Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 142 de 365 dias
| Números: 31 |
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| 1. E falou o Senhor a Moisés, dizendo: |
| 2. Vinga os filhos de Israel dos midianitas; depois recolhido serás ao teu povo. |
| 3. Falou, pois, Moisés ao povo, dizendo: Armem-se alguns de vós para a guerra, e saiam contra os midianitas, para fazerem a vingança do Senhor contra eles. |
| 4. Mil de cada tribo, entre todas as tribos de Israel, enviareis à guerra. |
| 5. Assim foram dados, dos milhares de Israel, mil de cada tribo; doze mil armados para a peleja. |
| 6. E Moisés os mandou à guerra, mil de cada tribo, e com eles Fineias, filho de Eleazar, o sacerdote, com os vasos do santuário, e com as trombetas do alarido na sua mão. |
| 7. E pelejaram contra os midianitas, como o Senhor ordenara a Moisés; e mataram a todos os homens. |
| 8. Mataram também, além dos que já haviam sido mortos, os reis dos midianitas: a Evi, e a Requém, e a Zur, e a Hur, e a Reba, cinco reis dos midianitas; também a Balaão, filho de Beor, mataram à espada. |
| 9. Porém, os filhos de Israel levaram presas as mulheres dos midianitas e as suas crianças; também levaram todos os seus animais e todo o seu gado, e todos os seus bens. |
| 10. E queimaram a fogo todas as suas cidades com todas as suas habitações e todos os seus acampamentos. |
| 11. E tomaram todo o despojo e toda a presa de homens e de animais. |
| 12. E trouxeram a Moisés e a Eleazar, o sacerdote, e à congregação dos filhos de Israel, os cativos, e a presa, e o despojo, para o arraial, nas campinas de Moabe, que estão junto ao Jordão, na altura de Jericó. |
| 13. Porém Moisés e Eleazar, o sacerdote, e todos os príncipes da congregação, saíram a recebê-los fora do arraial. |
| 14. E indignou-se Moisés grandemente contra os oficiais do exército, capitães dos milhares e capitães das centenas, que vinham do serviço da guerra. |
| 15. E Moisés disse-lhes: Deixastes viver todas as mulheres? |
| 16. Eis que estas foram as que, por conselho de Balaão, deram ocasião aos filhos de Israel de transgredir contra o Senhor no caso de Peor; por isso houve aquela praga entre a congregação do Senhor. |
| 17. Agora, pois, matai todo o homem entre as crianças, e matai toda a mulher que conheceu algum homem, deitando-se com ele. |
| 18. Porém, todas as meninas que não conheceram algum homem, deitando-se com ele, deixai-as viver para vós. |
| 19. E alojai-vos sete dias fora do arraial; qualquer que tiver matado alguma pessoa, e qualquer que tiver tocado algum morto, ao terceiro dia, e ao sétimo dia vos purificareis, a vós e a vossos cativos. |
| 20. Também purificareis toda a roupa, e toda a obra de peles, e toda a obra de pelos de cabras, e todo o utensílio de madeira. |
| 21. E disse Eleazar, o sacerdote, aos homens da guerra, que foram à peleja: Este é o estatuto da lei que o Senhor ordenou a Moisés. |
| 22. Contudo o ouro, e a prata, o cobre, o ferro, o estanho, e o chumbo, |
| 23. Toda a coisa que pode resistir ao fogo, fareis passar pelo fogo, para que fique limpa, todavia se purificará com a água da purificação; mas tudo que não pode resistir ao fogo, fareis passar pela água. |
| 24. Também lavareis as vossas roupas ao sétimo dia, para que fiqueis limpos; e depois entrareis no arraial. |
| 25. Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo: |
| 26. Faze a soma da presa que foi tomada, de homens e de animais, tu e Eleazar, o sacerdote, e os cabeças das casas dos pais da congregação, |
| 27. E divide a presa em duas metades, entre os que se armaram para a peleja, e saíram à guerra, e toda a congregação. |
| 28. Então para o Senhor tomarás o tributo dos homens de guerra, que saíram a esta peleja, de cada quinhentos uma alma, dos homens, e dos bois, e dos jumentos e das ovelhas. |
| 29. Da sua metade o tomareis, e o dareis ao sacerdote Eleazar, para a oferta alçada do Senhor. |
| 30. Mas, da metade dos filhos de Israel, tomarás um de cada cinquenta, um dos homens, dos bois, dos jumentos, e das ovelhas, e de todos os animais; e os darás aos levitas que têm cuidado da guarda do tabernáculo do Senhor. |
| 31. E fizeram Moisés e Eleazar, o sacerdote, como o Senhor ordenara a Moisés. |
| 32. Foi a presa, restante do despojo que tomaram os homens de guerra, seiscentas e setenta e cinco mil ovelhas; |
| 33. E setenta e dois mil bois; |
| 34. E sessenta e um mil jumentos; |
| 35. E, das mulheres que não conheceram homem algum, deitando-se com ele, todas as almas foram trinta e duas mil. |
| 36. E a metade, que era a porção dos que saíram à guerra, foi em número de trezentas e trinta e sete mil e quinhentas ovelhas. |
| 37. E das ovelhas, o tributo para o Senhor foi de seiscentas e setenta e cinco. |
| 38. E foram os bois trinta e seis mil; e o seu tributo para o Senhor setenta e dois. |
| 39. E foram os jumentos trinta mil e quinhentos; e o seu tributo para o Senhor sessenta e um. |
| 40. E houve de pessoas dezesseis mil; e o seu tributo para o Senhor trinta e duas pessoas. |
| 41. E deu Moisés a Eleazar, o sacerdote, o tributo da oferta alçada do Senhor, como o Senhor ordenara a Moisés. |
