Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 183 de 365 dias
| Josué: 4 |
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| 1. Sucedeu que, acabando todo o povo de passar o Jordão, falou o Senhor a Josué, dizendo: |
| 2. Tomai do povo doze homens, de cada tribo um homem; |
| 3. E mandai-lhes, dizendo: Tirai daqui, do meio do Jordão, do lugar onde estavam firmes os pés dos sacerdotes, doze pedras; e levai-as convosco à outra margem e depositai-as no alojamento em que haveis de passar esta noite. |
| 4. Chamou, pois, Josué os doze homens, que escolhera dos filhos de Israel; de cada tribo um homem; |
| 5. E disse-lhes Josué: Passai adiante da arca do Senhor vosso Deus, ao meio do Jordão; e cada um levante uma pedra sobre o ombro, segundo o número das tribos dos filhos de Israel; |
| 6. Para que isto seja por sinal entre vós; e quando vossos filhos no futuro perguntarem, dizendo: Que significam estas pedras? |
| 7. Então lhes direis que as águas do Jordão se separaram diante da arca da aliança do Senhor; passando ela pelo Jordão, separaram-se as águas do Jordão; assim estas pedras serão para sempre por memorial aos filhos de Israel. |
| 8. Fizeram, pois, os filhos de Israel assim como Josué tinha ordenado, e levantaram doze pedras do meio do Jordão como o Senhor dissera a Josué, segundo o número das tribos dos filhos de Israel; e levaram-nas consigo ao alojamento, e as depositaram ali. |
| 9. Levantou Josué também doze pedras no meio do Jordão, no lugar onde estiveram parados os pés dos sacerdotes, que levavam a arca da aliança; e ali estão até ao dia de hoje. |
| 10. Pararam, pois, os sacerdotes, que levavam a arca, no meio do Jordão, em pé, até que se cumpriu tudo quanto o Senhor mandara Josué dizer ao povo, conforme a tudo quanto Moisés tinha ordenado a Josué; e apressou-se o povo, e passou. |
| 11. E sucedeu que, assim que todo o povo acabou de passar, então passou a arca do Senhor, e os sacerdotes, à vista do povo. |
| 12. E passaram os filhos de Rúben, e os filhos de Gade, e a meia tribo de Manassés, armados na frente dos filhos de Israel, como Moisés lhes tinha falado; |
| 13. Uns quarenta mil homens de guerra, armados, passaram diante do Senhor para batalha, às campinas de Jericó. |
| 14. Naquele dia o Senhor engrandeceu a Josué diante dos olhos de todo o Israel; e temeram-no, como haviam temido a Moisés, todos os dias da sua vida. |
| 15. Falou, pois, o Senhor a Josué, dizendo: |
| 16. Dá ordem aos sacerdotes, que levam a arca do testemunho, que subam do Jordão. |
| 17. E deu Josué ordem aos sacerdotes, dizendo: Subi do Jordão. |
| 18. E aconteceu que, como os sacerdotes, que levavam a arca da aliança do Senhor, subiram do meio do Jordão, e as plantas dos pés dos sacerdotes se puseram em seco, as águas do Jordão se tornaram ao seu lugar, e corriam, como antes, sobre todas as suas ribanceiras. |
| 19. Subiu, pois, o povo, do Jordão no dia dez do mês primeiro; e alojaram-se em Gilgal, do lado oriental de Jericó. |
| 20. E as doze pedras, que tinham tomado do Jordão, levantou-as Josué em Gilgal. |
| 21. E falou aos filhos de Israel, dizendo: Quando no futuro vossos filhos perguntarem a seus pais, dizendo: Que significam estas pedras? |
| 22. Fareis saber a vossos filhos, dizendo: Israel passou em seco este Jordão. |
| 23. Porque o Senhor vosso Deus fez secar as águas do Jordão diante de vós, até que passásseis, como o Senhor vosso Deus fez ao Mar Vermelho que fez secar perante nós, até que passássemos. |
