Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 78 de 365 dias
| Êxodo: 29 |
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| 1. Isto é o que lhes hás de fazer, para os santificar, para que me administrem o sacerdócio: Toma um novilho e dois carneiros sem mácula, |
| 2. E pão ázimo, e bolos ázimos, amassados com azeite, e coscorões ázimos, untados com azeite; com flor de farinha de trigo os farás, |
| 3. E os porás num cesto, e os trarás no cesto, com o novilho e os dois carneiros. |
| 4. Então farás chegar a Arão e a seus filhos à porta da tenda da congregação, e os lavarás com água; |
| 5. Depois tomarás as vestes, e vestirás a Arão da túnica e do manto do éfode, e do éfode, e do peitoral; e o cingirás com o cinto de obra de artífice do éfode. |
| 6. E a mitra porás sobre a sua cabeça; a coroa da santidade porás sobre a mitra. |
| 7. E tomarás o azeite da unção, e o derramarás sobre a sua cabeça; assim o ungirás. |
| 8. Depois farás chegar seus filhos, e lhes farás vestir túnicas. |
| 9. E os cingirás com o cinto, a Arão e a seus filhos, e lhes atarás as tiaras, para que tenham o sacerdócio por estatuto perpétuo, e consagrarás a Arão e a seus filhos; |
| 10. E farás chegar o novilho diante da tenda da congregação, e Arão e seus filhos porão as suas mãos sobre a cabeça do novilho; |
| 11. E imolarás o novilho perante o Senhor, à porta da tenda da congregação. |
| 12. Depois tomarás do sangue do novilho, e o porás com o teu dedo sobre as pontas do altar, e todo o sangue restante derramarás à base do altar. |
| 13. Também tomarás toda a gordura que cobre as entranhas, e o redenho de sobre o fígado, e ambos os rins, e a gordura que houver neles, e queimá-los-ás sobre o altar; |
| 14. Mas a carne do novilho, e a sua pele, e o seu esterco queimarás com fogo fora do arraial; é sacrifício pelo pecado. |
| 15. Depois tomarás um carneiro, e Arão e seus filhos porão as suas mãos sobre a cabeça do carneiro, |
| 16. E imolarás o carneiro, e tomarás o seu sangue, e o espalharás sobre o altar ao redor; |
| 17. E partirás o carneiro por suas partes, e lavarás as suas entranhas e as suas pernas, e as porás sobre as suas partes e sobre a sua cabeça. |
| 18. Assim queimarás todo o carneiro sobre o altar; é um holocausto para o Senhor, cheiro suave; uma oferta queimada ao Senhor. |
| 19. Depois tomarás o outro carneiro, e Arão e seus filhos porão as suas mãos sobre a cabeça do carneiro; |
| 20. E imolarás o carneiro e tomarás do seu sangue, e o porás sobre a ponta da orelha direita de Arão, e sobre as pontas das orelhas direitas de seus filhos, como também sobre os dedos polegares das suas mãos direitas, e sobre os dedos polegares dos seus pés direitos; e o restante do sangue espalharás sobre o altar ao redor; |
| 21. Então tomarás do sangue, que estará sobre o altar, e do azeite da unção, e o aspergirás sobre Arão e sobre as suas vestes, e sobre seus filhos, e sobre as vestes de seus filhos com ele; para que ele seja santificado, e as suas vestes, também seus filhos, e as vestes de seus filhos com ele. |
| 22. Depois tomarás do carneiro a gordura, e a cauda, e a gordura que cobre as entranhas, e o redenho do fígado, e ambos os rins com a gordura que houver neles, e o ombro direito, porque é carneiro das consagrações; |
| 23. E um pão, e um bolo de pão azeitado, e um coscorão do cesto dos pães ázimos que estão diante do Senhor. |
| 24. E tudo porás nas mãos de Arão, e nas mãos de seus filhos; e com movimento oferecerás perante o Senhor. |
| 25. Depois o tomarás das suas mãos e o queimarás no altar sobre o holocausto por cheiro suave perante o Senhor; é oferta queimada ao Senhor. |
| 26. E tomarás o peito do carneiro das consagrações, que é de Arão, e com movimento oferecerás perante o Senhor; e isto será a tua porção. |
| 27. E santificarás o peito da oferta de movimento e o ombro da oferta alçada, que foi movido e alçado do carneiro das consagrações, que for de Arão e de seus filhos. |
| 28. E será para Arão e para seus filhos por estatuto perpétuo dos filhos de Israel, porque é oferta alçada; e a oferta alçada será dos filhos de Israel, dos seus sacrifícios pacíficos; a sua oferta alçada será para o Senhor. |
| 29. E as vestes sagradas, que são de Arão, serão de seus filhos depois dele, para serem ungidos com elas para serem consagrados com elas. |
| 30. Sete dias as vestirá aquele que de seus filhos for sacerdote em seu lugar, quando entrar na tenda da congregação para ministrar no santuário. |
| 31. E tomarás o carneiro das consagrações e cozerás a sua carne no lugar santo; |
