Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 87 de 365 dias
| Êxodo: 38 |
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| 1. Fez também o altar do holocausto de madeira de acácia; de cinco côvados era o seu comprimento, e de cinco côvados a sua largura, era quadrado; e de três côvados a sua altura. |
| 2. E fez-lhe as suas pontas nos seus quatro cantos; da mesma peça eram as suas pontas; e cobriu-o de cobre. |
| 3. Fez também todos os utensílios do altar; os cinzeiros, e as pás, e as bacias, e os garfos, e os braseiros; todos esses pertences fez de cobre. |
| 4. Fez também, para o altar, um crivo de cobre, em forma de rede, na sua cercadura em baixo, até ao meio do altar. |
| 5. E fundiu quatro argolas para as quatro extremidades do crivo de cobre, para os lugares dos varais. |
| 6. E fez os varais de madeira de acácia, e os cobriu de cobre. |
| 7. E pôs os varais pelas argolas aos lados do altar, para com eles levar o altar; fê-lo oco e de tábuas. |
| 8. Fez também a pia de cobre com a sua base de cobre, dos espelhos das mulheres que se reuniam, para servir à porta da tenda da congregação. |
| 9. Fez também o pátio do lado meridional; as cortinas do pátio eram de linho fino torcido, de cem côvados. |
| 10. As suas vinte colunas e as suas vinte bases eram de cobre; os colchetes destas colunas e as suas molduras eram de prata; |
| 11. E do lado norte cortinas de cem côvados; as suas vinte colunas e as suas vinte bases eram de cobre, os colchetes das colunas e as suas molduras eram de prata. |
| 12. E do lado do ocidente cortinas de cinquenta côvados, as suas colunas dez, e as suas bases dez; os colchetes das colunas e as suas molduras eram de prata. |
| 13. E do lado leste, ao oriente, cortinas de cinquenta côvados. |
| 14. As cortinas de um lado da porta eram de quinze côvados; as suas colunas três e as suas bases três. |
| 15. E do outro lado da porta do pátio, de ambos os lados, eram cortinas de quinze côvados; as suas colunas três e as suas bases três. |
| 16. Todas as cortinas do pátio ao redor eram de linho fino torcido. |
| 17. E as bases das colunas eram de cobre; os colchetes das colunas e as suas molduras eram de prata; e o revestimento dos seus capitéis era de prata; e todas as colunas do pátio eram cingidas de prata. |
| 18. E a cobertura da porta do pátio era de obra de bordador, de azul, e de púrpura, e de carmesim, e de linho fino torcido; e o comprimento era de vinte côvados, e a altura, na largura, de cinco côvados, conforme as cortinas do pátio. |
| 19. E as suas quatro colunas e as suas quatro bases eram de cobre, os seus colchetes de prata, e o revestimento dos seus capitéis, e as suas molduras, também de prata. |
| 20. E todas as estacas do tabernáculo e do pátio ao redor eram de cobre. |
| 21. Esta é a enumeração das coisas usadas no tabernáculo, o tabernáculo do testemunho, que por ordem de Moisés foram contadas para o ministério dos levitas, por intermédio de Itamar, filho de Arão, o sacerdote. |
| 22. Fez, pois, Bezalel, o filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá, tudo quanto o Senhor tinha ordenado a Moisés. |
| 23. E com ele Aoliabe, filho de Aisamaque, da tribo de Dã, um mestre de obra, e engenhoso artífice, e bordador em azul, e em púrpura e em carmesim e em linho fino. |
| 24. Todo o ouro gasto na obra, em toda a obra do santuário, a saber, o ouro da oferta, foi vinte e nove talentos e setecentos e trinta siclos, conforme ao siclo do santuário; |
| 25. E a prata dos arrolados da congregação foi cem talentos e mil e setecentos e setenta e cinco siclos, conforme o siclo do santuário; |
| 26. Um beca por cabeça, isto é, meio siclo, conforme o siclo do santuário; de todo aquele que passava aos arrolados, da idade de vinte anos para cima, que foram seiscentos e três mil e quinhentos e cinquenta. |
| 27. E houve cem talentos de prata para fundir as bases do santuário e as bases do véu; para as cem bases cem talentos; um talento para cada base. |
