Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 89 de 365 dias
| Êxodo: 40 |
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| 1. Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo: |
| 2. No primeiro mês, no primeiro dia do mês, levantarás o tabernáculo da tenda da congregação, |
| 3. E porás nele a arca do testemunho, e cobrirás a arca com o véu. |
| 4. Depois colocarás nele a mesa, e porás em ordem o que se deve pôr em ordem nela; também colocarás nele o candelabro, e acenderás as suas lâmpadas. |
| 5. E porás o altar de ouro para o incenso diante da arca do testemunho; então pendurarás a cortina da porta do tabernáculo. |
| 6. Porás também o altar do holocausto diante da porta do tabernáculo da tenda da congregação. |
| 7. E porás a pia entre a tenda da congregação e o altar, e nela porás água. |
| 8. Depois porás o pátio ao redor, e pendurarás a cortina à porta do pátio. |
| 9. Então tomarás o azeite da unção, e ungirás o tabernáculo, e tudo o que há nele; e o santificarás com todos os seus pertences, e será santo. |
| 10. Ungirás também o altar do holocausto, e todos os seus utensílios; e santificarás o altar; e o altar será santíssimo. |
| 11. Então ungirás a pia e a sua base, e a santificarás. |
| 12. Farás também chegar a Arão e a seus filhos à porta da tenda da congregação; e os lavarás com água. |
| 13. E vestirás a Arão as vestes santas, e o ungirás, e o santificarás, para que me administre o sacerdócio. |
| 14. Também farás chegar a seus filhos, e lhes vestirás as túnicas, |
| 15. E os ungirás como ungiste a seu pai, para que me administrem o sacerdócio, e a sua unção lhes será por sacerdócio perpétuo nas suas gerações. |
| 16. E Moisés fez conforme a tudo o que o Senhor lhe ordenou, assim o fez. |
| 17. Assim, no primeiro mês, no ano segundo, ao primeiro dia do mês foi levantado o tabernáculo. |
| 18. Moisés levantou o tabernáculo, e pôs as suas bases, e armou as suas tábuas, e colocou nele os seus varais, e levantou as suas colunas; |
| 19. E estendeu a tenda sobre o tabernáculo, e pôs a cobertura da tenda sobre ela, em cima, como o Senhor ordenara a Moisés. |
| 20. Tomou o testemunho, e pô-lo na arca, e colocou os varais na arca; e pôs o propiciatório em cima da arca. |
| 21. E introduziu a arca no tabernáculo, e pendurou o véu da cobertura, e cobriu a arca do testemunho, como o Senhor ordenara a Moisés. |
| 22. Pôs também a mesa na tenda da congregação, ao lado do tabernáculo, para o norte, fora do véu, |
| 23. E sobre ela pôs em ordem o pão perante o Senhor, como o Senhor ordenara a Moisés. |
| 24. Pôs também na tenda da congregação o candelabro na frente da mesa, ao lado do tabernáculo, para o sul, |
| 25. E acendeu as lâmpadas perante o Senhor, como o Senhor ordenara a Moisés. |
| 26. E pôs o altar de ouro na tenda da congregação, diante do véu, |
| 27. E acendeu sobre ele o incenso de especiarias aromáticas, como o Senhor ordenara a Moisés. |
| 28. Pendurou também a cortina da porta do tabernáculo, |
| 29. E pôs o altar do holocausto à porta do tabernáculo da tenda da congregação, e sobre ele ofereceu holocausto e oferta de alimentos, como o Senhor ordenara a Moisés. |
| 30. Pôs também a pia entre a tenda da congregação e o altar, e nela pôs água para lavar. |
| 31. E Moisés, e Arão e seus filhos nela lavaram as suas mãos e os seus pés. |
| 32. Quando entravam na tenda da congregação, e quando chegavam ao altar, lavavam-se, como o Senhor ordenara a Moisés. |
| 33. Levantou também o pátio ao redor do tabernáculo e do altar, e pendurou a cortina da porta do pátio. Assim Moisés acabou a obra. |
| 34. Então a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo; |
| 35. De maneira que Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porquanto a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo. |
| 36. Quando, pois, a nuvem se levantava de sobre o tabernáculo, então os filhos de Israel caminhavam em todas as suas jornadas. |
| 37. Se a nuvem, porém, não se levantava, não caminhavam, até ao dia em que ela se levantasse; |
| 38. Porquanto a nuvem do Senhor estava de dia sobre o tabernáculo, e o fogo estava de noite sobre ele, perante os olhos de toda a casa de Israel, em todas as suas jornadas. |
| João: 20 |
| 1. E no primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro. |
| 2. Correu, pois, e foi a Simão Pedro, e ao outro discípulo, a quem Jesus amava, e disse-lhes: Levaram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram. |
| 3. Então Pedro saiu com o outro discípulo, e foram ao sepulcro. |
| 4. E os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais apressadamente do que Pedro, e chegou primeiro ao sepulcro. |
| 5. E, abaixando-se, viu no chão os lençóis; todavia não entrou. |
| 6. Chegou, pois, Simão Pedro, que o seguia, e entrou no sepulcro, e viu no chão os lençóis, |
| 7. E que o lenço, que tinha estado sobre a sua cabeça, não estava com os lençóis, mas enrolado num lugar à parte. |
| 8. Então entrou também o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu, e creu. |
| 9. Porque ainda não sabiam a Escritura, que era necessário que ressuscitasse dentre os mortos. |
| 10. Tornaram, pois, os discípulos para casa. |
