Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 113 de 365 dias
| Levítico: 27 |
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| 1. Disse mais o SENHOR a Moisés: |
| 2. Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando alguém fizer voto com respeito a pessoas, estas serão do SENHOR, segundo a tua avaliação. |
| 3. Se o objeto da tua avaliação for homem, da idade de vinte anos até à de sessenta, será a tua avaliação de cinquenta siclos de prata, segundo o siclo do santuário. |
| 4. Porém, se for mulher, a tua avaliação será de trinta siclos. |
| 5. Se a idade for de cinco anos até vinte, a tua avaliação do homem será de vinte siclos, e a da mulher, de dez siclos. |
| 6. Se a idade for de um mês até cinco anos, a tua avaliação do homem será de cinco siclos de prata, e a tua avaliação pela mulher será de três siclos de prata. |
| 7. De sessenta anos para cima, se for homem, a tua avaliação será de quinze siclos; se mulher, dez siclos. |
| 8. Mas, se for mais pobre do que a tua avaliação, então, apresentar-se-á diante do sacerdote, para que este o avalie; segundo o que permitem as posses do que fez o voto, o avaliará o sacerdote. |
| 9. Se for animal dos que se oferecem ao SENHOR, tudo quanto dele se der ao SENHOR será santo. |
| 10. Não o mudará, nem o trocará bom por mau ou mau por bom; porém, se dalgum modo se trocar animal por animal, um e outro serão santos. |
| 11. Se for animal imundo dos que se não oferecem ao SENHOR, então, apresentará o animal diante do sacerdote. |
| 12. O sacerdote o avaliará, seja bom ou mau; segundo a avaliação do sacerdote, assim será. |
| 13. Porém, se dalgum modo o resgatar, então, acrescentará a quinta parte à tua avaliação. |
| 14. Quando alguém dedicar a sua casa para ser santa ao SENHOR, o sacerdote a avaliará, seja boa ou seja má; como o sacerdote a avaliar, assim será. |
| 15. Mas, se aquele que a dedicou quiser resgatar a casa, então, acrescentará a quinta parte do dinheiro à tua avaliação, e será sua. |
| 16. Se alguém dedicar ao SENHOR parte do campo da sua herança, então, a tua avaliação será segundo a semente necessária para o semear: um gômer pleno de cevada será avaliado por cinquenta siclos de prata. |
| 17. Se dedicar o seu campo desde o Ano do Jubileu, segundo a tua plena avaliação, ficará. |
| 18. Mas, se dedicar o seu campo depois do Ano do Jubileu, então, o sacerdote lhe contará o dinheiro segundo os anos restantes até ao Ano do Jubileu, e isto se abaterá da tua avaliação. |
| 19. Se aquele que dedicou o campo dalgum modo o quiser resgatar, então, acrescentará a quinta parte do dinheiro à tua avaliação, e ficará seu. |
| 20. Se não quiser resgatar o campo ou se o vender a outro homem, nunca mais se resgatará. |
| 21. Porém, havendo o campo saído livre no Ano do Jubileu, será santo ao SENHOR, como campo consagrado; a posse dele será do sacerdote. |
| 22. Se alguém dedicar ao SENHOR o campo que comprou, e não for parte da sua herança, |
| 23. então, o sacerdote lhe contará o preço da avaliação até ao Ano do Jubileu; e, no mesmo dia, dará o importe da avaliação como coisa santa ao SENHOR. |
| 24. No Ano do Jubileu, o campo tornará àquele que o vendeu, àquele de quem era a posse do campo por herança. |
| 25. Toda a tua avaliação se fará segundo o siclo do santuário; o siclo será de vinte geras. |
| 26. Mas o primogênito de um animal, por já pertencer ao SENHOR, ninguém o dedicará; seja boi ou gado miúdo, é do SENHOR. |
| 27. Mas, se for de um animal imundo, resgatar-se-á, segundo a tua avaliação, e sobre ele acrescentará a quinta parte; se não for resgatado, vender-se-á, segundo a tua avaliação. |
| 28. No entanto, nada do que alguém dedicar irremissivelmente ao SENHOR, de tudo o que tem, seja homem, ou animal, ou campo da sua herança, se poderá vender, nem resgatar; toda coisa assim consagrada será santíssima ao SENHOR. |
| 29. Ninguém que dentre os homens for dedicado irremissivelmente ao SENHOR se poderá resgatar; será morto. |
| 30. Também todas as dízimas da terra, tanto dos cereais do campo como dos frutos das árvores, são do SENHOR; santas são ao SENHOR. |
| 31. Se alguém, das suas dízimas, quiser resgatar alguma coisa, acrescentará a sua quinta parte sobre ela. |
