Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 102 de 365 dias
| Levítico: 16 |
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| 1. Falou o SENHOR a Moisés, depois que morreram os dois filhos de Arão, tendo chegado aqueles diante do SENHOR. |
| 2. Então, disse o SENHOR a Moisés: Dize a Arão, teu irmão, que não entre no santuário em todo tempo, para dentro do véu, diante do propiciatório que está sobre a arca, para que não morra; porque aparecerei na nuvem sobre o propiciatório. |
| 3. Entrará Arão no santuário com isto: um novilho, para oferta pelo pecado, e um carneiro, para holocausto. |
| 4. Vestirá ele a túnica de linho, sagrada, terá as calças de linho sobre a pele, cingir-se-á com o cinto de linho e se cobrirá com a mitra de linho; são estas as vestes sagradas. Banhará o seu corpo em água e, então, as vestirá. |
| 5. Da congregação dos filhos de Israel tomará dois bodes, para a oferta pelo pecado, e um carneiro, para holocausto. |
| 6. Arão trará o novilho da sua oferta pelo pecado e fará expiação por si e pela sua casa. |
| 7. Também tomará ambos os bodes e os porá perante o SENHOR, à porta da tenda da congregação. |
| 8. Lançará sortes sobre os dois bodes: uma, para o SENHOR, e a outra, para o bode emissário. |
| 9. Arão fará chegar o bode sobre o qual cair a sorte para o SENHOR e o oferecerá por oferta pelo pecado. |
| 10. Mas o bode sobre que cair a sorte para bode emissário será apresentado vivo perante o SENHOR, para fazer expiação por meio dele e enviá-lo ao deserto como bode emissário. |
| 11. Arão fará chegar o novilho da sua oferta pelo pecado e fará expiação por si e pela sua casa; imolará o novilho da sua oferta pelo pecado. |
| 12. Tomará também, de sobre o altar, o incensário cheio de brasas de fogo, diante do SENHOR, e dois punhados de incenso aromático bem moído e o trará para dentro do véu. |
| 13. Porá o incenso sobre o fogo, perante o SENHOR, para que a nuvem do incenso cubra o propiciatório, que está sobre o Testemunho, para que não morra. |
| 14. Tomará do sangue do novilho e, com o dedo, o aspergirá sobre a frente do propiciatório; e, diante do propiciatório, aspergirá sete vezes do sangue, com o dedo. |
| 15. Depois, imolará o bode da oferta pelo pecado, que será para o povo, e trará o seu sangue para dentro do véu; e fará com o seu sangue como fez com o sangue do novilho; aspergi-lo-á no propiciatório e também diante dele. |
| 16. Assim, fará expiação pelo santuário por causa das impurezas dos filhos de Israel, e das suas transgressões, e de todos os seus pecados. Da mesma sorte, fará pela tenda da congregação, que está com eles no meio das suas impurezas. |
| 17. Nenhum homem estará na tenda da congregação quando ele entrar para fazer propiciação no santuário, até que ele saia depois de feita a expiação por si mesmo, e pela sua casa, e por toda a congregação de Israel. |
| 18. Então, sairá ao altar, que está perante o SENHOR, e fará expiação por ele. Tomará do sangue do novilho e do sangue do bode e o porá sobre os chifres do altar, ao redor. |
| 19. Do sangue aspergirá, com o dedo, sete vezes sobre o altar, e o purificará, e o santificará das impurezas dos filhos de Israel. |
| 20. Havendo, pois, acabado de fazer expiação pelo santuário, pela tenda da congregação e pelo altar, então, fará chegar o bode vivo. |
| 21. Arão porá ambas as mãos sobre a cabeça do bode vivo e sobre ele confessará todas as iniquidades dos filhos de Israel, todas as suas transgressões e todos os seus pecados; e os porá sobre a cabeça do bode e enviá-lo-á ao deserto, pela mão de um homem à disposição para isso. |
| 22. Assim, aquele bode levará sobre si todas as iniquidades deles para terra solitária; e o homem soltará o bode no deserto. |
| 23. Depois, Arão virá à tenda da congregação, e despirá as vestes de linho, que havia usado quando entrara no santuário, e ali as deixará. |
| 24. Banhará o seu corpo em água no lugar santo e porá as suas vestes; então, sairá, e oferecerá o seu holocausto e o holocausto do povo, e fará expiação por si e pelo povo. |
| 25. Também queimará a gordura da oferta pelo pecado sobre o altar. |
| 26. E aquele que tiver levado o bode emissário lavará as suas vestes, banhará o seu corpo em água e, depois, entrará no arraial. |
| 27. Mas o novilho e o bode da oferta pelo pecado, cujo sangue foi trazido para fazer expiação no santuário, serão levados fora do arraial; porém as suas peles, a sua carne e o seu excremento se queimarão. |
| 28. Aquele que o queimar lavará as suas vestes, banhará o seu corpo em água e, depois, entrará no arraial. |
| 29. Isso vos será por estatuto perpétuo: no sétimo mês, aos dez dias do mês, afligireis a vossa alma e nenhuma obra fareis, nem o natural nem o estrangeiro que peregrina entre vós. |
| 30. Porque, naquele dia, se fará expiação por vós, para purificar-vos; e sereis purificados de todos os vossos pecados, perante o SENHOR. |
| 31. É sábado de descanso solene para vós outros, e afligireis a vossa alma; é estatuto perpétuo. |
| 32. Quem for ungido e consagrado para oficiar como sacerdote no lugar de seu pai fará a expiação, havendo posto as vestes de linho, as vestes santas; |
