Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 280 de 365 dias
| 1 Reis: 10 |
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| 1. E ouvindo a rainha de Sabá a fama de Salomão, acerca do nome do Senhor, veio prová-lo com questões difíceis. |
| 2. E chegou a Jerusalém com uma grande comitiva; com camelos carregados de especiarias, e muitíssimo ouro, e pedras preciosas; e foi a Salomão, e disse-lhe tudo quanto tinha no seu coração. |
| 3. E Salomão lhe deu resposta a todas as suas perguntas, nada ficou oculto ao rei. |
| 4. Vendo, pois, a rainha de Sabá toda a sabedoria de Salomão, e a casa que edificara, |
| 5. E a comida da sua mesa, e o assentar de seus servos, e o estar de seus criados, e as vestes deles, e os seus copeiros, e os holocaustos que ele oferecia na casa do Senhor, ficou fora de si. |
| 6. E disse ao rei: Era verdade a palavra que ouvi na minha terra, dos teus feitos e da tua sabedoria. |
| 7. E eu não cria naquelas palavras, até que vim e os meus olhos o viram; eis que não me disseram metade; sobrepujaste em sabedoria e bens a fama que ouvi. |
| 8. Bem-aventurados os teus homens, bem-aventurados estes teus servos, que estão sempre diante de ti, que ouvem a tua sabedoria! |
| 9. Bendito seja o Senhor teu Deus, que teve agrado em ti, para te pôr no trono de Israel; porque o Senhor ama a Israel para sempre, por isso te estabeleceu rei, para fazeres juízo e justiça. |
| 10. E deu ao rei cento e vinte talentos de ouro, e muitíssimas especiarias, e pedras preciosas; nunca veio especiaria em tanta abundância, como a que a rainha de Sabá deu ao rei Salomão. |
| 11. Também as naus de Hirão, que de Ofir levavam ouro, traziam de Ofir muita madeira de almugue, e pedras preciosas. |
| 12. E desta madeira de almugue fez o rei balaústres para a casa do Senhor, e para a casa do rei, como também harpas e alaúdes para os cantores; nunca veio tal madeira de almugue, nem se viu até o dia de hoje. |
| 13. E o rei Salomão deu à rainha de Sabá tudo o que ela desejou, tudo quanto pediu, além do que Salomão dera por sua generosidade real; então ela voltou e partiu para a sua terra, ela e os seus servos. |
| 14. E o peso do ouro que se trazia a Salomão cada ano era de seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro; |
| 15. Além do que entrava dos negociantes, e do contrato dos especieiros, e de todos os reis da Arábia, e dos governadores da mesma terra. |
| 16. Também o rei Salomão fez duzentos paveses de ouro batido; seiscentos siclos de ouro destinou para cada pavês; |
| 17. Fez também trezentos escudos de ouro batido; três arráteis de ouro destinou para cada escudo; e o rei os pôs na casa do bosque do Líbano. |
| 18. Fez mais o rei um grande trono de marfim, e o revestiu de ouro puríssimo. |
| 19. Tinha este trono seis degraus, e era o alto do trono por detrás redondo, e de ambos os lados tinha encostos até ao assento; e dois leões, em pé, juntos aos encostos. |
| 20. Também doze leões estavam ali sobre os seis degraus de ambos os lados; nunca se tinha feito obra semelhante em nenhum dos reinos. |
| 21. Também todas as taças de beber do rei Salomão eram de ouro, e todos os vasos da casa do bosque do Líbano eram de ouro puro; não havia neles prata, porque nos dias de Salomão não tinha valor algum. |
| 22. Porque o rei tinha no mar as naus de Társis, com as naus de Hirão; uma vez em três anos tornavam as naus de Társis, e traziam ouro e prata, marfim, e macacos, e pavões. |
| 23. Assim o rei Salomão excedeu a todos os reis da terra, tanto em riquezas como em sabedoria. |
| 24. E toda a terra buscava a face de Salomão, para ouvir a sabedoria que Deus tinha posto no seu coração. |
| 25. E cada um trazia o seu presente, vasos de prata e vasos de ouro, e roupas, e armaduras, e especiarias, cavalos e mulas; isso faziam de ano em ano. |
