Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Antigo Testamento (324 dias)
Nova Versão Internacional: 40 de 324 dias
| Levítico: 25 |
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| 1. Então disse o SENHOR a Moisés no monte Sinai: |
| 2. “Diga o seguinte aos israelitas: Quando entrarem na terra que dou a vocês, a própria terra guardará um sábado para o SENHOR. |
| 3. Durante seis anos semeiem as suas lavouras, aparem as suas vinhas e façam a colheita de suas plantações. |
| 4. Mas no sétimo ano a terra terá um sábado de descanso, um sábado dedicado ao SENHOR. Não semeiem as suas lavouras nem aparem as suas vinhas. |
| 5. Não colham o que crescer por si, nem colham as uvas das suas vinhas, que não serão podadas. A terra terá um ano de descanso. |
| 6. Vocês se sustentarão do que a terra produzir no ano de descanso, você, o seu escravo, a sua escrava, o trabalhador contratado e o residente temporário que vive entre vocês, |
| 7. bem como os seus rebanhos e os animais selvagens de sua terra. Tudo o que a terra produzir poderá ser comido. |
| 8. “Contem sete semanas de anos, sete vezes sete anos; essas sete semanas de anos totalizam quarenta e nove anos. |
| 9. Então façam soar a trombeta no décimo dia do sétimo mês; no Dia da Expiação façam soar a trombeta por toda a terra de vocês. |
| 10. Consagrem o quinquagésimo ano e proclamem libertação por toda a terra a todos os seus moradores. Este será um ano de jubileu, quando cada um de vocês voltará para a propriedade da sua família e para o seu próprio clã. |
| 11. O quinquagésimo ano será jubileu; não semeiem e não ceifem o que cresce por si mesmo nem colham das vinhas não podadas. |
| 12. É jubileu e será santo a vocês; comam apenas o que a terra produzir. |
| 13. “Nesse ano do Jubileu cada um de vocês voltará para a sua propriedade. |
| 14. “Se vocês venderem alguma propriedade ao seu próximo ou se comprarem alguma propriedade dele, não explorem o seu irmão. |
| 15. O que comprarem do seu próximo será avaliado com base no número de anos desde o Jubileu. E ele fará a venda com base no número de anos que restam de colheitas. |
| 16. Quando os anos forem muitos, vocês deverão aumentar o preço, mas, quando forem poucos, deverão diminuir o preço, pois o que ele está lhes vendendo é o número de colheitas. |
| 17. Não explorem um ao outro, mas temam o Deus de vocês. Eu sou o SENHOR, o Deus de vocês. |
| 18. “Pratiquem os meus decretos e obedeçam às minhas ordenanças, e vocês viverão com segurança na terra. |
| 19. Então a terra dará o seu fruto, e vocês comerão até fartar-se e ali viverão em segurança. |
| 20. Vocês poderão perguntar: ‘Que iremos comer no sétimo ano, se não plantarmos nem fizermos a colheita?’ |
| 21. Saibam que enviarei a vocês minha bênção no sexto ano, e a terra produzirá o suficiente para três anos. |
| 22. Quando vocês estiverem plantando no oitavo ano, comerão ainda da colheita anterior e dela continuarão a comer até a colheita do nono ano. |
| 23. “A terra não poderá ser vendida definitivamente, porque ela é minha, e vocês são apenas estrangeiros e imigrantes. |
| 24. Em toda terra em que tiverem propriedade, concedam o direito de resgate da terra. |
| 25. “Se alguém do seu povo empobrecer e vender parte da sua propriedade, seu parente mais próximo virá e resgatará aquilo que o seu compatriota vendeu. |
| 26. Se, contudo, um homem não tiver quem lhe resgate a terra, mas ele mesmo prosperar e adquirir recursos para resgatá-la, |
| 27. calculará os anos desde que a vendeu e devolverá a diferença àquele a quem a vendeu; então poderá voltar para a sua propriedade. |
| 28. Mas, se não adquirir recursos para devolver-lhe o valor, a propriedade que vendeu permanecerá em posse do comprador até o ano do Jubileu. Será devolvida no Jubileu, e ele então poderá voltar para a sua propriedade. |
