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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

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Bíblia Completa (365 dias)

Almeida Revista e Atualizada: 110 de 365 dias

Levítico: 24
1. Disse o SENHOR a Moisés:
2. Ordena aos filhos de Israel que te tragam azeite puro de oliveira, batido, para o candelabro, para que haja lâmpada acesa continuamente.
3. Na tenda da congregação fora do véu, que está diante do Testemunho, Arão a conservará em ordem, desde a tarde até pela manhã, de contínuo, perante o SENHOR; estatuto perpétuo será este pelas suas gerações.
4. Sobre o candeeiro de ouro puro conservará em ordem as lâmpadas perante o SENHOR, continuamente.
5. Também tomarás da flor de farinha e dela cozerás doze pães, cada um dos quais será de duas dízimas de um efa.
6. E os porás em duas fileiras, seis em cada fileira, sobre a mesa de ouro puro, perante o SENHOR.
7. Sobre cada fileira porás incenso puro, que será, para o pão, como porção memorial; é oferta queimada ao SENHOR.
8. Em cada sábado, Arão os porá em ordem perante o SENHOR, continuamente, da parte dos filhos de Israel, por aliança perpétua.
9. E serão de Arão e de seus filhos, os quais os comerão no lugar santo, porque são coisa santíssima para eles, das ofertas queimadas ao SENHOR, como estatuto perpétuo.
10. Apareceu entre os filhos de Israel o filho de uma israelita, o qual era filho de um egípcio; o filho da israelita e certo homem israelita contenderam no arraial.
11. Então, o filho da mulher israelita blasfemou o nome do SENHOR e o amaldiçoou, pelo que o trouxeram a Moisés. O nome de sua mãe era Selomite, filha de Dibri, da tribo de Dã.
12. E o levaram à prisão, até que se lhes fizesse declaração pela boca do SENHOR.
13. Disse o SENHOR a Moisés:
14. Tira o que blasfemou para fora do arraial; e todos os que o ouviram porão as mãos sobre a cabeça dele, e toda a congregação o apedrejará.
15. Dirás aos filhos de Israel: Qualquer que amaldiçoar o seu Deus levará sobre si o seu pecado.
16. Aquele que blasfemar o nome do SENHOR será morto; toda a congregação o apedrejará; tanto o estrangeiro como o natural, blasfemando o nome do SENHOR, será morto.
17. Quem matar alguém será morto.
18. Mas quem matar um animal o restituirá: igual por igual.
19. Se alguém causar defeito em seu próximo, como ele fez, assim lhe será feito:
20. fratura por fratura, olho por olho, dente por dente; como ele tiver desfigurado a algum homem, assim se lhe fará.
21. Quem matar um animal restituirá outro; quem matar um homem será morto.
22. Uma e a mesma lei havereis, tanto para o estrangeiro como para o natural; pois eu sou o SENHOR, vosso Deus.
23. Então, falou Moisés aos filhos de Israel que levassem o que tinha blasfemado para fora do arraial e o apedrejassem; e os filhos de Israel fizeram como o SENHOR ordenara a Moisés.
Salmos: 31
1. Em ti, SENHOR, me refugio; não seja eu jamais envergonhado; livra-me por tua justiça.
2. Inclina-me os ouvidos, livra-me depressa; sê o meu castelo forte, cidadela fortíssima que me salve.
3. Porque tu és a minha rocha e a minha fortaleza; por causa do teu nome, tu me conduzirás e me guiarás.
4. Tirar-me-ás do laço que, às ocultas, me armaram, pois tu és a minha fortaleza.
5. Nas tuas mãos, entrego o meu espírito; tu me remiste, SENHOR, Deus da verdade.
6. Aborreces os que adoram ídolos vãos; eu, porém, confio no SENHOR.
7. Eu me alegrarei e regozijarei na tua benignidade, pois tens visto a minha aflição, conheceste as angústias de minha alma
8. e não me entregaste nas mãos do inimigo; firmaste os meus pés em lugar espaçoso.
9. Compadece-te de mim, SENHOR, porque me sinto atribulado; de tristeza os meus olhos se consomem, e a minha alma e o meu corpo.
10. Gasta-se a minha vida na tristeza, e os meus anos, em gemidos; debilita-se a minha força, por causa da minha iniquidade, e os meus ossos se consomem.
11. Tornei-me opróbrio para todos os meus adversários, espanto para os meus vizinhos e horror para os meus conhecidos; os que me veem na rua fogem de mim.
12. Estou esquecido no coração deles, como morto; sou como vaso quebrado.
13. Pois tenho ouvido a murmuração de muitos, terror por todos os lados; conspirando contra mim, tramam tirar-me a vida.
14. Quanto a mim, confio em ti, SENHOR. Eu disse: tu és o meu Deus.
