Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 96 de 365 dias
| Levítico: 9 |
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| 1. E aconteceu , ao dia oitavo, que Moisés chamou a Arão e seus filhos, e os anciãos de Israel, |
| 2. E disse a Arão: Toma um bezerro, para expiação do pecado, e um carneiro para holocausto, sem defeito; e traze-os perante o Senhor. |
| 3. Depois falarás aos filhos de Israel, dizendo: Tomai um bode para expiação do pecado, e um bezerro, e um cordeiro de um ano, sem defeito, para holocausto; |
| 4. Também um boi e um carneiro por sacrifício pacífico, para sacrificar perante o Senhor, e oferta de alimentos, amassada com azeite; porquanto hoje o Senhor vos aparecerá. |
| 5. Então trouxeram o que ordenara Moisés, diante da tenda da congregação, e chegou-se toda a congregação e se pôs perante o Senhor. |
| 6. E disse Moisés: Esta é a coisa que o Senhor ordenou que fizésseis; e a glória do Senhor vos aparecerá. |
| 7. E disse Moisés a Arão: Chega-te ao altar, e faze a tua expiação de pecado e o teu holocausto; e faze expiação por ti e pelo povo; depois faze a oferta do povo, e faze expiação por eles, como ordenou o Senhor. |
| 8. Então Arão se chegou ao altar, e degolou o bezerro da expiação que era por si mesmo. |
| 9. E os filhos de Arão trouxeram-lhe o sangue, e molhou o seu dedo no sangue, e o pôs sobre as pontas do altar; e o restante do sangue derramou à base do altar. |
| 10. Mas a gordura, e os rins, e o redenho do fígado de expiação do pecado, queimou sobre o altar, como o Senhor ordenara a Moisés. |
| 11. Porém a carne e o couro queimou com fogo fora do arraial. |
| 12. Depois degolou o holocausto, e os filhos de Arão lhe entregaram o sangue, e aspergiu-o sobre o altar em redor. |
| 13. Também lhe entregaram o holocausto nos seus pedaços, com a cabeça; e queimou-o sobre o altar. |
| 14. E lavou a fressura e as pernas, e as queimou sobre o holocausto no altar. |
| 15. Depois fez chegar a oferta do povo, e tomou o bode da expiação do pecado, que era pelo povo, e o degolou, e o preparou por expiação do pecado, como o primeiro. |
| 16. Fez também chegar o holocausto, e ofereceu-o segundo o rito. |
| 17. E fez chegar a oferta de alimentos, e a sua mão encheu dela, e queimou-a sobre o altar, além do holocausto da manhã. |
| 18. Depois degolou o boi e o carneiro em sacrifício pacífico, que era pelo povo; e os filhos de Arão entregaram-lhe o sangue, que aspergiu sobre o altar em redor. |
| 19. Como também a gordura do boi e do carneiro, a cauda, e o que cobre a fressura, e os rins, e o redenho do fígado. |
| 20. E puseram a gordura sobre os peitos, e queimou a gordura sobre o altar; |
| 21. Mas os peitos e a espádua direita Arão ofereceu por oferta movida perante o Senhor, como Moisés tinha ordenado. |
| 22. Depois Arão levantou as suas mãos ao povo e o abençoou; e desceu, havendo feito a expiação do pecado, e o holocausto, e a oferta pacífica. |
| 23. Então entraram Moisés e Arão na tenda da congregação; depois saíram, e abençoaram ao povo; e a glória do Senhor apareceu a todo o povo. |
| 24. Porque o fogo saiu de diante do Senhor, e consumiu o holocausto e a gordura, sobre o altar; o que vendo todo o povo, jubilaram e caíram sobre as suas faces. |
| Salmos: 10 |
| 1. Por que estás ao longe, Senhor? Por que te escondes nos tempos de angústia? |
| 2. Os ímpios na sua arrogância perseguem furiosamente o pobre; sejam apanhados nas ciladas que maquinaram. |
| 3. Porque o ímpio gloria-se do desejo da sua alma; bendiz ao avarento, e renuncia ao Senhor. |
| 4. Pela altivez do seu rosto o ímpio não busca a Deus; todas as suas cogitações são que não há Deus. |
| 5. Os seus caminhos atormentam sempre; os teus juízos estão longe da vista dele, em grande altura, e despreza aos seus inimigos. |
| 6. Diz em seu coração: Não serei abalado, porque nunca me verei na adversidade. |
| 7. A sua boca está cheia de maldições, de enganos e de astúcia; debaixo da sua língua há malícia e maldade. |
| 8. Põe-se de emboscada nas aldeias; nos lugares ocultos mata o inocente; os seus olhos estão ocultamente fixos sobre o pobre. |
| 9. Arma ciladas no esconderijo, como o leão no seu covil; arma ciladas para roubar o pobre; rouba o pobre, prendendo-o na sua rede. |
