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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

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Bíblia Completa (365 dias)

Almeida Revista e Atualizada: 170 de 365 dias

Deuteronômio: 24
1. Se um homem tomar uma mulher e se casar com ela, e se ela não for agradável aos seus olhos, por ter ele achado coisa indecente nela, e se ele lhe lavrar um termo de divórcio, e lho der na mão, e a despedir de casa;
2. e se ela, saindo da sua casa, for e se casar com outro homem;
3. e se este a aborrecer, e lhe lavrar termo de divórcio, e lho der na mão, e a despedir da sua casa ou se este último homem, que a tomou para si por mulher, vier a morrer,
4. então, seu primeiro marido, que a despediu, não poderá tornar a desposá-la para que seja sua mulher, depois que foi contaminada, pois é abominação perante o SENHOR; assim, não farás pecar a terra que o SENHOR, teu Deus, te dá por herança.
5. Homem recém-casado não sairá à guerra, nem se lhe imporá qualquer encargo; por um ano ficará livre em casa e promoverá felicidade à mulher que tomou.
6. Não se tomarão em penhor as duas mós, nem apenas a de cima, pois se penhoraria, assim, a vida.
7. Se se achar alguém que, tendo roubado um dentre os seus irmãos, dos filhos de Israel, o trata como escravo ou o vende, esse ladrão morrerá. Assim, eliminarás o mal do meio de ti.
8. Guarda-te da praga da lepra e tem diligente cuidado de fazer segundo tudo o que te ensinarem os sacerdotes levitas; como lhes tenho ordenado, terás cuidado de o fazer.
9. Lembra-te do que o SENHOR, teu Deus, fez a Miriã no caminho, quando saíste do Egito.
10. Se emprestares alguma coisa ao teu próximo, não entrarás em sua casa para lhe tirar o penhor.
11. Ficarás do lado de fora, e o homem, a quem emprestaste, aí te trará o penhor.
12. Porém, se for homem pobre, não usarás de noite o seu penhor;
13. em se pondo o sol, restituir-lhe-ás, sem falta, o penhor para que durma no seu manto e te abençoe; isto te será justiça diante do SENHOR, teu Deus.
14. Não oprimirás o jornaleiro pobre e necessitado, seja ele teu irmão ou estrangeiro que está na tua terra e na tua cidade.
15. No seu dia, lhe darás o seu salário, antes do pôr do sol, porquanto é pobre, e disso depende a sua vida; para que não clame contra ti ao SENHOR, e haja em ti pecado.
16. Os pais não serão mortos em lugar dos filhos, nem os filhos, em lugar dos pais; cada qual será morto pelo seu pecado.
17. Não perverterás o direito do estrangeiro e do órfão; nem tomarás em penhor a roupa da viúva.
18. Lembrar-te-ás de que foste escravo no Egito e de que o SENHOR te livrou dali; pelo que te ordeno que faças isso.
19. Quando, no teu campo, segares a messe e, nele, esqueceres um feixe de espigas, não voltarás a tomá-lo; para o estrangeiro, para o órfão e para a viúva será; para que o SENHOR, teu Deus, te abençoe em toda obra das tuas mãos.
20. Quando sacudires a tua oliveira, não voltarás a colher o fruto dos ramos; para o estrangeiro, para o órfão e para a viúva será.
21. Quando vindimares a tua vinha, não tornarás a rebuscá-la; para o estrangeiro, para o órfão e para a viúva será o restante.
22. Lembrar-te-ás de que foste escravo na terra do Egito; pelo que te ordeno que faças isso.
Salmos: 114
1. Quando saiu Israel do Egito, e a casa de Jacó, do meio de um povo de língua estranha,
2. Judá se tornou o seu santuário, e Israel, o seu domínio.
3. O mar viu isso e fugiu; o Jordão tornou atrás.
4. Os montes saltaram como carneiros, e as colinas, como cordeiros do rebanho.
5. Que tens, ó mar, que assim foges? E tu, Jordão, para tornares atrás?
6. Montes, por que saltais como carneiros? E vós, colinas, como cordeiros do rebanho?
7. Estremece, ó terra, na presença do Senhor, na presença do Deus de Jacó,
8. o qual converteu a rocha em lençol de água e o seixo, em manancial.
Salmos: 115
1. Não a nós, SENHOR, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua misericórdia e da tua fidelidade.
2. Por que diriam as nações: Onde está o Deus deles?
3. No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada.
4. Prata e ouro são os ídolos deles, obra das mãos de homens.
5. Têm boca e não falam; têm olhos e não veem;
6. têm ouvidos e não ouvem; têm nariz e não cheiram.
7. Suas mãos não apalpam; seus pés não andam; som nenhum lhes sai da garganta.
8. Tornem-se semelhantes a eles os que os fazem e quantos neles confiam.
9. Israel confia no SENHOR; ele é o seu amparo e o seu escudo.
