Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 20 de 365 dias
| Gênesis: 21 |
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| 1. E o Senhor visitou a Sara, como tinha dito; e fez o Senhor a Sara como tinha prometido. |
| 2. E concebeu Sara, e deu a Abraão um filho na sua velhice, ao tempo determinado, que Deus lhe tinha falado. |
| 3. E Abraão pôs no filho que lhe nascera, que Sara lhe dera, o nome de Isaque. |
| 4. E Abraão circuncidou o seu filho Isaque, quando era da idade de oito dias, como Deus lhe tinha ordenado. |
| 5. E era Abraão da idade de cem anos, quando lhe nasceu Isaque seu filho. |
| 6. E disse Sara: Deus me tem feito riso; todo aquele que o ouvir se rirá comigo. |
| 7. Disse mais: Quem diria a Abraão que Sara daria de mamar a filhos? Pois lhe dei um filho na sua velhice. |
| 8. E cresceu o menino, e foi desmamado; então Abraão fez um grande banquete no dia em que Isaque foi desmamado. |
| 9. E viu Sara que o filho de Agar, a egípcia, o qual tinha dado a Abraão, zombava. |
| 10. E disse a Abraão: Ponha fora esta serva e o seu filho; porque o filho desta serva não herdará com Isaque, meu filho. |
| 11. E pareceu esta palavra muito má aos olhos de Abraão, por causa de seu filho. |
| 12. Porém Deus disse a Abraão: Não te pareça mal aos teus olhos acerca do moço e acerca da tua serva; em tudo o que Sara te diz, ouve a sua voz; porque em Isaque será chamada a tua descendência. |
| 13. Mas também do filho desta serva farei uma nação, porquanto é tua descendência. |
| 14. Então se levantou Abraão pela manhã de madrugada, e tomou pão e um odre de água e os deu a Agar, pondo-os sobre o seu ombro; também lhe deu o menino e despediu-a; e ela partiu, andando errante no deserto de Berseba. |
| 15. E consumida a água do odre, lançou o menino debaixo de uma das árvores. |
| 16. E foi assentar-se em frente, afastando-se à distância de um tiro de arco; porque dizia: Que eu não veja morrer o menino. E assentou-se em frente, e levantou a sua voz, e chorou. |
| 17. E ouviu Deus a voz do menino, e bradou o anjo de Deus a Agar desde os céus, e disse-lhe: Que tens, Agar? Não temas, porque Deus ouviu a voz do menino desde o lugar onde está. |
| 18. Ergue-te, levanta o menino e pega-lhe pela mão, porque dele farei uma grande nação. |
| 19. E abriu-lhe Deus os olhos, e viu um poço de água; e foi encher o odre de água, e deu de beber ao menino. |
| 20. E era Deus com o menino, que cresceu; e habitou no deserto, e foi flecheiro. |
| 21. E habitou no deserto de Parã; e sua mãe tomou-lhe mulher da terra do Egito. |
| 22. E aconteceu naquele mesmo tempo que Abimeleque, com Ficol, príncipe do seu exército, falou com Abraão, dizendo: Deus é contigo em tudo o que fazes; |
| 23. Agora, pois, jura-me aqui por Deus, que não mentirás a mim, nem a meu filho, nem a meu neto; segundo a beneficência que te fiz, me farás a mim, e à terra onde peregrinaste. |
| 24. E disse Abraão: Eu jurarei. |
| 25. Abraão, porém, repreendeu a Abimeleque por causa de um poço de água, que os servos de Abimeleque haviam tomado à força. |
| 26. Então disse Abimeleque: Eu não sei quem fez isto; e também tu não mo fizeste saber, nem eu o ouvi senão hoje. |
| 27. E tomou Abraão ovelhas e vacas, e deu-as a Abimeleque; e fizeram ambos uma aliança. |
| 28. Pôs Abraão, porém, à parte sete cordeiras do rebanho. |
| 29. E Abimeleque disse a Abraão: Para que estão aqui estas sete cordeiras, que puseste à parte? |
| 30. E disse: Tomarás estas sete cordeiras de minha mão, para que sejam em testemunho que eu cavei este poço. |
| 31. Por isso se chamou aquele lugar Berseba, porquanto ambos juraram ali. |
| 32. Assim fizeram aliança em Berseba. Depois se levantou Abimeleque e Ficol, príncipe do seu exército, e tornaram-se para a terra dos filisteus. |
| 33. E plantou um bosque em Berseba, e invocou lá o nome do Senhor, Deus eterno. |
| 34. E peregrinou Abraão na terra dos filisteus muitos dias. |
