Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Antigo Testamento (324 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 227 de 324 dias
| Provérbios: 25 |
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| 1. São também estes provérbios de Salomão, os quais transcreveram os homens de Ezequias, rei de Judá. |
| 2. A glória de Deus é encobrir as coisas, mas a glória dos reis é esquadrinhá-las. |
| 3. Como a altura dos céus e a profundeza da terra, assim o coração dos reis é insondável. |
| 4. Tira da prata a escória, e sairá vaso para o ourives; |
| 5. tira o perverso da presença do rei, e o seu trono se firmará na justiça. |
| 6. Não te glories na presença do rei, nem te ponhas no meio dos grandes; |
| 7. porque melhor é que te digam: Sobe para aqui!, do que seres humilhado diante do príncipe. A respeito do que os teus olhos viram, |
| 8. não te apresses a litigar, pois, ao fim, que farás, quando o teu próximo te puser em apuros? |
| 9. Pleiteia a tua causa diretamente com o teu próximo e não descubras o segredo de outrem; |
| 10. para que não te vitupere aquele que te ouvir, e não se te apegue a tua infâmia. |
| 11. Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo. |
| 12. Como pendentes e joias de ouro puro, assim é o sábio repreensor para o ouvido atento. |
| 13. Como o frescor de neve no tempo da ceifa, assim é o mensageiro fiel para com os que o enviam, porque refrigera a alma dos seus senhores. |
| 14. Como nuvens e ventos que não trazem chuva, assim é o homem que se gaba de dádivas que não fez. |
| 15. A longanimidade persuade o príncipe, e a língua branda esmaga ossos. |
| 16. Achaste mel? Come apenas o que te basta, para que não te fartes dele e venhas a vomitá-lo. |
| 17. Não sejas frequente na casa do teu próximo, para que não se enfade de ti e te aborreça. |
| 18. Maça, espada e flecha aguda é o homem que levanta falso testemunho contra o seu próximo. |
| 19. Como dente quebrado e pé sem firmeza, assim é a confiança no desleal, no tempo da angústia. |
| 20. Como quem se despe num dia de frio e como vinagre sobre feridas, assim é o que entoa canções junto ao coração aflito. |
| 21. Se o que te aborrece tiver fome, dá-lhe pão para comer; se tiver sede, dá-lhe água para beber, |
| 22. porque assim amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça, e o SENHOR te retribuirá. |
| 23. O vento norte traz chuva, e a língua fingida, o rosto irado. |
| 24. Melhor é morar no canto do eirado do que junto com a mulher rixosa na mesma casa. |
| 25. Como água fria para o sedento, tais são as boas-novas vindas de um país remoto. |
| 26. Como fonte que foi turvada e manancial corrupto, assim é o justo que cede ao perverso. |
| 27. Comer muito mel não é bom; assim, procurar a própria honra não é honra. |
| 28. Como cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não tem domínio próprio. |
| Provérbios: 26 |
| 1. Como a neve no verão e como a chuva na ceifa, assim, a honra não convém ao insensato. |
| 2. Como o pássaro que foge, como a andorinha no seu voo, assim, a maldição sem causa não se cumpre. |
| 3. O açoite é para o cavalo, o freio, para o jumento, e a vara, para as costas dos insensatos. |
| 4. Não respondas ao insensato segundo a sua estultícia, para que não te faças semelhante a ele. |
| 5. Ao insensato responde segundo a sua estultícia, para que não seja ele sábio aos seus próprios olhos. |
| 6. Os pés corta e o dano sofre quem manda mensagens por intermédio do insensato. |
| 7. As pernas do coxo pendem bambas; assim é o provérbio na boca dos insensatos. |
| 8. Como o que atira pedra preciosa num montão de ruínas, assim é o que dá honra ao insensato. |
| 9. Como galho de espinhos na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos insensatos. |
| 10. Como um flecheiro que a todos fere, assim é o que assalaria os insensatos e os transgressores. |
| 11. Como o cão que torna ao seu vômito, assim é o insensato que reitera a sua estultícia. |
| 12. Tens visto a um homem que é sábio a seus próprios olhos? Maior esperança há no insensato do que nele. |