| 32. No tocante às dízimas do gado e do rebanho, de tudo o que passar debaixo do bordão do pastor, o dízimo será santo ao SENHOR. |
| 33. Não se investigará se é bom ou mau, nem o trocará; mas, se dalgum modo o trocar, um e outro serão santos; não serão resgatados. |
| 34. São estes os mandamentos que o SENHOR ordenou a Moisés, para os filhos de Israel, no monte Sinai. |
| Salmos: 34 |
| 1. Bendirei o SENHOR em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios. |
| 2. Gloriar-se-á no SENHOR a minha alma; os humildes o ouvirão e se alegrarão. |
| 3. Engrandecei o SENHOR comigo, e todos, à uma, lhe exaltemos o nome. |
| 4. Busquei o SENHOR, e ele me acolheu; livrou-me de todos os meus temores. |
| 5. Contemplai-o e sereis iluminados, e o vosso rosto jamais sofrerá vexame. |
| 6. Clamou este aflito, e o SENHOR o ouviu e o livrou de todas as suas tribulações. |
| 7. O anjo do SENHOR acampa-se ao redor dos que o temem e os livra. |
| 8. Oh! Provai e vede que o SENHOR é bom; bem-aventurado o homem que nele se refugia. |
| 9. Temei o SENHOR, vós os seus santos, pois nada falta aos que o temem. |
| 10. Os leõezinhos sofrem necessidade e passam fome, porém aos que buscam o SENHOR bem nenhum lhes faltará. |
| 11. Vinde, filhos, e escutai-me; eu vos ensinarei o temor do SENHOR. |
| 12. Quem é o homem que ama a vida e quer longevidade para ver o bem? |
| 13. Refreia a língua do mal e os lábios de falarem dolosamente. |
| 14. Aparta-te do mal e pratica o que é bom; procura a paz e empenha-te por alcançá-la. |
| 15. Os olhos do SENHOR repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos ao seu clamor. |
| 16. O rosto do SENHOR está contra os que praticam o mal, para lhes extirpar da terra a memória. |
| 17. Clamam os justos, e o SENHOR os escuta e os livra de todas as suas tribulações. |
| 18. Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido. |
| 19. Muitas são as aflições do justo, mas o SENHOR de todas o livra. |
| 20. Preserva-lhe todos os ossos, nem um deles sequer será quebrado. |
| 21. O infortúnio matará o ímpio, e os que odeiam o justo serão condenados. |
| 22. O SENHOR resgata a alma dos seus servos, e dos que nele confiam nenhum será condenado. |
| Eclesiastes: 10 |
| 1. Qual a mosca morta faz o unguento do perfumador exalar mau cheiro, assim é para a sabedoria e a honra um pouco de estultícia. |
| 2. O coração do sábio se inclina para o lado direito, mas o do estulto, para o da esquerda. |
| 3. Quando o tolo vai pelo caminho, falta-lhe o entendimento; e, assim, a todos mostra que é estulto. |
| 4. Levantando-se contra ti a indignação do governador, não deixes o teu lugar, porque o ânimo sereno acalma grandes ofensores. |
| 5. Ainda há um mal que vi debaixo do sol, erro que procede do governador: |
| 6. o tolo posto em grandes alturas, mas os ricos assentados em lugar baixo. |
| 7. Vi servos a cavalo e príncipes andando a pé como servos sobre a terra. |
| 8. Quem abre uma cova nela cairá, e quem rompe um muro, mordê-lo-á uma cobra. |
| 9. Quem arranca pedras será maltratado por elas, e o que racha lenha expõe-se ao perigo. |
| 10. Se o ferro está embotado, e não se lhe afia o corte, é preciso redobrar a força; mas a sabedoria resolve com bom êxito. |
| 11. Se a cobra morder antes de estar encantada, não há vantagem no encantador. |
| 12. Nas palavras do sábio há favor, mas ao tolo os seus lábios devoram. |
| 13. As primeiras palavras da boca do tolo são estultícia, e as últimas, loucura perversa. |
| 14. O estulto multiplica as palavras, ainda que o homem não sabe o que sucederá; e quem lhe manifestará o que será depois dele? |
| 15. O trabalho do tolo o fatiga, pois nem sabe ir à cidade. |
| 16. Ai de ti, ó terra cujo rei é criança e cujos príncipes se banqueteiam já de manhã. |
| 17. Ditosa, tu, ó terra cujo rei é filho de nobres e cujos príncipes se sentam à mesa a seu tempo para refazerem as forças e não para bebedice. |
| 18. Pela muita preguiça desaba o teto, e pela frouxidão das mãos goteja a casa. |
| 19. O festim faz-se para rir, o vinho alegra a vida, e o dinheiro atende a tudo. |
| 20. Nem no teu pensamento amaldiçoes o rei, nem tampouco no mais interior do teu quarto, o rico; porque as aves dos céus poderiam levar a tua voz, e o que tem asas daria notícia das tuas palavras. |
Almeida Revista e Atualizada: 113 de 365 dias