| Mateus: 20 |
| 1. Porque o reino dos céus é semelhante a um homem, pai de família, que saiu de madrugada a assalariar trabalhadores para a sua vinha. |
| 2. E, ajustando com os trabalhadores a um dinheiro por dia, mandou-os para a sua vinha. |
| 3. E, saindo perto da hora terceira, viu outros que estavam ociosos na praça, |
| 4. E disse-lhes: Ide vós também para a vinha, e dar-vos-ei o que for justo. E eles foram. |
| 5. Saindo outra vez, perto da hora sexta e nona, fez o mesmo. |
| 6. E, saindo perto da hora undécima, encontrou outros que estavam ociosos, e perguntou-lhes: Por que estais ociosos todo o dia? |
| 7. Disseram-lhe eles: Porque ninguém nos assalariou. Disse-lhes ele: Ide vós também para a vinha, e recebereis o que for justo. |
| 8. E, aproximando-se a noite, disse o senhor da vinha ao seu mordomo: Chama os trabalhadores, e paga-lhes o salário, começando pelos derradeiros, até aos primeiros. |
| 9. E, chegando os que tinham ido perto da hora undécima, receberam um dinheiro cada um. |
| 10. Vindo, porém, os primeiros, cuidaram que haviam de receber mais; mas do mesmo modo receberam um dinheiro cada um. |
| 11. E, recebendo-o, murmuravam contra o pai de família, |
| 12. Dizendo: Estes derradeiros trabalharam só uma hora, e tu os igualaste conosco, que suportamos a fadiga e a calma do dia. |
| 13. Mas ele, respondendo, disse a um deles: Amigo, não te faço agravo; não ajustaste tu comigo um dinheiro? |
| 14. Toma o que é teu, e retira-te; eu quero dar a este derradeiro tanto como a ti. |
| 15. Ou não me é lícito fazer o que quiser do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom? |
| 16. Assim os derradeiros serão primeiros, e os primeiros derradeiros; porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos. |
| 17. E, subindo Jesus a Jerusalém, chamou à parte os seus doze discípulos, e no caminho disse-lhes: |
| 18. Eis que vamos para Jerusalém, e o Filho do homem será entregue aos principais sacerdotes, e aos escribas, e condená-lo-ão à morte. |
| 19. E o entregarão aos gentios para que dele escarneçam, e o açoitem e crucifiquem, e ao terceiro dia ressuscitará. |
| 20. Então se aproximou dele a mãe dos filhos de Zebedeu, com seus filhos, adorando-o, e fazendo-lhe um pedido. |
| 21. E ele diz-lhe: Que queres? Ela respondeu: Dize que estes meus dois filhos se assentem, um à tua direita e outro à tua esquerda, no teu reino. |
| 22. Jesus, porém, respondendo, disse: Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu hei de beber, e ser batizados com o batismo com que eu sou batizado? Dizem-lhe eles: Podemos. |
| 23. E diz-lhes ele: Na verdade bebereis o meu cálice e sereis batizados com o batismo com que eu sou batizado, mas o assentar-se à minha direita ou à minha esquerda não me pertence dá-lo, mas é para aqueles para quem meu Pai o tem preparado. |
| 24. E, quando os dez ouviram isto, indignaram-se contra os dois irmãos. |
| 25. Então Jesus, chamando-os para junto de si, disse: Bem sabeis que pelos príncipes dos gentios são estes dominados, e que os grandes exercem autoridade sobre eles. |
| 26. Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal; |
| 27. E, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo; |
| 28. Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos. |
| 29. E, saindo eles de Jericó, seguiu-o grande multidão. |
| 30. E eis que dois cegos, assentados junto do caminho, ouvindo que Jesus passava, clamaram, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós! |
| 31. E a multidão os repreendia, para que se calassem; eles, porém, cada vez clamavam mais, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós! |
| 32. E Jesus, parando, chamou-os, e disse: Que quereis que vos faça? |
| 33. Disseram-lhe eles: Senhor, que os nossos olhos sejam abertos. |
| 34. Então Jesus, movido de íntima compaixão, tocou-lhes nos olhos, e logo seus olhos viram; e eles o seguiram. |
| Neemias: 10 |
