Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 71 de 365 dias
| Êxodo: 22 |
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| 1. Se alguém furtar boi ou ovelha, e o degolar ou vender, por um boi pagará cinco bois, e pela ovelha quatro ovelhas. |
| 2. Se o ladrão for achado roubando, e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue. |
| 3. Se o sol houver saído sobre ele, o agressor será culpado do sangue; o ladrão fará restituição total; e se não tiver com que pagar, será vendido por seu furto. |
| 4. Se o furto for achado vivo na sua mão, seja boi, ou jumento, ou ovelha, pagará o dobro. |
| 5. Se alguém fizer pastar o seu animal num campo ou numa vinha, e largá-lo para comer no campo de outro, o melhor do seu próprio campo e o melhor da sua própria vinha restituirá. |
| 6. Se irromper um fogo, e pegar nos espinhos, e queimar a meda de trigo, ou a seara, ou o campo, aquele que acendeu o fogo totalmente pagará o queimado. |
| 7. Se alguém der ao seu próximo dinheiro, ou bens, a guardar, e isso for furtado da casa daquele homem, o ladrão, se for achado, pagará o dobro. |
| 8. Se o ladrão não for achado, então o dono da casa será levado diante dos juízes, a ver se não pôs a sua mão nos bens do seu próximo. |
| 9. Sobre todo o negócio fraudulento, sobre boi, sobre jumento, sobre gado miúdo, sobre roupa, sobre toda a coisa perdida, de que alguém disser que é sua, a causa de ambos será levada perante os juízes; aquele a quem condenarem os juízes pagará em dobro ao seu próximo. |
| 10. Se alguém der a seu próximo a guardar um jumento, ou boi, ou ovelha, ou outro animal, e este morrer, ou for dilacerado, ou arrebatado, ninguém o vendo, |
| 11. Então haverá juramento do Senhor entre ambos, de que não pôs a sua mão nos bens do seu próximo; e seu dono o aceitará, e o outro não o restituirá. |
| 12. Mas, se de fato lhe tiver sido furtado, pagá-lo-á ao seu dono. |
| 13. Porém se lhe for dilacerado, trá-lo-á em testemunho disso, e não pagará o dilacerado. |
| 14. E se alguém pedir emprestado a seu próximo algum animal, e for danificado ou morto, não estando presente o seu dono, certamente o pagará. |
| 15. Se o seu dono estava presente, não o pagará; se foi alugado, será pelo seu aluguel. |
| 16. Se alguém enganar alguma virgem, que não for desposada, e se deitar com ela, certamente a dotará e tomará por sua mulher. |
| 17. Se seu pai inteiramente recusar dar-lha, pagará ele em dinheiro conforme ao dote das virgens. |
| 18. A feiticeira não deixarás viver. |
| 19. Todo aquele que se deitar com animal, certamente morrerá. |
| 20. O que sacrificar aos deuses, e não só ao Senhor, será morto. |
| 21. O estrangeiro não afligirás, nem o oprimirás; pois estrangeiros fostes na terra do Egito. |
| 22. A nenhuma viúva nem órfão afligireis. |
| 23. Se de algum modo os afligires, e eles clamarem a mim, eu certamente ouvirei o seu clamor. |
| 24. E a minha ira se acenderá, e vos matarei à espada; e vossas mulheres ficarão viúvas, e vossos filhos órfãos. |
| 25. Se emprestares dinheiro ao meu povo, ao pobre que está contigo, não te haverás com ele como um usurário; não lhe imporeis usura. |
| 26. Se tomares em penhor a roupa do teu próximo, lho restituirás antes do pôr do sol, |
| 27. Porque aquela é a sua cobertura, e o vestido da sua pele; em que se deitaria? Será pois que, quando clamar a mim, eu o ouvirei, porque sou misericordioso. |
| 28. A Deus não amaldiçoarás, e o príncipe dentre o teu povo não maldirás. |
| 29. As tuas primícias, e os teus licores não retardarás; o primogênito de teus filhos me darás. |
| 30. Assim farás dos teus bois e das tuas ovelhas: sete dias estarão com sua mãe, e ao oitavo dia mos darás. |
| 31. E ser-me-eis homens santos; portanto não comereis carne despedaçada no campo; aos cães a lançareis. |
| João: 2 |
| 1. E, ao terceiro dia, fizeram-se umas bodas em Caná da Galileia; e estava ali a mãe de Jesus. |
| 2. E foi também convidado Jesus e os seus discípulos para as bodas. |
| 3. E, faltando vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não têm vinho. |
| 4. Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora. |
| 5. Sua mãe disse aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos disser. |
| 6. E estavam ali postas seis talhas de pedra, para as purificações dos judeus, e em cada uma cabiam dois ou três almudes. |
| 7. Disse-lhes Jesus: Enchei de água essas talhas. E encheram-nas até em cima. |
| 8. E disse-lhes: Tirai agora, e levai ao mestre-sala. E levaram. |
| 9. E, logo que o mestre-sala provou a água feita vinho (não sabendo de onde viera, se bem que o sabiam os serventes que tinham tirado a água), chamou o mestre-sala ao esposo, |
