Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 69 de 365 dias
| Êxodo: 20 |
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| 1. Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: |
| 2. Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. |
| 3. Não terás outros deuses diante de mim. |
| 4. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. |
| 5. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. |
| 6. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos. |
| 7. Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. |
| 8. Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. |
| 9. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. |
| 10. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. |
| 11. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou. |
| 12. Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá. |
| 13. Não matarás. |
| 14. Não adulterarás. |
| 15. Não furtarás. |
| 16. Não dirás falso testemunho contra o teu próximo. |
| 17. Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo. |
| 18. E todo o povo viu os trovões e os relâmpagos, e o sonido da buzina, e o monte fumegando; e o povo, vendo isso retirou-se e pôs-se de longe. |
| 19. E disseram a Moisés: Fala tu conosco, e ouviremos: e não fale Deus conosco, para que não morramos. |
| 20. E disse Moisés ao povo: Não temais, Deus veio para vos provar, e para que o seu temor esteja diante de vós, a fim de que não pequeis. |
| 21. E o povo estava em pé de longe. Moisés, porém, se chegou à escuridão, onde Deus estava. |
| 22. Então disse o Senhor a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: Vós tendes visto que, dos céus, eu falei convosco. |
| 23. Não fareis outros deuses comigo; deuses de prata ou deuses de ouro não fareis para vós. |
| 24. Um altar de terra me farás, e sobre ele sacrificarás os teus holocaustos, e as tuas ofertas pacíficas, as tuas ovelhas, e as tuas vacas; em todo o lugar, onde eu fizer celebrar a memória do meu nome, virei a ti e te abençoarei. |
| 25. E se me fizeres um altar de pedras, não o farás de pedras lavradas; se sobre ele levantares o teu buril, profaná-lo-ás. |
| 26. Também não subirás ao meu altar por degraus, para que a tua nudez não seja descoberta diante deles. |
| Lucas: 24 |
| 1. E no primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado, e algumas outras com elas. |
| 2. E acharam a pedra revolvida do sepulcro. |
| 3. E, entrando, não acharam o corpo do Senhor Jesus. |
| 4. E aconteceu que, estando elas muito perplexas a esse respeito, eis que pararam junto delas dois homens, com vestes resplandecentes. |
| 5. E, estando elas muito atemorizadas, e abaixando o rosto para o chão, eles lhes disseram: Por que buscais o vivente entre os mortos? |
| 6. Não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos como vos falou, estando ainda na Galileia, |
| 7. Dizendo: Convém que o Filho do homem seja entregue nas mãos de homens pecadores, e seja crucificado, e ao terceiro dia ressuscite. |
| 8. E lembraram-se das suas palavras. |
| 9. E, voltando do sepulcro, anunciaram todas estas coisas aos onze e a todos os demais. |
| 10. E eram Maria Madalena, e Joana, e Maria, mãe de Tiago, e as outras que com elas estavam, as que diziam estas coisas aos apóstolos. |
| 11. E as suas palavras lhes pareciam como desvario, e não as creram. |
| 12. Porém, levantando-se Pedro, correu ao sepulcro e, abaixando-se, viu os lençóis postos sós; e retirou-se, maravilhado consigo mesmo do ocorrido. |
| 13. E eis que no mesmo dia iam dois deles para uma aldeia, que distava de Jerusalém sessenta estádios, cujo nome era Emaús. |
| 14. E iam falando entre si de tudo aquilo que havia sucedido. |
| 15. E aconteceu que, indo eles falando entre si, e fazendo perguntas um ao outro, o mesmo Jesus se aproximou, e ia com eles. |
| 16. Mas os olhos deles estavam como que fechados, para que o não conhecessem. |
| 17. E ele lhes disse: Que palavras são essas que, caminhando, trocais entre vós, e por que estais tristes? |
| 18. E, respondendo um, cujo nome era Cléopas, disse-lhe: És tu só peregrino em Jerusalém, e não sabes as coisas que nela têm sucedido nestes dias? |
| 19. E ele lhes perguntou: Quais? E eles lhe disseram: As que dizem respeito a Jesus Nazareno, que foi homem profeta, poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo; |
| 20. E como os principais sacerdotes e os nossos príncipes o entregaram à condenação de morte, e o crucificaram. |
| 21. E nós esperávamos que fosse ele o que remisse Israel; mas agora, sobre tudo isso, é já hoje o terceiro dia desde que essas coisas aconteceram. |
| 22. É verdade que também algumas mulheres dentre nós nos maravilharam, as quais de madrugada foram ao sepulcro; |
| 23. E, não achando o seu corpo, voltaram, dizendo que também tinham visto uma visão de anjos, que dizem que ele vive. |
| 24. E alguns dos que estavam conosco foram ao sepulcro, e acharam ser assim como as mulheres haviam dito; porém, a ele não o viram. |
| 25. E ele lhes disse: Ó néscios, e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! |
