Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 119 de 365 dias
| Números: 6 |
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| 1. Disse o SENHOR a Moisés: |
| 2. Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando alguém, seja homem seja mulher, fizer voto especial, o voto de nazireu, a fim de consagrar-se para o SENHOR, |
| 3. abster-se-á de vinho e de bebida forte; não beberá vinagre de vinho, nem vinagre de bebida forte, nem tomará beberagens de uvas, nem comerá uvas frescas nem secas. |
| 4. Todos os dias do seu nazireado não comerá de coisa alguma que se faz da vinha, desde as sementes até às cascas. |
| 5. Todos os dias do seu voto de nazireado não passará navalha pela cabeça; até que se cumpram os dias para os quais se consagrou ao SENHOR, santo será, deixando crescer livremente a cabeleira. |
| 6. Todos os dias da sua consagração para o SENHOR, não se aproximará de um cadáver. |
| 7. Por seu pai, ou por sua mãe, ou por seu irmão, ou por sua irmã, por eles se não contaminará, quando morrerem; porquanto o nazireado do seu Deus está sobre a sua cabeça. |
| 8. Por todos os dias do seu nazireado, santo será ao SENHOR. |
| 9. Se alguém vier a morrer junto a ele subitamente, e contaminar a cabeça do seu nazireado, rapará a cabeça no dia da sua purificação; ao sétimo dia, a rapará. |
| 10. Ao oitavo dia, trará duas rolas ou dois pombinhos ao sacerdote, à porta da tenda da congregação; |
| 11. o sacerdote oferecerá um como oferta pelo pecado e o outro, para holocausto; e fará expiação por ele, visto que pecou relativamente ao morto; assim, naquele mesmo dia, consagrará a sua cabeça. |
| 12. Então, consagrará os dias do seu nazireado ao SENHOR e, para oferta pela culpa, trará um cordeiro de um ano; os dias antecedentes serão perdidos, porquanto o seu nazireado foi contaminado. |
| 13. Esta é a lei do nazireu: no dia em que se cumprirem os dias do seu nazireado, será trazido à porta da tenda da congregação. |
| 14. Ele apresentará a sua oferta ao SENHOR, um cordeiro de um ano, sem defeito, em holocausto, e uma cordeira de um ano, sem defeito, para oferta pelo pecado, e um carneiro, sem defeito, por oferta pacífica, |
| 15. e um cesto de pães asmos, bolos de flor de farinha com azeite, amassados, e obreias asmas untadas com azeite, como também a sua oferta de manjares e as suas libações. |
| 16. O sacerdote os trará perante o SENHOR e apresentará a sua oferta pelo pecado e o seu holocausto; |
| 17. oferecerá o carneiro em sacrifício pacífico ao SENHOR, com o cesto dos pães asmos; o sacerdote apresentará também a devida oferta de manjares e a libação. |
| 18. O nazireu, à porta da tenda da congregação, rapará a cabeleira do seu nazireado, e tomá-la-á, e a porá sobre o fogo que está debaixo do sacrifício pacífico. |
| 19. Depois, o sacerdote tomará a espádua cozida do carneiro, e um bolo asmo do cesto, e uma obreia asma e os porá nas mãos do nazireu, depois de haver este rapado a cabeleira do seu nazireado. |
| 20. O sacerdote os moverá em oferta movida perante o SENHOR; isto é santo para o sacerdote, juntamente com o peito da oferta movida e com a coxa da oferta; depois disto, o nazireu pode beber vinho. |
| 21. Esta é a lei do nazireu que fizer voto; a sua oferta ao SENHOR será segundo o seu nazireado, afora o que as suas posses lhe permitirem; segundo o voto que fizer, assim fará conforme a lei do seu nazireado. |
| 22. Disse o SENHOR a Moisés: |
| 23. Fala a Arão e a seus filhos, dizendo: Assim abençoareis os filhos de Israel e dir-lhes-eis: |
| 24. O SENHOR te abençoe e te guarde; |
| 25. o SENHOR faça resplandecer o rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; |
| 26. o SENHOR sobre ti levante o rosto e te dê a paz. |
| 27. Assim, porão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei. |
| Salmos: 40 |
| 1. Esperei confiantemente pelo SENHOR; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro. |
| 2. Tirou-me de um poço de perdição, de um tremedal de lama; colocou-me os pés sobre uma rocha e me firmou os passos. |
| 3. E me pôs nos lábios um novo cântico, um hino de louvor ao nosso Deus; muitos verão essas coisas, temerão e confiarão no SENHOR. |
| 4. Bem-aventurado o homem que põe no SENHOR a sua confiança e não pende para os arrogantes, nem para os afeiçoados à mentira. |
| 5. São muitas, SENHOR, Deus meu, as maravilhas que tens operado e também os teus desígnios para conosco; ninguém há que se possa igualar contigo. Eu quisera anunciá-los e deles falar, mas são mais do que se pode contar. |
| 6. Sacrifícios e ofertas não quiseste; abriste os meus ouvidos; holocaustos e ofertas pelo pecado não requeres. |
| 7. Então, eu disse: eis aqui estou, no rolo do livro está escrito a meu respeito; |
