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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

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Bíblia Completa (365 dias)

Almeida Revista e Atualizada: 166 de 365 dias

Deuteronômio: 20
1. Quando saíres à peleja contra os teus inimigos e vires cavalos, e carros, e povo maior em número do que tu, não os temerás; pois o SENHOR, teu Deus, que te fez sair da terra do Egito, está contigo.
2. Quando vos achegardes à peleja, o sacerdote se adiantará, e falará ao povo,
3. e dir-lhe-á: Ouvi, ó Israel, hoje, vos achegais à peleja contra os vossos inimigos; que não desfaleça o vosso coração; não tenhais medo, não tremais, nem vos aterrorizeis diante deles,
4. pois o SENHOR, vosso Deus, é quem vai convosco a pelejar por vós contra os vossos inimigos, para vos salvar.
5. Os oficiais falarão ao povo, dizendo: Qual o homem que edificou casa nova e ainda não a consagrou? Vá, torne-se para casa, para que não morra na peleja, e outrem a consagre.
6. Qual o homem que plantou uma vinha e ainda não a desfrutou? Vá, torne-se para casa, para que não morra na peleja, e outrem a desfrute.
7. Qual o homem que está desposado com alguma mulher e ainda não a recebeu? Vá, torne-se para casa, para que não morra na peleja, e outro homem a receba.
8. E continuarão os oficiais a falar ao povo, dizendo: Qual o homem medroso e de coração tímido? Vá, torne-se para casa, para que o coração de seus irmãos se não derreta como o seu coração.
9. Quando os oficiais tiverem falado ao povo, designarão os capitães dos exércitos para a dianteira do povo.
10. Quando te aproximares de alguma cidade para pelejar contra ela, oferecer-lhe-ás a paz.
11. Se a sua resposta é de paz, e te abrir as portas, todo o povo que nela se achar será sujeito a trabalhos forçados e te servirá.
12. Porém, se ela não fizer paz contigo, mas te fizer guerra, então, a sitiarás.
13. E o SENHOR, teu Deus, a dará na tua mão; e todos os do sexo masculino que houver nela passarás a fio de espada;
14. mas as mulheres, e as crianças, e os animais, e tudo o que houver na cidade, todo o seu despojo, tomarás para ti; e desfrutarás o despojo dos inimigos que o SENHOR, teu Deus, te deu.
15. Assim farás a todas as cidades que estiverem mui longe de ti, que não forem das cidades destes povos.
16. Porém, das cidades destas nações que o SENHOR, teu Deus, te dá em herança, não deixarás com vida tudo o que tem fôlego.
17. Antes, como te ordenou o SENHOR, teu Deus, destruí-las-ás totalmente: os heteus, os amorreus, os cananeus, os ferezeus, os heveus e os jebuseus,
18. para que não vos ensinem a fazer segundo todas as suas abominações, que fizeram a seus deuses, pois pecaríeis contra o SENHOR, vosso Deus.
19. Quando sitiares uma cidade por muito tempo, pelejando contra ela para a tomar, não destruirás o seu arvoredo, metendo nele o machado, porque dele comerás; pelo que não o cortarás, pois será a árvore do campo algum homem, para que fosse sitiada por ti?
20. Mas as árvores cujos frutos souberes não se comem, destruí-las-ás, cortando-as; e, contra a cidade que guerrear contra ti, edificarás baluartes, até que seja derribada.
Salmos: 107
1. Rendei graças ao SENHOR, porque ele é bom, e a sua misericórdia dura para sempre.
2. Digam-no os remidos do SENHOR, os que ele resgatou da mão do inimigo
3. e congregou de entre as terras, do Oriente e do Ocidente, do Norte e do mar.
4. Andaram errantes pelo deserto, por ermos caminhos, sem achar cidade em que habitassem.
5. Famintos e sedentos, desfalecia neles a alma.
6. Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e ele os livrou das suas tribulações.
7. Conduziu-os pelo caminho direito, para que fossem à cidade em que habitassem.
8. Rendam graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!
9. Pois dessedentou a alma sequiosa e fartou de bens a alma faminta.
10. Os que se assentaram nas trevas e nas sombras da morte, presos em aflição e em ferros,
11. por se terem rebelado contra a palavra de Deus e haverem desprezado o conselho do Altíssimo,
12. de modo que lhes abateu com trabalhos o coração — caíram, e não houve quem os socorresse.
13. Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e ele os livrou das suas tribulações.
14. Tirou-os das trevas e das sombras da morte e lhes despedaçou as cadeias.
15. Rendam graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!
16. Pois arrombou as portas de bronze e quebrou as trancas de ferro.
17. Os estultos, por causa do seu caminho de transgressão e por causa das suas iniquidades, serão afligidos.
18. A sua alma aborreceu toda sorte de comida, e chegaram às portas da morte.
19. Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e ele os livrou das suas tribulações.
20. Enviou-lhes a sua palavra, e os sarou, e os livrou do que lhes era mortal.
21. Rendam graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!
22. Ofereçam sacrifícios de ações de graças e proclamem com júbilo as suas obras!
23. Os que, tomando navios, descem aos mares, os que fazem tráfico na imensidade das águas,
24. esses veem as obras do SENHOR e as suas maravilhas nas profundezas do abismo.
25. Pois ele falou e fez levantar o vento tempestuoso, que elevou as ondas do mar.
26. Subiram até aos céus, desceram até aos abismos; no meio destas angústias, desfalecia-lhes a alma.
27. Andaram, e cambalearam como ébrios, e perderam todo tino.
28. Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e ele os livrou das suas tribulações.
29. Fez cessar a tormenta, e as ondas se acalmaram.
30. Então, se alegraram com a bonança; e, assim, os levou ao desejado porto.
31. Rendam graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!
32. Exaltem-no também na assembleia do povo e o glorifiquem no conselho dos anciãos.
33. Ele converteu rios em desertos e mananciais, em terra seca;
34. terra frutífera, em deserto salgado, por causa da maldade dos seus habitantes.
35. Converteu o deserto em lençóis de água e a terra seca, em mananciais.
36. Estabeleceu aí os famintos, os quais edificaram uma cidade em que habitassem.
37. Semearam campos, e plantaram vinhas, e tiveram fartas colheitas.
38. Ele os abençoou, de sorte que se multiplicaram muito; e o gado deles não diminuiu.
39. Mas tornaram a reduzir-se e foram humilhados pela opressão, pela adversidade e pelo sofrimento.
40. Lança ele o desprezo sobre os príncipes e os faz andar errantes, onde não há caminho.
41. Mas levanta da opressão o necessitado, para um alto retiro, e lhe prospera famílias como rebanhos.
42. Os retos veem isso e se alegram, mas o ímpio por toda parte fecha a boca.
43. Quem é sábio atente para essas coisas e considere as misericórdias do SENHOR.
Isaías: 47
1. Desce e assenta-te no pó, ó virgem filha de Babilônia; assenta-te no chão, pois já não há trono, ó filha dos caldeus, porque nunca mais te chamarás a mimosa e delicada.
2. Toma a mó e mói a farinha; tira o teu véu, ergue a cauda da tua vestidura, desnuda as pernas e atravessa os rios.
3. As tuas vergonhas serão descobertas, e se verá o teu opróbrio; tomarei vingança e não pouparei a homem algum.
4. Quanto ao nosso Redentor, o SENHOR dos Exércitos é seu nome, o Santo de Israel.
5. Assenta-te calada e entra nas trevas, ó filha dos caldeus, porque nunca mais serás chamada senhora de reinos.
6. Muito me agastei contra o meu povo, profanei a minha herança e a entreguei na tua mão, porém não usaste com ela de misericórdia e até sobre os velhos fizeste mui pesado o teu jugo.
7. E disseste: Eu serei senhora para sempre! Até agora não tomaste a sério estas coisas, nem te lembraste do seu fim.
8. Ouve isto, pois, tu que és dada a prazeres, que habitas segura, que dizes contigo mesma: Eu só, e além de mim não há outra; não ficarei viúva, nem conhecerei a perda de filhos.
9. Mas ambas estas coisas virão sobre ti num momento, no mesmo dia, perda de filhos e viuvez; virão em cheio sobre ti, apesar da multidão das tuas feitiçarias e da abundância dos teus muitos encantamentos.
10. Porque confiaste na tua maldade e disseste: Não há quem me veja. A tua sabedoria e a tua ciência, isso te fez desviar, e disseste contigo mesma: Eu só, e além de mim não há outra.
11. Pelo que sobre ti virá o mal que por encantamentos não saberás conjurar; tal calamidade cairá sobre ti, da qual por expiação não te poderás livrar; porque sobre ti, de repente, virá tamanha desolação, como não imaginavas.
12. Deixa-te estar com os teus encantamentos e com a multidão das tuas feitiçarias em que te fatigaste desde a tua mocidade; talvez possas tirar proveito, talvez, com isso, inspirar terror.
13. Já estás cansada com a multidão das tuas consultas! Levantem-se, pois, agora, os que dissecam os céus e fitam os astros, os que em cada lua nova te predizem o que há de vir sobre ti.
14. Eis que serão como restolho, o fogo os queimará; não poderão livrar-se do poder das chamas; nenhuma brasa restará para se aquentarem, nem fogo, para que diante dele se assentem.
15. Assim serão para contigo aqueles com quem te fatigaste; aqueles com quem negociaste desde a tua mocidade; dispersar-se-ão, cambaleantes, cada qual pelo seu caminho; ninguém te salvará.

Almeida Revista e Atualizada: 166 de 365 dias


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