Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 100 de 365 dias
| Levítico: 14 |
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| 1. Depois falou o Senhor a Moisés, dizendo: |
| 2. Esta será a lei do leproso no dia da sua purificação: será levado ao sacerdote, |
| 3. E o sacerdote sairá fora do arraial, e o sacerdote o examinará, e eis que, se a praga da lepra do leproso for sarada, |
| 4. Então o sacerdote ordenará que por aquele que se houver de purificar se tomem duas aves vivas e limpas, e pau de cedro, e carmesim, e hissopo. |
| 5. Mandará também o sacerdote que se degole uma ave num vaso de barro sobre águas vivas, |
| 6. E tomará a ave viva, e o pau de cedro, e o carmesim, e o hissopo, e os molhará, com a ave viva, no sangue da ave que foi degolada sobre as águas correntes. |
| 7. E sobre aquele que há de purificar-se da lepra aspergirá sete vezes; então o declarará por limpo, e soltará a ave viva sobre a face do campo. |
| 8. E aquele que tem de purificar-se lavará as suas vestes, e rapará todo o seu pelo, e se lavará com água; assim será limpo; e depois entrará no arraial, porém, ficará fora da sua tenda por sete dias; |
| 9. E será que ao sétimo dia rapará todo o seu pelo, a sua cabeça, e a sua barba, e as sobrancelhas; sim, rapará todo o pelo, e lavará as suas vestes, e lavará a sua carne com água, e será limpo, |
| 10. E ao oitavo dia tomará dois cordeiros sem defeito, e uma cordeira sem defeito, de um ano, e três dízimas de flor de farinha para oferta de alimentos, amassada com azeite, e um logue de azeite; |
| 11. E o sacerdote que faz a purificação apresentará o homem que houver de purificar-se, com aquelas coisas, perante o Senhor, à porta da tenda da congregação. |
| 12. E o sacerdote tomará um dos cordeiros, e o oferecerá por expiação da culpa, e o logue de azeite; e os oferecerá por oferta movida perante o Senhor. |
| 13. Então degolará o cordeiro no lugar em que se degola a oferta da expiação do pecado e o holocausto, no lugar santo; porque quer a oferta da expiação da culpa como a da expiação do pecado é para o sacerdote; coisa santíssima é. |
| 14. E o sacerdote tomará do sangue da expiação da culpa, e o sacerdote o porá sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e no dedo polegar do seu pé direito. |
| 15. Também o sacerdote tomará do logue de azeite, e o derramará na palma da sua própria mão esquerda. |
| 16. Então o sacerdote molhará o seu dedo direito no azeite que está na sua mão esquerda, e daquele azeite com o seu dedo aspergirá sete vezes perante o Senhor; |
| 17. E o restante do azeite, que está na sua mão, o sacerdote porá sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar do seu pé direito, em cima do sangue da expiação da culpa; |
| 18. E o restante do azeite que está na mão do sacerdote, o porá sobre a cabeça daquele que tem de purificar-se; assim o sacerdote fará expiação por ele perante o Senhor. |
| 19. Também o sacerdote fará a expiação do pecado, e fará expiação por aquele que tem de purificar-se da sua imundícia; e depois degolará o holocausto; |
| 20. E o sacerdote oferecerá o holocausto e a oferta de alimentos sobre o altar; assim o sacerdote fará expiação por ele, e será limpo. |
| 21. Porém se for pobre, e em sua mão não houver recursos para tanto, tomará um cordeiro para expiação da culpa em oferta de movimento, para fazer expiação por ele, e a dízima de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos, e um logue de azeite, |
| 22. E duas rolas, ou dois pombinhos, conforme as suas posses, dos quais um será para expiação do pecado, e o outro para holocausto. |
| 23. E ao oitavo dia da sua purificação os trará ao sacerdote, à porta da tenda da congregação, perante o Senhor. |
| 24. E o sacerdote tomará o cordeiro da expiação da culpa, e o logue de azeite, e os oferecerá por oferta movida perante o Senhor. |
| 25. Então degolará o cordeiro da expiação da culpa, e o sacerdote tomará do sangue da expiação da culpa, e o porá sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar do seu pé direito. |
| 26. Também o sacerdote derramará do azeite na palma da sua própria mão esquerda. |