| 29. “Se um homem vender uma casa numa cidade murada, terá o direito de resgate até que se complete um ano após a venda. Nesse período poderá resgatá-la. |
| 30. Se não for resgatada antes de se completar um ano, a casa da cidade murada pertencerá definitivamente ao comprador e aos seus descendentes; não será devolvida no Jubileu. |
| 31. Mas as casas dos povoados sem muros ao redor serão consideradas campo aberto. Poderão ser resgatadas e serão devolvidas no Jubileu. |
| 32. “No caso das cidades dos levitas, eles sempre terão direito de resgatar suas casas nas cidades que lhes pertencem. |
| 33. Assim, a propriedade dos levitas, isto é, uma casa vendida em qualquer cidade deles, é resgatável e deverá ser devolvida no Jubileu, porque as casas das cidades dos levitas são propriedade deles entre os israelitas. |
| 34. Mas as pastagens pertencentes às suas cidades não serão vendidas; são propriedade permanente deles. |
| 35. “Se alguém do seu povo empobrecer e não puder sustentar-se, ajudem-no como se faz ao estrangeiro e ao residente temporário, para que possa continuar a viver entre vocês. |
| 36. Não cobrem dele juro algum, mas temam o seu Deus, para que o seu próximo continue a viver entre vocês. |
| 37. Vocês não poderão exigir dele juros nem emprestar-lhe mantimento visando a algum lucro. |
| 38. Eu sou o SENHOR, o Deus de vocês, que os tirou da terra do Egito para dar a vocês a terra de Canaã e para ser o seu Deus. |
| 39. “Se alguém do seu povo empobrecer e se vender a algum de vocês, não o façam trabalhar como escravo. |
| 40. Ele deverá ser tratado como trabalhador contratado ou como residente temporário; trabalhará para quem o comprou até o ano do Jubileu. |
| 41. Então ele e os seus filhos estarão livres, e ele poderá voltar para o seu próprio clã e para a propriedade dos seus antepassados. |
| 42. Pois os israelitas são meus servos, os quais tirei da terra do Egito; não poderão ser vendidos como escravos. |
| 43. Não dominem impiedosamente sobre eles, mas temam o seu Deus. |
| 44. “Os seus escravos e as suas escravas deverão vir dos povos que vivem ao redor de vocês; deles vocês poderão comprar escravos e escravas. |
| 45. Também poderão comprá-los entre os filhos dos residentes temporários que vivem entre vocês e entre os que pertencem aos clãs deles, ainda que nascidos na terra de vocês; eles se tornarão sua propriedade. |
| 46. Vocês poderão deixá-los como herança para os seus filhos e poderão fazê-los escravos para sempre, mas sobre os seus irmãos israelitas vocês não poderão dominar impiedosamente. |
| 47. “Se um estrangeiro ou um residente temporário entre vocês enriquecer e alguém do seu povo empobrecer e se vender a esse estrangeiro ou a alguém que pertence ao clã desse estrangeiro, |
| 48. manterá o direito de resgate mesmo depois de se vender. Um dos seus parentes poderá resgatá-lo: |
| 49. ou tio, ou primo, ou qualquer parente próximo poderá resgatá-lo. Se, todavia, prosperar, poderá resgatar a si mesmo. |
| 50. Ele e o seu comprador contarão o tempo desde o ano em que se vendeu até o ano do Jubileu. O preço do resgate se baseará no salário de um empregado contratado por aquele número de anos. |
| 51. Se restarem muitos anos, pagará o seu resgate proporcionalmente ao preço de compra. |
| 52. Se restarem apenas poucos anos até o ano do Jubileu, fará o cálculo e pagará o seu resgate proporcionalmente aos anos. |
| 53. Ele deverá ser tratado como um empregado contratado anualmente; não permitam que o seu senhor domine impiedosamente sobre ele. |
| 54. “Se não for resgatado por nenhuma dessas maneiras, ele e os seus filhos estarão livres no ano do Jubileu, |