| 33. fará expiação pelo santuário, pela tenda da congregação e pelo altar; também a fará pelos sacerdotes e por todo o povo da congregação. |
| 34. Isto vos será por estatuto perpétuo, para fazer expiação uma vez por ano pelos filhos de Israel, por causa dos seus pecados. E fez Arão como o SENHOR ordenara a Moisés. |
| Salmos: 19 |
| 1. Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. |
| 2. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. |
| 3. Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som; |
| 4. no entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras, até aos confins do mundo. Aí, pôs uma tenda para o sol, |
| 5. o qual, como noivo que sai dos seus aposentos, se regozija como herói, a percorrer o seu caminho. |
| 6. Principia numa extremidade dos céus, e até à outra vai o seu percurso; e nada refoge ao seu calor. |
| 7. A lei do SENHOR é perfeita e restaura a alma; o testemunho do SENHOR é fiel e dá sabedoria aos símplices. |
| 8. Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro e ilumina os olhos. |
| 9. O temor do SENHOR é límpido e permanece para sempre; os juízos do SENHOR são verdadeiros e todos igualmente, justos. |
| 10. São mais desejáveis do que ouro, mais do que muito ouro depurado; e são mais doces do que o mel e o destilar dos favos. |
| 11. Além disso, por eles se admoesta o teu servo; em os guardar, há grande recompensa. |
| 12. Quem há que possa discernir as próprias faltas? Absolve-me das que me são ocultas. |
| 13. Também da soberba guarda o teu servo, que ela não me domine; então, serei irrepreensível e ficarei livre de grande transgressão. |
| 14. As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, SENHOR, rocha minha e redentor meu! |
| Provérbios: 30 |
| 1. Palavras de Agur, filho de Jaque, de Massá. Disse o homem: Fatiguei-me, ó Deus; fatiguei-me, ó Deus, e estou exausto |
| 2. porque sou demasiadamente estúpido para ser homem; não tenho inteligência de homem, |
| 3. não aprendi a sabedoria, nem tenho o conhecimento do Santo. |
| 4. Quem subiu ao céu e desceu? Quem encerrou os ventos nos seus punhos? Quem amarrou as águas na sua roupa? Quem estabeleceu todas as extremidades da terra? Qual é o seu nome, e qual é o nome de seu filho, se é que o sabes? |
| 5. Toda palavra de Deus é pura; ele é escudo para os que nele confiam. |
| 6. Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda, e sejas achado mentiroso. |
| 7. Duas coisas te peço; não mas negues, antes que eu morra: |
| 8. afasta de mim a falsidade e a mentira; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; dá-me o pão que me for necessário; |
| 9. para não suceder que, estando eu farto, te negue e diga: Quem é o SENHOR? Ou que, empobrecido, venha a furtar e profane o nome de Deus. |
| 10. Não calunies o servo diante de seu senhor, para que aquele te não amaldiçoe e fiques culpado. |
| 11. Há daqueles que amaldiçoam a seu pai e que não bendizem a sua mãe. |
| 12. Há daqueles que são puros aos próprios olhos e que jamais foram lavados da sua imundícia. |
| 13. Há daqueles — quão altivos são os seus olhos e levantadas as suas pálpebras! |
| 14. Há daqueles cujos dentes são espadas, e cujos queixais são facas, para consumirem na terra os aflitos e os necessitados entre os homens. |
| 15. A sanguessuga tem duas filhas, a saber: Dá, Dá. Há três coisas que nunca se fartam, sim, quatro que não dizem: Basta! |
| 16. Elas são a sepultura, a madre estéril, a terra, que se não farta de água, e o fogo, que nunca diz: Basta! |
| 17. Os olhos de quem zomba do pai ou de quem despreza a obediência à sua mãe, corvos no ribeiro os arrancarão e pelos pintãos da águia serão comidos. |
| 18. Há três coisas que são maravilhosas demais para mim, sim, há quatro que não entendo: |
| 19. o caminho da águia no céu, o caminho da cobra na penha, o caminho do navio no meio do mar e o caminho do homem com uma donzela. |
| 20. Tal é o caminho da mulher adúltera: come, e limpa a boca, e diz: Não cometi maldade. |
| 21. Sob três coisas estremece a terra, sim, sob quatro não pode subsistir: |
| 22. sob o servo quando se torna rei; sob o insensato quando anda farto de pão; |
| 23. sob a mulher desdenhada quando se casa; sob a serva quando se torna herdeira da sua senhora. |
| 24. Há quatro coisas mui pequenas na terra que, porém, são mais sábias que os sábios: |
| 25. as formigas, povo sem força; todavia, no verão preparam a sua comida; |
| 26. os arganazes, povo não poderoso; contudo, fazem a sua casa nas rochas; |
| 27. os gafanhotos não têm rei; contudo, marcham todos em bandos; |
| 28. o geco, que se apanha com as mãos; contudo, está nos palácios dos reis. |
| 29. Há três que têm passo elegante, sim, quatro que andam airosamente: |
| 30. O leão, o mais forte entre os animais, que por ninguém torna atrás; |
| 31. o galo, que anda ereto, o bode e o rei, a quem não se pode resistir. |
| 32. Se procedeste insensatamente em te exaltares ou se maquinaste o mal, põe a mão na boca. |
| 33. Porque o bater do leite produz manteiga, e o torcer do nariz produz sangue, e o açular a ira produz contendas. |
Almeida Revista e Atualizada: 102 de 365 dias