Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 269 de 365 dias
| 2 Samuel: 22 |
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| 1. E falou Davi ao Senhor as palavras deste cântico, no dia em que o Senhor o livrou das mãos de todos os seus inimigos e das mãos de Saul. |
| 2. Disse pois: O Senhor é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador. |
| 3. Deus é o meu rochedo, nele confiarei; o meu escudo, e a força da minha salvação, o meu alto retiro, e o meu refúgio. Ó meu Salvador, da violência me salvas. |
| 4. O Senhor, digno de louvor, invocarei, e de meus inimigos ficarei livre, |
| 5. Porque me cercaram as ondas de morte; as torrentes dos homens ímpios me assombraram. |
| 6. Cordas do inferno me cingiram; encontraram-me laços de morte. |
| 7. Estando em angústia, invoquei ao Senhor, e a meu Deus clamei; do seu templo ouviu ele a minha voz, e o meu clamor chegou aos seus ouvidos. |
| 8. Então se abalou e tremeu a terra, os fundamentos dos céus se moveram e abalaram, porque ele se irou. |
| 9. Subiu fumaça de suas narinas, e da sua boca um fogo devorador; carvões se incenderam dele. |
| 10. E abaixou os céus, e desceu; e uma escuridão havia debaixo de seus pés. |
| 11. E subiu sobre um querubim, e voou; e foi visto sobre as asas do vento. |
| 12. E por tendas pôs as trevas ao redor de si; ajuntamento de águas, nuvens dos céus. |
| 13. Pelo resplendor da sua presença brasas de fogo se acenderam. |
| 14. Trovejou desde os céus o Senhor; e o Altíssimo fez soar a sua voz. |
| 15. E disparou flechas, e os dissipou; raios, e os perturbou. |
| 16. E apareceram as profundezas do mar, e os fundamentos do mundo se descobriram; pela repreensão do Senhor, pelo sopro do vento das suas narinas. |
| 17. Desde o alto enviou, e me tomou; tirou-me das muitas águas. |
| 18. Livrou-me do meu poderoso inimigo, e daqueles que me tinham ódio, porque eram mais fortes do que eu. |
| 19. Encontraram-me no dia da minha calamidade; porém o Senhor se fez o meu amparo. |
| 20. E tirou-me para um lugar espaçoso, e livrou-me, porque tinha prazer em mim. |
| 21. Recompensou-me o Senhor conforme a minha justiça; conforme a pureza de minhas mãos me retribuiu. |
| 22. Porque guardei os caminhos do Senhor; e não me apartei impiamente do meu Deus. |
| 23. Porque todos os seus juízos estavam diante de mim; e de seus estatutos não me desviei. |
| 24. Porém fui sincero perante ele; e guardei-me da minha iniquidade. |
| 25. E me retribuiu o Senhor conforme a minha justiça, conforme a minha pureza diante dos seus olhos. |
| 26. Com o benigno te mostras benigno; com o homem íntegro te mostras perfeito. |
| 27. Com o puro te mostras puro; mas com o perverso te mostras rígido. |
| 28. E o povo aflito livras; mas teus olhos são contra os altivos, e tu os abaterás. |
| 29. Porque tu, Senhor, és a minha lâmpada; e o Senhor ilumina as minhas trevas. |
| 30. Porque contigo passo pelo meio de um esquadrão; pelo meu Deus salto um muro. |
| 31. O caminho de Deus é perfeito, e a palavra do Senhor refinada; e é o escudo de todos os que nele confiam. |
| 32. Por que, quem é Deus, senão o Senhor? E quem é rochedo, senão o nosso Deus? |
| 33. Deus é a minha fortaleza e a minha força, e ele perfeitamente desembaraça o meu caminho. |
| 34. Faz ele os meus pés como os das cervas, e me põe sobre as minhas alturas. |
| 35. Instrui as minhas mãos para a peleja, de maneira que um arco de cobre se quebra pelos meus braços. |
| 36. Também me deste o escudo da tua salvação, e pela tua brandura me vieste a engrandecer. |
| 37. Alargaste os meus passos debaixo de mim, e não vacilaram os meus pés. |
| 38. Persegui os meus inimigos, e os derrotei, e nunca me tornei até que os consumisse. |
| 39. E os consumi, e os atravessei, de modo que nunca mais se levantaram, mas caíram debaixo dos meus pés. |
