Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Antigo Testamento (324 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 220 de 324 dias
| Provérbios: 4 |
|---|
| 1. Ouvi, filhos, a instrução do pai e estai atentos para conhecerdes o entendimento; |
| 2. porque vos dou boa doutrina; não deixeis o meu ensino. |
| 3. Quando eu era filho em companhia de meu pai, tenro e único diante de minha mãe, |
| 4. então, ele me ensinava e me dizia: Retenha o teu coração as minhas palavras; guarda os meus mandamentos e vive; |
| 5. adquire a sabedoria, adquire o entendimento e não te esqueças das palavras da minha boca, nem delas te apartes. |
| 6. Não desampares a sabedoria, e ela te guardará; ama-a, e ela te protegerá. |
| 7. O princípio da sabedoria é: Adquire a sabedoria; sim, com tudo o que possuis, adquire o entendimento. |
| 8. Estima-a, e ela te exaltará; se a abraçares, ela te honrará; |
| 9. dará à tua cabeça um diadema de graça e uma coroa de glória te entregará. |
| 10. Ouve, filho meu, e aceita as minhas palavras, e se te multiplicarão os anos de vida. |
| 11. No caminho da sabedoria, te ensinei e pelas veredas da retidão te fiz andar. |
| 12. Em andando por elas, não se embaraçarão os teus passos; se correres, não tropeçarás. |
| 13. Retém a instrução e não a largues; guarda-a, porque ela é a tua vida. |
| 14. Não entres na vereda dos perversos, nem sigas pelo caminho dos maus. |
| 15. Evita-o; não passes por ele; desvia-te dele e passa de largo; |
| 16. pois não dormem, se não fizerem mal, e foge deles o sono, se não fizerem tropeçar alguém; |
| 17. porque comem o pão da impiedade e bebem o vinho das violências. |
| 18. Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito. |
| 19. O caminho dos perversos é como a escuridão; nem sabem eles em que tropeçam. |
| 20. Filho meu, atenta para as minhas palavras; aos meus ensinamentos inclina os ouvidos. |
| 21. Não os deixes apartar-se dos teus olhos; guarda-os no mais íntimo do teu coração. |
| 22. Porque são vida para quem os acha e saúde, para o seu corpo. |
| 23. Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida. |
| 24. Desvia de ti a falsidade da boca e afasta de ti a perversidade dos lábios. |
| 25. Os teus olhos olhem direito, e as tuas pálpebras, diretamente diante de ti. |
| 26. Pondera a vereda de teus pés, e todos os teus caminhos sejam retos. |
| 27. Não declines nem para a direita nem para a esquerda; retira o teu pé do mal. |
| Provérbios: 5 |
| 1. Filho meu, atende a minha sabedoria; à minha inteligência inclina os ouvidos |
| 2. para que conserves a discrição, e os teus lábios guardem o conhecimento; |
| 3. porque os lábios da mulher adúltera destilam favos de mel, e as suas palavras são mais suaves do que o azeite; |
| 4. mas o fim dela é amargoso como o absinto, agudo, como a espada de dois gumes. |
| 5. Os seus pés descem à morte; os seus passos conduzem-na ao inferno. |
| 6. Ela não pondera a vereda da vida; anda errante nos seus caminhos e não o sabe. |
| 7. Agora, pois, filho, dá-me ouvidos e não te desvies das palavras da minha boca. |
| 8. Afasta o teu caminho da mulher adúltera e não te aproximes da porta da sua casa; |
| 9. para que não dês a outrem a tua honra, nem os teus anos, a cruéis; |
| 10. para que dos teus bens não se fartem os estranhos, e o fruto do teu trabalho não entre em casa alheia; |
| 11. e gemas no fim de tua vida, quando se consumirem a tua carne e o teu corpo, |
| 12. e digas: Como aborreci o ensino! E desprezou o meu coração a disciplina! |
| 13. E não escutei a voz dos que me ensinavam, nem a meus mestres inclinei os ouvidos! |
| 14. Quase que me achei em todo mal que sucedeu no meio da assembleia e da congregação. |
| 15. Bebe a água da tua própria cisterna e das correntes do teu poço. |