10. A casa de Arão confia no SENHOR; ele é o seu amparo e o seu escudo.
11. Confiam no SENHOR os que temem o SENHOR; ele é o seu amparo e o seu escudo.
12. De nós se tem lembrado o SENHOR; ele nos abençoará; abençoará a casa de Israel, abençoará a casa de Arão.
13. Ele abençoa os que temem o SENHOR, tanto pequenos como grandes.
14. O SENHOR vos aumente bênçãos mais e mais, sobre vós e sobre vossos filhos.
15. Sede benditos do SENHOR, que fez os céus e a terra.
16. Os céus são os céus do SENHOR, mas a terra, deu-a ele aos filhos dos homens.
17. Os mortos não louvam o SENHOR, nem os que descem à região do silêncio.
18. Nós, porém, bendiremos o SENHOR, desde agora e para sempre. Aleluia!
Isaías: 51
1. Ouvi-me vós, os que procurais a justiça, os que buscais o SENHOR; olhai para a rocha de que fostes cortados e para a caverna do poço de que fostes cavados.
2. Olhai para Abraão, vosso pai, e para Sara, que vos deu à luz; porque era ele único, quando eu o chamei, o abençoei e o multipliquei.
3. Porque o SENHOR tem piedade de Sião; terá piedade de todos os lugares assolados dela, e fará o seu deserto como o Éden, e a sua solidão, como o jardim do SENHOR; regozijo e alegria se acharão nela, ações de graças e som de música.
4. Atendei-me, povo meu, e escutai-me, nação minha; porque de mim sairá a lei, e estabelecerei o meu direito como luz dos povos.
5. Perto está a minha justiça, aparece a minha salvação, e os meus braços dominarão os povos; as terras do mar me aguardam e no meu braço esperam.
6. Levantai os olhos para os céus e olhai para a terra embaixo, porque os céus desaparecerão como a fumaça, e a terra envelhecerá como um vestido, e os seus moradores morrerão como mosquitos, mas a minha salvação durará para sempre, e a minha justiça não será anulada.
7. Ouvi-me, vós que conheceis a justiça, vós, povo em cujo coração está a minha lei; não temais o opróbrio dos homens, nem vos turbeis por causa das suas injúrias.
8. Porque a traça os roerá como a um vestido, e o bicho os comerá como à lã; mas a minha justiça durará para sempre, e a minha salvação, para todas as gerações.
9. Desperta, desperta, arma-te de força, braço do SENHOR; desperta como nos dias passados, como nas gerações antigas; não és tu aquele que abateu o Egito e feriu o monstro marinho?
10. Não és tu aquele que secou o mar, as águas do grande abismo? Aquele que fez o caminho no fundo do mar, para que passassem os remidos?
11. Assim voltarão os resgatados do SENHOR e virão a Sião com júbilo, e perpétua alegria lhes coroará a cabeça; o regozijo e a alegria os alcançarão, e deles fugirão a dor e o gemido.
12. Eu, eu sou aquele que vos consola; quem, pois, és tu, para que temas o homem, que é mortal, ou o filho do homem, que não passa de erva?
13. Quem és tu que te esqueces do SENHOR, que te criou, que estendeu os céus e fundou a terra, e temes continuamente todo o dia o furor do tirano, que se prepara para destruir? Onde está o furor do tirano?
14. O exilado cativo depressa será libertado, lá não morrerá, lá não descerá à sepultura; o seu pão não lhe faltará.
15. Pois eu sou o SENHOR, teu Deus, que agito o mar, de modo que bramem as suas ondas — o SENHOR dos Exércitos é o meu nome.
16. Ponho as minhas palavras na tua boca e te protejo com a sombra da minha mão, para que eu estenda novos céus, funde nova terra e diga a Sião: Tu és o meu povo.
17. Desperta, desperta, levanta-te, ó Jerusalém, que da mão do SENHOR bebeste o cálice da sua ira, o cálice de atordoamento, e o esgotaste.
18. De todos os filhos que ela teve nenhum a guiou; de todos os filhos que criou nenhum a tomou pela mão.
19. Estas duas coisas te aconteceram; quem teve compaixão de ti? A assolação e a ruína, a fome e a espada! Quem foi o teu consolador?
20. Os teus filhos já desmaiaram, jazem nas estradas de todos os caminhos, como o antílope, na rede; estão cheios da ira do SENHOR e da repreensão do teu Deus.
21. Pelo que agora ouve isto, ó tu que estás aflita e embriagada, mas não de vinho.
22. Assim diz o teu Senhor, o SENHOR, teu Deus, que pleiteará a causa do seu povo: Eis que eu tomo da tua mão o cálice de atordoamento, o cálice da minha ira; jamais dele beberás;
23. pô-lo-ei nas mãos dos que te atormentaram, que disseram à tua alma: Abaixa-te, para que passemos sobre ti; e tu puseste as costas como chão e como rua para os transeuntes.

Almeida Revista e Atualizada: 170 de 365 dias


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