Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 125 de 365 dias
| Números: 12 |
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| 1. E falaram Miriã e Arão contra Moisés, por causa da mulher cusita, com quem casara; porquanto tinha casado com uma mulher cusita. |
| 2. E disseram: Porventura falou o Senhor somente por Moisés? Não falou também por nós? E o Senhor o ouviu. |
| 3. E era o homem Moisés mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra. |
| 4. E logo o Senhor disse a Moisés, a Arão e a Miriã: Vós três saí à tenda da congregação. E saíram eles três. |
| 5. Então o Senhor desceu na coluna de nuvem, e se pôs à porta da tenda; depois chamou a Arão e a Miriã e ambos saíram. |
| 6. E disse: Ouvi agora as minhas palavras; se entre vós houver profeta, eu, o Senhor, em visão a ele me farei conhecer, ou em sonhos falarei com ele. |
| 7. Não é assim com o meu servo Moisés que é fiel em toda a minha casa. |
| 8. Boca a boca falo com ele, claramente e não por enigmas; pois ele vê a semelhança do Senhor; por que, pois, não tivestes temor de falar contra o meu servo, contra Moisés? |
| 9. Assim a ira do Senhor contra eles se acendeu; e retirou-se. |
| 10. E a nuvem se retirou de sobre a tenda; e eis que Miriã ficou leprosa como a neve; e olhou Arão para Miriã, e eis que estava leprosa. |
| 11. Por isso Arão disse a Moisés: Ai, senhor meu, não ponhas sobre nós este pecado, pois agimos loucamente, e temos pecado. |
| 12. Ora, não seja ela como um morto, que saindo do ventre de sua mãe, a metade da sua carne já esteja consumida. |
| 13. Clamou, pois, Moisés ao Senhor, dizendo: Ó Deus, rogo-te que a cures. |
| 14. E disse o Senhor a Moisés: Se seu pai cuspira em seu rosto, não seria envergonhada sete dias? Esteja fechada sete dias fora do arraial, e depois a recolham. |
| 15. Assim Miriã esteve fechada fora do arraial sete dias, e o povo não partiu, até que recolheram a Miriã. |
| 16. Porém, depois o povo partiu de Hazerote; e acampou-se no deserto de Parã. |
| Números: 13 |
| 1. E falou o Senhor a Moisés, dizendo: |
| 2. Envia homens que espiem a terra de Canaã, que eu hei de dar aos filhos de Israel; de cada tribo de seus pais enviareis um homem, sendo cada um príncipe entre eles. |
| 3. E enviou-os Moisés do deserto de Parã, segundo a ordem do Senhor; todos aqueles homens eram cabeças dos filhos de Israel. |
| 4. E estes são os seus nomes: Da tribo de Rúben, Samua, filho de Zacur; |
| 5. Da tribo de Simeão, Safate, filho de Hori; |
| 6. Da tribo de Judá, Calebe, filho de Jefoné; |
| 7. Da tribo de Issacar, Jigeal, filho de José; |
| 8. Da tribo de Efraim, Oseias, filho de Num; |
| 9. Da tribo de Benjamim, Palti, filho de Rafu; |
| 10. Da tribo de Zebulom, Gadiel, filho de Sodi; |
| 11. Da tribo de José, pela tribo de Manassés, Gadi filho de Susi; |
| 12. Da tribo de Dã, Amiel, filho de Gemali; |
| 13. Da tribo de Aser, Setur, filho de Micael; |
| 14. Da tribo de Naftali, Nabi, filho de Vofsi; |
| 15. Da tribo de Gade, Geuel, filho de Maqui. |
| 16. Estes são os nomes dos homens que Moisés enviou a espiar aquela terra; e a Oseias, filho de Num, Moisés chamou Josué. |
| 17. Enviou-os, pois, Moisés a espiar a terra de Canaã; e disse-lhes: Subi por aqui para o lado do sul, e subi à montanha: |
| 18. E vede que terra é, e o povo que nela habita; se é forte ou fraco; se pouco ou muito. |
| 19. E como é a terra em que habita, se boa ou má; e quais são as cidades em que eles habitam; se em arraiais, ou em fortalezas. |
| 20. Também como é a terra, se fértil ou estéril; se nela há árvores, ou não; e esforçai-vos, e tomai do fruto da terra. E eram aqueles dias os dias das primícias das uvas. |
| 21. Assim subiram e espiaram a terra desde o deserto de Zim, até Reobe, à entrada de Hamate. |
| 22. E subiram para o lado do sul, e vieram até Hebrom; e estavam ali Aimã, Sesai e Talmai, filhos de Anaque (Hebrom foi edificada sete anos antes de Zoã no Egito). |
| 23. Depois foram até ao vale de Escol, e dali cortaram um ramo de vide com um cacho de uvas, o qual trouxeram dois homens, sobre uma vara; como também das romãs e dos figos. |
| 24. Chamaram àquele lugar o vale de Escol, por causa do cacho que dali cortaram os filhos de Israel. |
| 25. E eles voltaram de espiar a terra, ao fim de quarenta dias. |
| 26. E caminharam, e vieram a Moisés e a Arão, e a toda a congregação dos filhos de Israel no deserto de Parã, em Cades; e deram-lhes notícias, a eles, e a toda a congregação, e mostraram-lhes o fruto da terra. |
| 27. E contaram-lhe, e disseram: Fomos à terra a que nos enviaste; e verdadeiramente mana leite e mel, e este é o seu fruto. |
| 28. O povo, porém, que habita nessa terra é poderoso, e as cidades fortificadas e mui grandes; e também ali vimos os filhos de Anaque. |
| 29. Os amalequitas habitam na terra do sul; e os heteus, e os jebuseus, e os amorreus habitam na montanha; e os cananeus habitam junto do mar, e pela margem do Jordão. |
| 30. Então Calebe fez calar o povo perante Moisés, e disse: Certamente subiremos e a possuiremos em herança; porque seguramente prevaleceremos contra ela. |