| 16. Derramar-se-iam por fora as tuas fontes, e, pelas praças, os ribeiros de águas? |
| 17. Sejam para ti somente e não para os estranhos contigo. |
| 18. Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade, |
| 19. corça de amores e gazela graciosa. Saciem-te os seus seios em todo o tempo; e embriaga-te sempre com as suas carícias. |
| 20. Por que, filho meu, andarias cego pela estranha e abraçarias o peito de outra? |
| 21. Porque os caminhos do homem estão perante os olhos do SENHOR, e ele considera todas as suas veredas. |
| 22. Quanto ao perverso, as suas iniquidades o prenderão, e com as cordas do seu pecado será detido. |
| 23. Ele morrerá pela falta de disciplina, e, pela sua muita loucura, perdido, cambaleia. |
| Provérbios: 6 |
| 1. Filho meu, se ficaste por fiador do teu companheiro e se te empenhaste ao estranho, |
| 2. estás enredado com o que dizem os teus lábios, estás preso com as palavras da tua boca. |
| 3. Agora, pois, faze isto, filho meu, e livra-te, pois caíste nas mãos do teu companheiro: vai, prostra-te e importuna o teu companheiro; |
| 4. não dês sono aos teus olhos, nem repouso às tuas pálpebras; |
| 5. livra-te, como a gazela, da mão do caçador e, como a ave, da mão do passarinheiro. |
| 6. Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos e sê sábio. |
| 7. Não tendo ela chefe, nem oficial, nem comandante, |
| 8. no estio, prepara o seu pão, na sega, ajunta o seu mantimento. |
| 9. Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono? |
| 10. Um pouco para dormir, um pouco para tosquenejar, um pouco para encruzar os braços em repouso, |
| 11. assim sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade, como um homem armado. |
| 12. O homem de Belial, o homem vil, é o que anda com a perversidade na boca, |
| 13. acena com os olhos, arranha com os pés e faz sinais com os dedos. |
| 14. No seu coração há perversidade; todo o tempo maquina o mal; anda semeando contendas. |
| 15. Pelo que a sua destruição virá repentinamente; subitamente, será quebrantado, sem que haja cura. |
| 16. Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina: |
| 17. olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, |
| 18. coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, |
| 19. testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos. |
| 20. Filho meu, guarda o mandamento de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe; |
| 21. ata-os perpetuamente ao teu coração, pendura-os ao pescoço. |
| 22. Quando caminhares, isso te guiará; quando te deitares, te guardará; quando acordares, falará contigo. |
| 23. Porque o mandamento é lâmpada, e a instrução, luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida; |
| 24. para te guardarem da vil mulher e das lisonjas da mulher alheia. |
| 25. Não cobices no teu coração a sua formosura, nem te deixes prender com as suas olhadelas. |
| 26. Por uma prostituta o máximo que se paga é um pedaço de pão, mas a adúltera anda à caça de vida preciosa. |
| 27. Tomará alguém fogo no seio, sem que as suas vestes se incendeiem? |
| 28. Ou andará alguém sobre brasas, sem que se queimem os seus pés? |
| 29. Assim será com o que se chegar à mulher do seu próximo; não ficará sem castigo todo aquele que a tocar. |
| 30. Não é certo que se despreza o ladrão, quando furta para saciar-se, tendo fome? |
| 31. Pois este, quando encontrado, pagará sete vezes tanto; entregará todos os bens de sua casa. |
| 32. O que adultera com uma mulher está fora de si; só mesmo quem quer arruinar-se é que pratica tal coisa. |
| 33. Achará açoites e infâmia, e o seu opróbrio nunca se apagará. |
| 34. Porque o ciúme excita o furor do marido; e não terá compaixão no dia da vingança. |
| 35. Não se contentará com o resgate, nem aceitará presentes, ainda que sejam muitos. |
Almeida Revista e Atualizada: 220 de 324 dias