Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Antigo Testamento (324 dias)
Nova Versão Internacional: 112 de 324 dias
| 2 Reis: 10 |
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| 1. Ora, viviam em Samaria setenta descendentes de Acabe. Jeú escreveu uma carta e a enviou a Samaria, aos líderes da cidade , às autoridades e aos tutores dos descendentes de Acabe. A carta dizia: |
| 2. “Assim que receberem esta carta, vocês, que cuidam dos filhos do rei e que têm carros de guerra e cavalos, uma cidade fortificada e armas, |
| 3. escolham o melhor e o mais capaz dos filhos do rei e coloquem-no no trono de seu pai. E lutem pela dinastia de seu senhor”. |
| 4. Eles, porém, estavam aterrorizados e disseram: “Se dois reis não puderam enfrentá-lo, como poderemos nós?” |
| 5. Por isso o administrador do palácio, o governador da cidade, as autoridades e os tutores enviaram esta mensagem a Jeú: “Somos teus servos e faremos tudo o que exigires de nós. Não proclamaremos nenhum rei. Faze o que achares melhor”. |
| 6. Então Jeú escreveu-lhes uma segunda carta que dizia: “Se vocês estão do meu lado e estão dispostos a obedecer-me, tragam-me as cabeças dos descendentes de seu senhor a Jezreel, amanhã a esta hora”. Os setenta descendentes de Acabe estavam sendo criados pelas autoridades da cidade. |
| 7. Logo que receberam a carta, decapitaram todos os setenta, colocaram as cabeças em cestos e as enviaram a Jeú, em Jezreel. |
| 8. Ao ser informado de que tinham trazido as cabeças, Jeú ordenou: “Façam com elas dois montes junto à porta da cidade, para que fiquem expostas lá até amanhã”. |
| 9. Na manhã seguinte Jeú saiu e declarou a todo o povo: “Vocês são inocentes! Fui eu que conspirei contra meu senhor e o matei, mas quem matou todos estes? |
| 10. Saibam, então, que não deixará de se cumprir uma só palavra que o SENHOR falou contra a família de Acabe. O SENHOR fez o que prometeu por meio de seu servo Elias”. |
| 11. Então Jeú matou todos os que restavam da família de Acabe em Jezreel, bem como todos os seus aliados influentes, os seus amigos pessoais e os seus sacerdotes, não lhe deixando sobrevivente algum. |
| 12. Depois Jeú partiu para Samaria. Em Bete-Equede dos Pastores |
| 13. encontrou alguns parentes de Acazias, rei de Judá, e perguntou: “Quem são vocês?” Eles responderam: “Somos parentes de Acazias e estamos indo visitar as famílias do rei e da rainha-mãe”. |
| 14. Então Jeú ordenou aos seus soldados: “Peguem-nos vivos!” Então os pegaram e os mataram junto ao poço de Bete-Equede. Eram quarenta e dois homens, e nenhum deles foi deixado vivo. |
| 15. Saindo dali, Jeú encontrou Jonadabe, filho de Recabe, que tinha ido falar com ele. Depois de saudá-lo Jeú perguntou: “Você está de acordo com o que estou fazendo?” Jonadabe respondeu: “Estou”. E disse Jeú: “Então, dê-me a mão”. Jonadabe estendeu-lhe a mão, e Jeú o ajudou a subir no carro, |
| 16. e lhe disse: “Venha comigo e veja o meu zelo pelo SENHOR”. E o levou em seu carro. |
| 17. Quando Jeú chegou a Samaria, matou todos os que restavam da família de Acabe na cidade; ele os exterminou, conforme a palavra que o SENHOR tinha dito a Elias. |
| 18. Jeú reuniu todo o povo e declarou: “Acabe não cultuou o deus Baal o bastante; eu, Jeú, o cultuarei muito mais. |
| 19. Por isso convoquem todos os profetas de Baal, todos os seus ministros e todos os seus sacerdotes. Ninguém deverá faltar, pois oferecerei um grande sacrifício a Baal. Quem não vier morrerá”. Mas Jeú estava agindo traiçoeiramente, a fim de exterminar os ministros de Baal. |
| 20. Então Jeú ordenou: “Convoquem uma assembleia em honra a Baal”. Foi feita a proclamação, |
| 21. e ele enviou mensageiros por todo o Israel. Todos os ministros de Baal vieram; nem um deles faltou. Eles se reuniram no templo de Baal, que ficou completamente lotado. |
| 22. E Jeú disse ao encarregado das vestes cultuais: “Traga os mantos para todos os ministros de Baal”. E ele os trouxe. |
| 23. Depois Jeú entrou no templo com Jonadabe, filho de Recabe, e disse aos ministros de Baal: “Olhem em volta e certifiquem-se de que nenhum servo do SENHOR está aqui com vocês, mas somente ministros de Baal”. |
| 24. E eles se aproximaram para oferecer sacrifícios e holocaustos. Jeú havia posto oitenta homens do lado de fora, fazendo-lhes esta advertência: “Se um de vocês deixar escapar um só dos homens que estou entregando a vocês, será a sua vida pela dele”. |