| 40. Porque me cingiste de força para a peleja; fizeste abater-se debaixo de mim os que se levantaram contra mim, |
| 41. E deste-me o pescoço de meus inimigos, daqueles que me tinham ódio, e os destruí. |
| 42. Olharam, porém não houve libertador; sim, para o Senhor, porém não lhes respondeu. |
| 43. Então os moí como o pó da terra; como a lama das ruas os trilhei e dissipei. |
| 44. Também me livraste das contendas do meu povo; guardaste-me para cabeça das nações; o povo que não conhecia me servirá. |
| 45. Os filhos de estranhos se me sujeitaram; ouvindo a minha voz, me obedeceram. |
| 46. Os filhos de estranhos desfaleceram; e, cingindo-se, saíram dos seus esconderijos. |
| 47. Vive o Senhor, e bendito seja o meu rochedo; e exaltado seja Deus, a rocha da minha salvação, |
| 48. O Deus que me dá inteira vingança, e sujeita os povos debaixo de mim. |
| 49. E o que me tira dentre os meus inimigos; e tu me exaltas sobre os que contra mim se levantam; do homem violento me livras. |
| 50. Por isso, ó Senhor, te louvarei entre os gentios, e entoarei louvores ao teu nome. |
| 51. Ele é a torre das salvações do seu rei, e usa de benignidade com o seu ungido, com Davi, e com a sua descendência para sempre. |
| Gálatas: 2 |
| 1. Depois, passados catorze anos, subi outra vez a Jerusalém com Barnabé, levando também comigo Tito. |
| 2. E subi por uma revelação, e lhes expus o evangelho, que prego entre os gentios, e particularmente aos que estavam em estima; para que de maneira alguma não corresse ou não tivesse corrido em vão. |
| 3. Mas nem ainda Tito, que estava comigo, sendo grego, foi constrangido a circuncidar-se; |
| 4. E isto por causa dos falsos irmãos que se intrometeram, e secretamente entraram a espiar a nossa liberdade, que temos em Cristo Jesus, para nos porem em servidão; |
| 5. Aos quais nem ainda por uma hora cedemos com sujeição, para que a verdade do evangelho permanecesse entre vós. |
| 6. E, quanto àqueles que pareciam ser alguma coisa (quais tenham sido noutro tempo, não se me dá; Deus não aceita a aparência do homem), esses, digo, que pareciam ser alguma coisa, nada me comunicaram; |
| 7. Antes, pelo contrário, quando viram que o evangelho da incircuncisão me estava confiado, como a Pedro o da circuncisão |
| 8. (Porque aquele que operou eficazmente em Pedro para o apostolado da circuncisão, esse operou também em mim com eficácia para com os gentios), |
| 9. E conhecendo Tiago, Cefas e João, que eram considerados como as colunas, a graça que me havia sido dada, deram-nos as destras, em comunhão comigo e com Barnabé, para que nós fôssemos aos gentios, e eles à circuncisão; |
| 10. Recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres, o que também procurei fazer com diligência. |
| 11. E, chegando Pedro à Antioquia, lhe resisti na cara, porque era repreensível. |
| 12. Porque, antes que alguns tivessem chegado da parte de Tiago, comia com os gentios; mas, depois que chegaram, se foi retirando, e se apartou deles, temendo os que eram da circuncisão. |
| 13. E os outros judeus também dissimulavam com ele, de maneira que até Barnabé se deixou levar pela sua dissimulação. |
| 14. Mas, quando vi que não andavam bem e direitamente conforme a verdade do evangelho, disse a Pedro na presença de todos: Se tu, sendo judeu, vives como os gentios, e não como judeu, por que obrigas os gentios a viverem como judeus? |
| 15. Nós somos judeus por natureza, e não pecadores dentre os gentios. |
| 16. Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Cristo Jesus, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada. |
| 17. Pois, se nós, que procuramos ser justificados em Cristo, nós mesmos também somos achados pecadores, é porventura Cristo ministro do pecado? De maneira nenhuma. |