| 26. Porventura não convinha que o Cristo padecesse estas coisas e entrasse na sua glória? |
| 27. E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras. |
| 28. E chegaram à aldeia para onde iam, e ele fez como quem ia para mais longe. |
| 29. E eles o constrangeram, dizendo: Fica conosco, porque já é tarde, e já declinou o dia. E entrou para ficar com eles. |
| 30. E aconteceu que, estando com eles à mesa, tomando o pão, o abençoou e partiu-o, e lho deu. |
| 31. Abriram-se-lhes então os olhos, e o conheceram, e ele desapareceu-lhes. |
| 32. E disseram um para o outro: Porventura não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava, e quando nos abria as Escrituras? |
| 33. E na mesma hora, levantando-se, tornaram para Jerusalém, e acharam congregados os onze, e os que estavam com eles, |
| 34. Os quais diziam: Ressuscitou verdadeiramente o Senhor, e já apareceu a Simão. |
| 35. E eles lhes contaram o que lhes acontecera no caminho, e como deles fora conhecido no partir do pão. |
| 36. E falando eles destas coisas, o mesmo Jesus se apresentou no meio deles, e disse-lhes: Paz seja convosco. |
| 37. E eles, espantados e atemorizados, pensavam que viam algum espírito. |
| 38. E ele lhes disse: Por que estais perturbados, e por que sobem tais pensamentos aos vossos corações? |
| 39. Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho. |
| 40. E, dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e os pés. |
| 41. E, não o crendo eles ainda por causa da alegria, e estando maravilhados, disse-lhes: Tendes aqui alguma coisa que comer? |
| 42. Então eles apresentaram-lhe parte de um peixe assado, e um favo de mel; |
| 43. O que ele tomou, e comeu diante deles. |
| 44. E disse-lhes: São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: Que convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na lei de Moisés, e nos profetas e nos Salmos. |
| 45. Então abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras. |
| 46. E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressuscitasse dentre os mortos, |
| 47. E em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém. |
| 48. E destas coisas sois vós testemunhas. |
| 49. E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder. |
| 50. E levou-os fora, até Betânia; e, levantando as suas mãos, os abençoou. |
| 51. E aconteceu que, abençoando-os ele, se apartou deles e foi elevado ao céu. |
| 52. E, adorando-o eles, tornaram com grande júbilo para Jerusalém. |
| 53. E estavam sempre no templo, louvando e bendizendo a Deus. Amém. |
| Jó: 39 |
| 1. Sabes tu o tempo em que as cabras montesas têm filhos, ou observastes as cervas quando dão suas crias? |
| 2. Contarás os meses que cumprem, ou sabes o tempo do seu parto? |
| 3. Quando se encurvam, produzem seus filhos, e lançam de si as suas dores. |
| 4. Seus filhos enrijam, crescem com o trigo; saem, e nunca mais tornam para elas. |
| 5. Quem despediu livre o jumento montês, e quem soltou as prisões ao jumento bravo, |
| 6. Ao qual dei o ermo por casa, e a terra salgada por morada? |
| 7. Ri-se do ruído da cidade; não ouve os muitos gritos do condutor. |
| 8. A região montanhosa é o seu pasto, e anda buscando tudo que está verde. |
| 9. Ou, querer-te-á servir o boi selvagem? Ou ficará no teu curral? |
| 10. Ou com corda amarrarás, no arado, ao boi selvagem? Ou escavará ele os vales após ti? |
| 11. Ou confiarás nele, por ser grande a sua força, ou deixarás a seu cargo o teu trabalho? |
| 12. Ou fiarás dele que te torne o que semeaste e o recolha na tua eira? |
| 13. A avestruz bate alegremente as suas asas, porém, são benignas as suas asas e penas? |
| 14. Ela deixa os seus ovos na terra, e os aquenta no pó, |
| 15. E se esquece de que algum pé os pode pisar, ou que os animais do campo os podem calcar. |
| 16. Endurece-se para com seus filhos, como se não fossem seus; em vão é seu trabalho, mas ela está sem temor, |
| 17. Porque Deus a privou de sabedoria, e não lhe deu entendimento. |
| 18. A seu tempo se levanta ao alto; ri-se do cavalo, e do que vai montado nele. |
| 19. Ou darás tu força ao cavalo, ou revestirás o seu pescoço com crinas? |
| 20. Ou espantá-lo-ás, como ao gafanhoto? Terrível é o fogoso respirar das suas ventas. |
| 21. Escarva a terra, e folga na sua força, e sai ao encontro dos armados. |
| 22. Ri-se do temor, e não se espanta, e não torna atrás por causa da espada. |
| 23. Contra ele rangem a aljava, o ferro flamante da lança e do dardo. |
| 24. Agitando-se e indignando-se, serve a terra, e não faz caso do som da trombeta. |
| 25. Ao soar das trombetas diz: Eia! E cheira de longe a guerra, e o trovão dos capitães, e o alarido. |
| 26. Ou voa o gavião pela tua inteligência, e estende as suas asas para o sul? |
| 27. Ou se remonta a águia ao teu mandado, e põe no alto o seu ninho? |
| 28. Nas penhas mora e habita; no cume das penhas, e nos lugares seguros. |
| 29. Dali descobre a presa; seus olhos a avistam de longe. |
| 30. E seus filhos chupam o sangue, e onde há mortos, ali está ela. |
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