Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 76 de 365 dias
| Êxodo: 27 |
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| 1. Farás também o altar de madeira de acácia; cinco côvados será o comprimento, e cinco côvados a largura (será quadrado o altar), e três côvados a sua altura. |
| 2. E farás as suas pontas nos seus quatro cantos; as suas pontas serão do mesmo, e o cobrirás de cobre. |
| 3. Far-lhe-ás também os seus recipientes, para recolher a sua cinza, e as suas pás, e as suas bacias, e os seus garfos e os seus braseiros; todos os seus utensílios farás de cobre. |
| 4. Far-lhe-ás também um crivo de cobre em forma de rede, e farás a esta rede quatro argolas de metal nos seus quatro cantos. |
| 5. E as porás dentro da borda do altar para baixo, de maneira que a rede chegue até ao meio do altar. |
| 6. Farás também varais para o altar, varais de madeira de acácia, e os cobrirás de cobre. |
| 7. E os varais serão postos nas argolas, de maneira que os varais estejam de ambos os lados do altar, quando for levado. |
| 8. Oco e de tábuas o farás; como se te mostrou no monte, assim o farão. |
| 9. Farás também o pátio do tabernáculo, ao lado meridional que dá para o sul; o pátio terá cortinas de linho fino torcido; o comprimento de cada lado será de cem côvados. |
| 10. Também as suas vinte colunas e as suas vinte bases serão de cobre; os colchetes das colunas e as suas faixas serão de prata. |
| 11. Assim também para o lado norte as cortinas, no comprimento, serão de cem côvados; e as suas vinte colunas e as suas vinte bases serão de cobre; os colchetes das colunas e as suas faixas serão de prata, |
| 12. E na largura do pátio para o lado do ocidente haverá cortinas de cinquenta côvados; as suas colunas dez, e as suas bases dez. |
| 13. Semelhantemente a largura do pátio do lado oriental para o levante será de cinquenta côvados. |
| 14. De maneira que haja quinze côvados de cortinas de um lado; suas colunas três, e as suas bases três. |
| 15. E quinze côvados das cortinas do outro lado; as suas colunas três, e as suas bases três. |
| 16. E à porta do pátio haverá uma cortina de vinte côvados, de azul, e púrpura, e carmesim, e de linho fino torcido, de obra de bordador; as suas colunas quatro, e as suas bases quatro. |
| 17. Todas as colunas do pátio ao redor serão cingidas de faixas de prata; os seus colchetes serão de prata, mas as suas bases de cobre. |
| 18. O comprimento do pátio será de cem côvados, e a largura de cada lado de cinquenta, e a altura de cinco côvados, as cortinas serão de linho fino torcido; mas as suas bases serão de cobre. |
| 19. No tocante a todos os vasos do tabernáculo em todo o seu serviço, até todos os seus pregos, e todos os pregos do pátio, serão de cobre. |
| 20. Tu pois ordenarás aos filhos de Israel que te tragam azeite puro de oliveiras, batido, para o candeeiro, para fazer arder as lâmpadas continuamente. |
| 21. Na tenda da congregação, fora do véu que está diante do testemunho, Arão e seus filhos as porão em ordem, desde a tarde até a manhã, perante o Senhor; isto será um estatuto perpétuo para os filhos de Israel, pelas suas gerações. |
| João: 7 |
| 1. E depois disto Jesus andava pela Galileia, e já não queria andar pela Judeia, pois os judeus procuravam matá-lo. |
| 2. E estava próxima a festa dos judeus, a dos tabernáculos. |
| 3. Disseram-lhe, pois, seus irmãos: Sai daqui, e vai para a Judeia, para que também os teus discípulos vejam as obras que fazes. |
| 4. Porque não há ninguém que procure ser conhecido que faça coisa alguma em oculto. Se fazes estas coisas, manifesta-te ao mundo. |