| 11. E Maria estava chorando fora, junto ao sepulcro. Estando ela, pois, chorando, abaixou-se para o sepulcro. |
| 12. E viu dois anjos vestidos de branco, assentados onde jazera o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés. |
| 13. E disseram-lhe eles: Mulher, por que choras? Ela lhes disse: Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o puseram. |
| 14. E, tendo dito isto, voltou-se para trás, e viu Jesus em pé, mas não sabia que era Jesus. |
| 15. Disse-lhe Jesus: Mulher, por que choras? Quem buscas? Ela, cuidando que era o jardineiro, disse-lhe: Senhor, se tu o levaste, dize-me onde o puseste, e eu o levarei. |
| 16. Disse-lhe Jesus: Maria! Ela, voltando-se, disse-lhe: Raboni, que quer dizer: Mestre. |
| 17. Disse-lhe Jesus: Não me detenhas, porque ainda não subi para meu Pai, mas vai para meus irmãos, e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus. |
| 18. Maria Madalena foi e anunciou aos discípulos que vira o Senhor, e que ele lhe dissera isto. |
| 19. Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco. |
| 20. E, dizendo isto, mostrou-lhes as suas mãos e o lado. De sorte que os discípulos se alegraram, vendo o Senhor. |
| 21. Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós. |
| 22. E, havendo dito isto, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo. |
| 23. Àqueles a quem perdoardes os pecados lhes são perdoados; e àqueles a quem os retiverdes lhes são retidos. |
| 24. Ora, Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. |
| 25. Disseram-lhe, pois, os outros discípulos: Vimos o Senhor. Mas ele disse-lhes: Se eu não vir o sinal dos cravos em suas mãos, e não puser o meu dedo no lugar dos cravos, e não puser a minha mão no seu lado, de maneira nenhuma o crerei. |
| 26. E oito dias depois estavam outra vez os seus discípulos dentro, e com eles Tomé. Chegou Jesus, estando as portas fechadas, e apresentou-se no meio, e disse: Paz seja convosco. |
| 27. Depois disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente. |
| 28. E Tomé respondeu, e disse-lhe: Senhor meu, e Deus meu! |
| 29. Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram. |
| 30. Jesus, pois, operou também em presença de seus discípulos muitos outros sinais, que não estão escritos neste livro. |
| 31. Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome. |
| Provérbios: 17 |
| 1. É melhor um bocado seco, e com ele a tranquilidade, do que a casa cheia de iguarias e com desavença. |
| 2. O servo prudente dominará sobre o filho que faz envergonhar; e repartirá a herança entre os irmãos. |
| 3. O crisol é para a prata, e o forno para o ouro; mas o Senhor é quem prova os corações. |
| 4. O ímpio atenta para o lábio iníquo, o mentiroso inclina os ouvidos à língua maligna. |
| 5. O que escarnece do pobre insulta ao seu Criador, o que se alegra da calamidade não ficará impune. |
| 6. A coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a glória dos filhos são seus pais. |
| 7. Não convém ao tolo a fala excelente; quanto menos ao príncipe, o lábio mentiroso. |
| 8. O presente é, aos olhos dos que o recebem, como pedra preciosa; para onde quer que se volte servirá de proveito. |
| 9. Aquele que encobre a transgressão busca a amizade, mas o que revolve o assunto separa os maiores amigos. |
| 10. A repreensão penetra mais profundamente no prudente do que cem açoites no tolo. |
| 11. Na verdade o rebelde não busca senão o mal; afinal, um mensageiro cruel será enviado contra ele. |
| 12. Encontre-se o homem com a ursa roubada dos filhos, mas não com o louco na sua estultícia. |
| 13. Quanto àquele que paga o bem com o mal, não se apartará o mal da sua casa. |
| 14. Como o soltar das águas é o início da contenda, assim, antes que sejas envolvido afasta-te da questão. |
| 15. O que justifica o ímpio, e o que condena o justo, tanto um como o outro são abomináveis ao Senhor. |
| 16. De que serviria o preço na mão do tolo para comprar sabedoria, visto que não tem entendimento? |
| 17. Em todo o tempo ama o amigo e para a hora da angústia nasce o irmão. |
| 18. O homem falto de entendimento compromete-se, ficando por fiador na presença do seu amigo. |
| 19. O que ama a transgressão ama a contenda; o que exalta a sua porta busca a ruína. |
| 20. O perverso de coração jamais achará o bem; e o que tem a língua dobre vem a cair no mal. |
| 21. O que gera um tolo para a sua tristeza o faz; e o pai do insensato não tem alegria. |
| 22. O coração alegre é como o bom remédio, mas o espírito abatido seca até os ossos. |
| 23. O ímpio toma presentes em secreto para perverter as veredas da justiça. |
| 24. No rosto do entendido se vê a sabedoria, mas os olhos do tolo vagam pelas extremidades da terra. |
| 25. O filho insensato é tristeza para seu pai, e amargura para aquela que o deu à luz. |
| 26. Também não é bom punir o justo, nem tampouco ferir aos príncipes por equidade. |
| 27. O que possui o conhecimento guarda as suas palavras, e o homem de entendimento é de precioso espírito. |
| 28. Até o tolo, quando se cala, é reputado por sábio; e o que cerra os seus lábios é tido por entendido. |
Almeida Corrigida Fiel: 89 de 365 dias