| 10. E disse-lhe: Todo o homem põe primeiro o vinho bom e, quando já têm bebido bem, então o inferior; mas tu guardaste até agora o bom vinho. |
| 11. Jesus principiou assim os seus sinais em Caná da Galileia, e manifestou a sua glória; e os seus discípulos creram nele. |
| 12. Depois disto desceu a Cafarnaum, ele, e sua mãe, e seus irmãos, e seus discípulos; e ficaram ali não muitos dias. |
| 13. E estava próxima a páscoa dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. |
| 14. E achou no templo os que vendiam bois, e ovelhas, e pombos, e os cambistas assentados. |
| 15. E tendo feito um açoite de cordões, lançou todos fora do templo, também os bois e ovelhas; e espalhou o dinheiro dos cambistas, e derrubou as mesas; |
| 16. E disse aos que vendiam pombos: Tirai daqui estes, e não façais da casa de meu Pai casa de venda. |
| 17. E os seus discípulos lembraram-se do que está escrito: O zelo da tua casa me devorou. |
| 18. Responderam, pois, os judeus, e disseram-lhe: Que sinal nos mostras para fazeres isto? |
| 19. Jesus respondeu, e disse-lhes: Destruí este templo, e em três dias o levantarei. |
| 20. Disseram, pois, os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este templo, e tu o levantarás em três dias? |
| 21. Mas ele falava do templo do seu corpo. |
| 22. Quando, pois, ressuscitou dentre os mortos, os seus discípulos lembraram-se de que lhes dissera isto; e creram na Escritura, e na palavra que Jesus tinha dito. |
| 23. E, estando ele em Jerusalém pela páscoa, durante a festa, muitos, vendo os sinais que fazia, creram no seu nome. |
| 24. Mas o mesmo Jesus não confiava neles, porque a todos conhecia; |
| 25. E não necessitava de que alguém testificasse do homem, porque ele bem sabia o que havia no homem. |
| Jó: 41 |
| 1. Poderás tirar com anzol o leviatã, ou ligarás a sua língua com uma corda? |
| 2. Podes pôr um anzol no seu nariz, ou com um gancho furar a sua queixada? |
| 3. Porventura multiplicará as súplicas para contigo, ou brandamente falará? |
| 4. Fará ele aliança contigo, ou o tomarás tu por servo para sempre? |
| 5. Brincarás com ele, como se fora um passarinho, ou o prenderás para tuas meninas? |
| 6. Os teus companheiros farão dele um banquete, ou o repartirão entre os negociantes? |
| 7. Encherás a sua pele de ganchos, ou a sua cabeça com arpões de pescadores? |
| 8. Põe a tua mão sobre ele, lembra-te da peleja, e nunca mais tal intentarás. |
| 9. Eis que é vã a esperança de apanhá-lo; pois não será o homem derrubado só ao vê-lo? |
| 10. Ninguém há tão atrevido, que a despertá-lo se atreva; quem, pois, é aquele que ousa erguer-se diante de mim? |
| 11. Quem primeiro me deu, para que eu haja de retribuir-lhe? Pois o que está debaixo de todos os céus é meu. |
| 12. Não me calarei a respeito dos seus membros, nem da sua grande força, nem a graça da sua compostura. |
| 13. Quem descobrirá a face da sua roupa? Quem entrará na sua couraça dobrada? |
| 14. Quem abrirá as portas do seu rosto? Pois ao redor dos seus dentes está o terror. |
| 15. As suas fortes escamas são o seu orgulho, cada uma fechada como com selo apertado. |
| 16. Uma à outra se chega tão perto, que nem o ar passa por entre elas. |
| 17. Umas às outras se ligam; tanto aderem entre si, que não se podem separar. |
| 18. Cada um dos seus espirros faz resplandecer a luz, e os seus olhos são como as pálpebras da alva. |
| 19. Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela. |
| 20. Das suas narinas procede fumaça, como de uma panela fervente, ou de uma grande caldeira. |
| 21. O seu hálito faz incender os carvões; e da sua boca sai chama. |
| 22. No seu pescoço reside a força; diante dele até a tristeza salta de prazer. |
| 23. Os músculos da sua carne estão pegados entre si; cada um está firme nele, e nenhum se move. |
| 24. O seu coração é firme como uma pedra e firme como a mó de baixo. |
| 25. Levantando-se ele, tremem os valentes; em razão dos seus abalos se purificam. |
| 26. Se alguém lhe tocar com a espada, essa não poderá penetrar, nem lança, dardo ou flecha. |
| 27. Ele considera o ferro como palha, e o cobre como pau podre. |
| 28. A seta o não fará fugir; as pedras das fundas se lhe tornam em restolho. |
| 29. As pedras atiradas são para ele como arestas, e ri-se do brandir da lança; |
| 30. Debaixo de si tem conchas pontiagudas; estende-se sobre coisas pontiagudas como na lama. |
| 31. As profundezas faz ferver, como uma panela; torna o mar como uma vasilha de unguento. |
| 32. Após si deixa uma vereda luminosa; parece o abismo tornado em brancura de cabelos. |
| 33. Na terra não há coisa que se lhe possa comparar, pois foi feito para estar sem pavor. |
| 34. Ele vê tudo que é alto; é rei sobre todos os filhos da soberba. |
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