Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 15 de 365 dias
| Gênesis: 16 |
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| 1. Ora, Sarai, mulher de Abrão, não lhe dava filhos; tendo, porém, uma serva egípcia, por nome Agar, |
| 2. disse Sarai a Abrão: Eis que o SENHOR me tem impedido de dar à luz filhos; toma, pois, a minha serva, e assim me edificarei com filhos por meio dela. E Abrão anuiu ao conselho de Sarai. |
| 3. Então, Sarai, mulher de Abrão, tomou a Agar, egípcia, sua serva, e deu-a por mulher a Abrão, seu marido, depois de ter ele habitado por dez anos na terra de Canaã. |
| 4. Ele a possuiu, e ela concebeu. Vendo ela que havia concebido, foi sua senhora por ela desprezada. |
| 5. Disse Sarai a Abrão: Seja sobre ti a afronta que se me faz a mim. Eu te dei a minha serva para a possuíres; ela, porém, vendo que concebeu, desprezou-me. Julgue o SENHOR entre mim e ti. |
| 6. Respondeu Abrão a Sarai: A tua serva está nas tuas mãos, procede segundo melhor te parecer. Sarai humilhou-a, e ela fugiu de sua presença. |
| 7. Tendo-a achado o Anjo do SENHOR junto a uma fonte de água no deserto, junto à fonte no caminho de Sur, |
| 8. disse-lhe: Agar, serva de Sarai, donde vens e para onde vais? Ela respondeu: Fujo da presença de Sarai, minha senhora. |
| 9. Então, lhe disse o Anjo do SENHOR: Volta para a tua senhora e humilha-te sob suas mãos. |
| 10. Disse-lhe mais o Anjo do SENHOR: Multiplicarei sobremodo a tua descendência, de maneira que, por numerosa, não será contada. |
| 11. Disse-lhe ainda o Anjo do SENHOR: Concebeste e darás à luz um filho, a quem chamarás Ismael, porque o SENHOR te acudiu na tua aflição. |
| 12. Ele será, entre os homens, como um jumento selvagem; a sua mão será contra todos, e a mão de todos, contra ele; e habitará fronteiro a todos os seus irmãos. |
| 13. Então, ela invocou o nome do SENHOR, que lhe falava: Tu és Deus que vê; pois disse ela: Não olhei eu neste lugar para aquele que me vê? |
| 14. Por isso, aquele poço se chama Beer-Laai-Roi; está entre Cades e Berede. |
| 15. Agar deu à luz um filho a Abrão; e Abrão, a seu filho que lhe dera Agar, chamou-lhe Ismael. |
| 16. Era Abrão de oitenta e seis anos, quando Agar lhe deu à luz Ismael. |
| Mateus: 15 |
| 1. Então, vieram de Jerusalém a Jesus alguns fariseus e escribas e perguntaram: |
| 2. Por que transgridem os teus discípulos a tradição dos anciãos? Pois não lavam as mãos, quando comem. |
| 3. Ele, porém, lhes respondeu: Por que transgredis vós também o mandamento de Deus, por causa da vossa tradição? |
| 4. Porque Deus ordenou: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser a seu pai ou a sua mãe seja punido de morte. |
| 5. Mas vós dizeis: Se alguém disser a seu pai ou a sua mãe: É oferta ao Senhor aquilo que poderias aproveitar de mim; |
| 6. esse jamais honrará a seu pai ou a sua mãe. E, assim, invalidastes a palavra de Deus, por causa da vossa tradição. |
| 7. Hipócritas! Bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: |
| 8. Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. |
| 9. E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens. |
| 10. E, tendo convocado a multidão, lhes disse: Ouvi e entendei: |
| 11. não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca, isto, sim, contamina o homem. |
| 12. Então, aproximando-se dele os discípulos, disseram: Sabes que os fariseus, ouvindo a tua palavra, se escandalizaram? |
| 13. Ele, porém, respondeu: Toda planta que meu Pai celestial não plantou será arrancada. |
| 14. Deixai-os; são cegos, guias de cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco. |
| 15. Então, lhe disse Pedro: Explica-nos a parábola. |
| 16. Jesus, porém, disse: Também vós não entendeis ainda? |
| 17. Não compreendeis que tudo o que entra pela boca desce para o ventre e, depois, é lançado em lugar escuso? |
| 18. Mas o que sai da boca vem do coração, e é isso que contamina o homem. |
| 19. Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias. |
| 20. São estas as coisas que contaminam o homem; mas o comer sem lavar as mãos não o contamina. |
| 21. Partindo Jesus dali, retirou-se para os lados de Tiro e Sidom. |
| 22. E eis que uma mulher cananeia, que viera daquelas regiões, clamava: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim! Minha filha está horrivelmente endemoninhada. |
| 23. Ele, porém, não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, aproximando-se, rogaram-lhe: Despede-a, pois vem clamando atrás de nós. |
| 24. Mas Jesus respondeu: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. |
| 25. Ela, porém, veio e o adorou, dizendo: Senhor, socorre-me! |
| 26. Então, ele, respondendo, disse: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. |
| 27. Ela, contudo, replicou: Sim, Senhor, porém os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos. |