| 25. Logo que Jeú terminou de oferecer o holocausto, ordenou aos guardas e oficiais: “Entrem e matem todos! Não deixem ninguém escapar!” E eles os mataram ao fio da espada, jogaram os corpos para fora e depois entraram no santuário interno do templo de Baal. |
| 26. Levaram a coluna sagrada para fora do templo de Baal e a queimaram. |
| 27. Assim destruíram a coluna sagrada de Baal e demoliram o seu templo, e até hoje o local tem sido usado como latrina. |
| 28. Assim Jeú eliminou a adoração a Baal em Israel. |
| 29. No entanto, não se afastou dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate, pois levou Israel a cometer o pecado de adorar os bezerros de ouro em Betel e em Dã. |
| 30. E o SENHOR disse a Jeú: “Como você executou corretamente o que eu aprovo, fazendo com a família de Acabe tudo o que eu queria, seus descendentes ocuparão o trono de Israel até a quarta geração”. |
| 31. Entretanto, Jeú não se preocupou em obedecer de todo o coração à lei do SENHOR, Deus de Israel, nem se afastou dos pecados que Jeroboão levara Israel a cometer. |
| 32. Naqueles dias, o SENHOR começou a reduzir o tamanho de Israel. O rei Hazael conquistou todo o território israelita |
| 33. a leste do Jordão, incluindo toda a terra de Gileade. Conquistou desde Aroer, junto à garganta do Arnom, até Basã, passando por Gileade, terras das tribos de Gade, de Rúben e de Manassés. |
| 34. Os demais acontecimentos do reinado de Jeú, todos os seus atos e todas as suas realizações, estão escritos nos registros históricos dos reis de Israel. |
| 35. Jeú descansou com os seus antepassados e foi sepultado em Samaria. Seu filho Jeoacaz foi seu sucessor. |
| 36. Reinou Jeú vinte e oito anos sobre Israel em Samaria. |
| 2 Reis: 11 |
| 1. Quando Atalia, mãe de Acazias, soube que seu filho estava morto, mandou matar toda a família real. |
| 2. Mas Jeoseba, filha do rei Jeorão e irmã de Acazias, pegou Joás, um dos filhos do rei que iam ser assassinados, e o colocou num quarto, com a sua ama, para escondê-lo de Atalia; assim ele não foi morto. |
| 3. Seis anos ele ficou escondido com ela no templo do SENHOR, enquanto Atalia governava o país. |
| 4. No sétimo ano, o sacerdote Joiada mandou chamar à sua presença no templo do SENHOR os líderes dos batalhões de cem dos cários e dos guardas. E fez um acordo com eles no templo do SENHOR, com juramento. Depois lhes mostrou o filho do rei |
| 5. e lhes ordenou: “Vocês vão fazer o seguinte: Quando entrarem de serviço no sábado, uma companhia ficará de guarda no palácio real; |
| 6. outra, na porta de Sur; a terceira, na porta que fica atrás das outras companhias. Elas montarão guarda no templo por turnos. |
| 7. As outras duas companhias, que normalmente não estão de serviço no sábado, ficarão de guarda no templo, para proteger o rei. |
| 8. Posicionem-se ao redor do rei, de armas na mão. Matem todo o que se aproximar de suas fileiras. Acompanhem o rei aonde quer que ele for”. |
| 9. Os líderes dos batalhões de cem fizeram como o sacerdote Joiada havia ordenado. Cada um levou seus soldados, tanto os que estavam entrando em serviço no sábado como os que estavam saindo, ao sacerdote Joiada. |
| 10. Então ele deu aos líderes dos batalhões de cem as lanças e os escudos que haviam pertencido ao rei Davi e que estavam no templo do SENHOR. |
| 11. Os guardas, todos armados, posicionaram-se em volta do rei, junto do altar e em torno do templo, desde o lado sul até o lado norte do templo. |
| 12. Depois Joiada trouxe para fora Joás, o filho do rei, colocou nele a coroa e lhe entregou uma cópia da aliança. Então o proclamaram rei, ungindo-o, e o povo aplaudia e gritava: “Viva o rei!” |
| 13. Quando Atalia ouviu o barulho dos guardas e do povo, foi ao templo do SENHOR, onde estava o povo, |
| 14. e onde ela viu o rei, em pé junto à coluna, conforme o costume. Os oficiais e os tocadores de corneta estavam ao lado do rei, e todo o povo se alegrava ao som das cornetas. Então Atalia rasgou suas vestes e gritou: “Traição! Traição!” |
| 15. O sacerdote Joiada ordenou aos líderes dos batalhões de cem que estavam no comando das tropas: “Levem-na para fora por entre as fileiras e matem à espada quem a seguir”. Pois o sacerdote dissera: “Ela não será morta no templo do SENHOR”. |