| 10. Encolhe-se, abaixa-se, para que os pobres caiam em suas fortes garras. |
| 11. Diz em seu coração: Deus esqueceu-se, cobriu o seu rosto, e nunca isto verá. |
| 12. Levanta-te, Senhor. Ó Deus, levanta a tua mão; não te esqueças dos humildes. |
| 13. Por que blasfema o ímpio de Deus? dizendo no seu coração: Tu não o esquadrinharás? |
| 14. Tu o viste, porque atentas para o trabalho e enfado, para o retribuir com tuas mãos; a ti o pobre se encomenda; tu és o auxílio do órfão. |
| 15. Quebra o braço do ímpio e malvado; busca a sua impiedade, até que nenhuma encontres. |
| 16. O Senhor é Rei eterno; da sua terra perecerão os gentios. |
| 17. Senhor, tu ouviste os desejos dos mansos; confortarás os seus corações; os teus ouvidos estarão abertos para eles; |
| 18. Para fazer justiça ao órfão e ao oprimido, a fim de que o homem da terra não prossiga mais em usar da violência. |
| Provérbios: 24 |
| 1. Não tenhas inveja dos homens malignos, nem desejes estar com eles. |
| 2. Porque o seu coração medita a rapina, e os seus lábios falam a malícia. |
| 3. Com a sabedoria se edifica a casa, e com o entendimento ela se estabelece; |
| 4. E pelo conhecimento se encherão as câmaras com todos os bens preciosos e agradáveis. |
| 5. O homem sábio é forte, e o homem de conhecimento consolida a força. |
| 6. Com conselhos prudentes tu farás a guerra; e há vitória na multidão dos conselheiros. |
| 7. A sabedoria é demasiadamente alta para o tolo, na porta não abrirá a sua boca. |
| 8. Àquele que cuida em fazer mal, chamá-lo-ão de pessoa danosa. |
| 9. O pensamento do tolo é pecado, e abominável aos homens é o escarnecedor. |
| 10. Se te mostrares fraco no dia da angústia, é que a tua força é pequena. |
| 11. Se tu deixares de livrar os que estão sendo levados para a morte, e aos que estão sendo levados para a matança; |
| 12. Se disseres: Eis que não o sabemos; porventura não o considerará aquele que pondera os corações? Não o saberá aquele que atenta para a tua alma? Não dará ele ao homem conforme a sua obra? |
| 13. Come mel, meu filho, porque é bom; o favo de mel é doce ao teu paladar. |
| 14. Assim será para a tua alma o conhecimento da sabedoria; se a achares, haverá galardão para ti e não será cortada a tua esperança. |
| 15. Não armes ciladas contra a habitação do justo, ó ímpio, nem assoles o seu lugar de repouso, |
| 16. Porque sete vezes cairá o justo, e se levantará; mas os ímpios tropeçarão no mal. |
| 17. Quando cair o teu inimigo, não te alegres, nem se regozije o teu coração quando ele tropeçar; |
| 18. Para que, vendo-o o Senhor, seja isso mau aos seus olhos, e desvie dele a sua ira. |
| 19. Não te indignes por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos ímpios, |
| 20. Porque o homem maligno não terá galardão, e a lâmpada dos ímpios se apagará. |
| 21. Teme ao Senhor, filho meu, e ao rei, e não te ponhas com os que buscam mudanças, |
| 22. Porque de repente se levantará a sua destruição, e a ruína de ambos, quem o sabe? |
| 23. Também estes são provérbios dos sábios: Ter respeito a pessoas no julgamento não é bom. |
| 24. O que disser ao ímpio: Justo és, os povos o amaldiçoarão, as nações o detestarão. |
| 25. Mas para os que o repreenderem haverá delícias, e sobre eles virá a bênção do bem. |
| 26. Beijados serão os lábios do que responde com palavras retas. |
| 27. Prepara de fora a tua obra, e prepara-a no campo, e então edifica a tua casa. |
| 28. Não sejas testemunha sem causa contra o teu próximo; e não enganes com os teus lábios. |
| 29. Não digas: Como ele me fez a mim, assim o farei eu a ele; pagarei a cada um segundo a sua obra. |
| 30. Passei pelo campo do preguiçoso, e junto à vinha do homem falto de entendimento, |
| 31. Eis que estava toda cheia de cardos, e a sua superfície coberta de urtiga, e o seu muro de pedras estava derrubado. |
| 32. O que eu tenho visto, o guardarei no coração, e vendo-o recebi instrução. |
| 33. Um pouco a dormir, um pouco a cochilar; outro pouco deitado de mãos cruzadas, para dormir, |
| 34. Assim te sobrevirá a tua pobreza como um vagabundo, e a tua necessidade como um homem armado. |
Almeida Corrigida Fiel: 96 de 365 dias