| 55. porque os israelitas são meus servos, os quais tirei da terra do Egito. Eu sou o SENHOR, o Deus de vocês. |
| Levítico: 26 |
| 1. “Não façam ídolos, nem imagens, nem colunas sagradas para vocês, e não coloquem nenhuma pedra esculpida em sua terra para curvar-se diante dela. Eu sou o SENHOR, o Deus de vocês. |
| 2. “Guardem os meus sábados e reverenciem o meu santuário. Eu sou o SENHOR. |
| 3. “Se vocês seguirem os meus decretos, obedecerem aos meus mandamentos e os puserem em prática, |
| 4. eu mandarei a vocês chuva na estação certa, e a terra dará a sua colheita e as árvores do campo darão o seu fruto. |
| 5. A debulha prosseguirá até a colheita das uvas, e a colheita das uvas prosseguirá até a época da plantação, e vocês comerão até ficarem satisfeitos e viverão em segurança em sua terra. |
| 6. “Estabelecerei paz na terra, e vocês se deitarão, e ninguém os amedrontará. Farei desaparecer da terra os animais selvagens, e a espada não passará pela sua terra. |
| 7. Vocês perseguirão os seus inimigos, e estes cairão à espada diante de vocês. |
| 8. Cinco de vocês perseguirão cem, cem de vocês perseguirão dez mil, e os seus inimigos cairão à espada diante de vocês. |
| 9. “Eu me voltarei para vocês e os farei prolíferos; e os multiplicarei e guardarei a minha aliança com vocês. |
| 10. Vocês ainda estarão comendo da colheita armazenada no ano anterior, quando terão que se livrar dela para dar espaço para a nova colheita. |
| 11. Estabelecerei a minha habitação entre vocês e não os rejeitarei. |
| 12. Andarei entre vocês e serei o seu Deus, e vocês serão o meu povo. |
| 13. Eu sou o SENHOR, o Deus de vocês, que os tirou da terra do Egito para que não mais fossem escravos deles; quebrei as traves do jugo que os prendia e os fiz andar de cabeça erguida. |
| 14. “Mas, se vocês não me ouvirem e não puserem em prática todos esses mandamentos, |
| 15. e desprezarem os meus decretos, rejeitarem as minhas ordenanças, deixarem de pôr em prática todos os meus mandamentos e forem infiéis à minha aliança, |
| 16. então assim os tratarei: eu trarei sobre vocês pavor repentino, doenças e febre que tirarão a sua visão e definharão a sua vida. Vocês semearão inutilmente, porque os seus inimigos comerão as suas sementes. |
| 17. O meu rosto estará contra vocês, e vocês serão derrotados pelos inimigos; os seus adversários os dominarão, e vocês fugirão mesmo quando ninguém os estiver perseguindo. |
| 18. “Se depois disso tudo vocês não me ouvirem, eu os castigarei sete vezes mais pelos seus pecados. |
| 19. Eu quebrarei o seu orgulho rebelde e farei que o céu sobre vocês fique como ferro e a terra de vocês fique como bronze. |
| 20. A força de vocês será gasta em vão, porque a terra não dará a sua colheita nem as árvores da terra darão o seu fruto porque a terra não lhes dará colheita, nem as árvores da terra lhes darão fruto. |
| 21. “Se continuarem se opondo a mim e recusarem ouvir-me, eu os castigarei sete vezes mais, conforme os seus pecados. |
| 22. Mandarei contra vocês animais selvagens que matarão os seus filhos, acabarei com os seus rebanhos e reduzirei vocês a tão poucos que os seus caminhos ficarão desertos. |
| 23. “Se, apesar disso, vocês não aceitarem a minha disciplina, mas continuarem a opor-se a mim, |
| 24. eu mesmo me oporei a vocês e os castigarei sete vezes mais por causa dos seus pecados. |
| 25. E trarei a espada contra vocês para vingar a aliança. Quando se refugiarem em suas cidades, eu lhes mandarei uma praga, e vocês serão entregues em mãos inimigas. |
| 26. Quando eu cortar o suprimento de pão, dez mulheres assarão o pão num único forno e repartirão o pão a peso. Vocês comerão, mas não ficarão satisfeitos. |
| 27. “Se, apesar disso tudo, vocês ainda não me ouvirem, mas continuarem a opor-se a mim, |