| 5. Porque nem mesmo seus irmãos criam nele. |
| 6. Disse-lhes, pois, Jesus: Ainda não é chegado o meu tempo, mas o vosso tempo sempre está pronto. |
| 7. O mundo não vos pode odiar, mas ele me odeia a mim, porquanto dele testifico que as suas obras são más. |
| 8. Subi vós a esta festa; eu não subo ainda a esta festa, porque ainda o meu tempo não está cumprido. |
| 9. E, havendo-lhes dito isto, ficou na Galileia. |
| 10. Mas, quando seus irmãos já tinham subido à festa, então subiu ele também, não manifestamente, mas como em oculto. |
| 11. Ora, os judeus procuravam-no na festa, e diziam: Onde está ele? |
| 12. E havia grande murmuração entre a multidão a respeito dele. Diziam alguns: Ele é bom. E outros diziam: Não, antes engana o povo. |
| 13. Todavia ninguém falava dele abertamente, por medo dos judeus. |
| 14. Mas, no meio da festa subiu Jesus ao templo, e ensinava. |
| 15. E os judeus maravilhavam-se, dizendo: Como sabe este letras, não as tendo aprendido? |
| 16. Jesus lhes respondeu, e disse: A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou. |
| 17. Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina conhecerá se ela é de Deus, ou se eu falo de mim mesmo. |
| 18. Quem fala de si mesmo busca a sua própria glória; mas o que busca a glória daquele que o enviou, esse é verdadeiro, e não há nele injustiça. |
| 19. Não vos deu Moisés a lei? E nenhum de vós observa a lei. Por que procurais matar-me? |
| 20. A multidão respondeu, e disse: Tens demônio; quem procura matar-te? |
| 21. Respondeu Jesus, e disse-lhes: Fiz uma só obra, e todos vos maravilhais. |
| 22. Pelo motivo de que Moisés vos deu a circuncisão (não que fosse de Moisés, mas dos pais), e no sábado circuncidais um homem. |
| 23. Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem? |
| 24. Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça. |
| 25. Então alguns dos de Jerusalém diziam: Não é este o que procuram matar? |
| 26. E ei-lo aí está falando abertamente, e nada lhe dizem. Porventura sabem verdadeiramente os príncipes que de fato este é o Cristo? |
| 27. Todavia bem sabemos de onde este é; mas, quando vier o Cristo, ninguém saberá de onde ele é. |
| 28. Clamava, pois, Jesus no templo, ensinando, e dizendo: Vós conheceis-me, e sabeis de onde sou; e eu não vim de mim mesmo, mas aquele que me enviou é verdadeiro, o qual vós não conheceis. |
| 29. Mas eu conheço-o, porque dele sou e ele me enviou. |
| 30. Procuravam, pois, prendê-lo, mas ninguém lançou mão dele, porque ainda não era chegada a sua hora. |
| 31. E muitos da multidão creram nele, e diziam: Quando o Cristo vier, fará ainda mais sinais do que os que este tem feito? |
| 32. Os fariseus ouviram que a multidão murmurava dele estas coisas; e os fariseus e os principais sacerdotes mandaram servidores para o prenderem. |
| 33. Disse-lhes, pois, Jesus: Ainda um pouco de tempo estou convosco, e depois vou para aquele que me enviou. |
| 34. Vós me buscareis, e não me achareis; e onde eu estou, vós não podeis vir. |
| 35. Disseram, pois, os judeus uns para os outros: Para onde irá este, que o não acharemos? Irá porventura para os dispersos entre os gregos, e ensinará os gregos? |
| 36. Que palavra é esta que disse: Buscar-me-eis, e não me achareis; e: Aonde eu estou vós não podeis ir? |
| 37. E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba. |
| 38. Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre. |
| 39. E isto disse ele do Espírito que haviam de receber os que nele cressem; porque o Espírito Santo ainda não fora dado, por ainda Jesus não ter sido glorificado. |