| 18. Porque, se torno a edificar aquilo que destruí, constituo-me a mim mesmo transgressor. |
| 19. Porque eu, pela lei, estou morto para a lei, para viver para Deus. |
| 20. Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim. |
| 21. Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu em vão. |
| Ezequiel: 29 |
| 1. No décimo ano, no décimo mês, no dia doze do mês, veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: |
| 2. Filho do homem, dirige o teu rosto contra Faraó, rei do Egito, e profetiza contra ele e contra todo o Egito. |
| 3. Fala, e dize: Assim diz o Senhor Deus: Eis-me contra ti, ó Faraó, rei do Egito, grande dragão, que pousas no meio dos teus rios, e que dizes: O meu rio é meu, e eu o fiz para mim. |
| 4. Mas eu porei anzóis em teus queixos, e farei que os peixes dos teus rios se apeguem às tuas escamas; e tirar-te-ei do meio dos teus rios, e todos os peixes dos teus rios se apegarem às tuas escamas. |
| 5. E te deixarei no deserto, a ti e a todo o peixe dos teus rios; sobre a face do campo cairás; não serás recolhido nem ajuntado; aos animais da terra e às aves do céu te dei por mantimento. |
| 6. E saberão todos os moradores do Egito que eu sou o Senhor, porquanto se tornaram um cajado de cana para a casa de Israel. |
| 7. Tomando-te eles pela mão, te quebraste, e lhes rasgaste todo o ombro; e quando se apoiaram em ti, te quebraste, e lhes fazias tremer todos os seus lombos. |
| 8. Portanto, assim diz o Senhor Deus: Eis que eu trarei sobre ti a espada, e de ti destruirei homem e animal, |
| 9. E a terra do Egito se tornará em desolação e deserto; e saberão que eu sou o Senhor, porquanto disse: O rio é meu, e eu o fiz. |
| 10. Portanto, eis que eu estou contra ti, e contra os teus rios; e tornarei a terra do Egito deserta, em completa desolação, desde a torre de Syene até aos confins da Etiópia. |
| 11. Não passará por ela pé de homem, nem pé de animal passará por ela, nem será habitada quarenta anos. |
| 12. Porque tornarei a terra do Egito em desolação no meio das terras desoladas; e as suas cidades entre as cidades desertas se tornarão em desolação por quarenta anos; e espalharei os egípcios entre as nações, e os dispersarei pelas terras. |
| 13. Porém, assim diz o Senhor Deus: Ao fim de quarenta anos ajuntarei os egípcios dentre os povos entre os quais foram espalhados. |
| 14. E removerei o cativeiro dos egípcios, e os farei voltar à terra de Patros, à terra de sua origem; e serão ali um reino humilde; |
| 15. Mais humilde se fará do que os outros reinos, e nunca mais se exalçará sobre as nações; porque os diminuirei, para que não dominem sobre as nações. |
| 16. E não será mais a confiança da casa de Israel, para lhes trazer à lembrança a sua iniquidade, quando olharem para trás deles; antes saberão que eu sou o Senhor Deus. |
| 17. E sucedeu que, no ano vinte e sete, no primeiro mês, no primeiro dia do mês, veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: |
| 18. Filho do homem, Nabucodonosor, rei de Babilônia, fez com que o seu exército prestasse um grande serviço contra Tiro; toda a cabeça se tornou calva, e todo o ombro se pelou; e não houve paga de Tiro para ele, nem para o seu exército, pelo serviço que prestou contra ela. |
| 19. Portanto, assim diz o Senhor Deus: Eis que eu darei a Nabucodonosor, rei de Babilônia, a terra do Egito; e levará a sua multidão, e tomará o seu despojo, e roubará a sua presa, e isto será a recompensa para o seu exército. |
| 20. Como recompensa do seu trabalho, com que serviu contra ela, lhe dei a terra do Egito; porquanto trabalharam por mim, diz o Senhor Deus. |
| 21. Naquele dia farei brotar o poder na casa de Israel, e abrirei a tua boca no meio deles; e saberão que eu sou o Senhor. |
Almeida Corrigida Fiel: 269 de 365 dias