| 42. E da metade dos filhos de Israel que Moisés separara da dos homens que pelejaram, |
| 43. (A metade para a congregação foi, das ovelhas, trezentas e trinta e sete mil e quinhentas; |
| 44. E dos bois trinta e seis mil; |
| 45. E dos jumentos trinta mil e quinhentos; |
| 46. E das pessoas, dezesseis mil). |
| 47. Desta metade dos filhos de Israel, Moisés tomou um de cada cinquenta, de homens e de animais, e os deu aos levitas, que tinham cuidado da guarda do tabernáculo do Senhor, como o Senhor ordenara a Moisés. |
| 48. Então chegaram-se a Moisés os oficiais que estavam sobre os milhares do exército, os chefes de mil e os chefes de cem; |
| 49. E disseram a Moisés: Teus servos tomaram a soma dos homens de guerra que estiveram sob as nossas ordens; e não falta nenhum de nós. |
| 50. Por isso trouxemos uma oferta ao Senhor, cada um o que achou, objetos de ouro, cadeias, ou manilhas, anéis, arrecadas, e colares, para fazer expiação pelas nossas almas perante o Senhor. |
| 51. Assim Moisés e Eleazar, o sacerdote, receberam deles o ouro, sendo todos os objetos bem trabalhados. |
| 52. E foi todo o ouro da oferta alçada, que ofereceram ao Senhor, dezesseis mil e setecentos e cinquenta siclos, dos chefes de mil e dos chefes de cem |
| 53. (Pois cada um dos homens de guerra, tinha tomado presa para si). |
| 54. Receberam, pois, Moisés e Eleazar, o sacerdote, o ouro dos chefes de mil e dos chefes de cem, e o levaram à tenda da congregação, por memorial para os filhos de Israel perante o Senhor. |
| Salmos: 75 |
| 1. A ti, ó Deus, glorificamos, a ti damos louvor, pois o teu nome está perto, as tuas maravilhas o declaram. |
| 2. Quando eu ocupar o lugar determinado, julgarei retamente. |
| 3. A terra e todos os seus moradores estão dissolvidos, mas eu fortaleci as suas colunas. (Selá.) |
| 4. Disse eu aos loucos: Não enlouqueçais, e aos ímpios: Não levanteis a fronte; |
| 5. Não levanteis a vossa fronte altiva, nem faleis com cerviz dura. |
| 6. Porque nem do oriente, nem do ocidente, nem do deserto vem a exaltação. |
| 7. Mas Deus é o Juiz: a um abate, e a outro exalta. |
| 8. Porque na mão do Senhor há um cálice cujo vinho é tinto; está cheio de mistura; e dá a beber dele; mas as escórias dele todos os ímpios da terra as sorverão e beberão. |
| 9. E eu o declararei para sempre; cantarei louvores ao Deus de Jacó. |
| 10. E quebrarei todas as forças dos ímpios, mas as forças dos justos serão exaltadas. |
| Isaías: 23 |
| 1. Peso de Tiro. Uivai, navios de Társis, porque está assolada, a ponto de não haver nela casa nenhuma, e de ninguém mais entrar nela; desde a terra de Quitim lhes foi isto revelado. |
| 2. Calai-vos, moradores da ilha, vós a quem encheram os mercadores de Sidom, navegando pelo mar. |
| 3. E a sua provisão era a semente de Sior, que vinha com as muitas águas, a ceifa do Nilo, e ela era a feira das nações. |
| 4. Envergonha-te, ó Sidom, porque o mar, a fortaleza do mar, fala, dizendo: Eu não tive dores de parto, nem dei à luz, nem ainda criei jovens, nem eduquei virgens. |
| 5. Como quando se ouvirem as novas do Egito, assim haverá dores quando se ouvirem as novas de Tiro. |
| 6. Passai a Társis; clamai, moradores da ilha. |
| 7. É esta, porventura, a vossa cidade exultante, cuja origem é dos dias antigos, cujos pés a levaram para longe a peregrinar? |
| 8. Quem formou este desígnio contra Tiro, distribuidora de coroas, cujos mercadores são príncipes e cujos negociantes são os mais nobres da terra? |
| 9. O Senhor dos Exércitos formou este desígnio para denegrir a soberba de toda a glória, e envilecer os mais nobres da terra. |
| 10. Passa como o Nilo pela tua terra, ó filha de Társis; já não há quem te restrinja. |
| 11. Ele estendeu a sua mão sobre o mar, e turbou os reinos; o Senhor deu ordens contra Canaã, para que se destruíssem as suas fortalezas. |
| 12. E disse: Nunca mais exultarás de alegria, ó oprimida virgem, filha de Sidom; levanta-te, passa a Quitim, e ainda ali não terás descanso. |
| 13. Vede a terra dos caldeus, ainda este povo não era povo; a Assíria a fundou para os que moravam no deserto; levantaram as suas fortalezas, e edificaram os seus palácios; porém converteu-a em ruína. |
| 14. Uivai, navios de Társis, porque está destruída a vossa fortaleza. |
| 15. Naquele dia Tiro será posta em esquecimento por setenta anos, conforme os dias de um rei; porém no fim de setenta anos Tiro cantará como uma prostituta. |
| 16. Toma a harpa, rodeia a cidade, ó prostituta entregue ao esquecimento; faça doces melodias, canta muitas canções, para que haja memória de ti. |
| 17. Porque será no fim de setenta anos que o Senhor visitará a Tiro, e ela tornará à sua ganância de prostituta, e prostituir-se-á com todos os reinos do mundo sobre a face da terra. |
| 18. E o seu comércio e a sua ganância de prostituta serão consagrados ao Senhor; não se entesourará, nem se fechará; mas o seu comércio será para os que habitam perante o Senhor, para que comam até se saciarem, e tenham vestimenta durável. |
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