rainha Vasti, com a coroa real, para mostrar aos povos e aos príncipes a formosura dela, pois era em extremo formosa. |
| 12. Porém a rainha Vasti recusou vir por intermédio dos eunucos, segundo a palavra do rei; pelo que o rei muito se enfureceu e se inflamou de ira. |
| 13. Então, o rei consultou os sábios que entendiam dos tempos (porque assim se tratavam os interesses do rei na presença de todos os que sabiam a lei e o direito; |
| 14. e os mais chegados a ele eram: Carsena, Setar, Admata, Társis, Meres, Marsena e Memucã, os sete príncipes dos persas e dos medos, que se avistavam pessoalmente com o rei e se assentavam como principais no reino) |
| 15. sobre o que se devia fazer, segundo a lei, à rainha Vasti, por não haver ela cumprido o mandado do rei Assuero, por intermédio dos eunucos. |
| 16. Então, disse Memucã na presença do rei e dos príncipes: A rainha Vasti não somente ofendeu ao rei, mas também a todos os príncipes e a todos os povos que há em todas as províncias do rei Assuero. |
| 17. Porque a notícia do que fez a rainha chegará a todas as mulheres, de modo que desprezarão a seu marido, quando ouvirem dizer: Mandou o rei Assuero que introduzissem à sua presença a rainha Vasti, porém ela não foi. |
| 18. Hoje mesmo, as princesas da Pérsia e da Média, ao ouvirem o que fez a rainha, dirão o mesmo a todos os príncipes do rei; e haverá daí muito desprezo e indignação. |
| 19. Se bem parecer ao rei, promulgue de sua parte um edito real, e que se inscreva nas leis dos persas e dos medos e não se revogue, que Vasti não entre jamais na presença do rei Assuero; e o rei dê o reino dela a outra que seja melhor do que ela. |
| 20. Quando for ouvido o mandado, que o rei decretar em todo o seu reino, vasto que é, todas as mulheres darão honra a seu marido, tanto ao mais importante como ao menos importante. |
| 21. O conselho pareceu bem tanto ao rei como aos príncipes; e fez o rei segundo a palavra de Memucã. |
| 22. Então, enviou cartas a todas as províncias do rei, a cada província segundo o seu modo de escrever e a cada povo segundo a sua língua: que cada homem fosse senhor em sua casa, e que se falasse a língua do seu povo. |
Almeida Revista e Atualizada: 24 de 365 dias