Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
Aqui você acompanha automaticamente o dia atual da leitura da Bíblia, mas você pode navegar livremente entre os dias, versões e planos conforme sua necessidade. Esta página foi criada para ser seu ponto de partida diário — simples, direta e sempre ao seu alcance.
Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 94 de 365 dias
| Levítico: 7 |
|---|
| 1. E esta é a lei da expiação da culpa; coisa santíssima é. |
| 2. No lugar onde degolam o holocausto, degolarão a oferta pela expiação da culpa, e o seu sangue se aspergirá sobre o altar em redor. |
| 3. E dela se oferecerá toda a sua gordura; a cauda, e a gordura que cobre a fressura. |
| 4. Também ambos os rins, e a gordura que neles há, que está junto aos lombos, e o redenho sobre o fígado, com os rins se tirará; |
| 5. E o sacerdote os queimará sobre o altar em oferta queimada ao Senhor; expiação da culpa é. |
| 6. Todo o varão entre os sacerdotes a comerá; no lugar santo se comerá; coisa santíssima é. |
| 7. Como a expiação pelo pecado, assim será a expiação da culpa; uma mesma lei haverá para elas; será do sacerdote que houver feito propiciação com ela. |
| 8. Também o sacerdote, que oferecer o holocausto de alguém,o mesmo sacerdote terá para si o couro do holocausto que oferecer. |
| 9. Como também toda a oferta que se cozer no forno, com tudo que se preparar na frigideira e na caçoula, será do sacerdote que a oferecer. |
| 10. Também toda a oferta amassada com azeite, ou seca, será de todos os filhos de Arão, assim de um como de outro. |
| 11. E esta é a lei do sacrifício pacífico que se oferecerá ao Senhor: |
| 12. Se o oferecer por oferta de ação de graças, com o sacrifício de ação de graças, oferecerá bolos ázimos amassados com azeite; e coscorões ázimos amassados com azeite; e os bolos amassados com azeite serão fritos, de flor de farinha. |
| 13. Com os bolos oferecerá por sua oferta pão levedado, com o sacrifício de ação de graças da sua oferta pacífica. |
| 14. E de toda a oferta oferecerá uma parte por oferta alçada ao Senhor, que será do sacerdote que aspergir o sangue da oferta pacífica. |
| 15. Mas a carne do sacrifício de ação de graças da sua oferta pacífica se comerá no dia do seu oferecimento; nada se deixará dela até à manhã. |
| 16. E, se o sacrifício da sua oferta for voto, ou oferta voluntária, no dia em que oferecer o seu sacrifício se comerá; e o que dele ficar também se comerá no dia seguinte; |
| 17. E o que ainda ficar da carne do sacrifício ao terceiro dia será queimado no fogo. |
| 18. Porque, se da carne do seu sacrifício pacífico se comer ao terceiro dia, aquele que a ofereceu não será aceito, nem lhe será imputado; coisa abominável será, e a pessoa que dela comer levará a sua iniquidade. |
| 19. E a carne que tocar alguma coisa imunda não se comerá; com fogo será queimada; mas da outra carne, qualquer que estiver limpo, comerá dela. |
| 20. Porém, se alguma pessoa comer a carne do sacrifício pacífico, que é do Senhor, tendo ela sobre si a sua imundícia, aquela pessoa será extirpada do seu povo. |
| 21. E, se uma pessoa tocar alguma coisa imunda, como imundícia de homem, ou gado imundo, ou qualquer abominação imunda, e comer da carne do sacrifício pacífico, que é do Senhor, aquela pessoa será extirpada do seu povo. |
| 22. Depois falou o Senhor a Moisés, dizendo: |
| 23. Fala aos filhos de Israel, dizendo: Nenhuma gordura de boi, nem de carneiro, nem de cabra comereis; |
| 24. Porém pode-se usar da gordura de corpo morto, e da gordura do dilacerado por feras, para toda a obra, mas de nenhuma maneira a comereis; |