| 8. agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu; dentro do meu coração, está a tua lei. |
| 9. Proclamei as boas-novas de justiça na grande congregação; jamais cerrei os lábios, tu o sabes, SENHOR. |
| 10. Não ocultei no coração a tua justiça; proclamei a tua fidelidade e a tua salvação; não escondi da grande congregação a tua graça e a tua verdade. |
| 11. Não retenhas de mim, SENHOR, as tuas misericórdias; guardem-me sempre a tua graça e a tua verdade. |
| 12. Não têm conta os males que me cercam; as minhas iniquidades me alcançaram, tantas, que me impedem a vista; são mais numerosas que os cabelos de minha cabeça, e o coração me desfalece. |
| 13. Praza-te, SENHOR, em livrar-me; dá-te pressa, ó SENHOR, em socorrer-me. |
| 14. Sejam à uma envergonhados e cobertos de vexame os que me demandam a vida; tornem atrás e cubram-se de ignomínia os que se comprazem no meu mal. |
| 15. Sofram perturbação por causa da sua ignomínia os que dizem: Bem feito! Bem feito! |
| 16. Folguem e em ti se rejubilem todos os que te buscam; os que amam a tua salvação digam sempre: O SENHOR seja magnificado! |
| 17. Eu sou pobre e necessitado, porém o Senhor cuida de mim; tu és o meu amparo e o meu libertador; não te detenhas, ó Deus meu! |
| Salmos: 41 |
| 1. Bem-aventurado o que acode ao necessitado; o SENHOR o livra no dia do mal. |
| 2. O SENHOR o protege, preserva-lhe a vida e o faz feliz na terra; não o entrega à discrição dos seus inimigos. |
| 3. O SENHOR o assiste no leito da enfermidade; na doença, tu lhe afofas a cama. |
| 4. Disse eu: compadece-te de mim, SENHOR; sara a minha alma, porque pequei contra ti. |
| 5. Os meus inimigos falam mal de mim: Quando morrerá e lhe perecerá o nome? |
| 6. Se algum deles me vem visitar, diz coisas vãs, amontoando no coração malícias; em saindo, é disso que fala. |
| 7. De mim rosnam à uma todos os que me odeiam; engendram males contra mim, dizendo: |
| 8. Peste maligna deu nele, e: Caiu de cama, já não há de levantar-se. |
| 9. Até o meu amigo íntimo, em quem eu confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o calcanhar. |
| 10. Tu, porém, SENHOR, compadece-te de mim e levanta-me, para que eu lhes pague segundo merecem. |
| 11. Com isto conheço que tu te agradas de mim: em não triunfar contra mim o meu inimigo. |
| 12. Quanto a mim, tu me susténs na minha integridade e me pões à tua presença para sempre. |
| 13. Bendito seja o SENHOR, Deus de Israel, da eternidade para a eternidade! Amém e amém! |
| Cânticos: 4 |
| 1. Como és formosa, querida minha, como és formosa! Os teus olhos são como os das pombas e brilham através do teu véu. Os teus cabelos são como o rebanho de cabras que descem ondeantes do monte de Gileade. |
| 2. São os teus dentes como o rebanho das ovelhas recém-tosquiadas, que sobem do lavadouro, e das quais todas produzem gêmeos, e nenhuma delas há sem crias. |
| 3. Os teus lábios são como um fio de escarlata, e tua boca é formosa; as tuas faces, como romã partida, brilham através do véu. |
| 4. O teu pescoço é como a torre de Davi, edificada para arsenal; mil escudos pendem dela, todos broquéis de soldados valorosos. |
| 5. Os teus dois seios são como duas crias, gêmeas de uma gazela, que se apascentam entre os lírios. |
| 6. Antes que refresque o dia, e fujam as sombras, irei ao monte da mirra e ao outeiro do incenso. |
| 7. Tu és toda formosa, querida minha, e em ti não há defeito. |
| 8. Vem comigo do Líbano, noiva minha, vem comigo do Líbano; olha do cimo do Amana, do cimo do Senir e do Hermom, dos covis dos leões, dos montes dos leopardos. |
| 9. Arrebataste-me o coração, minha irmã, noiva minha; arrebataste-me o coração com um só dos teus olhares, com uma só pérola do teu colar. |
| 10. Que belo é o teu amor, ó minha irmã, noiva minha! Quanto melhor é o teu amor do que o vinho, e o aroma dos teus unguentos do que toda sorte de especiarias! |
| 11. Os teus lábios, noiva minha, destilam mel. Mel e leite se acham debaixo da tua língua, e a fragrância dos teus vestidos é como a do Líbano. |
| 12. Jardim fechado és tu, minha irmã, noiva minha, manancial recluso, fonte selada. |
| 13. Os teus renovos são um pomar de romãs, com frutos excelentes: a hena e o nardo; |
| 14. o nardo e o açafrão, o cálamo e o cinamomo, com toda a sorte de árvores de incenso, a mirra e o aloés, com todas as principais especiarias. |
| 15. És fonte dos jardins, poço das águas vivas, torrentes que correm do Líbano! |
| 16. Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul; assopra no meu jardim, para que se derramem os seus aromas. Ah! Venha o meu amado para o seu jardim e coma os seus frutos excelentes! |
Almeida Revista e Atualizada: 119 de 365 dias