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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

Leitura da Bíblia

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Bíblia Completa (365 dias)

Almeida Revista e Atualizada: 131 de 365 dias

Números: 20
1. Chegando os filhos de Israel, toda a congregação, ao deserto de Zim, no mês primeiro, o povo ficou em Cades. Ali, morreu Miriã e, ali, foi sepultada.
2. Não havia água para o povo; então, se ajuntaram contra Moisés e contra Arão.
3. E o povo contendeu com Moisés, e disseram: Antes tivéssemos perecido quando expiraram nossos irmãos perante o SENHOR!
4. Por que trouxestes a congregação do SENHOR a este deserto, para morrermos aí, nós e os nossos animais?
5. E por que nos fizestes subir do Egito, para nos trazer a este mau lugar, que não é de cereais, nem de figos, nem de vides, nem de romãs, nem de água para beber?
6. Então, Moisés e Arão se foram de diante do povo para a porta da tenda da congregação e se lançaram sobre o seu rosto; e a glória do SENHOR lhes apareceu.
7. Disse o SENHOR a Moisés:
8. Toma o bordão, ajunta o povo, tu e Arão, teu irmão, e, diante dele, falai à rocha, e dará a sua água; assim lhe tirareis água da rocha e dareis a beber à congregação e aos seus animais.
9. Então, Moisés tomou o bordão de diante do SENHOR, como lhe tinha ordenado.
10. Moisés e Arão reuniram o povo diante da rocha, e Moisés lhe disse: Ouvi, agora, rebeldes: porventura, faremos sair água desta rocha para vós outros?
11. Moisés levantou a mão e feriu a rocha duas vezes com o seu bordão, e saíram muitas águas; e bebeu a congregação e os seus animais.
12. Mas o SENHOR disse a Moisés e a Arão: Visto que não crestes em mim, para me santificardes diante dos filhos de Israel, por isso, não fareis entrar este povo na terra que lhe dei.
13. São estas as águas de Meribá, porque os filhos de Israel contenderam com o SENHOR; e o SENHOR se santificou neles.
14. Enviou Moisés, de Cades, mensageiros ao rei de Edom, a dizer-lhe: Assim diz teu irmão Israel: Bem sabes todo o trabalho que nos tem sobrevindo;
15. como nossos pais desceram ao Egito, e nós no Egito habitamos muito tempo, e como os egípcios nos maltrataram, a nós e a nossos pais;
16. e clamamos ao SENHOR, e ele ouviu a nossa voz, e mandou o Anjo, e nos tirou do Egito. E eis que estamos em Cades, cidade nos confins do teu país.
17. Deixa-nos passar pela tua terra; não o faremos pelo campo, nem pelas vinhas, nem beberemos a água dos poços; iremos pela estrada real; não nos desviaremos para a direita nem para a esquerda, até que passemos pelo teu país.
18. Porém Edom lhe disse: Não passarás por mim, para que não saia eu de espada ao teu encontro.
19. Então, os filhos de Israel lhe disseram: Subiremos pelo caminho trilhado, e, se eu e o meu gado bebermos das tuas águas, pagarei o preço delas; outra coisa não desejo senão passar a pé.
20. Porém ele disse: Não passarás. E saiu-lhe Edom ao encontro, com muita gente e com mão forte.
21. Assim recusou Edom deixar passar a Israel pelo seu país; pelo que Israel se desviou dele.
22. Então, partiram de Cades; e os filhos de Israel, toda a congregação, foram ao monte Hor.
23. Disse o SENHOR a Moisés e a Arão no monte Hor, nos confins da terra de Edom:
24. Arão será recolhido a seu povo, porque não entrará na terra que dei aos filhos de Israel, pois fostes rebeldes à minha palavra, nas águas de Meribá.
25. Toma Arão e Eleazar, seu filho, e faze-os subir ao monte Hor;
26. depois, despe Arão das suas vestes e veste com elas a Eleazar, seu filho; porque Arão será recolhido a seu povo e aí morrerá.
27. Fez Moisés como o SENHOR lhe ordenara; subiram ao monte Hor, perante os olhos de toda a congregação.
28. Moisés, pois, despiu a Arão de suas vestes e vestiu com elas a Eleazar, seu filho; morreu Arão ali sobre o cimo do monte; e dali desceram Moisés e Eleazar.
29. Vendo, pois, toda a congregação que Arão era morto, choraram por Arão trinta dias, isto é, toda a casa de Israel.
Salmos: 58
1. Falais verdadeiramente justiça, ó juízes? Julgais com retidão os filhos dos homens?
2. Longe disso; antes, no íntimo engendrais iniquidades e distribuís na terra a violência de vossas mãos.
3. Desviam-se os ímpios desde a sua concepção; nascem e já se desencaminham, proferindo mentiras.
4. Têm peçonha semelhante à peçonha da serpente; são como a víbora surda, que tapa os ouvidos,
5. para não ouvir a voz dos encantadores, do mais fascinante em encantamentos.
6. Ó Deus, quebra-lhes os dentes na boca; arranca, SENHOR, os queixais aos leõezinhos.
7. Desapareçam como águas que se escoam; ao dispararem flechas, fiquem elas embotadas.
8. Sejam como a lesma, que passa diluindo-se; como o aborto de mulher, não vejam nunca o sol.
9. Como espinheiros, antes que vossas panelas sintam deles o calor, tanto os verdes como os que estão em brasa serão arrebatados como por um redemoinho.
