Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 104 de 365 dias
| Levítico: 18 |
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| 1. Disse mais o SENHOR a Moisés: |
| 2. Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Eu sou o SENHOR, vosso Deus. |
| 3. Não fareis segundo as obras da terra do Egito, em que habitastes, nem fareis segundo as obras da terra de Canaã, para a qual eu vos levo, nem andareis nos seus estatutos. |
| 4. Fareis segundo os meus juízos e os meus estatutos guardareis, para andardes neles. Eu sou o SENHOR, vosso Deus. |
| 5. Portanto, os meus estatutos e os meus juízos guardareis; cumprindo-os, o homem viverá por eles. Eu sou o SENHOR. |
| 6. Nenhum homem se chegará a qualquer parenta da sua carne, para lhe descobrir a nudez. Eu sou o SENHOR. |
| 7. Não descobrirás a nudez de teu pai e de tua mãe; ela é tua mãe; não lhe descobrirás a nudez. |
| 8. Não descobrirás a nudez da mulher de teu pai; é nudez de teu pai. |
| 9. A nudez da tua irmã, filha de teu pai ou filha de tua mãe, nascida em casa ou fora de casa, a sua nudez não descobrirás. |
| 10. A nudez da filha do teu filho ou da filha de tua filha, a sua nudez não descobrirás, porque é tua nudez. |
| 11. Não descobrirás a nudez da filha da mulher de teu pai, gerada de teu pai; ela é tua irmã. |
| 12. A nudez da irmã do teu pai não descobrirás; ela é parenta de teu pai. |
| 13. A nudez da irmã de tua mãe não descobrirás; pois ela é parenta de tua mãe. |
| 14. A nudez do irmão de teu pai não descobrirás; não te chegarás à sua mulher; ela é tua tia. |
| 15. A nudez de tua nora não descobrirás; ela é mulher de teu filho; não lhe descobrirás a nudez. |
| 16. A nudez da mulher de teu irmão não descobrirás; é a nudez de teu irmão. |
| 17. A nudez de uma mulher e de sua filha não descobrirás; não tomarás a filha de seu filho, nem a filha de sua filha, para lhe descobrir a nudez; parentes são; maldade é. |
| 18. E não tomarás com tua mulher outra, de sorte que lhe seja rival, descobrindo a sua nudez com ela durante sua vida. |
| 19. Não te chegarás à mulher, para lhe descobrir a nudez, durante a sua menstruação. |
| 20. Nem te deitarás com a mulher de teu próximo, para te contaminares com ela. |
| 21. E da tua descendência não darás nenhum para dedicar-se a Moloque, nem profanarás o nome de teu Deus. Eu sou o SENHOR. |
| 22. Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação. |
| 23. Nem te deitarás com animal, para te contaminares com ele, nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele; é confusão. |
| 24. Com nenhuma destas coisas vos contaminareis, porque com todas estas coisas se contaminaram as nações que eu lanço de diante de vós. |
| 25. E a terra se contaminou; e eu visitei nela a sua iniquidade, e ela vomitou os seus moradores. |
| 26. Porém vós guardareis os meus estatutos e os meus juízos, e nenhuma destas abominações fareis, nem o natural, nem o estrangeiro que peregrina entre vós; |
| 27. porque todas estas abominações fizeram os homens desta terra que nela estavam antes de vós; e a terra se contaminou. |
| 28. Não suceda que a terra vos vomite, havendo-a vós contaminado, como vomitou o povo que nela estava antes de vós. |
| 29. Todo que fizer alguma destas abominações, sim, aqueles que as cometerem serão eliminados do seu povo. |
| 30. Portanto, guardareis a obrigação que tendes para comigo, não praticando nenhum dos costumes abomináveis que se praticaram antes de vós, e não vos contaminareis com eles. Eu sou o SENHOR, vosso Deus. |
| Salmos: 22 |
| 1. Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que se acham longe de minha salvação as palavras de meu bramido? |
| 2. Deus meu, clamo de dia, e não me respondes; também de noite, porém não tenho sossego. |
| 3. Contudo, tu és santo, entronizado entre os louvores de Israel. |
| 4. Nossos pais confiaram em ti; confiaram, e os livraste. |
| 5. A ti clamaram e se livraram; confiaram em ti e não foram confundidos. |
| 6. Mas eu sou verme e não homem; opróbrio dos homens e desprezado do povo. |
| 7. Todos os que me veem zombam de mim; afrouxam os lábios e meneiam a cabeça: |
| 8. Confiou no SENHOR! Livre-o ele; salve-o, pois nele tem prazer. |
| 9. Contudo, tu és quem me fez nascer; e me preservaste, estando eu ainda ao seio de minha mãe. |