| 25. Porque qualquer que comer a gordura do animal, do qual se oferecer ao Senhor oferta queimada, a pessoa que a comer será extirpada do seu povo. |
| 26. E nenhum sangue comereis em qualquer das vossas habitações, quer de aves quer de gado. |
| 27. Toda a pessoa que comer algum sangue, aquela pessoa será extirpada do seu povo. |
| 28. Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo: |
| 29. Fala aos filhos de Israel, dizendo: Quem oferecer ao Senhor o seu sacrifício pacífico, trará a sua oferta ao Senhor do seu sacrifício pacífico. |
| 30. As suas próprias mãos trarão as ofertas queimadas do Senhor; a gordura do peito com o peito trará para movê-lo por oferta movida perante o Senhor. |
| 31. E o sacerdote queimará a gordura sobre o altar, porém o peito será de Arão e de seus filhos. |
| 32. Também a espádua direita dareis ao sacerdote por oferta alçada dos vossos sacrifícios pacíficos. |
| 33. Aquele dos filhos de Arão que oferecer o sangue do sacrifício pacífico, e a gordura, esse terá a espádua direita para a sua porção; |
| 34. Porque o peito movido e a espádua alçada tomei dos filhos de Israel dos seus sacrifícios pacíficos, e os dei a Arão, o sacerdote, e a seus filhos, por estatuto perpétuo dos filhos de Israel. |
| 35. Esta é a porção de Arão e a porção de seus filhos das ofertas queimadas do Senhor, desde o dia em que ele os apresentou para administrar o sacerdócio ao Senhor. |
| 36. O que o Senhor ordenou que se lhes desse dentre os filhos de Israel no dia em que os ungiu; estatuto perpétuo é pelas suas gerações. |
| 37. Esta é a lei do holocausto, da oferta de alimentos, e da expiação do pecado, e da expiação da culpa, e da oferta das consagrações, e do sacrifício pacífico, |
| 38. Que o Senhor ordenou a Moisés no monte Sinai, no dia em que ordenou aos filhos de Israel que oferecessem as suas ofertas ao Senhor, no deserto de Sinai. |
| Salmos: 7 |
| 1. Senhor meu Deus, em ti confio; salva-me de todos os que me perseguem, e livra-me; |
| 2. Para que ele não arrebate a minha alma, como leão, despedaçando-a, sem que haja quem a livre. |
| 3. Senhor meu Deus, se eu fiz isto, se há perversidade nas minhas mãos, |
| 4. Se paguei com o mal àquele que tinha paz comigo (antes, livrei ao que me oprimia sem causa), |
| 5. Persiga o inimigo a minha alma e alcance-a; calque aos pés a minha vida sobre a terra, e reduza a pó a minha glória. (Selá.) |
| 6. Levanta-te, Senhor, na tua ira; exalta-te por causa do furor dos meus opressores; e desperta por mim para o juízo que ordenaste. |
| 7. Assim te rodeará o ajuntamento de povos; por causa deles, pois, volta-te para as alturas. |
| 8. O Senhor julgará os povos; julga-me, Senhor, conforme a minha justiça, e conforme a integridade que há em mim. |
| 9. Tenha já fim a malícia dos ímpios; mas estabeleça-se o justo; pois tu, ó justo Deus, provas os corações e as entranhas. |
| 10. O meu escudo é de Deus, que salva os retos de coração. |
| 11. Deus julga o justo, e se ira com o ímpio todos os dias. |
| 12. Se o homem não se converter, Deus afiará a sua espada; já tem armado o seu arco, e está aparelhado. |
| 13. E já para ele preparou armas mortais; e porá em ação as suas setas inflamadas contra os perseguidores. |
| 14. Eis que ele está com dores de perversidade; concebeu trabalhos, e produziu mentiras. |
| 15. Cavou um poço e o fez fundo, e caiu na cova que fez. |
| 16. A sua obra cairá sobre a sua cabeça; e a sua violência descerá sobre a sua própria cabeça. |
| 17. Eu louvarei ao Senhor segundo a sua justiça, e cantarei louvores ao nome do Senhor altíssimo. |