| 28. então com furor me oporei a vocês, e eu mesmo os castigarei sete vezes mais por causa dos seus pecados. |
| 29. Vocês comerão a carne dos seus filhos e das suas filhas. |
| 30. Destruirei os seus altares idólatras, despedaçarei os seus altares de incenso e empilharei os seus cadáveres sobre os seus ídolos mortos, e rejeitarei vocês. |
| 31. Deixarei as cidades de vocês em ruínas e arrasarei os seus santuários, e não terei prazer no aroma das suas ofertas. |
| 32. Desolarei a terra a ponto de ficarem perplexos os seus inimigos que vierem ocupá-la. |
| 33. Espalharei vocês entre as nações e empunharei a espada contra vocês. Sua terra ficará desolada; as suas cidades, em ruínas. |
| 34. Então a terra desfrutará os seus anos sabáticos enquanto estiver desolada e enquanto vocês estiverem na terra dos seus inimigos; e a terra descansará e desfrutará os seus sábados. |
| 35. Enquanto estiver desolada, a terra terá o descanso sabático que não teve quando vocês a habitavam. |
| 36. “Quanto aos que sobreviverem, eu lhes encherei o coração de tanto medo na terra do inimigo, que o som de uma folha levada pelo vento os porá em fuga. Correrão como quem foge da espada, e cairão, sem que ninguém os persiga. |
| 37. Tropeçarão uns nos outros, como que fugindo da espada, sem que ninguém os esteja perseguindo. Assim vocês não poderão subsistir diante dos inimigos. |
| 38. Vocês perecerão entre as nações, e a terra dos seus inimigos os devorará. |
| 39. Os que sobreviverem apodrecerão na terra do inimigo por causa dos seus pecados e também por causa dos pecados dos seus antepassados. |
| 40. “Mas, se confessarem os seus pecados e os pecados dos seus antepassados, sua infidelidade e oposição a mim, |
| 41. que me levaram a opor-me a eles e a enviá-los para a terra dos seus inimigos; se o seu coração obstinado se humilhar, e eles aceitarem o castigo do seu pecado, |
| 42. eu me lembrarei da minha aliança com Jacó, da minha aliança com Isaque e da minha aliança com Abraão, e também me lembrarei da terra, |
| 43. que por eles será abandonada e desfrutará os seus sábados enquanto permanecer desolada. Receberão o castigo pelos seus pecados porque desprezaram as minhas ordenanças e rejeitaram os meus decretos. |
| 44. Apesar disso, quando estiverem na terra do inimigo, não os desprezarei, nem os rejeitarei, para destruí-los totalmente, quebrando a minha aliança com eles, pois eu sou o SENHOR, o Deus deles. |
| 45. Mas por amor deles eu me lembrarei da aliança com os seus antepassados que tirei da terra do Egito à vista das nações, para ser o Deus deles. Eu sou o SENHOR”. |
| 46. São esses os decretos, as ordenanças e as leis que o SENHOR estabeleceu no monte Sinai entre ele próprio e os israelitas, por intermédio de Moisés. |
| Levítico: 27 |
| 1. Disse também o SENHOR a Moisés: |
| 2. “Diga o seguinte aos israelitas: Se alguém fizer um voto especial, dedicando pessoas ao SENHOR, faça-o conforme o devido valor; |
| 3. atribua aos homens entre vinte e sessenta anos o valor de seiscentos gramas de prata, com base no peso padrão do santuário; |
| 4. e, se for mulher, atribua-lhe o valor de trezentos e sessenta gramas. |
| 5. Se for alguém que tenha entre cinco e vinte anos, atribua aos homens o valor de duzentos e quarenta gramas e às mulheres o valor de cento e vinte gramas. |
| 6. Se for alguém que tenha entre um mês e cinco anos de idade, atribua aos meninos o valor de sessenta gramas de prata e às meninas o valor de trinta e seis gramas de prata. |
| 7. Se for alguém que tenha de sessenta anos para cima, atribua aos homens o valor de cento e oitenta gramas e às mulheres o valor de cento e vinte gramas. |