| 28. E dos mil e setecentos e setenta e cinco siclos fez os colchetes das colunas, e cobriu os seus capitéis, e os cingiu de molduras. |
| 29. E o cobre da oferta foi setenta talentos e dois mil e quatrocentos siclos. |
| 30. E dele fez as bases da porta da tenda da congregação e o altar de cobre, e o crivo de cobre e todos os utensílios do altar. |
| 31. E as bases do pátio ao redor, e as bases da porta do pátio, e todas as estacas do tabernáculo e todas as estacas do pátio ao redor. |
| João: 18 |
| 1. Tendo Jesus dito isto, saiu com os seus discípulos para além do ribeiro de Cedrom, onde havia um jardim, no qual ele entrou e seus discípulos. |
| 2. E Judas, que o traía, também conhecia aquele lugar, porque Jesus muitas vezes se ajuntava ali com os seus discípulos. |
| 3. Tendo, pois, Judas recebido a coorte e oficiais dos principais sacerdotes e fariseus, veio para ali com lanternas, e tochas e armas. |
| 4. Sabendo, pois, Jesus todas as coisas que sobre ele haviam de vir, adiantou-se, e disse-lhes: A quem buscais? |
| 5. Responderam-lhe: A Jesus Nazareno. Disse-lhes Jesus: Sou eu. E Judas, que o traía, estava com eles. |
| 6. Quando, pois, lhes disse: Sou eu, recuaram, e caíram por terra. |
| 7. Tornou-lhes, pois, a perguntar: A quem buscais? E eles disseram: A Jesus Nazareno. |
| 8. Jesus respondeu: Já vos disse que sou eu; se, pois, me buscais a mim, deixai ir estes; |
| 9. Para que se cumprisse a palavra que tinha dito: Dos que me deste nenhum deles perdi. |
| 10. Então Simão Pedro, que tinha espada, desembainhou-a, e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. E o nome do servo era Malco. |
| 11. Mas Jesus disse a Pedro: Põe a tua espada na bainha; não beberei eu o cálice que o Pai me deu? |
| 12. Então a coorte, e o tribuno, e os servos dos judeus prenderam a Jesus e o amarraram. |
| 13. E conduziram-no primeiramente a Anás, por ser sogro de Caifás, que era o sumo sacerdote daquele ano. |
| 14. Ora, Caifás era quem tinha aconselhado aos judeus que convinha que um homem morresse pelo povo. |
| 15. E Simão Pedro e outro discípulo seguiam a Jesus. E este discípulo era conhecido do sumo sacerdote, e entrou com Jesus na sala do sumo sacerdote. |
| 16. E Pedro estava da parte de fora, à porta. Saiu então o outro discípulo que era conhecido do sumo sacerdote, e falou à porteira, levando Pedro para dentro. |
| 17. Então a porteira disse a Pedro: Não és tu também dos discípulos deste homem? Disse ele: Não sou. |
| 18. Ora, estavam ali os servos e os servidores, que tinham feito brasas, e se aquentavam, porque fazia frio; e com eles estava Pedro, aquentando-se também. |
| 19. E o sumo sacerdote interrogou Jesus acerca dos seus discípulos e da sua doutrina. |
| 20. Jesus lhe respondeu: Eu falei abertamente ao mundo; eu sempre ensinei na sinagoga e no templo, onde os judeus sempre se ajuntam, e nada disse em oculto. |
| 21. Para que me perguntas a mim? Pergunta aos que ouviram o que é que lhes ensinei; eis que eles sabem o que eu lhes tenho dito. |
| 22. E, tendo dito isto, um dos servidores que ali estavam, deu uma bofetada em Jesus, dizendo: Assim respondes ao sumo sacerdote? |
| 23. Respondeu-lhe Jesus: Se falei mal, dá testemunho do mal; e, se bem, por que me feres? |
| 24. E Anás mandou-o, amarrado, ao sumo sacerdote Caifás. |
| 25. E Simão Pedro estava ali, e aquentava-se. Disseram-lhe, pois: Não és também tu um dos seus discípulos? Ele negou, e disse: Não sou. |
| 26. E um dos servos do sumo sacerdote, parente daquele a quem Pedro cortara a orelha, disse: Não te vi eu no horto com ele? |
| 27. E Pedro negou outra vez, e logo o galo cantou. |
| 28. Depois levaram Jesus da casa de Caifás para a audiência. E era pela manhã cedo. E não entraram na audiência, para não se contaminarem, mas poderem comer a páscoa. |
| 29. Então Pilatos saiu fora e disse-lhes: Que acusação trazeis contra este homem? |
| 30. Responderam, e disseram-lhe: Se este não fosse malfeitor, não to entregaríamos. |
| 31. Disse-lhes, pois, Pilatos: Levai-o vós, e julgai-o segundo a vossa lei. Disseram-lhe então os judeus: A nós não nos é lícito matar pessoa alguma. |