| 27. Depois o sacerdote com o seu dedo direito aspergirá do azeite que está na sua mão esquerda, sete vezes perante o Senhor. |
| 28. E o sacerdote porá do azeite que está na sua mão na ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, e no dedo polegar da sua mão direita, e no dedo polegar do seu pé direito; no lugar do sangue da expiação da culpa. |
| 29. E o que sobejar do azeite que está na mão do sacerdote porá sobre a cabeça daquele que tem de purificar-se, para fazer expiação por ele perante o Senhor. |
| 30. Depois oferecerá uma das rolas ou um dos pombinhos, conforme suas posses, |
| 31. Sim, conforme as suas posses, será um para expiação do pecado e o outro para holocausto com a oferta de alimentos; e assim o sacerdote fará expiação por aquele que tem de purificar-se perante o Senhor. |
| 32. Esta é a lei daquele em quem estiver a praga da lepra, cujas posses não lhe permitirem o devido para purificação. |
| 33. Falou mais o Senhor a Moisés e a Arão, dizendo: |
| 34. Quando tiverdes entrado na terra de Canaã que vos hei de dar por possessão, e eu enviar a praga da lepra em alguma casa da terra da vossa possessão, |
| 35. Então aquele, de quem for a casa, virá e informará ao sacerdote, dizendo: Parece-me que há como que praga em minha casa. |
| 36. E o sacerdote ordenará que desocupem a casa, antes que entre para examinar a praga, para que tudo o que está na casa não seja contaminado; e depois entrará o sacerdote, para examinar a casa; |
| 37. E, vendo a praga, e eis que se ela estiver nas paredes da casa em covinhas verdes ou vermelhas, e parecerem mais fundas do que a parede, |
| 38. Então o sacerdote sairá da casa para fora da porta, e fechará a casa por sete dias. |
| 39. Depois, ao sétimo dia o sacerdote voltará, e examinará; e se vir que a praga nas paredes da casa se tem estendido, |
| 40. Então o sacerdote ordenará que arranquem as pedras, em que estiver a praga, e que as lancem fora da cidade, num lugar imundo; |
| 41. E fará raspar a casa por dentro ao redor, e o pó que houverem raspado lançarão fora da cidade, num lugar imundo; |
| 42. Depois tomarão outras pedras, e as porão no lugar das primeiras pedras; e outro barro se tomará, e a casa se rebocará. |
| 43. Porém, se a praga tornar a brotar na casa, depois de arrancadas as pedras e raspada a casa, e de novo rebocada, |
| 44. Então o sacerdote entrará e examinará, se a praga na casa se tem estendido, lepra roedora há na casa; imunda está. |
| 45. Portanto se derribará a casa, as suas pedras, e a sua madeira, como também todo o barro da casa; e se levará para fora da cidade a um lugar imundo. |
| 46. E o que entrar naquela casa, em qualquer dia em que estiver fechada, será imundo até à tarde. |
| 47. Também o que se deitar a dormir em tal casa, lavará as suas roupas; e o que comer em tal casa lavará as suas roupas. |
| 48. Porém, tornando o sacerdote a entrar na casa e examinando-a, se a praga não se tem estendido na casa, depois que a casa foi rebocada, o sacerdote a declarará por limpa, porque a praga está curada. |
| 49. Depois tomará, para expiar a casa, duas aves, e pau de cedro, e carmesim e hissopo; |
| 50. E degolará uma ave num vaso de barro sobre águas correntes; |
| 51. Então tomará pau de cedro, e o hissopo, e o carmesim, e a ave viva, e os molhará no sangue da ave degolada e nas águas correntes, e aspergirá a casa sete vezes; |
| 52. Assim expiará aquela casa com o sangue da ave, e com as águas correntes, e com a ave viva, e com o pau de cedro, e com o hissopo, e com o carmesim. |
| 53. Então soltará a ave viva para fora da cidade, sobre a face do campo; assim fará expiação pela casa, e será limpa. |
| 54. Esta é a lei de toda a praga da lepra, e da tinha, |
| 55. E da lepra das roupas, e das casas, |
| 56. E da inchação, e das pústulas, e das manchas lustrosas; |
| 57. Para ensinar quando alguma coisa será imunda, e quando será limpa. Esta é a lei da lepra. |
| Salmos: 17 |
| 1. Ouve, Senhor, a justiça; atende ao meu clamor; dá ouvidos à minha oração, que não é feita com lábios enganosos. |
| 2. Saia a minha sentença de diante do teu rosto; atendam os teus olhos à razão. |
| 3. Provaste o meu coração; visitaste-me de noite; examinaste-me, e nada achaste; propus que a minha boca não transgredirá. |