| 8. Se quem fizer o voto for pobre demais para pagar o valor especificado, deverá ser apresentado ao sacerdote, que estabelecerá o valor de acordo com as possibilidades do homem que fez o voto. |
| 9. “Se o que ele prometeu mediante voto for um animal aceitável como oferta ao SENHOR, um animal assim dado ao SENHOR torna-se santo. |
| 10. Ele não poderá trocá-lo nem substituir um animal ruim por um bom, nem um animal bom por um ruim; caso troque um animal por outro, tanto o substituto quanto o substituído se tornarão santos. |
| 11. Se o que ele prometeu mediante voto for um animal impuro, não aceitável como oferta ao SENHOR, o animal será apresentado ao sacerdote, |
| 12. que o avaliará por suas qualidades. A avaliação do sacerdote determinará o valor do animal. |
| 13. Se o dono desejar resgatar o animal, terá que acrescentar um quinto ao seu valor. |
| 14. “Se um homem consagrar a sua casa ao SENHOR, o sacerdote avaliará a casa por suas qualidades. A avaliação do sacerdote determinará o valor da casa. |
| 15. Se o homem que consagrar a sua casa quiser resgatá-la, terá que acrescentar um quinto ao seu valor, e a casa voltará a ser sua. |
| 16. “Se um homem consagrar ao SENHOR parte das terras da sua família, sua avaliação será de acordo com a semeadura: seiscentos gramas de prata para cada barril de semente de cevada. |
| 17. Se consagrar a sua terra durante o ano do Jubileu, o valor será integral. |
| 18. Mas, se a consagrar depois do Jubileu, o sacerdote calculará o valor de acordo com o número de anos que faltar para o ano do Jubileu seguinte, e o valor será reduzido. |
| 19. Se o homem que consagrar a sua terra desejar resgatá-la, terá que acrescentar um quinto ao seu valor, e a terra voltará a ser sua. |
| 20. Mas, se não a resgatar ou se a tiver vendido, não poderá mais ser resgatada; |
| 21. quando a terra for liberada no Jubileu, será santa, consagrada ao SENHOR, e se tornará propriedade dos sacerdotes. |
| 22. “Se um homem consagrar ao SENHOR terras que tenha comprado, terras que não fazem parte da propriedade da sua família, |
| 23. o sacerdote determinará o valor de acordo com o tempo que falta para o ano do Jubileu; o homem pagará o valor no mesmo dia, consagrando-o ao SENHOR. |
| 24. No ano do Jubileu as terras serão devolvidas àquele de quem ele as comprou. |
| 25. Todos os valores serão calculados com base no peso padrão do santuário, que são doze gramas. |
| 26. “Ninguém poderá consagrar a primeira cria de um animal, pois já pertence ao SENHOR; seja cria de vaca, seja de cabra, seja de ovelha, pertence ao SENHOR. |
| 27. Mas, se for a cria de um animal impuro, poderá resgatá-la pelo valor estabelecido, acrescentando um quinto a esse valor. Se não for resgatada, será vendida pelo valor estabelecido. |
| 28. “Todavia, nada que um homem possua e consagre ao SENHOR—seja homem, seja animal, sejam terras de sua propriedade—poderá ser vendido ou resgatado; todas as coisas assim consagradas são santíssimas ao SENHOR. |
| 29. “Nenhuma pessoa consagrada para a destruição poderá ser resgatada; terá que ser executada. |
| 30. “Todos os dízimos da terra—seja dos cereais, seja das frutas—pertencem ao SENHOR; são consagrados ao SENHOR. |
| 31. Se um homem desejar resgatar parte do seu dízimo, terá que acrescentar um quinto ao seu valor. |
| 32. O dízimo dos seus rebanhos, um de cada dez animais que passem debaixo da vara do pastor, será consagrado ao SENHOR. |
| 33. O dono não poderá retirar os bons dentre os ruins nem fazer qualquer troca. Se fizer alguma troca, tanto o animal quanto o substituto se tornarão consagrados e não poderão ser resgatados”. |
| 34. São esses os mandamentos que o SENHOR ordenou a Moisés, no monte Sinai, para os israelitas. |
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