| 32. E Arão e seus filhos comerão a carne deste carneiro, e o pão que está no cesto, à porta da tenda da congregação. |
| 33. E comerão as coisas com que for feita expiação, para consagrá-los, e para santificá-los; mas o estranho delas não comerá, porque são santas. |
| 34. E se sobejar alguma coisa da carne das consagrações ou do pão até pela manhã, o que sobejar queimarás com fogo; não se comerá, porque é santo. |
| 35. Assim, pois, farás a Arão e a seus filhos conforme a tudo o que eu te tenho ordenado; por sete dias os consagrarás. |
| 36. Também cada dia prepararás um novilho por sacrifício pelo pecado para as expiações, e purificarás o altar, fazendo expiação sobre ele; e o ungirás para santificá-lo. |
| 37. Sete dias farás expiação pelo altar, e o santificarás; e o altar será santíssimo; tudo o que tocar o altar será santo. |
| 38. Isto, pois, é o que oferecereis sobre o altar: dois cordeiros de um ano, cada dia, continuamente. |
| 39. Um cordeiro oferecerás pela manhã, e o outro cordeiro oferecerás à tarde. |
| 40. Com um cordeiro a décima parte de flor de farinha, misturada com a quarta parte de um him de azeite batido, e para libação a quarta parte de um him de vinho, |
| 41. E o outro cordeiro oferecerás à tarde, e com ele farás como com a oferta da manhã, e conforme à sua libação, por cheiro suave; oferta queimada é ao Senhor. |
| 42. Este será o holocausto contínuo por vossas gerações, à porta da tenda da congregação, perante o Senhor, onde vos encontrarei, para falar contigo ali. |
| 43. E ali virei aos filhos de Israel, para que por minha glória sejam santificados. |
| 44. E santificarei a tenda da congregação e o altar; também santificarei a Arão e seus filhos, para que me administrem o sacerdócio. |
| 45. E habitarei no meio dos filhos de Israel, e lhes serei o seu Deus, |
| 46. E saberão que eu sou o Senhor seu Deus, que os tenho tirado da terra do Egito, para habitar no meio deles. Eu sou o Senhor seu Deus. |
| João: 9 |
| 1. E, passando Jesus, viu um homem cego de nascença. |
| 2. E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? |
| 3. Jesus respondeu: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus. |
| 4. Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar. |
| 5. Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo. |
| 6. Tendo dito isto, cuspiu na terra, e com a saliva fez lodo, e untou com o lodo os olhos do cego. |
| 7. E disse-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé (que significa o Enviado). Foi, pois, e lavou-se, e voltou vendo. |
| 8. Então os vizinhos, e aqueles que dantes tinham visto que era cego, diziam: Não é este aquele que estava assentado e mendigava? |
| 9. Uns diziam: É este. E outros: Parece-se com ele. Ele dizia: Sou eu. |
| 10. Diziam-lhe, pois: Como se te abriram os olhos? |
| 11. Ele respondeu, e disse: O homem, chamado Jesus, fez lodo, e untou-me os olhos, e disse-me: Vai ao tanque de Siloé, e lava-te. Então fui, e lavei-me, e vi. |
| 12. Disseram-lhe, pois: Onde está ele? Respondeu: Não sei. |
| 13. Levaram, pois, aos fariseus o que dantes era cego. |
| 14. E era sábado quando Jesus fez o lodo e lhe abriu os olhos. |
| 15. Tornaram, pois, também os fariseus a perguntar-lhe como vira, e ele lhes disse: Pôs-me lodo sobre os olhos, lavei-me, e vejo. |
| 16. Então alguns dos fariseus diziam: Este homem não é de Deus, pois não guarda o sábado. Diziam outros: Como pode um homem pecador fazer tais sinais? E havia dissensão entre eles. |
| 17. Tornaram, pois, a dizer ao cego: Tu, que dizes daquele que te abriu os olhos? E ele respondeu: Que é profeta. |
| 18. Os judeus, porém, não creram, a seu respeito, que tivesse sido cego, e que agora visse, enquanto não chamaram os pais do que agora via. |
| 19. E perguntaram-lhes, dizendo: É este o vosso filho, que vós dizeis ter nascido cego? Como, pois, vê agora? |
| 20. Seus pais lhes responderam, e disseram: Sabemos que este é o nosso filho, e que nasceu cego; |
| 21. Mas como agora vê, não sabemos; ou quem lhe tenha aberto os olhos, não sabemos. Tem idade, perguntai-lho a ele mesmo; e ele falará por si mesmo. |
| 22. Seus pais disseram isto, porque temiam os judeus. Porquanto já os judeus tinham resolvido que, se alguém confessasse ser ele o Cristo, fosse expulso da sinagoga. |
| 23. Por isso é que seus pais disseram: Tem idade, perguntai-lho a ele mesmo. |
| 24. Chamaram, pois, pela segunda vez o homem que tinha sido cego, e disseram-lhe: Dá glória a Deus; nós sabemos que esse homem é pecador. |
| 25. Respondeu ele pois, e disse: Se é pecador, não sei; uma coisa sei, é que, havendo eu sido cego, agora vejo. |
| 26. E tornaram a dizer-lhe: Que te fez ele? Como te abriu os olhos? |
