Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 4 de 365 dias
| Gênesis: 4 |
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| 1. E conheceu Adão a Eva, sua mulher, e ela concebeu e deu à luz a Caim, e disse: Alcancei do Senhor um homem. |
| 2. E deu à luz mais a seu irmão Abel; e Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi lavrador da terra. |
| 3. E aconteceu ao cabo de dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor. |
| 4. E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta. |
| 5. Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante. |
| 6. E o Senhor disse a Caim: Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante? |
| 7. Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar. |
| 8. E falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel, e o matou. |
| 9. E disse o Senhor a Caim: Onde está Abel, teu irmão? E ele disse: Não sei; sou eu guardador do meu irmão? |
| 10. E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra. |
| 11. E agora maldito és tu desde a terra, que abriu a sua boca para receber da tua mão o sangue do teu irmão. |
| 12. Quando lavrares a terra, não te dará mais a sua força; fugitivo e vagabundo serás na terra. |
| 13. Então disse Caim ao Senhor: É maior a minha maldade que a que possa ser perdoada. |
| 14. Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua face me esconderei; e serei fugitivo e vagabundo na terra, e será que todo aquele que me achar, me matará. |
| 15. O Senhor, porém, disse-lhe: Portanto qualquer que matar a Caim, sete vezes será castigado. E pôs o Senhor um sinal em Caim, para que o não ferisse qualquer que o achasse. |
| 16. E saiu Caim de diante da face do Senhor, e habitou na terra de Node, do lado oriental do Éden. |
| 17. E conheceu Caim a sua mulher, e ela concebeu, e deu à luz a Enoque; e ele edificou uma cidade, e chamou o nome da cidade conforme o nome de seu filho Enoque; |
| 18. E a Enoque nasceu Irade, e Irade gerou a Meujael, e Meujael gerou a Metusael e Metusael gerou a Lameque. |
| 19. E tomou Lameque para si duas mulheres; o nome de uma era Ada, e o nome da outra, Zilá. |
| 20. E Ada deu à luz a Jabal; este foi o pai dos que habitam em tendas e têm gado. |
| 21. E o nome do seu irmão era Jubal; este foi o pai de todos os que tocam harpa e órgão. |
| 22. E Zilá também deu à luz a Tubalcaim, mestre de toda a obra de cobre e ferro; e a irmã de Tubalcaim foi Noema. |
| 23. E disse Lameque a suas mulheres Ada e Zilá: Ouvi a minha voz; vós, mulheres de Lameque, escutai as minhas palavras; porque eu matei um homem por me ferir, e um jovem por me pisar. |
| 24. Porque sete vezes Caim será castigado; mas Lameque setenta vezes sete. |
| 25. E tornou Adão a conhecer a sua mulher; e ela deu à luz um filho, e chamou o seu nome Sete; porque, disse ela, Deus me deu outro filho em lugar de Abel; porquanto Caim o matou. |
| 26. E a Sete também nasceu um filho; e chamou o seu nome Enos; então se começou a invocar o nome do Senhor. |
| Gênesis: 5 |
| 1. Este é o livro das gerações de Adão. No dia em que Deus criou o homem, à semelhança de Deus o fez. |
| 2. Homem e mulher os criou; e os abençoou e chamou o seu nome Adão, no dia em que foram criados. |
| 3. E Adão viveu cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e pôs-lhe o nome de Sete. |
| 4. E foram os dias de Adão, depois que gerou a Sete, oitocentos anos, e gerou filhos e filhas. |
| 5. E foram todos os dias que Adão viveu, novecentos e trinta anos, e morreu. |
| 6. E viveu Sete cento e cinco anos, e gerou a Enos. |
| 7. E viveu Sete, depois que gerou a Enos, oitocentos e sete anos, e gerou filhos e filhas. |
| 8. E foram todos os dias de Sete novecentos e doze anos, e morreu. |
| 9. E viveu Enos noventa anos, e gerou a Cainã. |
| 10. E viveu Enos, depois que gerou a Cainã, oitocentos e quinze anos, e gerou filhos e filhas. |
| 11. E foram todos os dias de Enos novecentos e cinco anos, e morreu. |
| 12. E viveu Cainã setenta anos, e gerou a Maalalel. |
| 13. E viveu Cainã, depois que gerou a Maalalel, oitocentos e quarenta anos, e gerou filhos e filhas. |