| 24. Para que todos os povos da terra conheçam a mão do Senhor, que é forte, para que temais ao Senhor vosso Deus todos os dias. |
| Salmos: 129 |
| 1. Muitas vezes me angustiaram desde a minha mocidade, diga agora Israel; |
| 2. Muitas vezes me angustiaram desde a minha mocidade; todavia não prevaleceram contra mim. |
| 3. Os lavradores araram sobre as minhas costas; compridos fizeram os seus sulcos. |
| 4. O Senhor é justo; cortou as cordas dos ímpios. |
| 5. Sejam confundidos, e voltem para trás todos os que odeiam a Sião. |
| 6. Sejam como a erva dos telhados que se seca antes que a arranquem. |
| 7. Com a qual o segador não enche a sua mão, nem o que ata os feixes enche o seu braço. |
| 8. Nem tampouco os que passam dizem: A bênção do Senhor seja sobre vós; nós vos abençoamos em nome do Senhor. |
| Salmos: 130 |
| 1. Das profundezas a ti clamo, ó Senhor. |
| 2. Senhor, escuta a minha voz; sejam os teus ouvidos atentos à voz das minhas súplicas. |
| 3. Se tu, Senhor, observares as iniquidades, Senhor, quem subsistirá? |
| 4. Mas contigo está o perdão, para que sejas temido. |
| 5. Aguardo ao Senhor; a minha alma o aguarda, e espero na sua palavra. |
| 6. A minha alma anseia pelo Senhor, mais do que os guardas pela manhã, mais do que aqueles que guardam pela manhã. |
| 7. Espere Israel no Senhor, porque no Senhor há misericórdia, e nele há abundante redenção. |
| 8. E ele remirá a Israel de todas as suas iniquidades. |
| Salmos: 131 |
| 1. Senhor, o meu coração não se elevou nem os meus olhos se levantaram; não me exercito em grandes matérias, nem em coisas muito elevadas para mim. |
| 2. Certamente que me tenho portado e sossegado como uma criança desmamada de sua mãe; a minha alma está como uma criança desmamada. |
| 3. Espere Israel no Senhor, desde agora e para sempre. |
| Isaías: 64 |
| 1. Oh! Se fendesses os céus, e descesses, e os montes se escoassem de diante da tua face, |
| 2. Como o fogo abrasador de fundição, fogo que faz ferver as águas, para fazeres notório o teu nome aos teus adversários, e assim as nações tremessem da tua presença! |
| 3. Quando fazias coisas terríveis, que nunca esperávamos, descias, e os montes se escoavam diante da tua face. |
| 4. Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera. |
| 5. Saíste ao encontro daquele que se alegrava e praticava justiça e dos que se lembram de ti nos teus caminhos; eis que te iraste, porque pecamos; neles há eternidade, para que sejamos salvos. |
| 6. Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades como um vento nos arrebatam. |
| 7. E já ninguém há que invoque o teu nome, que se desperte, e te detenhas; porque escondes de nós o teu rosto, e nos fazes derreter, por causa das nossas iniquidades. |
| 8. Mas agora, ó Senhor, tu és nosso Pai; nós o barro e tu o nosso oleiro; e todos nós a obra das tuas mãos. |
| 9. Não te enfureças tanto, ó Senhor, nem perpetuamente te lembres da iniquidade; olha, pois, nós te pedimos, todos nós somos o teu povo. |
| 10. As tuas santas cidades tornaram-se um deserto; Sião está feita um deserto, Jerusalém está assolada. |
| 11. A nossa santa e gloriosa casa, em que te louvavam nossos pais, foi queimada a fogo; e todas as nossas coisas preciosas se tornaram em assolação. |
| 12. Conter-te-ias tu ainda sobre estas coisas, ó Senhor? Ficarias calado, e nos afligirias tanto? |
Almeida Corrigida Fiel: 183 de 365 dias