Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 145 de 365 dias
| Números: 34 |
|---|
| 1. Disse mais o SENHOR a Moisés: |
| 2. Dá ordem aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando entrardes na terra de Canaã, será esta a que vos cairá em herança: a terra de Canaã, segundo os seus limites. |
| 3. A região sul vos será desde o deserto de Zim até aos limites de Edom; e o limite do sul vos será desde a extremidade do mar Salgado para o lado oriental. |
| 4. Este limite vos irá rodeando do sul para a subida de Acrabim e passará até Zim; e as suas saídas serão do sul a Cades-Barneia; e sairá a Hazar-Adar e passará a Azmom. |
| 5. Rodeará mais este limite de Azmom até ao ribeiro do Egito; e as suas saídas serão para o lado do mar. |
| 6. Por vosso limite ocidental tereis o mar Grande; este vos será a fronteira do ocidente. |
| 7. Este vos será o limite do norte: desde o mar Grande marcareis ao monte Hor. |
| 8. Desde o monte Hor marcareis até à entrada de Hamate; e as saídas deste limite serão até Zedade; |
| 9. dali, seguirá até Zifrom, e as suas saídas serão em Hazar-Enã; este vos será o limite do norte. |
| 10. E, por limite do lado oriental, marcareis de Hazar-Enã até Sefã. |
| 11. O limite descerá desde Sefã até Ribla, para o lado oriental de Aim; depois, descerá este e irá ao longo da borda do mar de Quinerete para o lado oriental; |
| 12. descerá ainda ao longo do Jordão, e as suas saídas serão no mar Salgado; esta vos será a terra, segundo os limites de seu contorno. |
| 13. Moisés deu ordem aos filhos de Israel, dizendo: Esta é a terra que herdareis por sortes, a qual o SENHOR mandou dar às nove tribos e à meia tribo. |
| 14. Porque a tribo dos filhos dos rubenitas, segundo a casa de seus pais, e a tribo dos filhos dos gaditas, segundo a casa de seus pais, já receberam; também a meia tribo de Manassés já recebeu a sua herança. |
| 15. Estas duas tribos e meia receberam a sua herança deste lado do Jordão, na altura de Jericó, do lado oriental. |
| 16. Disse mais o SENHOR a Moisés: |
| 17. São estes os nomes dos homens que vos repartirão a terra por herança: Eleazar, o sacerdote, e Josué, filho de Num. |
| 18. Tomareis mais de cada tribo um príncipe, para repartir a terra em herança. |
| 19. São estes os nomes dos homens: da tribo de Judá, Calebe, filho de Jefoné; |
| 20. da tribo dos filhos de Simeão, Samuel, filho de Amiúde; |
| 21. da tribo de Benjamim, Elidade, filho de Quislom; |
| 22. da tribo dos filhos de Dã, o príncipe Buqui, filho de Jogli; |
| 23. dos filhos de José, da tribo dos filhos de Manassés, o príncipe Haniel, filho de Éfode; |
| 24. da tribo dos filhos de Efraim, o príncipe Quemuel, filho de Siftã; |
| 25. da tribo dos filhos de Zebulom, o príncipe Elizafã, filho de Parnaque; |
| 26. da tribo dos filhos de Issacar, o príncipe Paltiel, filho de Azã; |
| 27. da tribo dos filhos de Aser, o príncipe Aiude, filho de Selomi; |
| 28. da tribo dos filhos de Naftali, o príncipe Pedael, filho de Amiúde. |
| 29. A estes o SENHOR ordenou que repartissem a herança pelos filhos de Israel, na terra de Canaã. |
| Salmos: 78 |
| 1. Escutai, povo meu, a minha lei; prestai ouvidos às palavras da minha boca. |
| 2. Abrirei os lábios em parábolas e publicarei enigmas dos tempos antigos. |
| 3. O que ouvimos e aprendemos, o que nos contaram nossos pais, |
| 4. não o encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do SENHOR, e o seu poder, e as maravilhas que fez. |
| 5. Ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e instituiu uma lei em Israel, e ordenou a nossos pais que os transmitissem a seus filhos, |
| 6. a fim de que a nova geração os conhecesse, filhos que ainda hão de nascer se levantassem e por sua vez os referissem aos seus descendentes; |
| 7. para que pusessem em Deus a sua confiança e não se esquecessem dos feitos de Deus, mas lhe observassem os mandamentos; |
| 8. e que não fossem, como seus pais, geração obstinada e rebelde, geração de coração inconstante, e cujo espírito não foi fiel a Deus. |
| 9. Os filhos de Efraim, embora armados de arco, bateram em retirada no dia do combate. |
| 10. Não guardaram a aliança de Deus, não quiseram andar na sua lei; |