| 4. Quanto ao trato dos homens, pela palavra dos teus lábios me guardei das veredas do destruidor. |
| 5. Dirige os meus passos nos teus caminhos, para que as minhas pegadas não vacilem. |
| 6. Eu te invoquei, ó Deus, pois me queres ouvir; inclina para mim os teus ouvidos, e escuta as minhas palavras. |
| 7. Faze maravilhosas as tuas beneficências, ó tu que livras aqueles que em ti confiam dos que se levantam contra a tua destra. |
| 8. Guarda-me como à menina do olho; esconde-me debaixo da sombra das tuas asas, |
| 9. Dos ímpios que me oprimem, dos meus inimigos mortais que me andam cercando. |
| 10. Na sua gordura se encerram, com a boca falam soberbamente. |
| 11. Têm-nos cercado agora nossos passos; e baixaram os seus olhos para a terra; |
| 12. Parecem-se com o leão que deseja arrebatar a sua presa, e com o leãozinho que se põe em esconderijos. |
| 13. Levanta-te, Senhor, detém-no, derriba-o, livra a minha alma do ímpio, com a tua espada; |
| 14. Dos homens com a tua mão, Senhor, dos homens do mundo, cuja porção está nesta vida, e cujo ventre enches do teu tesouro oculto. Estão fartos de filhos e dão os seus sobejos às suas crianças. |
| 15. Quanto a mim, contemplarei a tua face na justiça; eu me satisfarei da tua semelhança quando acordar. |
| Provérbios: 28 |
| 1. Os ímpios fogem sem que haja ninguém a persegui-los; mas os justos são ousados como um leão. |
| 2. Pela transgressão da terra muitos são os seus príncipes, mas por homem prudente e entendido a sua continuidade será prolongada. |
| 3. O homem pobre que oprime os pobres é como a chuva impetuosa, que causa a falta de alimento. |
| 4. Os que deixam a lei louvam o ímpio; porém os que guardam a lei contendem com eles. |
| 5. Os homens maus não entendem o juízo, mas os que buscam ao Senhor entendem tudo. |
| 6. Melhor é o pobre que anda na sua integridade do que o de caminhos perversos ainda que seja rico. |
| 7. O que guarda a lei é filho sábio, mas o companheiro dos desregrados envergonha a seu pai. |
| 8. O que aumenta os seus bens com usura e ganância ajunta-os para o que se compadece do pobre. |
| 9. O que desvia os seus ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável. |
| 10. O que faz com que os retos errem por mau caminho, ele mesmo cairá na sua cova; mas os bons herdarão o bem. |
| 11. O homem rico é sábio aos seus próprios olhos, mas o pobre que é entendido, o examina. |
| 12. Quando os justos exultam, grande é a glória; mas quando os ímpios sobem, os homens se escondem. |
| 13. O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia. |
| 14. Bem-aventurado o homem que continuamente teme; mas o que endurece o seu coração cairá no mal. |
| 15. Como leão rugidor, e urso faminto, assim é o ímpio que domina sobre um povo pobre. |
| 16. O príncipe falto de entendimento é também um grande opressor, mas o que odeia a avareza prolongará seus dias. |
| 17. O homem carregado do sangue de qualquer pessoa fugirá até à cova; ninguém o detenha. |
| 18. O que anda sinceramente salvar-se-á, mas o perverso em seus caminhos cairá logo. |
| 19. O que lavrar a sua terra virá a fartar-se de pão, mas o que segue a ociosos se fartará de pobreza. |
| 20. O homem fiel será coberto de bênçãos, mas o que se apressa a enriquecer não ficará impune. |
| 21. Dar importância à aparência das pessoas não é bom, porque até por um bocado de pão um homem prevaricará. |
| 22. O que quer enriquecer depressa é homem de olho maligno, porém não sabe que a pobreza há de vir sobre ele. |
| 23. O que repreende o homem gozará depois mais amizade do que aquele que lisonjeia com a língua. |
| 24. O que rouba a seu próprio pai, ou a sua mãe, e diz: Não é transgressão, companheiro é do homem destruidor. |
| 25. O orgulhoso de coração levanta contendas, mas o que confia no Senhor prosperará. |
| 26. O que confia no seu próprio coração é insensato, mas o que anda em sabedoria, será salvo. |
| 27. O que dá ao pobre não terá necessidade, mas o que esconde os seus olhos terá muitas maldições. |
| 28. Quando os ímpios se elevam, os homens andam se escondendo, mas quando perecem, os justos se multiplicam. |
Almeida Corrigida Fiel: 100 de 365 dias