10. Alegrar-se-á o justo quando vir a vingança; banhará os pés no sangue do ímpio.
11. Então, se dirá: Na verdade, há recompensa para o justo; há um Deus, com efeito, que julga na terra.
Salmos: 59
1. Livra-me, Deus meu, dos meus inimigos; põe-me acima do alcance dos meus adversários.
2. Livra-me dos que praticam a iniquidade e salva-me dos homens sanguinários,
3. pois que armam ciladas à minha alma; contra mim se reúnem os fortes, sem transgressão minha, ó SENHOR, ou pecado meu.
4. Sem culpa minha, eles se apressam e investem; desperta, vem ao meu encontro e vê.
5. Tu, SENHOR, Deus dos Exércitos, és o Deus de Israel; desperta, pois, e vem de encontro a todas as nações; não te compadeças de nenhum dos que traiçoeiramente praticam a iniquidade.
6. Ao anoitecer, uivam como cães, à volta da cidade.
7. Alardeiam de boca; em seus lábios há espadas. Pois dizem eles: Quem há que nos escute?
8. Mas tu, SENHOR, te rirás deles; zombarás de todas as nações.
9. Em ti, força minha, esperarei; pois Deus é meu alto refúgio.
10. Meu Deus virá ao meu encontro com a sua benignidade, Deus me fará ver o meu desejo sobre os meus inimigos.
11. Não os mates, para que o meu povo não se esqueça; dispersa-os pelo teu poder e abate-os, ó Senhor, escudo nosso.
12. Pelo pecado de sua boca, pelas palavras dos seus lábios, na sua própria soberba sejam enredados e pela abominação e mentiras que proferem.
13. Consome-os com indignação, consome-os, de sorte que jamais existam e se saiba que reina Deus em Jacó, até aos confins da terra.
14. Ao anoitecer, uivam como cães, à volta da cidade.
15. Vagueiam à procura de comida e, se não se fartam, então, rosnam.
16. Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã louvarei com alegria a tua misericórdia; pois tu me tens sido alto refúgio e proteção no dia da minha angústia.
17. A ti, força minha, cantarei louvores, porque Deus é meu alto refúgio, é o Deus da minha misericórdia.
Isaías: 9
1. Mas para a terra que estava aflita não continuará a obscuridade. Deus, nos primeiros tempos, tornou desprezível a terra de Zebulom e a terra de Naftali; mas, nos últimos, tornará glorioso o caminho do mar, além do Jordão, Galileia dos gentios.
2. O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz.
3. Tens multiplicado este povo, a alegria lhe aumentaste; alegram-se eles diante de ti, como se alegram na ceifa e como exultam quando repartem os despojos.
4. Porque tu quebraste o jugo que pesava sobre eles, a vara que lhes feria os ombros e o cetro do seu opressor, como no dia dos midianitas;
5. porque toda bota com que anda o guerreiro no tumulto da batalha e toda veste revolvida em sangue serão queimadas, servirão de pasto ao fogo.
6. Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz;
7. para que se aumente o seu governo, e venha paz sem fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, para o estabelecer e o firmar mediante o juízo e a justiça, desde agora e para sempre. O zelo do SENHOR dos Exércitos fará isto.
8. O Senhor enviou uma palavra contra Jacó, e ela caiu em Israel.
9. Todo o povo o saberá, Efraim e os moradores de Samaria, que em soberba e altivez de coração dizem:
10. Os tijolos ruíram por terra, mas tornaremos a edificar com pedras lavradas; cortaram-se os sicômoros, mas por cedros os substituiremos.
11. Portanto, o SENHOR suscita contra ele os adversários de Rezim e instiga os inimigos.
12. Do Oriente vêm os siros, do Ocidente, os filisteus e devoram a Israel à boca escancarada. Com tudo isto, não se aparta a sua ira, e a mão dele continua ainda estendida.
13. Todavia, este povo não se voltou para quem o fere, nem busca ao SENHOR dos Exércitos.
14. Pelo que o SENHOR corta de Israel a cabeça e a cauda, a palma e o junco, num mesmo dia.
15. O ancião, o homem de respeito, é a cabeça; o profeta que ensina a mentira é a cauda.
16. Porque os guias deste povo são enganadores, e os que por eles são dirigidos são devorados.
17. Pelo que o Senhor não se regozija com os jovens dele e não se compadece dos seus órfãos e das suas viúvas, porque todos eles são ímpios e malfazejos, e toda boca profere doidices. Com tudo isto, não se aparta a sua ira, e a mão dele continua ainda estendida.
18. Porque a maldade lavra como um fogo, ela devora os espinheiros e os abrolhos; acende as brenhas do bosque, e estas sobem em espessas nuvens de fumaça.
19. Por causa da ira do SENHOR dos Exércitos, a terra está abrasada, e o povo é pasto do fogo; ninguém poupa a seu irmão.
20. Abocanha à direita e ainda tem fome, devora à esquerda e não se farta; cada um come a carne do seu próximo:
21. Manassés ataca a Efraim, e Efraim ataca a Manassés, e ambos, juntos, atacam a Judá. Com tudo isto, não se aparta a sua ira, e a mão dele continua ainda estendida.

Almeida Revista e Atualizada: 131 de 365 dias


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