| 27. Respondeu-lhes: Já vo-lo disse, e não ouvistes; para que o quereis tornar a ouvir? Quereis vós porventura fazer-vos também seus discípulos? |
| 28. Então o injuriaram, e disseram: Discípulo dele sejas tu; nós, porém, somos discípulos de Moisés. |
| 29. Nós bem sabemos que Deus falou a Moisés, mas este não sabemos de onde é. |
| 30. O homem respondeu, e disse-lhes: Nisto, pois, está a maravilha, que vós não saibais de onde ele é, e contudo me abrisse os olhos. |
| 31. Ora, nós sabemos que Deus não ouve a pecadores; mas, se alguém é temente a Deus, e faz a sua vontade, a esse ouve. |
| 32. Desde o princípio do mundo nunca se ouviu que alguém abrisse os olhos a um cego de nascença. |
| 33. Se este não fosse de Deus, nada poderia fazer. |
| 34. Responderam eles, e disseram-lhe: Tu és nascido todo em pecados, e nos ensinas a nós? E expulsaram-no. |
| 35. Jesus ouviu que o tinham expulsado e, encontrando-o, disse-lhe: Crês tu no Filho de Deus? |
| 36. Ele respondeu, e disse: Quem é ele, Senhor, para que nele creia? |
| 37. E Jesus lhe disse: Tu já o tens visto, e é aquele que fala contigo. |
| 38. Ele disse: Creio, Senhor. E o adorou. |
| 39. E disse-lhe Jesus: Eu vim a este mundo para juízo, a fim de que os que não veem vejam, e os que veem sejam cegos. |
| 40. E aqueles dos fariseus, que estavam com ele, ouvindo isto, disseram-lhe: Também nós somos cegos? |
| 41. Disse-lhes Jesus: Se fôsseis cegos, não teríeis pecado; mas como agora dizeis: Vemos; por isso o vosso pecado permanece. |
| Provérbios: 6 |
| 1. Filho meu, se ficaste por fiador do teu companheiro, se deste a tua mão ao estranho, |
| 2. E te deixaste enredar pelas próprias palavras; e te prendeste nas palavras da tua boca; |
| 3. Faze pois isto agora, filho meu, e livra-te, já que caíste nas mãos do teu companheiro: vai, humilha-te, e importuna o teu companheiro. |
| 4. Não dês sono aos teus olhos, nem deixes adormecer as tuas pálpebras. |
| 5. Livra-te, como a gazela da mão do caçador, e como a ave da mão do passarinheiro. |
| 6. Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos, e sê sábio. |
| 7. Pois ela, não tendo chefe, nem guarda, nem dominador, |
| 8. Prepara no verão o seu pão; na sega ajunta o seu mantimento. |
| 9. Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono? |
| 10. Um pouco a dormir, um pouco a tosquenejar; um pouco a repousar de braços cruzados; |
| 11. Assim sobrevirá a tua pobreza como o meliante, e a tua necessidade como um homem armado. |
| 12. O homem mau, o homem iníquo tem a boca pervertida. |
| 13. Acena com os olhos, fala com os pés e faz sinais com os dedos. |
| 14. Há no seu coração perversidade, todo o tempo maquina mal; anda semeando contendas. |
| 15. Por isso a sua destruição virá repentinamente; subitamente será quebrantado, sem que haja cura. |
| 16. Estas seis coisas o Senhor odeia, e a sétima a sua alma abomina: |
| 17. Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, |
| 18. O coração que maquina pensamentos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, |
| 19. A testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos. |
| 20. Filho meu, guarda o mandamento de teu pai, e não deixes a lei da tua mãe; |
| 21. Ata-os perpetuamente ao teu coração, e pendura-os ao teu pescoço. |
| 22. Quando caminhares, te guiará; quando te deitares, te guardará; quando acordares, falará contigo. |
| 23. Porque o mandamento é lâmpada, e a lei é luz; e as repreensões da correção são o caminho da vida, |
| 24. Para te guardarem da mulher vil, e das lisonjas da estranha. |
| 25. Não cobices no teu coração a sua formosura, nem te prendas aos seus olhos. |
| 26. Porque por causa de uma prostituta se chega a pedir um bocado de pão; e a adúltera anda à caça da alma preciosa. |
| 27. Porventura tomará alguém fogo no seu seio, sem que suas vestes se queimem? |
| 28. Ou andará alguém sobre brasas, sem que se queimem os seus pés? |
| 29. Assim ficará o que entrar à mulher do seu próximo; não será inocente todo aquele que a tocar. |
| 30. Não se injuria o ladrão, quando furta para saciar-se, tendo fome; |
| 31. E se for achado pagará o tanto sete vezes; terá de dar todos os bens da sua casa. |
| 32. Assim, o que adultera com uma mulher é falto de entendimento; aquele que faz isso destrói a sua alma. |
| 33. Achará castigo e vilipêndio, e o seu opróbrio nunca se apagará. |
| 34. Porque os ciúmes enfurecerão o marido; de maneira nenhuma perdoará no dia da vingança. |
| 35. Não aceitará nenhum resgate, nem se conformará por mais que aumentes os presentes. |
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