| 16. Então eles a prenderam e a levaram ao lugar onde os cavalos entram no terreno do palácio e lá a mataram. |
| 17. E Joiada fez uma aliança entre o SENHOR, o rei e o povo, para que fossem o povo do SENHOR; também fez um acordo entre o rei e o povo. |
| 18. Depois todo o povo foi ao templo de Baal e o derrubou. Despedaçaram os altares e os ídolos e mataram Matã, sacerdote de Baal, em frente dos altares. A seguir o sacerdote Joiada colocou guardas no templo do SENHOR. |
| 19. Levou consigo os líderes dos batalhões de cem cários, os guardas e todo o povo e, juntos, conduziram o rei do templo ao palácio, passando pela porta da guarda. O rei então ocupou seu lugar no trono real, |
| 20. e todo o povo se alegrou. E a cidade acalmou-se depois que Atalia foi morta à espada no palácio. |
| 21. Joás tinha sete anos de idade quando começou a reinar. |
| 2 Reis: 12 |
| 1. No sétimo ano do reinado de Jeú, Joás começou a reinar e reinou quarenta anos em Jerusalém. O nome de sua mãe era Zíbia; ela era de Berseba. |
| 2. Joás fez o que o SENHOR aprova durante todos os anos em que o sacerdote Joiada o orientou. |
| 3. Contudo, os altares idólatras não foram derrubados; o povo continuava a oferecer sacrifícios e a queimar incenso neles. |
| 4. Joás ordenou aos sacerdotes: “Reúnam toda a prata trazida como dádiva sagrada ao templo do SENHOR: a prata recolhida no recenseamento, a prata recebida de votos pessoais e a que foi trazida voluntariamente ao templo. |
| 5. Cada sacerdote recolha a prata de um dos tesoureiros para que seja usada na reforma do templo”. |
| 6. Contudo, no vigésimo terceiro ano do reinado de Joás, os sacerdotes ainda não tinham feito as reformas. |
| 7. Por isso o rei Joás chamou o sacerdote Joiada e os outros sacerdotes e lhes perguntou: “Por que vocês não estão fazendo as reformas no templo? Não recolham mais prata com seus tesoureiros, mas deixem-na para as reformas”. |
| 8. Os sacerdotes concordaram em não mais receberem nenhuma prata do povo e em não serem mais os encarregados dessas reformas. |
| 9. Então o sacerdote Joiada pegou uma caixa, fez um furo na tampa e colocou-a ao lado do altar, à direita de quem entra no templo do SENHOR. Os sacerdotes que guardavam a entrada colocavam na caixa toda a prata trazida ao templo do SENHOR. |
| 10. Sempre que havia uma grande quantidade de prata na caixa, o secretário real e o sumo sacerdote vinham, pesavam a prata trazida ao templo do SENHOR e a colocavam em sacolas. |
| 11. Depois de pesada, entregavam a prata aos supervisores do trabalho no templo. Assim pagavam aqueles que trabalhavam no templo do SENHOR: os carpinteiros e os construtores, |
| 12. os pedreiros e os cortadores de pedras. Também compravam madeira e pedras lavradas para os consertos a serem feitos no templo do SENHOR e cobriam todas as outras despesas. |
| 13. A prata trazida ao templo não era utilizada na confecção de bacias de prata, cortadores de pavio, bacias para aspersão, cornetas ou quaisquer outros utensílios de ouro ou prata para o templo do SENHOR; |
| 14. era usada como pagamento dos trabalhadores, e eles a empregavam para o reparo do templo. |
| 15. Não se exigia prestação de contas dos que pagavam os trabalhadores, pois agiam com honestidade. |
| 16. Mas a prata das ofertas pela culpa e das ofertas pelo pecado não era levada ao templo do SENHOR, pois pertencia aos sacerdotes. |
| 17. Nessa época, Hazael, rei da Síria, atacou Gate e a conquistou. Depois decidiu atacar Jerusalém. |
| 18. Então Joás, rei de Judá, apanhou todos os objetos consagrados por seus antepassados Josafá, Jeorão e Acazias, reis de Judá, e os que ele mesmo havia consagrado, e todo o ouro encontrado no depósito do templo do SENHOR e do palácio real, e enviou tudo a Hazael, rei da Síria, que, assim, desistiu de atacar Jerusalém. |
| 19. Os demais acontecimentos do reinado de Joás e as suas realizações estão todos escritos no livro dos registros históricos dos reis de Judá. |
| 20. Dois de seus oficiais conspiraram contra ele e o assassinaram em Bete-Milo, no caminho que desce para Sila. |
| 21. Os oficiais que o assassinaram foram Jozabade, filho de Simeate, e Jeozabade, filho de Somer. Ele morreu e foi sepultado junto aos seus antepassados na Cidade de Davi. E seu filho Amazias foi o seu sucessor. |
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