| 1. E os que selaram foram: Neemias, o governador, filho de Hacalias, e Zedequias, |
| 2. Seraías, Azarias, Jeremias, |
| 3. Pasur, Amarias, Malquias, |
| 4. Hatus, Sebanias, Maluque, |
| 5. Harim, Meremote, Obadias, |
| 6. Daniel, Ginetom, Baruque, |
| 7. Mesulão, Abias, Miamim, |
| 8. Maazias, Bilgai, Semaías; estes eram os sacerdotes. |
| 9. E os levitas: Jesuá, filho de Azanias, Binui, dos filhos de Henadade, Cadmiel, |
| 10. E seus irmãos: Sebanias, Hodias, Quelita, Pelaías, Hanã, |
| 11. Mica, Reobe, Hasabias, |
| 12. Zacur, Serebias, Sebanias, |
| 13. Hodias, Bani e Beninu. |
| 14. Os chefes do povo: Parós, Paate-Moabe, Elão, Zatu, Bani, |
| 15. Buni, Azgade, Bebai, |
| 16. Adonias, Bigvai, Adim, |
| 17. Ater, Ezequias, Azur, |
| 18. Hodias, Hasum, Bezai, |
| 19. Harife, Anatote, Nebai, |
| 20. Magpias, Mesulão, Hezir, |
| 21. Mesezabeel, Zadoque, Jadua, |
| 22. Pelatias, Hanã, Anaías, |
| 23. Oseias, Hananias, Hassube, |
| 24. Haloés, Pilha, Sobeque, |
| 25. Reum, Hasabná, Maaseias, |
| 26. E Aías, Hanã, Anã, |
| 27. Maluque, Harim e Baaná. |
| 28. E o restante do povo, os sacerdotes, os levitas, os porteiros, os cantores, os netineus, todos os que se tinham separado dos povos das terras para a lei de Deus, suas mulheres, seus filhos e suas filhas, todos os que tinham conhecimento e entendimento, |
| 29. Firmemente aderiram a seus irmãos os mais nobres dentre eles, e convieram num anátema e num juramento, de que andariam na lei de Deus, que foi dada pelo ministério de Moisés, servo de Deus; e de que guardariam e cumpririam todos os mandamentos do Senhor nosso Senhor, e os seus juízos e os seus estatutos; |
| 30. E que não daríamos as nossas filhas aos povos da terra, nem tomaríamos as filhas deles para os nossos filhos. |
| 31. E que, trazendo os povos da terra no dia de sábado qualquer mercadoria, e qualquer grão para venderem, nada compraríamos deles no sábado, nem no dia santificado; e no sétimo ano deixaríamos descansar a terra, e perdoaríamos toda e qualquer cobrança. |
| 32. Também sobre nós pusemos preceitos, impondo-nos cada ano a terça parte de um siclo, para o ministério da casa do nosso Deus; |
| 33. Para os pães da proposição, para a contínua oferta de alimentos, e para o contínuo holocausto dos sábados, das luas novas, para as festas solenes, para as coisas sagradas, e para os sacrifícios pelo pecado, para expiação de Israel, e para toda a obra da casa do nosso Deus. |
| 34. Também lançamos sortes entre os sacerdotes, levitas, e o povo, acerca da oferta da lenha que se havia de trazer à casa do nosso Deus, segundo as casas de nossos pais, a tempos determinados, de ano em ano, para se queimar sobre o altar do Senhor nosso Deus, como está escrito na lei. |
| 35. Que também traríamos as primícias da nossa terra, e as primícias de todos os frutos de todas as árvores, de ano em ano, à casa do Senhor. |
| 36. E os primogênitos dos nossos filhos, e os do nosso gado, como está escrito na lei; e que os primogênitos do nosso gado e das nossas ovelhas traríamos à casa do nosso Deus, aos sacerdotes, que ministram na casa do nosso Deus. |
| 37. E que as primícias da nossa massa, as nossas ofertas alçadas, o fruto de toda a árvore, o mosto e o azeite, traríamos aos sacerdotes, às câmaras da casa do nosso Deus; e os dízimos da nossa terra aos levitas; e que os levitas receberiam os dízimos em todas as cidades, da nossa lavoura. |
| 38. E que o sacerdote, filho de Arão, estaria com os levitas quando os levitas recebessem os dízimos, e que os levitas trariam os dízimos dos dízimos à casa do nosso Deus, às câmaras da casa do tesouro. |
| 39. Porque àquelas câmaras os filhos de Israel e os filhos de Levi devem trazer ofertas alçadas do grão, do mosto e do azeite; porquanto ali estão os vasos do santuário, como também os sacerdotes que ministram, os porteiros e os cantores; e que assim não desampararíamos a casa do nosso Deus. |
Almeida Corrigida Fiel: 20 de 365 dias