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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

Leitura da Bíblia

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Bíblia Completa (365 dias)

Almeida Revista e Atualizada: 193 de 365 dias

Josué: 16
1. O território que, em sorte, caiu aos filhos de José, começando no Jordão, na altura de Jericó e no lado oriental das águas de Jericó, vai ao deserto que sobe de Jericó pela região montanhosa até Betel.
2. De Betel sai para Luz, passa ao limite dos arquitas até Atarote
3. e desce, rumo ao ocidente, ao limite de Jaflete, até ao limite de Bete-Horom de baixo e até Gezer, terminando no mar.
4. Assim, alcançaram a sua herança os filhos de José, Manassés e Efraim.
5. Foi o limite da herança dos filhos de Efraim, segundo as suas famílias, no oriente, Atarote-Adar até Bete-Horom de cima;
6. e vai o limite para o mar com Micmetate, ao norte, de onde torna para o oriente até Taanate-Siló, e passa por ela ao oriente de Janoa;
7. desce desde Janoa a Atarote e a Naarate, toca em Jericó, terminando no Jordão.
8. De Tapua vai o limite, para o ocidente, ao ribeiro de Caná, terminando no mar; esta é a herança da tribo dos filhos de Efraim, segundo as suas famílias,
9. mais as cidades que se separaram para os filhos de Efraim, que estavam no meio da herança dos filhos de Manassés; todas aquelas cidades com suas aldeias.
10. Não expulsaram aos cananeus que habitavam em Gezer; assim, habitam eles no meio dos efraimitas até ao dia de hoje; porém sujeitos a trabalhos forçados.
Josué: 17
1. Também caiu a sorte à tribo de Manassés, o qual era o primogênito de José. Maquir, o primogênito de Manassés, pai de Gileade, porquanto era homem de guerra, teve Gileade e Basã.
2. Os mais filhos de Manassés também tiveram a sua parte, segundo as suas famílias, a saber, os filhos de Abiezer, e os filhos de Heleque, e os filhos de Asriel, e os filhos de Siquém, e os filhos de Héfer, e os filhos de Semida; são estes os filhos de Manassés, filho de José, segundo as suas famílias.
3. Zelofeade, porém, filho de Héfer, filho de Gileade, filho de Maquir, filho de Manassés, não teve filhos, mas só filhas, cujos nomes são estes: Macla, Noa, Hogla, Milca e Tirza.
4. Estas chegaram diante de Eleazar, o sacerdote, e diante de Josué, filho de Num, e diante dos príncipes, dizendo: O SENHOR ordenou a Moisés que se nos desse herança no meio de nossos irmãos. Pelo que, segundo o dito do SENHOR, Josué lhes deu herança no meio dos irmãos de seu pai.
5. Couberam a Manassés dez quinhões, afora a terra de Gileade e Basã, que está dalém do Jordão;
6. porque as filhas de Manassés, no meio de seus filhos, possuíram herança; os outros filhos de Manassés tiveram a terra de Gileade.
7. O limite de Manassés foi desde Aser até Micmetate, que está a leste de Siquém; e vai este limite, rumo sul, até aos moradores de En-Tapua.
8. Tinha Manassés a terra de Tapua; porém Tapua, ainda que situada no limite de Manassés, era dos filhos de Efraim.
9. Então, desce o limite ao ribeiro de Caná. As cidades, entre as de Manassés, ao sul do ribeiro, pertenciam a Efraim; então, o limite de Manassés vai ao norte do ribeiro, terminando no mar.
10. Efraim, ao sul, Manassés, ao norte, e o mar é seu limite; pelo norte, tocam em Aser e, pelo oriente, em Issacar.
11. Porque, em Issacar e em Aser, tinha Manassés a Bete-Seã e suas vilas, Ibleão e suas vilas, os habitantes de Dor e suas vilas, os habitantes de En-Dor e suas vilas, os habitantes de Taanaque e suas vilas e os habitantes de Megido e suas vilas, a região dos três outeiros.
12. E os filhos de Manassés não puderam expulsar os habitantes daquelas cidades, porquanto os cananeus persistiam em habitar nessa terra.
13. Sucedeu que, tornando-se fortes os filhos de Israel, sujeitaram aos cananeus a trabalhos forçados, porém não os expulsaram de todo.
14. Então, o povo dos filhos de José disse a Josué: Por que me deste por herança uma sorte apenas e um quinhão, sendo eu tão grande povo, visto que o SENHOR até aqui me tem abençoado?
15. Disse-lhe Josué: Se és grande povo, sobe ao bosque e abre ali clareira na terra dos ferezeus e dos refains, visto que a região montanhosa de Efraim te é estreita demais.
16. Então, disseram os filhos de José: A região montanhosa não nos basta; e todos os cananeus que habitam na terra do vale têm carros de ferro, tanto os que estão em Bete-Seã e suas vilas como os que estão no vale de Jezreel.
17. Falou Josué à casa de José, a Efraim e a Manassés, dizendo: Tu és povo numeroso e forte; não terás uma sorte apenas;