| 28. Então, lhe disse Jesus: Ó mulher, grande é a tua fé! Faça-se contigo como queres. E, desde aquele momento, sua filha ficou sã. |
| 29. Partindo Jesus dali, foi para junto do mar da Galileia; e, subindo ao monte, assentou-se ali. |
| 30. E vieram a ele muitas multidões trazendo consigo coxos, aleijados, cegos, mudos e outros muitos e os largaram junto aos pés de Jesus; e ele os curou. |
| 31. De modo que o povo se maravilhou ao ver que os mudos falavam, os aleijados recobravam saúde, os coxos andavam e os cegos viam. Então, glorificavam ao Deus de Israel. |
| 32. E, chamando Jesus os seus discípulos, disse: Tenho compaixão desta gente, porque há três dias que permanece comigo e não tem o que comer; e não quero despedi-la em jejum, para que não desfaleça pelo caminho. |
| 33. Mas os discípulos lhe disseram: Onde haverá neste deserto tantos pães para fartar tão grande multidão? |
| 34. Perguntou-lhes Jesus: Quantos pães tendes? Responderam: Sete e alguns peixinhos. |
| 35. Então, tendo mandado o povo assentar-se no chão, |
| 36. tomou os sete pães e os peixes, e, dando graças, partiu, e deu aos discípulos, e estes, ao povo. |
| 37. Todos comeram e se fartaram; e, do que sobejou, recolheram sete cestos cheios. |
| 38. Ora, os que comeram eram quatro mil homens, além de mulheres e crianças. |
| 39. E, tendo despedido as multidões, entrou Jesus no barco e foi para o território de Magadã. |
| Neemias: 5 |
| 1. Foi grande, porém, o clamor do povo e de suas mulheres contra os judeus, seus irmãos. |
| 2. Porque havia os que diziam: Somos muitos, nós, nossos filhos e nossas filhas; que se nos dê trigo, para que comamos e vivamos. |
| 3. Também houve os que diziam: As nossas terras, as nossas vinhas e as nossas casas hipotecamos para tomarmos trigo nesta fome. |
| 4. Houve ainda os que diziam: Tomamos dinheiro emprestado até para o tributo do rei, sobre as nossas terras e as nossas vinhas. |
| 5. No entanto, nós somos da mesma carne como eles, e nossos filhos são tão bons como os deles; e eis que sujeitamos nossos filhos e nossas filhas para serem escravos, algumas de nossas filhas já estão reduzidas à escravidão. Não está em nosso poder evitá-lo; pois os nossos campos e as nossas vinhas já são de outros. |
| 6. Ouvindo eu, pois, o seu clamor e estas palavras, muito me aborreci. |
| 7. Depois de ter considerado comigo mesmo, repreendi os nobres e magistrados e lhes disse: Sois usurários, cada um para com seu irmão; e convoquei contra eles um grande ajuntamento. |
| 8. Disse-lhes: nós resgatamos os judeus, nossos irmãos, que foram vendidos às gentes, segundo nossas posses; e vós outra vez negociaríeis vossos irmãos, para que sejam vendidos a nós? |
| 9. Então, se calaram e não acharam o que responder. Disse mais: não é bom o que fazeis; porventura não devíeis andar no temor do nosso Deus, por causa do opróbrio dos gentios, os nossos inimigos? |
| 10. Também eu, meus irmãos e meus moços lhes demos dinheiro emprestado e trigo. Demos de mão a esse empréstimo. |
| 11. Restituí-lhes hoje, vos peço, as suas terras, as suas vinhas, os seus olivais e as suas casas, como também o centésimo do dinheiro, do trigo, do vinho e do azeite, que exigistes deles. |
| 12. Então, responderam: Restituir-lhes-emos e nada lhes pediremos; faremos assim como dizes. Então, chamei os sacerdotes e os fiz jurar que fariam segundo prometeram. |
| 13. Também sacudi o meu regaço e disse: Assim o faça Deus, sacuda de sua casa e de seu trabalho a todo homem que não cumprir esta promessa; seja sacudido e despojado. E toda a congregação respondeu: Amém! E louvaram o SENHOR; e o povo fez segundo a sua promessa. |
| 14. Também desde o dia em que fui nomeado seu governador na terra de Judá, desde o vigésimo ano até ao trigésimo segundo ano do rei Artaxerxes, doze anos, nem eu nem meus irmãos comemos o pão devido ao governador. |
| 15. Mas os primeiros governadores, que foram antes de mim, oprimiram o povo e lhe tomaram pão e vinho, além de quarenta siclos de prata; até os seus moços dominavam sobre o povo, porém eu assim não fiz, por causa do temor de Deus. |
| 16. Antes, também na obra deste muro fiz reparação, e terra nenhuma compramos; e todos os meus moços se ajuntaram ali para a obra. |
| 17. Também cento e cinquenta homens dos judeus e dos magistrados e os que vinham a nós, dentre as gentes que estavam ao nosso redor, eram meus hóspedes. |
| 18. O que se preparava para cada dia era um boi e seis ovelhas escolhidas; também à minha custa eram preparadas aves e, de dez em dez dias, muito vinho de todas as espécies; nem por isso exigi o pão devido ao governador, porquanto a servidão deste povo era grande. |
| 19. Lembra-te de mim para meu bem, ó meu Deus, e de tudo quanto fiz a este povo. |
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