| 31. Porém, os homens que com ele subiram disseram: Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós. |
| 32. E infamaram a terra que tinham espiado, dizendo aos filhos de Israel: A terra, pela qual passamos a espiá-la, é terra que consome os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura. |
| 33. Também vimos ali gigantes, filhos de Anaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos. |
| Salmos: 49 |
| 1. Ouvi isto, vós todos os povos; inclinai os ouvidos, todos os moradores do mundo, |
| 2. Tanto baixos como altos, tanto ricos como pobres. |
| 3. A minha boca falará de sabedoria, e a meditação do meu coração será de entendimento. |
| 4. Inclinarei os meus ouvidos a uma parábola; declararei o meu enigma na harpa. |
| 5. Por que temerei eu nos dias maus, quando me cercar a iniquidade dos que me armam ciladas? |
| 6. Aqueles que confiam na sua fazenda, e se gloriam na multidão das suas riquezas, |
| 7. Nenhum deles de modo algum pode remir a seu irmão, ou dar a Deus o resgate dele |
| 8. (Pois a redenção da sua alma é caríssima, e cessará para sempre), |
| 9. Para que viva para sempre, e não veja corrupção. |
| 10. Porque ele vê que os sábios morrem; perecem igualmente tanto o louco como o brutal, e deixam a outros os seus bens. |
| 11. O seu pensamento interior é que as suas casas serão perpétuas e as suas habitações de geração em geração; dão às suas terras os seus próprios nomes. |
| 12. Todavia o homem que está em honra não permanece; antes é como os animais, que perecem. |
| 13. Este caminho deles é a sua loucura; contudo a sua posteridade aprova as suas palavras. (Selá.) |
| 14. Como ovelhas são postos na sepultura; a morte se alimentará deles e os retos terão domínio sobre eles na manhã, e a sua formosura se consumirá na sepultura, a habitação deles. |
| 15. Mas Deus remirá a minha alma do poder da sepultura, pois me receberá. (Selá.) |
| 16. Não temas, quando alguém se enriquece, quando a glória da sua casa se engrandece. |
| 17. Porque, quando morrer, nada levará consigo, nem a sua glória o acompanhará. |
| 18. Ainda que na sua vida ele bendisse a sua alma; e os homens te louvarão, quando fizeres bem a ti mesmo, |
| 19. Irá para a geração de seus pais; eles nunca verão a luz. |
| 20. O homem que está em honra, e não tem entendimento, é semelhante aos animais, que perecem. |
| Isaías: 2 |
| 1. Palavra que viu Isaías, filho de Amós, a respeito de Judá e de Jerusalém. |
| 2. E acontecerá nos últimos dias que se firmará o monte da casa do Senhor no cume dos montes, e se elevará por cima dos outeiros; e concorrerão a ele todas as nações. |
| 3. E irão muitos povos, e dirão: Vinde, subamos ao monte do Senhor, à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos nas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra do Senhor. |
| 4. E ele julgará entre as nações, e repreenderá a muitos povos; e estes converterão as suas espadas em enxadões e as suas lanças em foices; uma nação não levantará espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerrear. |
| 5. Vinde, ó casa de Jacó, e andemos na luz do Senhor. |
| 6. Mas tu desamparaste o teu povo, a casa de Jacó, porque se encheram dos costumes do oriente e são agoureiros como os filisteus; e associam-se com os filhos dos estrangeiros, |
| 7. E a sua terra está cheia de prata e ouro, e não têm fim os seus tesouros; também a sua terra está cheia de cavalos, e os seus carros não têm fim. |
| 8. Também a sua terra está cheia de ídolos; inclinam-se perante a obra das suas mãos, diante daquilo que fabricaram os seus dedos. |
| 9. E o povo se abate, e os nobres se humilham; portanto não lhes perdoarás. |
| 10. Entra nas rochas, e esconde-te no pó, do terror do Senhor e da glória da sua majestade. |
| 11. Os olhos altivos dos homens serão abatidos, e a sua altivez será humilhada; e só o Senhor será exaltado naquele dia. |
| 12. Porque o dia do Senhor dos Exércitos será contra todo o soberbo e altivo, e contra todo o que se exalta, para que seja abatido; |
| 13. E contra todos os cedros do Líbano, altos e sublimes; e contra todos os carvalhos de Basã; |
| 14. E contra todos os montes altos, e contra todos os outeiros elevados; |
| 15. E contra toda a torre alta, e contra todo o muro fortificado; |
| 16. E contra todos os navios de Társis, e contra todas as pinturas desejáveis. |
| 17. E a arrogância do homem será humilhada, e a sua altivez se abaterá, e só o Senhor será exaltado naquele dia. |
| 18. E todos os ídolos desaparecerão totalmente. |
| 19. Então os homens entrarão nas cavernas das rochas, e nas covas da terra, do terror do Senhor, e da glória da sua majestade, quando ele se levantar para assombrar a terra. |
| 20. Naquele dia o homem lançará às toupeiras e aos morcegos os seus ídolos de prata, e os seus ídolos de ouro, que fizeram para diante deles se prostrarem. |
| 21. E entrarão nas fendas das rochas, e nas cavernas das penhas, por causa do terror do Senhor, e da glória da sua majestade, quando ele se levantar para abalar terrivelmente a terra. |
| 22. Deixai-vos do homem cujo fôlego está nas suas narinas; pois em que se deve ele estimar? |
Almeida Corrigida Fiel: 125 de 365 dias