| 14. E foram todos os dias de Cainã novecentos e dez anos, e morreu. |
| 15. E viveu Maalalel sessenta e cinco anos, e gerou a Jerede. |
| 16. E viveu Maalalel, depois que gerou a Jerede, oitocentos e trinta anos, e gerou filhos e filhas. |
| 17. E foram todos os dias de Maalalel oitocentos e noventa e cinco anos, e morreu. |
| 18. E viveu Jerede cento e sessenta e dois anos, e gerou a Enoque. |
| 19. E viveu Jerede, depois que gerou a Enoque, oitocentos anos, e gerou filhos e filhas. |
| 20. E foram todos os dias de Jerede novecentos e sessenta e dois anos, e morreu. |
| 21. E viveu Enoque sessenta e cinco anos, e gerou a Matusalém. |
| 22. E andou Enoque com Deus, depois que gerou a Matusalém, trezentos anos, e gerou filhos e filhas. |
| 23. E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos. |
| 24. E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou. |
| 25. E viveu Matusalém cento e oitenta e sete anos, e gerou a Lameque. |
| 26. E viveu Matusalém, depois que gerou a Lameque, setecentos e oitenta e dois anos, e gerou filhos e filhas. |
| 27. E foram todos os dias de Matusalém novecentos e sessenta e nove anos, e morreu. |
| 28. E viveu Lameque cento e oitenta e dois anos, e gerou um filho, |
| 29. A quem chamou Noé, dizendo: Este nos consolará acerca de nossas obras e do trabalho de nossas mãos, por causa da terra que o Senhor amaldiçoou. |
| 30. E viveu Lameque, depois que gerou a Noé, quinhentos e noventa e cinco anos, e gerou filhos e filhas. |
| 31. E foram todos os dias de Lameque setecentos e setenta e sete anos, e morreu. |
| 32. E era Noé da idade de quinhentos anos, e gerou Noé a Sem, Cão e Jafé. |
| Mateus: 4 |
| 1. Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. |
| 2. E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome; |
| 3. E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães. |
| 4. Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. |
| 5. Então o diabo o transportou à cidade santa, e colocou-o sobre o pináculo do templo, |
| 6. E disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te de aqui abaixo; porque está escrito: Que aos seus anjos dará ordens a teu respeito, e tomar-te-ão nas mãos, para que nunca tropeces com o teu pé em alguma pedra. |
| 7. Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus. |
| 8. Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles. |
| 9. E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. |
| 10. Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. |
| 11. Então o diabo o deixa; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam. |
| 12. Jesus, porém, ouvindo que João estava preso, voltou para a Galileia; |
| 13. E, deixando Nazaré, foi habitar em Cafarnaum, cidade marítima, nos confins de Zebulom e Naftali; |
| 14. Para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías, que diz: |
| 15. A terra de Zebulom, e a terra de Naftali, junto ao caminho do mar, além do Jordão, a Galileia das nações; |
| 16. O povo, que estava assentado em trevas, viu uma grande luz; e, aos que estavam assentados na região e sombra da morte, a luz raiou. |
| 17. Desde então começou Jesus a pregar, e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus. |
| 18. E Jesus, andando junto ao mar da Galileia, viu a dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, porque eram pescadores; |
| 19. E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. |
| 20. Então eles, deixando logo as redes, seguiram-no. |
| 21. E, adiantando-se dali, viu outros dois irmãos, Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, num barco com seu pai, Zebedeu, consertando as redes; |
| 22. E chamou-os; eles, deixando imediatamente o barco e seu pai, seguiram-no. |
| 23. E percorria Jesus toda a Galileia, ensinando nas suas sinagogas e pregando o evangelho do reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo. |
| 24. E a sua fama correu por toda a Síria, e traziam-lhe todos os que padeciam, oprimidos por várias enfermidades e tormentos, os endemoninhados, os lunáticos, e os paralíticos, e ele os curava. |