15. Nas tuas mãos, estão os meus dias; livra-me das mãos dos meus inimigos e dos meus perseguidores.
16. Faze resplandecer o teu rosto sobre o teu servo; salva-me por tua misericórdia.
17. Não seja eu envergonhado, SENHOR, pois te invoquei; envergonhados sejam os perversos, emudecidos na morte.
18. Emudeçam os lábios mentirosos, que falam insolentemente contra o justo, com arrogância e desdém.
19. Como é grande a tua bondade, que reservaste aos que te temem, da qual usas, perante os filhos dos homens, para com os que em ti se refugiam!
20. No recôndito da tua presença, tu os esconderás das tramas dos homens, num esconderijo os ocultarás da contenda de línguas.
21. Bendito seja o SENHOR, que engrandeceu a sua misericórdia para comigo, numa cidade sitiada!
22. Eu disse na minha pressa: estou excluído da tua presença. Não obstante, ouviste a minha súplice voz, quando clamei por teu socorro.
23. Amai o SENHOR, vós todos os seus santos. O SENHOR preserva os fiéis, mas retribui com largueza ao soberbo.
24. Sede fortes, e revigore-se o vosso coração, vós todos que esperais no SENHOR.
Eclesiastes: 7
1. Melhor é a boa fama do que o unguento precioso, e o dia da morte, melhor do que o dia do nascimento.
2. Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, pois naquela se vê o fim de todos os homens; e os vivos que o tomem em consideração.
3. Melhor é a mágoa do que o riso, porque com a tristeza do rosto se faz melhor o coração.
4. O coração dos sábios está na casa do luto, mas o dos insensatos, na casa da alegria.
5. Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que ouvir a canção do insensato.
6. Pois, qual o crepitar dos espinhos debaixo de uma panela, tal é a risada do insensato; também isto é vaidade.
7. Verdadeiramente, a opressão faz endoidecer até o sábio, e o suborno corrompe o coração.
8. Melhor é o fim das coisas do que o seu princípio; melhor é o paciente do que o arrogante.
9. Não te apresses em irar-te, porque a ira se abriga no íntimo dos insensatos.
10. Jamais digas: Por que foram os dias passados melhores do que estes? Pois não é sábio perguntar assim.
11. Boa é a sabedoria, havendo herança, e de proveito, para os que veem o sol.
12. A sabedoria protege como protege o dinheiro; mas o proveito da sabedoria é que ela dá vida ao seu possuidor.
13. Atenta para as obras de Deus, pois quem poderá endireitar o que ele torceu?
14. No dia da prosperidade, goza do bem; mas, no dia da adversidade, considera em que Deus fez tanto este como aquele, para que o homem nada descubra do que há de vir depois dele.
15. Tudo isto vi nos dias da minha vaidade: há justo que perece na sua justiça, e há perverso que prolonga os seus dias na sua perversidade.
16. Não sejas demasiadamente justo, nem exageradamente sábio; por que te destruirias a ti mesmo?
17. Não sejas demasiadamente perverso, nem sejas louco; por que morrerias fora do teu tempo?
18. Bom é que retenhas isto e também daquilo não retires a mão; pois quem teme a Deus de tudo isto sai ileso.
19. A sabedoria fortalece ao sábio, mais do que dez poderosos que haja na cidade.
20. Não há homem justo sobre a terra que faça o bem e que não peque.
21. Não apliques o coração a todas as palavras que se dizem, para que não venhas a ouvir o teu servo a amaldiçoar-te,
22. pois tu sabes que muitas vezes tu mesmo tens amaldiçoado a outros.
23. Tudo isto experimentei pela sabedoria; e disse: tornar-me-ei sábio, mas a sabedoria estava longe de mim.
24. O que está longe e mui profundo, quem o achará?
25. Apliquei-me a conhecer, e a investigar, e a buscar a sabedoria e meu juízo de tudo, e a conhecer que a perversidade é insensatez e a insensatez, loucura.
26. Achei coisa mais amarga do que a morte: a mulher cujo coração são redes e laços e cujas mãos são grilhões; quem for bom diante de Deus fugirá dela, mas o pecador virá a ser seu prisioneiro.
27. Eis o que achei, diz o Pregador, conferindo uma coisa com outra, para a respeito delas formar o meu juízo,
28. juízo que ainda procuro e não o achei: entre mil homens achei um como esperava, mas entre tantas mulheres não achei nem sequer uma.
29. Eis o que tão somente achei: que Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias.

Almeida Revista e Atualizada: 110 de 365 dias


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