| 11. esqueceram-se das suas obras e das maravilhas que lhes mostrara. |
| 12. Prodígios fez na presença de seus pais na terra do Egito, no campo de Zoã. |
| 13. Dividiu o mar e fê-los seguir; aprumou as águas como num dique. |
| 14. Guiou-os de dia com uma nuvem e durante a noite com um clarão de fogo. |
| 15. No deserto, fendeu rochas e lhes deu a beber abundantemente como de abismos. |
| 16. Da pedra fez brotar torrentes, fez manar água como rios. |
| 17. Mas, ainda assim, prosseguiram em pecar contra ele e se rebelaram, no deserto, contra o Altíssimo. |
| 18. Tentaram a Deus no seu coração, pedindo alimento que lhes fosse do gosto. |
| 19. Falaram contra Deus, dizendo: Pode, acaso, Deus preparar-nos mesa no deserto? |
| 20. Com efeito, feriu ele a rocha, e dela manaram águas, transbordaram caudais. Pode ele dar-nos pão também? Ou fornecer carne para o seu povo? |
| 21. Ouvindo isto, o SENHOR ficou indignado; acendeu-se fogo contra Jacó, e também se levantou o seu furor contra Israel; |
| 22. porque não creram em Deus, nem confiaram na sua salvação. |
| 23. Nada obstante, ordenou às alturas e abriu as portas dos céus; |
| 24. fez chover maná sobre eles, para alimentá-los, e lhes deu cereal do céu. |
| 25. Comeu cada qual o pão dos anjos; enviou-lhes ele comida a fartar. |
| 26. Fez soprar no céu o vento do Oriente e pelo seu poder conduziu o vento do Sul. |
| 27. Também fez chover sobre eles carne como poeira e voláteis como areia dos mares. |
| 28. Fê-los cair no meio do arraial deles, ao redor de suas tendas. |
| 29. Então, comeram e se fartaram a valer; pois lhes fez o que desejavam. |
| 30. Porém não reprimiram o apetite. Tinham ainda na boca o alimento, |
| 31. quando se elevou contra eles a ira de Deus, e entre os seus mais robustos semeou a morte, e prostrou os jovens de Israel. |
| 32. Sem embargo disso, continuaram a pecar e não creram nas suas maravilhas. |
| 33. Por isso, ele fez que os seus dias se dissipassem num sopro e os seus anos, em súbito terror. |
| 34. Quando os fazia morrer, então, o buscavam; arrependidos, procuravam a Deus. |
| 35. Lembravam-se de que Deus era a sua rocha e o Deus Altíssimo, o seu redentor. |
| 36. Lisonjeavam-no, porém de boca, e com a língua lhe mentiam. |
| 37. Porque o coração deles não era firme para com ele, nem foram fiéis à sua aliança. |
| 38. Ele, porém, que é misericordioso, perdoa a iniquidade e não destrói; antes, muitas vezes desvia a sua ira e não dá largas a toda a sua indignação. |
| 39. Lembra-se de que eles são carne, vento que passa e já não volta. |
| 40. Quantas vezes se rebelaram contra ele no deserto e na solidão o provocaram! |
| 41. Tornaram a tentar a Deus, agravaram o Santo de Israel. |
| 42. Não se lembraram do poder dele, nem do dia em que os resgatou do adversário; |
| 43. de como no Egito operou ele os seus sinais e os seus prodígios, no campo de Zoã; |
| 44. e converteu em sangue os rios deles, para que das suas correntes não bebessem. |
| 45. Enviou contra eles enxames de moscas que os devorassem e rãs que os destruíssem. |
| 46. Entregou às larvas as suas colheitas e aos gafanhotos, o fruto do seu trabalho. |
| 47. Com chuvas de pedra lhes destruiu as vinhas e os seus sicômoros, com geada. |
| 48. Entregou à saraiva o gado deles e aos raios, os seus rebanhos. |
| 49. Lançou contra eles o furor da sua ira: cólera, indignação e calamidade, legião de anjos portadores de males. |
| 50. Deu livre curso à sua ira; não poupou da morte a alma deles, mas entregou-lhes a vida à pestilência. |
| 51. Feriu todos os primogênitos no Egito, as primícias da virilidade nas tendas de Cam. |
| 52. Fez sair o seu povo como ovelhas e o guiou pelo deserto, como um rebanho. |
| 53. Dirigiu-o com segurança, e não temeram, ao passo que o mar submergiu os seus inimigos. |
| 54. Levou-os até à sua terra santa, até ao monte que a sua destra adquiriu. |
| 55. Da presença deles expulsou as nações, cuja região repartiu com eles por herança; e nas suas tendas fez habitar as tribos de Israel. |
| 56. Ainda assim, tentaram o Deus Altíssimo, e a ele resistiram, e não lhe guardaram os testemunhos. |
