Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 66 de 365 dias
| Êxodo: 17 |
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| 1. Depois toda a congregação dos filhos de Israel partiu do deserto de Sim pelas suas jornadas, segundo o mandamento do Senhor, e acampou em Refidim; e não havia ali água para o povo beber. |
| 2. Então contendeu o povo com Moisés, e disse: Dá-nos água para beber. E Moisés lhes disse: Por que contendeis comigo? Por que tentais ao Senhor? |
| 3. Tendo pois ali o povo sede de água, o povo murmurou contra Moisés, e disse: Por que nos fizeste subir do Egito, para nos matares de sede, a nós e aos nossos filhos, e ao nosso gado? |
| 4. E clamou Moisés ao Senhor, dizendo: Que farei a este povo? Daqui a pouco me apedrejará. |
| 5. Então disse o Senhor a Moisés: Passa diante do povo, e toma contigo alguns dos anciãos de Israel; e toma na tua mão a tua vara, com que feriste o rio, e vai. |
| 6. Eis que eu estarei ali diante de ti sobre a rocha, em Horebe, e tu ferirás a rocha, e dela sairão águas e o povo beberá. E Moisés assim o fez, diante dos olhos dos anciãos de Israel. |
| 7. E chamou aquele lugar Massá e Meribá, por causa da contenda dos filhos de Israel, e porque tentaram ao Senhor, dizendo: Está o Senhor no meio de nós, ou não? |
| 8. Então veio Amaleque, e pelejou contra Israel em Refidim. |
| 9. Por isso disse Moisés a Josué: Escolhe-nos homens, e sai, peleja contra Amaleque; amanhã eu estarei sobre o cume do outeiro, e a vara de Deus estará na minha mão. |
| 10. E fez Josué como Moisés lhe dissera, pelejando contra Amaleque; mas Moisés, Arão, e Hur subiram ao cume do outeiro. |
| 11. E acontecia que, quando Moisés levantava a sua mão, Israel prevalecia; mas quando ele abaixava a sua mão, Amaleque prevalecia. |
| 12. Porém as mãos de Moisés eram pesadas, por isso tomaram uma pedra, e a puseram debaixo dele, para assentar-se sobre ela; e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado e o outro do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pôs. |
| 13. E assim Josué desfez a Amaleque e a seu povo, ao fio da espada. |
| 14. Então disse o Senhor a Moisés: Escreve isto para memória num livro, e relata-o aos ouvidos de Josué; que eu totalmente hei de riscar a memória de Amaleque de debaixo dos céus. |
| 15. E Moisés edificou um altar, ao qual chamou: O Senhor É MINHA BANDEIRA. |
| 16. E disse: Porquanto jurou o Senhor, haverá guerra do Senhor contra Amaleque de geração em geração. |
| Lucas: 21 |
| 1. E, olhando ele, viu os ricos lançarem as suas ofertas na arca do tesouro; |
| 2. E viu também uma pobre viúva lançar ali duas pequenas moedas; |
| 3. E disse: Em verdade vos digo que lançou mais do que todos, esta pobre viúva; |
| 4. Porque todos aqueles deitaram para as ofertas de Deus do que lhes sobeja; mas esta, da sua pobreza, deitou todo o sustento que tinha. |
| 5. E, dizendo alguns a respeito do templo, que estava ornado de formosas pedras e dádivas, disse: |
| 6. Quanto a estas coisas que vedes, dias virão em que não se deixará pedra sobre pedra, que não seja derrubada. |
| 7. E perguntaram-lhe, dizendo: Mestre, quando serão, pois, estas coisas? E que sinal haverá quando isto estiver para acontecer? |
| 8. Disse então ele: Vede não vos enganem, porque virão muitos em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e o tempo está próximo. Não vades, portanto, após eles. |
| 9. E, quando ouvirdes de guerras e sedições, não vos assusteis. Porque é necessário que isto aconteça primeiro, mas o fim não será logo. |
| 10. Então lhes disse: Levantar-se-á nação contra nação, e reino contra reino; |
| 11. E haverá em vários lugares grandes terremotos, e fomes e pestilências; haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu. |
| 12. Mas antes de todas estas coisas lançarão mão de vós, e vos perseguirão, entregando-vos às sinagogas e às prisões, e conduzindo-vos à presença de reis e presidentes, por amor do meu nome. |
| 13. E vos acontecerá isto para testemunho. |
| 14. Proponde, pois, em vossos corações não premeditar como haveis de responder; |
| 15. Porque eu vos darei boca e sabedoria a que não poderão resistir nem contradizer todos quantos se vos opuserem. |
| 16. E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis entregues; e matarão alguns de vós. |
| 17. E de todos sereis odiados por causa do meu nome. |
| 18. Mas não perecerá um único cabelo da vossa cabeça. |
| 19. Na vossa paciência possuí as vossas almas. |
| 20. Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a sua desolação. |
