Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 349 de 365 dias
| 2 Crônicas: 17 |
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| 1. E Jeosafá, seu filho, reinou em seu lugar; e fortificou-se contra Israel. |
| 2. E pôs soldados em todas as cidades fortificadas de Judá, e estabeleceu guarnições na terra de Judá, como também nas cidades de Efraim, que Asa seu pai tinha tomado. |
| 3. E o Senhor era com Jeosafá; porque andou nos primeiros caminhos de Davi seu pai, e não buscou a Baalins. |
| 4. Antes buscou ao Deus de seu pai, andou nos seus mandamentos, e não segundo as obras de Israel. |
| 5. E o Senhor confirmou o reino na sua mão, e todo o Judá deu presentes a Jeosafá, o qual teve riquezas e glória em abundância. |
| 6. E exaltou-se o seu coração nos caminhos do Senhor e, ainda mais, tirou os altos e os bosques de Judá. |
| 7. E no terceiro ano do seu reinado enviou ele os seus príncipes, a Bene-Hail, a Obadias, a Zacarias, a Natanael e a Micaías, para ensinarem nas cidades de Judá. |
| 8. E com eles os levitas, Semaías, Netanias, Zebadias, Asael, Semiramote, Jônatas, Adonias, Tobias e Tobe-Adonias e, com estes levitas, os sacerdotes, Elisama e Jeorão. |
| 9. E ensinaram em Judá, levando consigo o livro da lei do Senhor; e foram a todas as cidades de Judá, ensinando entre o povo. |
| 10. E veio o temor do Senhor sobre todos os reinos das terras, que estavam ao redor de Judá, e não guerrearam contra Jeosafá. |
| 11. E alguns dentre os filisteus traziam presentes a Jeosafá, e prata como tributo; também os árabes lhe trouxeram gado miúdo; sete mil e setecentos carneiros, e sete mil e setecentos bodes. |
| 12. Cresceu, pois, Jeosafá grandemente em extremo e edificou fortalezas e cidades de provisões em Judá. |
| 13. E teve muitas obras nas cidades de Judá, e homens de guerra e valentes, em Jerusalém. |
| 14. E este é o número deles segundo as suas casas paternas; em Judá eram capitães dos milhares: o chefe Adna, e com ele trezentos mil homens valentes; |
| 15. E depois dele o capitão Joanã, e com ele duzentos e oitenta mil; |
| 16. E depois Amasias, filho de Zicri, que voluntariamente se entregou ao Senhor, e com ele duzentos mil homens valentes; |
| 17. E de Benjamim, Eliada, homem valente, e com ele duzentos mil, armados de arco e de escudo; |
| 18. E depois dele Jozabade, e com ele cento e oitenta mil, armados para a guerra. |
| 19. Estes estavam no serviço do rei; afora os que o rei tinha posto nas cidades fortes por todo o Judá. |
| Apocalipse: 6 |
| 1. E, havendo o Cordeiro aberto um dos selos, olhei, e ouvi um dos quatro animais, que dizia como em voz de trovão: Vem, e vê. |
| 2. E olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vitorioso, e para vencer. |
| 3. E, havendo aberto o segundo selo, ouvi o segundo animal, dizendo: Vem, e vê. |
| 4. E saiu outro cavalo, vermelho; e ao que estava assentado sobre ele foi dado que tirasse a paz da terra, e que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada. |
| 5. E, havendo aberto o terceiro selo, ouvi dizer o terceiro animal: Vem, e vê. E olhei, e eis um cavalo preto e o que sobre ele estava assentado tinha uma balança em sua mão. |
| 6. E ouvi uma voz no meio dos quatro animais, que dizia: Uma medida de trigo por um dinheiro, e três medidas de cevada por um dinheiro; e não danifiques o azeite e o vinho. |
| 7. E, havendo aberto o quarto selo, ouvi a voz do quarto animal, que dizia: Vem, e vê. |
| 8. E olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava assentado sobre ele tinha por nome Morte; e o inferno o seguia; e foi-lhes dado poder para matar a quarta parte da terra, com espada, e com fome, e com mortandade, e com as feras da terra. |
| 9. E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram. |
| 10. E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? |
| 11. E foram dadas a cada um compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos como eles foram. |
| 12. E, havendo aberto o sexto selo, olhei, e eis que houve um grande tremor de terra; e o sol tornou-se negro como saco de cilício, e a lua tornou-se como sangue; |
| 13. E as estrelas do céu caíram sobre a terra, como quando a figueira lança de si os seus figos verdes, abalada por um vento forte. |
| 14. E o céu retirou-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares. |
| 15. E os reis da terra, e os grandes, e os ricos, e os tribunos, e os poderosos, e todo o servo, e todo o livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas; |
| 16. E diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos do rosto daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro; |
| 17. Porque é vindo o grande dia da sua ira; e quem poderá subsistir? |
| Zacarias: 2 |
| 1. Tornei a levantar os meus olhos, e vi, e eis um homem que tinha na mão um cordel de medir. |
| 2. E eu disse: Para onde vais tu? E ele me disse: Vou medir Jerusalém, para ver qual é a sua largura e qual o seu comprimento. |
| 3. E eis que saiu o anjo que falava comigo, e outro anjo lhe saiu ao encontro. |
| 4. E disse-lhe: Corre, fala a este jovem, dizendo: Jerusalém será habitada como as aldeias sem muros, por causa da multidão dos homens e dos animais que haverá nela. |
| 5. Pois eu, diz o Senhor, serei para ela um muro de fogo em redor, e para glória estarei no meio dela. |
| 6. Ah, ah! Fugi agora da terra do norte, diz o Senhor, porque vos espalhei pelos quatro ventos do céu, diz o Senhor. |
| 7. Ah! Sião! Escapa, tu, que habitas com a filha de Babilônia. |
| 8. Porque assim diz o Senhor dos Exércitos: Depois da glória ele me enviou às nações que vos despojaram; porque aquele que tocar em vós toca na menina do seu olho. |
| 9. Porque eis aí levantarei a minha mão sobre eles, e eles virão a ser a presa daqueles que os serviram; assim sabereis vós que o Senhor dos Exércitos me enviou. |
| 10. Exulta, e alegra-te, ó filha de Sião, porque eis que venho, e habitarei no meio de ti, diz o Senhor. |
| 11. E naquele dia muitas nações se ajuntarão ao Senhor, e serão o meu povo, e habitarei no meio de ti e saberás que o Senhor dos Exércitos me enviou a ti. |
| 12. Então o Senhor herdará a Judá como sua porção na terra santa, e ainda escolherá a Jerusalém. |
| 13. Cala-te, toda a carne, diante do Senhor, porque ele se levantou da sua santa morada. |
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