| 25. E seguia-o uma grande multidão da Galileia, de Decápolis, de Jerusalém, da Judeia, e de além do Jordão. |
| Esdras: 4 |
| 1. Ouvindo, pois, os adversários de Judá e Benjamim que os que voltaram do cativeiro edificavam o templo ao Senhor Deus de Israel, |
| 2. Chegaram-se a Zorobabel e aos chefes dos pais, e disseram-lhes: Deixai-nos edificar convosco, porque, como vós, buscaremos a vosso Deus; como também já lhe sacrificamos desde os dias de Esar-Hadom, rei da Assíria, que nos fez subir aqui. |
| 3. Porém Zorobabel, e Jesuá, e os outros chefes dos pais de Israel lhes disseram: Não convém que nós e vós edifiquemos casa a nosso Deus; mas nós sozinhos a edificaremos ao Senhor Deus de Israel, como nos ordenou o rei Ciro, rei da Pérsia. |
| 4. Todavia o povo da terra debilitava as mãos do povo de Judá, e inquietava-os no edificar. |
| 5. E alugaram contra eles conselheiros, para frustrarem o seu plano, todos os dias de Ciro, rei da Pérsia, até ao reinado de Dario, rei da Pérsia. |
| 6. No reinado de Assuero, no princípio do seu reinado, escreveram uma acusação contra os habitantes de Judá e de Jerusalém. |
| 7. E nos dias de Artaxerxes escreveram Bislão, Mitredate, Tabeel, e os outros seus companheiros, a Artaxerxes, rei da Pérsia; e a carta estava escrita em caracteres siríacos, e na língua siríaca. |
| 8. Escreveram, pois, Reum, o chanceler, e Sinsai, o escrivão, uma carta contra Jerusalém, ao rei Artaxerxes, do teor seguinte: |
| 9. Então escreveu Reum, o chanceler, e Sinsai, o escrivão, e os outros seus companheiros, os dinaítas, afarsaquitas, tarpelitas, afarsitas, arquevitas, babilônios, susanquitas, deavitas, elamitas, |
| 10. E os outros povos, que o grande e afamado Asnapar transportou, e que fez habitar na cidade de Samaria, e nas demais províncias dalém do rio, em tal tempo. |
| 11. Este, pois, é o teor da carta que mandaram ao rei Artaxerxes: Teus servos, os homens dalém do rio, em tal tempo. |
| 12. Saiba o rei que os judeus, que subiram de ti, vieram a nós em Jerusalém, e reedificam aquela rebelde e malvada cidade, e vão restaurando os seus muros, e reparando os seus fundamentos. |
| 13. Agora saiba o rei que, se aquela cidade se reedificar, e os muros se restaurarem, eles não pagarão os direitos, os tributos e os pedágios; e assim se danificará a fazenda dos reis. |
| 14. Agora, pois, porquanto somos assalariados do palácio, e não nos convém ver a desonra do rei, por isso mandamos avisar ao rei, |
| 15. Para que se busque no livro das crônicas de teus pais. E acharás no livro das crônicas, e saberás que aquela foi uma cidade rebelde, e danosa aos reis e províncias, e que nela houve rebelião em tempos antigos; por isso foi aquela cidade destruída. |
| 16. Nós, pois, fazemos notório ao rei que, se aquela cidade se reedificar, e os seus muros se restaurarem, sucederá que não terás porção alguma deste lado do rio. |
| 17. E o rei enviou esta resposta a Reum, o chanceler, e a Sinsai, o escrivão, e aos demais seus companheiros, que habitavam em Samaria; como também aos demais que estavam dalém do rio: Paz! em tal tempo. |
| 18. A carta que nos enviastes foi explicitamente lida diante de mim. |
| 19. E, ordenando-o eu, buscaram e acharam, que de tempos antigos aquela cidade se levantou contra os reis, e nela se têm feito rebelião e sedição. |
| 20. Também houve reis poderosos sobre Jerusalém que dalém do rio dominaram em todo o lugar, e se lhes pagaram direitos, tributos e pedágios. |
| 21. Agora, pois, dai ordem para impedirdes aqueles homens, a fim de que não se edifique aquela cidade, até que eu dê uma ordem. |
| 22. E guardai-vos de serdes remissos nisto; por que cresceria o dano para prejuízo dos reis? |
| 23. Então, depois que a cópia da carta do rei Artaxerxes foi lida perante Reum, e Sinsai, o escrivão, e seus companheiros, apressadamente foram eles a Jerusalém, aos judeus, e os impediram à força e com violência. |
| 24. Então cessou a obra da casa de Deus, que estava em Jerusalém; e cessou até ao ano segundo do reinado de Dario, rei da Pérsia. |
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