| 32. (Para que se cumprisse a palavra que Jesus tinha dito, significando de que morte havia de morrer). |
| 33. Tornou, pois, a entrar Pilatos na audiência, e chamou a Jesus, e disse-lhe: Tu és o Rei dos Judeus? |
| 34. Respondeu-lhe Jesus: Tu dizes isso de ti mesmo, ou disseram-to outros de mim? |
| 35. Pilatos respondeu: Porventura sou eu judeu? A tua nação e os principais sacerdotes entregaram-te a mim. Que fizeste? |
| 36. Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui. |
| 37. Disse-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz. |
| 38. Disse-lhe Pilatos: Que é a verdade? E, dizendo isto, tornou a ir ter com os judeus, e disse-lhes: Não acho nele crime algum. |
| 39. Mas vós tendes por costume que eu vos solte alguém pela páscoa. Quereis, pois, que vos solte o Rei dos Judeus? |
| 40. Então todos tornaram a clamar, dizendo: Este não, mas Barrabás. E Barrabás era um salteador. |
| Provérbios: 15 |
| 1. A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. |
| 2. A língua dos sábios adorna a sabedoria, mas a boca dos tolos derrama a estultícia. |
| 3. Os olhos do Senhor estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons. |
| 4. A língua benigna é árvore de vida, mas a perversidade nela deprime o espírito. |
| 5. O tolo despreza a instrução de seu pai, mas o que observa a repreensão se haverá prudentemente. |
| 6. Na casa do justo há um grande tesouro, mas nos ganhos do ímpio há perturbação. |
| 7. Os lábios dos sábios derramam o conhecimento, mas o coração dos tolos não faz assim. |
| 8. O sacrifício dos ímpios é abominável ao Senhor, mas a oração dos retos é o seu contentamento. |
| 9. O caminho do ímpio é abominável ao Senhor, mas ao que segue a justiça ele ama. |
| 10. Correção severa há para o que deixa a vereda, e o que odeia a repreensão morrerá. |
| 11. O inferno e a perdição estão perante o Senhor; quanto mais os corações dos filhos dos homens? |
| 12. O escarnecedor não ama aquele que o repreende, nem se chegará aos sábios. |
| 13. O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate. |
| 14. O coração entendido buscará o conhecimento, mas a boca dos tolos se apascentará de estultícia. |
| 15. Todos os dias do oprimido são maus, mas o coração alegre é um banquete contínuo. |
| 16. Melhor é o pouco com o temor do Senhor, do que um grande tesouro onde há inquietação. |
| 17. Melhor é a comida de hortaliça, onde há amor, do que o boi cevado, e com ele o ódio. |
| 18. O homem iracundo suscita contendas, mas o que tarda em irar-se apaziguará a luta. |
| 19. O caminho do preguiçoso é cercado de espinhos, mas a vereda dos retos é bem aplanada. |
| 20. O filho sábio alegra seu pai, mas o homem insensato despreza a sua mãe. |
| 21. A estultícia é alegria para o que carece de entendimento, mas o homem entendido anda retamente. |
| 22. Quando não há conselhos os planos se dispersam, mas havendo muitos conselheiros eles se firmam. |
| 23. O homem se alegra em responder bem, e quão boa é a palavra dita a seu tempo! |
| 24. Para o entendido, o caminho da vida leva para cima, para que se desvie do inferno embaixo. |
| 25. O Senhor desarraiga a casa dos soberbos, mas estabelece o termo da viúva. |
| 26. Abomináveis são para o Senhor os pensamentos do mau, mas as palavras dos puros são aprazíveis. |
| 27. O que agir com avareza perturba a sua casa, mas o que odeia presentes viverá. |
| 28. O coração do justo medita no que há de responder, mas a boca dos ímpios jorra coisas más. |
| 29. O Senhor está longe dos ímpios, mas a oração dos justos escutará. |
| 30. A luz dos olhos alegra o coração, a boa notícia fortalece os ossos. |
| 31. Os ouvidos que atendem à repreensão da vida farão a sua morada no meio dos sábios. |
| 32. O que rejeita a instrução menospreza a própria alma, mas o que escuta a repreensão adquire entendimento. |
| 33. O temor do Senhor é a instrução da sabedoria, e precedendo a honra vai a humildade. |
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