| 40. Então muitos da multidão, ouvindo esta palavra, diziam: Verdadeiramente este é o Profeta. |
| 41. Outros diziam: Este é o Cristo; mas diziam outros: Vem, pois, o Cristo da Galileia? |
| 42. Não diz a Escritura que o Cristo vem da descendência de Davi, e de Belém, da aldeia de onde era Davi? |
| 43. Assim entre o povo havia dissensão por causa dele. |
| 44. E alguns deles queriam prendê-lo, mas ninguém lançou mão dele. |
| 45. E os servidores foram ter com os principais sacerdotes e fariseus; e eles lhes perguntaram: Por que não o trouxestes? |
| 46. Responderam os servidores: Nunca homem algum falou assim como este homem. |
| 47. Responderam-lhes, pois, os fariseus: Também vós fostes enganados? |
| 48. Creu nele porventura algum dos principais ou dos fariseus? |
| 49. Mas esta multidão, que não sabe a lei, é maldita. |
| 50. Nicodemos, que era um deles (o que de noite fora ter com Jesus), disse-lhes: |
| 51. Porventura condena a nossa lei um homem sem primeiro o ouvir e ter conhecimento do que faz? |
| 52. Responderam eles, e disseram-lhe: És tu também da Galileia? Examina, e verás que da Galileia nenhum profeta surgiu. |
| 53. E cada um foi para sua casa. |
| Provérbios: 4 |
| 1. Ouvi, filhos, a instrução do pai, e estai atentos para conhecerdes a prudência. |
| 2. Pois dou-vos boa doutrina; não deixeis a minha lei. |
| 3. Porque eu era filho tenro na companhia de meu pai, e único diante de minha mãe. |
| 4. E ele me ensinava e me dizia: Retenha o teu coração as minhas palavras; guarda os meus mandamentos, e vive. |
| 5. Adquire sabedoria, adquire inteligência, e não te esqueças nem te apartes das palavras da minha boca. |
| 6. Não a abandones e ela te guardará; ama-a, e ela te protegerá. |
| 7. A sabedoria é a coisa principal; adquire pois a sabedoria, emprega tudo o que possuis na aquisição de entendimento. |
| 8. Exalta-a, e ela te exaltará; e, abraçando-a tu, ela te honrará. |
| 9. Dará à tua cabeça um diadema de graça e uma coroa de glória te entregará. |
| 10. Ouve, filho meu, e aceita as minhas palavras, e se multiplicarão os anos da tua vida. |
| 11. No caminho da sabedoria te ensinei, e por veredas de retidão te fiz andar. |
| 12. Por elas andando, não se embaraçarão os teus passos; e se correres não tropeçarás. |
| 13. Apega-te à instrução e não a largues; guarda-a, porque ela é a tua vida. |
| 14. Não entres pela vereda dos ímpios, nem andes no caminho dos maus. |
| 15. Evita-o; não passes por ele; desvia-te dele e passa de largo. |
| 16. Pois não dormem, se não fizerem mal, e foge deles o sono se não fizerem alguém tropeçar. |
| 17. Porque comem o pão da impiedade, e bebem o vinho da violência. |
| 18. Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito. |
| 19. O caminho dos ímpios é como a escuridão; nem sabem em que tropeçam. |
| 20. Filho meu, atenta para as minhas palavras; às minhas razões inclina o teu ouvido. |
| 21. Não as deixes apartar-se dos teus olhos; guarda-as no íntimo do teu coração. |
| 22. Porque são vida para os que as acham, e saúde para todo o seu corpo. |
| 23. Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. |
| 24. Desvia de ti a falsidade da boca, e afasta de ti a perversidade dos lábios. |
| 25. Os teus olhos olhem para a frente, e as tuas pálpebras olhem direto diante de ti. |
| 26. Pondera a vereda de teus pés, e todos os teus caminhos sejam bem ordenados! |
| 27. Não declines nem para a direita nem para a esquerda; retira o teu pé do mal. |
Almeida Corrigida Fiel: 76 de 365 dias