| 26. Também ajuntou Salomão carros e cavaleiros, de sorte que tinha mil e quatrocentos carros e doze mil cavaleiros; e os levou às cidades dos carros, e junto ao rei em Jerusalém. |
| 27. E fez o rei que em Jerusalém houvesse prata como pedras; e cedros em abundância como sicômoros que estão nas planícies. |
| 28. E traziam do Egito, para Salomão, cavalos e fio de linho; e os mercadores do rei recebiam o fio de linho, por um certo preço. |
| 29. E subia e saía um carro do Egito por seiscentos siclos de prata, e um cavalo por cento e cinquenta; e assim, por meio deles, eram exportados para todos os reis dos heteus e para os reis da Síria. |
| Filipenses: 1 |
| 1. Paulo e Timóteo, servos de Jesus Cristo, a todos os santos em Cristo Jesus, que estão em Filipos, com os bispos e diáconos: |
| 2. Graça a vós, e paz da parte de Deus nosso Pai e da do Senhor Jesus Cristo. |
| 3. Dou graças ao meu Deus todas as vezes que me lembro de vós, |
| 4. Fazendo sempre com alegria oração por vós em todas as minhas súplicas, |
| 5. Pela vossa cooperação no evangelho desde o primeiro dia até agora. |
| 6. Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo; |
| 7. Como tenho por justo sentir isto de vós todos, porque vos retenho em meu coração, pois todos vós fostes participantes da minha graça, tanto nas minhas prisões como na defesa e confirmação do evangelho. |
| 8. Porque Deus me é testemunha das saudades que de todos vós tenho, em entranhável afeição de Jesus Cristo. |
| 9. E peço isto: Que o vosso amor cresça ainda mais e mais em ciência e em todo o conhecimento, |
| 10. Para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros, e sem escândalo algum até ao dia de Cristo; |
| 11. Cheios dos frutos de justiça, que são por Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus. |
| 12. E quero, irmãos, que saibais que as coisas que me aconteceram contribuíram para maior proveito do evangelho; |
| 13. De maneira que as minhas prisões em Cristo foram manifestas por toda a guarda pretoriana, e por todos os demais lugares; |
| 14. E muitos dos irmãos no Senhor, tomando ânimo com as minhas prisões, ousam falar a palavra mais confiadamente, sem temor. |
| 15. Verdade é que também alguns pregam a Cristo por inveja e contenda, mas outros de boa vontade; |
| 16. Uns, na verdade, anunciam a Cristo por contenção, não puramente, julgando acrescentar aflição às minhas prisões. |
| 17. Mas outros, por amor, sabendo que fui posto para defesa do evangelho. |
| 18. Mas que importa? Contanto que Cristo seja anunciado de toda a maneira, ou com fingimento ou em verdade, nisto me regozijo, e me regozijarei ainda. |
| 19. Porque sei que disto me resultará salvação, pela vossa oração e pelo socorro do Espírito de Jesus Cristo, |
| 20. Segundo a minha intensa expectação e esperança, de que em nada serei confundido; antes, com toda a confiança, Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte. |
| 21. Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. |
| 22. Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei então o que deva escolher. |
| 23. Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor. |
| 24. Mas julgo mais necessário, por amor de vós, ficar na carne. |
| 25. E, tendo esta confiança, sei que ficarei, e permanecerei com todos vós para proveito vosso e gozo da fé, |
| 26. Para que a vossa glória cresça por mim em Cristo Jesus, pela minha nova ida a vós. |
| 27. Somente deveis portar-vos dignamente conforme o evangelho de Cristo, para que, quer vá e vos veja, quer esteja ausente, ouça acerca de vós que estais num mesmo espírito, combatendo juntamente com o mesmo ânimo pela fé do evangelho. |
| 28. E em nada vos espanteis dos que resistem, o que para eles, na verdade, é indício de perdição, mas para vós de salvação, e isto de Deus. |
| 29. Porque a vós vos foi concedido, em relação a Cristo, não somente crer nele, como também padecer por ele, |
| 30. Tendo o mesmo combate que já em mim tendes visto e agora ouvis estar em mim. |
