Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Antigo Testamento (324 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 181 de 324 dias
| Salmos: 43 |
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| 1. Faze-me justiça, ó Deus, e pleiteia a minha causa contra a nação contenciosa; livra-me do homem fraudulento e injusto. |
| 2. Pois tu és o Deus da minha fortaleza. Por que me rejeitas? Por que hei de andar eu lamentando sob a opressão dos meus inimigos? |
| 3. Envia a tua luz e a tua verdade, para que me guiem e me levem ao teu santo monte e aos teus tabernáculos. |
| 4. Então, irei ao altar de Deus, de Deus, que é a minha grande alegria; ao som da harpa eu te louvarei, ó Deus, Deus meu. |
| 5. Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu. |
| Salmos: 44 |
| 1. Ouvimos, ó Deus, com os próprios ouvidos; nossos pais nos têm contado o que outrora fizeste, em seus dias. |
| 2. Como por tuas próprias mãos desapossaste as nações e os estabeleceste; oprimiste os povos e aos pais deste largueza. |
| 3. Pois não foi por sua espada que possuíram a terra, nem foi o seu braço que lhes deu vitória, e sim a tua destra, e o teu braço, e o fulgor do teu rosto, porque te agradaste deles. |
| 4. Tu és o meu rei, ó Deus; ordena a vitória de Jacó. |
| 5. Com o teu auxílio, vencemos os nossos inimigos; em teu nome, calcamos aos pés os que se levantam contra nós. |
| 6. Não confio no meu arco, e não é a minha espada que me salva. |
| 7. Pois tu nos salvaste dos nossos inimigos e cobriste de vergonha os que nos odeiam. |
| 8. Em Deus, nos temos gloriado continuamente e para sempre louvaremos o teu nome. |
| 9. Agora, porém, tu nos lançaste fora, e nos expuseste à vergonha, e já não sais com os nossos exércitos. |
| 10. Tu nos fazes bater em retirada à vista dos nossos inimigos, e os que nos odeiam nos tomam por seu despojo. |
| 11. Entregaste-nos como ovelhas para o corte e nos espalhaste entre as nações. |
| 12. Vendes por um nada o teu povo e nada lucras com o seu preço. |
| 13. Tu nos fazes opróbrio dos nossos vizinhos, escárnio e zombaria aos que nos rodeiam. |
| 14. Pões-nos por ditado entre as nações, alvo de meneios de cabeça entre os povos. |
| 15. A minha ignomínia está sempre diante de mim; cobre-se de vergonha o meu rosto, |
| 16. ante os gritos do que afronta e blasfema, à vista do inimigo e do vingador. |
| 17. Tudo isso nos sobreveio; entretanto, não nos esquecemos de ti, nem fomos infiéis à tua aliança. |
| 18. Não tornou atrás o nosso coração, nem se desviaram os nossos passos dos teus caminhos, |
| 19. para nos esmagares onde vivem os chacais e nos envolveres com as sombras da morte. |
| 20. Se tivéssemos esquecido o nome do nosso Deus ou tivéssemos estendido as mãos a deus estranho, |
| 21. porventura, não o teria atinado Deus, ele, que conhece os segredos dos corações? |
| 22. Mas, por amor de ti, somos entregues à morte continuamente, somos considerados como ovelhas para o matadouro. |
| 23. Desperta! Por que dormes, Senhor? Desperta! Não nos rejeites para sempre! |
| 24. Por que escondes a face e te esqueces da nossa miséria e da nossa opressão? |
| 25. Pois a nossa alma está abatida até ao pó, e o nosso corpo, como que pegado no chão. |
| 26. Levanta-te para socorrer-nos e resgata-nos por amor da tua benignidade. |
| Salmos: 45 |
| 1. De boas palavras transborda o meu coração. Ao Rei consagro o que compus; a minha língua é como a pena de habilidoso escritor. |
| 2. Tu és o mais formoso dos filhos dos homens; nos teus lábios se extravasou a graça; por isso, Deus te abençoou para sempre. |
| 3. Cinge a espada no teu flanco, herói; cinge a tua glória e a tua majestade! |
| 4. E nessa majestade cavalga prosperamente, pela causa da verdade e da justiça; e a tua destra te ensinará proezas. |
| 5. As tuas setas são agudas, penetram o coração dos inimigos do Rei; os povos caem submissos a ti. |
| 6. O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; cetro de equidade é o cetro do teu reino. |
| 7. Amas a justiça e odeias a iniquidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria, como a nenhum dos teus companheiros. |
| 8. Todas as tuas vestes recendem a mirra, aloés e cássia; de palácios de marfim ressoam instrumentos de cordas que te alegram. |
| 9. Filhas de reis se encontram entre as tuas damas de honra; à tua direita está a rainha adornada de ouro finíssimo de Ofir. |
| 10. Ouve, filha; vê, dá atenção; esquece o teu povo e a casa de teu pai. |
| 11. Então, o Rei cobiçará a tua formosura; pois ele é o teu senhor; inclina-te perante ele. |
| 12. A ti virá a filha de Tiro trazendo donativos; os mais ricos do povo te pedirão favores. |
| 13. Toda formosura é a filha do Rei no interior do palácio; a sua vestidura é recamada de ouro. |
| 14. Em roupagens bordadas conduzem-na perante o Rei; as virgens, suas companheiras que a seguem, serão trazidas à tua presença. |
| 15. Serão dirigidas com alegria e regozijo; entrarão no palácio do Rei. |
| 16. Em vez de teus pais, serão teus filhos, os quais farás príncipes por toda a terra. |
| 17. O teu nome, eu o farei celebrado de geração a geração, e, assim, os povos te louvarão para todo o sempre. |
Almeida Revista e Atualizada: 181 de 324 dias