18. porém a região montanhosa será tua. Ainda que é bosque, cortá-lo-ás, e até às suas extremidades será todo teu; porque expulsarás os cananeus, ainda que possuem carros de ferro e são fortes.
Salmos: 148
1. Aleluia! Louvai ao SENHOR do alto dos céus, louvai-o nas alturas.
2. Louvai-o, todos os seus anjos; louvai-o, todas as suas legiões celestes.
3. Louvai-o, sol e lua; louvai-o, todas as estrelas luzentes.
4. Louvai-o, céus dos céus e as águas que estão acima do firmamento.
5. Louvem o nome do SENHOR, pois mandou ele, e foram criados.
6. E os estabeleceu para todo o sempre; fixou-lhes uma ordem que não passará.
7. Louvai ao SENHOR da terra, monstros marinhos e abismos todos;
8. fogo e saraiva, neve e vapor e ventos procelosos que lhe executam a palavra;
9. montes e todos os outeiros, árvores frutíferas e todos os cedros;
10. feras e gados, répteis e voláteis;
11. reis da terra e todos os povos, príncipes e todos os juízes da terra;
12. rapazes e donzelas, velhos e crianças.
13. Louvem o nome do SENHOR, porque só o seu nome é excelso; a sua majestade é acima da terra e do céu.
14. Ele exalta o poder do seu povo, o louvor de todos os seus santos, dos filhos de Israel, povo que lhe é chegado. Aleluia!
Jeremias: 8
1. Naquele tempo, diz o SENHOR, lançarão para fora das suas sepulturas os ossos dos reis e dos príncipes de Judá, os ossos dos sacerdotes e dos profetas e os ossos dos habitantes de Jerusalém;
2. espalhá-los-ão ao sol, e à lua, e a todo o exército do céu, a quem tinham amado, e a quem serviram, e após quem tinham ido, e a quem procuraram, e diante de quem se tinham prostrado; não serão recolhidos, nem sepultados; serão como esterco sobre a terra.
3. Escolherão antes a morte do que a vida todos os que restarem desta raça malvada que ficar nos lugares para onde os dispersei, diz o SENHOR dos Exércitos.
4. Dize-lhes mais: Assim diz o SENHOR: Quando caem os homens, não se tornam a levantar? Quando alguém se desvia do caminho, não torna a voltar?
5. Por que, pois, este povo de Jerusalém se desvia, apostatando continuamente? Persiste no engano e não quer voltar.
6. Eu escutei e ouvi; não falam o que é reto, ninguém há que se arrependa da sua maldade, dizendo: Que fiz eu? Cada um corre a sua carreira como um cavalo que arremete com ímpeto na batalha.
7. Até a cegonha no céu conhece as suas estações; a rola, a andorinha e o grou observam o tempo da sua arribação; mas o meu povo não conhece o juízo do SENHOR.
8. Como, pois, dizeis: Somos sábios, e a lei do SENHOR está conosco? Pois, com efeito, a falsa pena dos escribas a converteu em mentira.
9. Os sábios serão envergonhados, aterrorizados e presos; eis que rejeitaram a palavra do SENHOR; que sabedoria é essa que eles têm?
10. Portanto, darei suas mulheres a outros, e os seus campos, a novos possuidores; porque, desde o menor deles até ao maior, cada um se dá à ganância, e tanto o profeta como o sacerdote usam de falsidade.
11. Curam superficialmente a ferida do meu povo, dizendo: Paz, paz; quando não há paz.
12. Serão envergonhados, porque cometem abominação sem sentir por isso vergonha; nem sabem que coisa é envergonhar-se. Portanto, cairão com os que caem; quando eu os castigar, tropeçarão, diz o SENHOR.
13. Eu os consumirei de todo, diz o SENHOR; não haverá uvas na vide, nem figos na figueira, e a folha já está murcha; e já lhes designei os que passarão sobre eles.
14. Por que estamos ainda assentados aqui? Reuni-vos, e entremos nas cidades fortificadas e ali pereçamos; pois o SENHOR já nos decretou o perecimento e nos deu a beber água venenosa, porquanto pecamos contra o SENHOR.
15. Espera-se a paz, e nada há de bom; o tempo da cura, e eis o terror.
16. Desde Dã se ouve o resfolegar dos seus cavalos; toda a terra treme à voz dos rinchos dos seus garanhões; e vêm e devoram a terra e a sua abundância, a cidade e os que habitam nela.
17. Porque eis que envio para entre vós serpentes, áspides contra as quais não há encantamento, e vos morderão, diz o SENHOR.
18. Oh! Se eu pudesse consolar-me na minha tristeza! O meu coração desfalece dentro de mim.
19. Eis a voz do clamor da filha do meu povo de terra mui remota: Não está o SENHOR em Sião? Não está nela o seu Rei? Por que me provocaram à ira com as suas imagens de escultura, com os ídolos dos estrangeiros?
20. Passou a sega, findou o verão, e nós não estamos salvos.
21. Estou quebrantado pela ferida da filha do meu povo; estou de luto; o espanto se apoderou de mim.
22. Acaso, não há bálsamo em Gileade? Ou não há lá médico? Por que, pois, não se realizou a cura da filha do meu povo?

Almeida Revista e Atualizada: 193 de 365 dias


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