| Ezequiel: 40 |
| 1. No ano vinte e cinco do nosso cativeiro, no princípio do ano, no décimo dia do mês, catorze anos depois que a cidade foi conquistada, naquele mesmo dia veio sobre mim a mão do Senhor, e me levou para lá. |
| 2. Em visões de Deus me levou à terra de Israel, e me pôs sobre um monte muito alto, sobre o qual havia como que um edifício de cidade para o lado sul. |
| 3. E, havendo-me levado ali, eis que um homem cuja aparência era como a do bronze, tendo um cordel de linho na sua mão e uma cana de medir, e estava em pé na porta. |
| 4. E disse-me o homem: Filho do homem, vê com os teus olhos, e ouve com os teus ouvidos, e põe no teu coração tudo quanto eu te fizer ver; porque para to mostrar foste tu aqui trazido; anuncia, pois, à casa de Israel tudo quanto vires. |
| 5. E havia um muro fora da casa, em seu redor, e na mão do homem uma cana de medir, de seis côvados, cada um dos quais tinha um côvado e um palmo; e ele mediu a largura do edifício, uma cana, e a altura, uma cana. |
| 6. Então veio à porta que olhava para o caminho do oriente, e subiu pelos seus degraus; mediu o umbral da porta, uma cana de largo, e o outro umbral, uma cana de largo. |
| 7. E cada câmara tinha uma cana de comprido, e uma cana de largo, e o espaço entre os aposentos era de cinco côvados; e o umbral da porta, ao pé do vestíbulo da porta, por dentro, era de uma cana. |
| 8. Também mediu o vestíbulo da porta, por dentro, uma cana. |
| 9. Então mediu o vestíbulo da porta, que tinha oito côvados, e os seus pilares, dois côvados, e este vestíbulo da porta, estava por dentro. |
| 10. As câmaras da porta para o lado do oriente eram três de um lado e três do outro; a mesma medida era a dos três; também os pilares de um lado e do outro tinham a mesma medida. |
| 11. Mediu mais a largura da entrada da porta, que era de dez côvados; e o comprimento da porta, treze côvados. |
| 12. E o espaço em frente das câmaras era de um côvado, e de um côvado o espaço do outro lado; e cada câmara tinha seis côvados de um lado e seis côvados do outro. |
| 13. Então mediu a porta desde o telhado de uma câmara até ao telhado da outra, vinte e cinco côvados de largo, porta contra porta. |
| 14. Fez também os pilares, de sessenta côvados, cada pilar, do átrio, em redor da porta. |
| 15. E, desde a face da porta da entrada até à face do vestíbulo da porta interior, havia cinquenta côvados. |
| 16. Havia também janelas estreitas nas câmaras, e nos seus pilares, dentro da porta ao redor, e da mesma sorte nos vestíbulos; e as janelas estavam ao redor, na parte de dentro, e nos pilares havia palmeiras. |
| 17. E ele me levou ao átrio exterior, e eis que havia nele câmaras, e um pavimento que estava feito no átrio em redor; trinta câmaras havia naquele pavimento. |
| 18. E o pavimento do lado das portas era proporcional ao comprimento das portas; o pavimento estava mais baixo. |
| 19. E mediu a largura desde a dianteira da porta inferior até a dianteira do átrio interior, por fora, cem côvados, do lado do oriente e do norte. |
| 20. E, quanto à porta que olhava para o caminho do norte, no átrio exterior, ele mediu o seu comprimento e a sua largura. |
| 21. E as suas câmaras eram três de um lado, e três do outro, e os seus pilares e os seus arcos eram da medida da primeira porta: cinquenta côvados era o seu comprimento, e a largura vinte e cinco côvados. |
| 22. E as suas janelas, e os seus arcos, e as suas palmeiras, eram da medida da porta que olhava para o caminho do oriente; e subia-se para ela por sete degraus, e os seus arcos estavam diante dela. |
| 23. E a porta do átrio interior estava defronte da porta do norte bem como da do oriente; e mediu de porta a porta cem côvados. |
| 24. Então ele me levou ao caminho do sul, e eis que havia ali uma porta que olhava para o caminho do sul, e mediu os seus pilares e os seus arcos conforme estas medidas. |