| 13. Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas. |
| 14. Como a porta se revolve nos seus gonzos, assim, o preguiçoso, no seu leito. |
| 15. O preguiçoso mete a mão no prato e não quer ter o trabalho de a levar à boca. |
| 16. Mais sábio é o preguiçoso a seus próprios olhos do que sete homens que sabem responder bem. |
| 17. Quem se mete em questão alheia é como aquele que toma pelas orelhas um cão que passa. |
| 18. Como o louco que lança fogo, flechas e morte, |
| 19. assim é o homem que engana a seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira. |
| 20. Sem lenha, o fogo se apaga; e, não havendo maldizente, cessa a contenda. |
| 21. Como o carvão é para a brasa, e a lenha, para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas. |
| 22. As palavras do maldizente são comida fina, que desce para o mais interior do ventre. |
| 23. Como vaso de barro coberto de escórias de prata, assim são os lábios amorosos e o coração maligno. |
| 24. Aquele que aborrece dissimula com os lábios, mas no íntimo encobre o engano; |
| 25. quando te falar suavemente, não te fies nele, porque sete abominações há no seu coração. |
| 26. Ainda que o seu ódio se encobre com engano, a sua malícia se descobrirá publicamente. |
| 27. Quem abre uma cova nela cairá; e a pedra rolará sobre quem a revolve. |
| 28. A língua falsa aborrece a quem feriu, e a boca lisonjeira é causa de ruína. |
| Provérbios: 27 |
| 1. Não te glories do dia de amanhã, porque não sabes o que trará à luz. |
| 2. Seja outro o que te louve, e não a tua boca; o estrangeiro, e não os teus lábios. |
| 3. Pesada é a pedra, e a areia é uma carga; mas a ira do insensato é mais pesada do que uma e outra. |
| 4. Cruel é o furor, e impetuosa, a ira, mas quem pode resistir à inveja? |
| 5. Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. |
| 6. Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos. |
| 7. A alma farta pisa o favo de mel, mas à alma faminta todo amargo é doce. |
| 8. Qual ave que vagueia longe do seu ninho, tal é o homem que anda vagueando longe do seu lar. |
| 9. Como o óleo e o perfume alegram o coração, assim, o amigo encontra doçura no conselho cordial. |
| 10. Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai, nem entres na casa de teu irmão no dia da tua adversidade. Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe. |
| 11. Sê sábio, filho meu, e alegra o meu coração, para que eu saiba responder àqueles que me afrontam. |
| 12. O prudente vê o mal e esconde-se; mas os simples passam adiante e sofrem a pena. |
| 13. Tome-se a roupa àquele que fica fiador por outrem; e, por penhor, àquele que se obriga por mulher estranha. |
| 14. O que bendiz ao seu vizinho em alta voz, logo de manhã, por maldição lhe atribuem o que faz. |
| 15. O gotejar contínuo no dia de grande chuva e a mulher rixosa são semelhantes; |
| 16. contê-la seria conter o vento, seria pegar o óleo na mão. |
| 17. Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo. |
| 18. O que trata da figueira comerá do seu fruto; e o que cuida do seu senhor será honrado. |
| 19. Como na água o rosto corresponde ao rosto, assim, o coração do homem, ao homem. |
| 20. O inferno e o abismo nunca se fartam, e os olhos do homem nunca se satisfazem. |
| 21. Como o crisol prova a prata, e o forno, o ouro, assim, o homem é provado pelos louvores que recebe. |
| 22. Ainda que pises o insensato com mão de gral entre grãos pilados de cevada, não se vai dele a sua estultícia. |
| 23. Procura conhecer o estado das tuas ovelhas e cuida dos teus rebanhos, |
| 24. porque as riquezas não duram para sempre, nem a coroa, de geração em geração. |
| 25. Quando, removido o feno, aparecerem os renovos e se recolherem as ervas dos montes, |
| 26. então, os cordeiros te darão as vestes, os bodes, o preço do campo, |
| 27. e as cabras, leite em abundância para teu alimento, para alimento da tua casa e para sustento das tuas servas. |
Almeida Revista e Atualizada: 227 de 324 dias