Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Antigo Testamento (324 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 193 de 324 dias
| Salmos: 79 |
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| 1. Ó Deus, as nações invadiram a tua herança, profanaram o teu santo templo, reduziram Jerusalém a um montão de ruínas. |
| 2. Deram os cadáveres dos teus servos por cibo às aves dos céus e a carne dos teus santos, às feras da terra. |
| 3. Derramaram como água o sangue deles ao redor de Jerusalém, e não houve quem lhes desse sepultura. |
| 4. Tornamo-nos o opróbrio dos nossos vizinhos, o escárnio e a zombaria dos que nos rodeiam. |
| 5. Até quando, SENHOR? Será para sempre a tua ira? Arderá como fogo o teu zelo? |
| 6. Derrama o teu furor sobre as nações que te não conhecem e sobre os reinos que não invocam o teu nome. |
| 7. Porque eles devoraram a Jacó e lhe assolaram as moradas. |
| 8. Não recordes contra nós as iniquidades de nossos pais; apressem-se ao nosso encontro as tuas misericórdias, pois estamos sobremodo abatidos. |
| 9. Assiste-nos, ó Deus e Salvador nosso, pela glória do teu nome; livra-nos e perdoa-nos os pecados, por amor do teu nome. |
| 10. Por que diriam as nações: Onde está o seu Deus? Seja, à nossa vista, manifesta entre as nações a vingança do sangue que dos teus servos é derramado. |
| 11. Chegue à tua presença o gemido do cativo; consoante a grandeza do teu poder, preserva os sentenciados à morte. |
| 12. Retribui, Senhor, aos nossos vizinhos, sete vezes tanto, o opróbrio com que te vituperaram. |
| 13. Quanto a nós, teu povo e ovelhas do teu pasto, para sempre te daremos graças; de geração em geração proclamaremos os teus louvores. |
| Salmos: 80 |
| 1. Dá ouvidos, ó pastor de Israel, tu que conduzes a José como um rebanho; tu que estás entronizado acima dos querubins, mostra o teu esplendor. |
| 2. Perante Efraim, Benjamim e Manassés, desperta o teu poder e vem salvar-nos. |
| 3. Restaura-nos, ó Deus; faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos. |
| 4. Ó SENHOR, Deus dos Exércitos, até quando estarás indignado contra a oração do teu povo? |
| 5. Dás-lhe a comer pão de lágrimas e a beber copioso pranto. |
| 6. Constituis-nos em contendas para os nossos vizinhos, e os nossos inimigos zombam de nós a valer. |
| 7. Restaura-nos, ó Deus dos Exércitos; faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos. |
| 8. Trouxeste uma videira do Egito, expulsaste as nações e a plantaste. |
| 9. Dispuseste-lhe o terreno, ela deitou profundas raízes e encheu a terra. |
| 10. Com a sombra dela os montes se cobriram, e, com os seus sarmentos, os cedros de Deus. |
| 11. Estendeu ela a sua ramagem até ao mar e os seus rebentos, até ao rio. |
| 12. Por que lhe derribaste as cercas, de sorte que a vindimam todos os que passam pelo caminho? |
| 13. O javali da selva a devasta, e nela se repastam os animais que pululam no campo. |
| 14. Ó Deus dos Exércitos, volta-te, nós te rogamos, olha do céu, e vê, e visita esta vinha; |
| 15. protege o que a tua mão direita plantou, o sarmento que para ti fortaleceste. |
| 16. Está queimada, está decepada. Pereçam os nossos inimigos pela repreensão do teu rosto. |
| 17. Seja a tua mão sobre o povo da tua destra, sobre o filho do homem que fortaleceste para ti. |
| 18. E assim não nos apartaremos de ti; vivifica-nos, e invocaremos o teu nome. |
| 19. Restaura-nos, ó SENHOR, Deus dos Exércitos, faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos. |
| Salmos: 81 |
| 1. Cantai de júbilo a Deus, força nossa; celebrai o Deus de Jacó. |
| 2. Salmodiai e fazei soar o tamboril, a suave harpa com o saltério. |
| 3. Tocai a trombeta na Festa da Lua Nova, na lua cheia, dia da nossa festa. |
| 4. É preceito para Israel, é prescrição do Deus de Jacó. |
| 5. Ele o ordenou, como lei, a José, ao sair contra a terra do Egito. Ouço uma linguagem que eu não conhecera. |
| 6. Livrei os seus ombros do peso, e suas mãos foram livres dos cestos. |
| 7. Clamaste na angústia, e te livrei; do recôndito do trovão eu te respondi e te experimentei junto às águas de Meribá. |
| 8. Ouve, povo meu, quero exortar-te. Ó Israel, se me escutasses! |
| 9. Não haja no meio de ti deus alheio, nem te prostres ante deus estranho. |
| 10. Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito. Abre bem a boca, e ta encherei. |
| 11. Mas o meu povo não me quis escutar a voz, e Israel não me atendeu. |
| 12. Assim, deixei-o andar na teimosia do seu coração; siga os seus próprios conselhos. |
| 13. Ah! Se o meu povo me escutasse, se Israel andasse nos meus caminhos! |
| 14. Eu, de pronto, lhe abateria o inimigo e deitaria mão contra os seus adversários. |
| 15. Os que aborrecem ao SENHOR se lhe submeteriam, e isto duraria para sempre. |
| 16. Eu o sustentaria com o trigo mais fino e o saciaria com o mel que escorre da rocha. |
Almeida Revista e Atualizada: 193 de 324 dias