| 25. E havia também janelas em redor dos seus arcos, como as outras janelas; cinquenta côvados era o comprimento, e a largura vinte e cinco côvados. |
| 26. E de sete degraus eram as suas subidas, e os seus arcos estavam diante delas; e tinha palmeiras, uma de um lado e outra do outro, nos seus pilares. |
| 27. Também havia uma porta no átrio interior para o caminho do sul; e mediu de porta a porta, para o caminho do sul, cem côvados. |
| 28. Então me levou ao átrio interior pela porta do sul; e mediu a porta do sul, conforme estas medidas. |
| 29. E as suas câmaras, e os seus pilares, e os seus arcos eram conforme estas medidas; e tinham também janelas ao redor dos seus arcos; o comprimento era de cinquenta côvados, e a largura de vinte e cinco côvados. |
| 30. E havia arcos em redor; o comprimento era de vinte e cinco côvados, e a largura de cinco côvados. |
| 31. E os seus arcos estavam na direção do átrio exterior, e havia palmeiras nos seus pilares; e de oito degraus eram as suas subidas. |
| 32. Depois me levou ao átrio interior, para o caminho do oriente, e mediu a porta conforme estas medidas; |
| 33. E também as suas câmaras, e os seus pilares, e os seus arcos, conforme estas medidas; e havia também janelas em redor dos seus arcos; o comprimento de cinquenta côvados, e a largura de vinte e cinco côvados. |
| 34. E os seus arcos estavam no átrio de fora; também havia palmeiras nos seus pilares de um e de outro lado; e eram as suas subidas de oito degraus. |
| 35. Então me levou à porta do norte, e mediu conforme estas medidas; |
| 36. As suas câmaras, os seus pilares, e os seus arcos; também tinha janelas em redor; o comprimento era de cinquenta côvados, e a largura de vinte e cinco côvados. |
| 37. E os seus pilares estavam no átrio exterior; também havia palmeiras nos seus pilares de um e de outro lado; e eram as suas subidas de oito degraus. |
| 38. E as suas câmaras e as suas entradas estavam junto aos pilares das portas onde lavavam o holocausto. |
| 39. E no vestíbulo da porta havia duas mesas de um lado, e duas mesas do outro, para nelas se matar o holocausto e a oferta pelo pecado e pela culpa. |
| 40. Também do lado de fora da subida para a entrada da porta do norte havia duas mesas; e do outro lado, que estava no vestíbulo da porta, havia duas mesas. |
| 41. Quatro mesas de um lado, e quatro mesas do outro; aos lados da porta oito mesas, sobre as quais imolavam. |
| 42. E as quatro mesas para o holocausto eram de pedras lavradas; o comprimento era de um côvado e meio, e a largura de um côvado e meio, e a altura de um côvado; e sobre elas se punham os instrumentos com que imolavam o holocausto e o sacrifício. |
| 43. E os ganchos de um palmo de comprimento, estavam fixos por dentro em redor, e sobre as mesas estava a carne da oferta. |
| 44. E fora da porta interior estavam as câmaras dos cantores, no átrio de dentro, que estava ao lado da porta do norte e olhava para o caminho do sul; uma estava ao lado da porta do oriente, e olhava para o caminho do norte. |
| 45. E ele me disse: Esta câmara que olha para o caminho do sul é para os sacerdotes que têm a guarda da casa. |
| 46. Mas a câmara que olha para o caminho do norte é para os sacerdotes que têm a guarda do altar; são estes os filhos de Zadoque, que se chegam ao Senhor, dentre os filhos de Levi, para o servir. |
| 47. E mediu o átrio; o comprimento de cem côvados e a largura de cem côvados, um quadrado; e o altar estava diante da casa. |
| 48. Então me levou ao vestíbulo da casa, e mediu a cada pilar do vestíbulo, cinco côvados de um lado, e cinco côvados do outro; e a largura da porta, três côvados de um lado, e três côvados do outro. |
| 49. O comprimento do vestíbulo era de vinte côvados, e a largura de onze côvados, e era por degraus, que se subia a ele; e havia colunas junto aos pilares, uma de um lado e outra do outro. |
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