| 57. Tornaram atrás e se portaram aleivosamente como seus pais; desviaram-se como um arco enganoso. |
| 58. Pois o provocaram com os seus altos e o incitaram a zelos com as suas imagens de escultura. |
| 59. Deus ouviu isso, e se indignou, e sobremodo se aborreceu de Israel. |
| 60. Por isso, abandonou o tabernáculo de Siló, a tenda de sua morada entre os homens, |
| 61. e passou a arca da sua força ao cativeiro, e a sua glória, à mão do adversário. |
| 62. Entregou o seu povo à espada e se encolerizou contra a sua própria herança. |
| 63. O fogo devorou os jovens deles, e as suas donzelas não tiveram canto nupcial. |
| 64. Os seus sacerdotes caíram à espada, e as suas viúvas não fizeram lamentações. |
| 65. Então, o Senhor despertou como de um sono, como um valente que grita excitado pelo vinho; |
| 66. fez recuar a golpes os seus adversários e lhes cominou perpétuo desprezo. |
| 67. Além disso, rejeitou a tenda de José e não elegeu a tribo de Efraim. |
| 68. Escolheu, antes, a tribo de Judá, o monte Sião, que ele amava. |
| 69. E construiu o seu santuário durável como os céus e firme como a terra que fundou para sempre. |
| 70. Também escolheu a Davi, seu servo, e o tomou dos redis das ovelhas; |
| 71. tirou-o do cuidado das ovelhas e suas crias, para ser o pastor de Jacó, seu povo, e de Israel, sua herança. |
| 72. E ele os apascentou consoante a integridade do seu coração e os dirigiu com mãos precavidas. |
| Isaías: 26 |
| 1. Naquele dia, se entoará este cântico na terra de Judá: Temos uma cidade forte; Deus lhe põe a salvação por muros e baluartes. |
| 2. Abri vós as portas, para que entre a nação justa, que guarda a fidelidade. |
| 3. Tu, SENHOR, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em ti. |
| 4. Confiai no SENHOR perpetuamente, porque o SENHOR Deus é uma rocha eterna; |
| 5. porque ele abate os que habitam no alto, na cidade elevada; abate-a, humilha-a até à terra e até ao pó. |
| 6. O pé a pisará; os pés dos aflitos, e os passos dos pobres. |
| 7. A vereda do justo é plana; tu, que és justo, aplanas a vereda do justo. |
| 8. Também através dos teus juízos, SENHOR, te esperamos; no teu nome e na tua memória está o desejo da nossa alma. |
| 9. Com minha alma suspiro de noite por ti e, com o meu espírito dentro de mim, eu te procuro diligentemente; porque, quando os teus juízos reinam na terra, os moradores do mundo aprendem justiça. |
| 10. Ainda que se mostre favor ao perverso, nem por isso aprende a justiça; até na terra da retidão ele comete a iniquidade e não atenta para a majestade do SENHOR. |
| 11. SENHOR, a tua mão está levantada, mas nem por isso a veem; porém verão o teu zelo pelo povo e se envergonharão; e o teu furor, por causa dos teus adversários, que os consuma. |
| 12. SENHOR, concede-nos a paz, porque todas as nossas obras tu as fazes por nós. |
| 13. Ó SENHOR, Deus nosso, outros senhores têm tido domínio sobre nós; mas graças a ti somente é que louvamos o teu nome. |
| 14. Mortos não tornarão a viver, sombras não ressuscitam; por isso, os castigaste, e destruíste, e lhes fizeste perecer toda a memória. |
| 15. Tu, SENHOR, aumentaste o povo, aumentaste o povo e tens sido glorificado; a todos os confins da terra dilataste. |
| 16. SENHOR, na angústia te buscaram; vindo sobre eles a tua correção, derramaram as suas orações. |
| 17. Como a mulher grávida, quando se lhe aproxima a hora de dar à luz, se contorce e dá gritos nas suas dores, assim fomos nós na tua presença, ó SENHOR! |
| 18. Concebemos nós e nos contorcemos em dores de parto, mas o que demos à luz foi vento; não trouxemos à terra livramento algum, e não nasceram moradores do mundo. |
| 19. Os vossos mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho, ó Deus, será como o orvalho de vida, e a terra dará à luz os seus mortos. |
| 20. Vai, pois, povo meu, entra nos teus quartos e fecha as tuas portas sobre ti; esconde-te só por um momento, até que passe a ira. |
| 21. Pois eis que o SENHOR sai do seu lugar, para castigar a iniquidade dos moradores da terra; a terra descobrirá o sangue que embebeu e já não encobrirá aqueles que foram mortos. |
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