| 21. Então, os que estiverem na Judeia, fujam para os montes; os que estiverem no meio dela, saiam; e os que estiverem nos campos não entrem nela. |
| 22. Porque dias de vingança são estes, para que se cumpram todas as coisas que estão escritas. |
| 23. Mas ai das grávidas, e das que criarem naqueles dias! Porque haverá grande aperto na terra, e ira sobre este povo. |
| 24. E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem. |
| 25. E haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade bramando o mar e as ondas. |
| 26. Homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto os poderes do céu serão abalados. |
| 27. E então verão vir o Filho do homem numa nuvem, com poder e grande glória. |
| 28. Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima. |
| 29. E disse-lhes uma parábola: Olhai para a figueira, e para todas as árvores; |
| 30. Quando já brotam, vós sabeis por vós mesmos, vendo-as, que perto está já o verão. |
| 31. Assim também vós, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o reino de Deus está perto. |
| 32. Em verdade vos digo que não passará esta geração até que tudo aconteça. |
| 33. Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar. |
| 34. E olhai por vós, não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia. |
| 35. Porque virá como um laço sobre todos os que habitam na face de toda a terra. |
| 36. Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem. |
| 37. E de dia ensinava no templo, e à noite, saindo, ficava no monte chamado das Oliveiras. |
| 38. E todo o povo ia ter com ele ao templo, de manhã cedo, para o ouvir. |
| Jó: 36 |
| 1. Prosseguiu ainda Eliú, e disse: |
| 2. Espera-me um pouco, e mostrar-te-ei que ainda há razões a favor de Deus. |
| 3. De longe trarei o meu conhecimento; e ao meu Criador atribuirei a justiça. |
| 4. Porque na verdade, as minhas palavras não serão falsas; contigo está um que tem perfeito conhecimento. |
| 5. Eis que Deus é mui grande, contudo a ninguém despreza; grande é em força e sabedoria. |
| 6. Ele não preserva a vida do ímpio, e faz justiça aos aflitos. |
| 7. Do justo não tira os seus olhos; antes estão com os reis no trono; ali os assenta para sempre, e assim são exaltados. |
| 8. E se estão presos em grilhões, amarrados com cordas de aflição, |
| 9. Então lhes faz saber a obra deles, e as suas transgressões, porquanto prevaleceram nelas. |
| 10. Abre-lhes também os seus ouvidos, para sua disciplina, e ordena-lhes que se convertam da maldade. |
| 11. Se o ouvirem, e o servirem, acabarão seus dias em bem, e os seus anos em delícias. |
| 12. Porém se não o ouvirem, à espada serão passados, e expirarão sem conhecimento. |
| 13. E os hipócritas de coração amontoam para si a ira; e amarrando-os ele, não clamam por socorro. |
| 14. A sua alma morre na mocidade, e a sua vida perece entre os impuros. |
| 15. Ao aflito livra da sua aflição, e na opressão se revela aos seus ouvidos. |
| 16. Assim também te desviará da boca da angústia para um lugar espaçoso, em que não há aperto, e as iguarias da tua mesa serão cheias de gordura. |
| 17. Mas tu estás cheio do juízo do ímpio; o juízo e a justiça te sustentam. |
| 18. Porquanto há furor, guarda-te de que não sejas atingido pelo castigo violento, pois nem com resgate algum te livrarias dele. |
| 19. Estimaria ele tanto tuas riquezas? Não, nem ouro, nem todas as forças do poder. |
| 20. Não suspires pela noite, em que os povos sejam tomados do seu lugar. |
| 21. Guarda-te, e não declines para a iniquidade; porquanto isso escolheste antes que a aflição. |
| 22. Eis que Deus é excelso em seu poder; quem ensina como ele? |
| 23. Quem lhe prescreveu o seu caminho? Ou, quem lhe dirá: Tu cometeste maldade? |
| 24. Lembra-te de engrandecer a sua obra, que os homens contemplam. |
| 25. Todos os homens a veem, e o homem a enxerga de longe. |
| 26. Eis que Deus é grande, e nós não o compreendemos, e o número dos seus anos não se pode esquadrinhar. |
| 27. Porque faz miúdas as gotas das águas que, do seu vapor, derramam a chuva, |
| 28. A qual as nuvens destilam e gotejam sobre o homem abundantemente. |
| 29. Porventura pode alguém entender as extensões das nuvens, e os estalos da sua tenda? |
| 30. Eis que estende sobre elas a sua luz, e encobre as profundezas do mar. |
| 31. Porque por estas coisas julga os povos e lhes dá mantimento em abundância. |
| 32. Com as nuvens encobre a luz, e ordena não brilhar, interpondo a nuvem. |
| 33. O que nos dá a entender o seu pensamento, como também ao gado, acerca do temporal que sobe. |
Almeida Corrigida Fiel: 66 de 365 dias