| Salmos: 8 |
| 1. Ó Senhor, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome em toda a terra, pois puseste a tua glória sobre os céus! |
| 2. Tu ordenaste força da boca das crianças e dos que mamam, por causa dos teus inimigos, para fazer calar ao inimigo e ao vingador. |
| 3. Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste; |
| 4. Que é o homem mortal para que te lembres dele? e o filho do homem, para que o visites? |
| 5. Pois pouco menor o fizeste do que os anjos, e de glória e de honra o coroaste. |
| 6. Fazes com que ele tenha domínio sobre as obras das tuas mãos; tudo puseste debaixo de seus pés: |
| 7. Todas as ovelhas e bois, assim como os animais do campo, |
| 8. As aves dos céus, e os peixes do mar, e tudo o que passa pelas veredas dos mares. |
| 9. Ó Senhor, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome sobre toda a terra! |
| Provérbios: 22 |
| 1. Vale mais ter um bom nome do que muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a riqueza e o ouro. |
| 2. O rico e o pobre se encontram; a todos o Senhor os fez. |
| 3. O prudente prevê o mal, e esconde-se; mas os simples passam e acabam pagando. |
| 4. O galardão da humildade e o temor do Senhor são riquezas, honra e vida. |
| 5. Espinhos e laços há no caminho do perverso; o que guarda a sua alma retira-se para longe dele. |
| 6. Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele. |
| 7. O rico domina sobre os pobres e o que toma emprestado é servo do que empresta. |
| 8. O que semear a perversidade segará males; e com a vara da sua própria indignação será extinto. |
| 9. O que vê com bons olhos será abençoado, porque dá do seu pão ao pobre. |
| 10. Lança fora o escarnecedor, e se irá a contenda; e acabará a questão e a vergonha. |
| 11. O que ama a pureza de coração, e é amável de lábios, será amigo do rei. |
| 12. Os olhos do Senhor conservam o conhecimento, mas as palavras do iníquo ele transtornará. |
| 13. Diz o preguiçoso: Um leão está lá fora; serei morto no meio das ruas. |
| 14. Cova profunda é a boca das mulheres estranhas; aquele contra quem o Senhor se irar, cairá nela. |
| 15. A estultícia está ligada ao coração da criança, mas a vara da correção a afugentará dela. |
| 16. O que oprime ao pobre para se engrandecer a si mesmo, ou o que dá ao rico, certamente empobrecerá. |
| 17. Inclina o teu ouvido e ouve as palavras dos sábios, e aplica o teu coração ao meu conhecimento. |
| 18. Porque te será agradável se as guardares no teu íntimo, se aplicares todas elas aos teus lábios. |
| 19. Para que a tua confiança esteja no Senhor, faço-te sabê-las hoje, a ti mesmo. |
| 20. Porventura não te escrevi excelentes coisas, acerca de todo conselho e conhecimento, |
| 21. Para fazer-te saber a certeza das palavras da verdade, e assim possas responder palavras de verdade aos que te consultarem? |
| 22. Não roubes ao pobre, porque é pobre, nem atropeles na porta o aflito; |
| 23. Porque o Senhor defenderá a sua causa em juízo, e aos que os roubam ele lhes tirará a vida. |
| 24. Não sejas companheiro do homem briguento nem andes com o colérico, |
| 25. Para que não aprendas as suas veredas, e tomes um laço para a tua alma. |
| 26. Não estejas entre os que se comprometem, e entre os que ficam por fiadores de dívidas, |
| 27. Pois se não tens com que pagar, deixarias que te tirassem até a tua cama de debaixo de ti? |
| 28. Não removas os antigos limites que teus pais fizeram. |
| 29. Viste o homem diligente na sua obra? Perante reis será posto; não permanecerá entre os de posição inferior. |
Almeida Corrigida Fiel: 94 de 365 dias