| 10. A ti me entreguei desde o meu nascimento; desde o ventre de minha mãe, tu és meu Deus. |
| 11. Não te distancies de mim, porque a tribulação está próxima, e não há quem me acuda. |
| 12. Muitos touros me cercam, fortes touros de Basã me rodeiam. |
| 13. Contra mim abrem a boca, como faz o leão que despedaça e ruge. |
| 14. Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim. |
| 15. Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim, me deitas no pó da morte. |
| 16. Cães me cercam; uma súcia de malfeitores me rodeia; traspassaram-me as mãos e os pés. |
| 17. Posso contar todos os meus ossos; eles me estão olhando e encarando em mim. |
| 18. Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sortes. |
| 19. Tu, porém, SENHOR, não te afastes de mim; força minha, apressa-te em socorrer-me. |
| 20. Livra a minha alma da espada, e, das presas do cão, a minha vida. |
| 21. Salva-me das fauces do leão e dos chifres dos búfalos; sim, tu me respondes. |
| 22. A meus irmãos declararei o teu nome; cantar-te-ei louvores no meio da congregação; |
| 23. vós que temeis o SENHOR, louvai-o; glorificai-o, vós todos, descendência de Jacó; reverenciai-o, vós todos, posteridade de Israel. |
| 24. Pois não desprezou, nem abominou a dor do aflito, nem ocultou dele o rosto, mas o ouviu, quando lhe gritou por socorro. |
| 25. De ti vem o meu louvor na grande congregação; cumprirei os meus votos na presença dos que o temem. |
| 26. Os sofredores hão de comer e fartar-se; louvarão o SENHOR os que o buscam. Viva para sempre o vosso coração. |
| 27. Lembrar-se-ão do SENHOR e a ele se converterão os confins da terra; perante ele se prostrarão todas as famílias das nações. |
| 28. Pois do SENHOR é o reino, é ele quem governa as nações. |
| 29. Todos os opulentos da terra hão de comer e adorar, e todos os que descem ao pó se prostrarão perante ele, até aquele que não pode preservar a própria vida. |
| 30. A posteridade o servirá; falar-se-á do Senhor à geração vindoura. |
| 31. Hão de vir anunciar a justiça dele; ao povo que há de nascer, contarão que foi ele quem o fez. |
| Eclesiastes: 1 |
| 1. Palavra do Pregador, filho de Davi, rei de Jerusalém: |
| 2. Vaidade de vaidades, diz o Pregador; vaidade de vaidades, tudo é vaidade. |
| 3. Que proveito tem o homem de todo o seu trabalho, com que se afadiga debaixo do sol? |
| 4. Geração vai e geração vem; mas a terra permanece para sempre. |
| 5. Levanta-se o sol, e põe-se o sol, e volta ao seu lugar, onde nasce de novo. |
| 6. O vento vai para o sul e faz o seu giro para o norte; volve-se, e revolve-se, na sua carreira, e retorna aos seus circuitos. |
| 7. Todos os rios correm para o mar, e o mar não se enche; ao lugar para onde correm os rios, para lá tornam eles a correr. |
| 8. Todas as coisas são canseiras tais, que ninguém as pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem se enchem os ouvidos de ouvir. |
| 9. O que foi é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer; nada há, pois, novo debaixo do sol. |
| 10. Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Não! Já foi nos séculos que foram antes de nós. |
| 11. Já não há lembrança das coisas que precederam; e das coisas posteriores também não haverá memória entre os que hão de vir depois delas. |
| 12. Eu, o Pregador, venho sendo rei de Israel, em Jerusalém. |
| 13. Apliquei o coração a esquadrinhar e a informar-me com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu; este enfadonho trabalho impôs Deus aos filhos dos homens, para nele os afligir. |
| 14. Atentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento. |
| 15. Aquilo que é torto não se pode endireitar; e o que falta não se pode calcular. |
| 16. Disse comigo: eis que me engrandeci e sobrepujei em sabedoria a todos os que antes de mim existiram em Jerusalém; com efeito, o meu coração tem tido larga experiência da sabedoria e do conhecimento. |
| 17. Apliquei o coração a conhecer a sabedoria e a saber o que é loucura e o que é estultícia; e vim a saber que também isto é correr atrás do vento. |
| 18. Porque na muita sabedoria há muito enfado; e quem aumenta ciência aumenta tristeza. |
Almeida Revista e Atualizada: 104 de 365 dias