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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

Leitura da Bíblia

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Antigo Testamento (324 dias)

Almeida Revista e Atualizada: 169 de 324 dias

Salmos: 7
1. SENHOR, Deus meu, em ti me refugio; salva-me de todos os que me perseguem e livra-me;
2. para que ninguém, como leão, me arrebate, despedaçando-me, não havendo quem me livre.
3. SENHOR, meu Deus, se eu fiz o de que me culpam, se nas minhas mãos há iniquidade,
4. se paguei com o mal a quem estava em paz comigo, eu, que poupei aquele que sem razão me oprimia,
5. persiga o inimigo a minha alma e alcance-a, espezinhe no chão a minha vida e arraste no pó a minha glória.
6. Levanta-te, SENHOR, na tua indignação, mostra a tua grandeza contra a fúria dos meus adversários e desperta-te em meu favor, segundo o juízo que designaste.
7. Reúnam-se ao redor de ti os povos, e por sobre eles remonta-te às alturas.
8. O SENHOR julga os povos; julga-me, SENHOR, segundo a minha retidão e segundo a integridade que há em mim.
9. Cesse a malícia dos ímpios, mas estabelece tu o justo; pois sondas a mente e o coração, ó justo Deus.
10. Deus é o meu escudo; ele salva os retos de coração.
11. Deus é justo juiz, Deus que sente indignação todos os dias.
12. Se o homem não se converter, afiará Deus a sua espada; já armou o arco, tem-no pronto;
13. para ele preparou já instrumentos de morte, preparou suas setas inflamadas.
14. Eis que o ímpio está com dores de iniquidade; concebeu a malícia e dá à luz a mentira.
15. Abre, e aprofunda uma cova, e cai nesse mesmo poço que faz.
16. A sua malícia lhe recai sobre a cabeça, e sobre a própria mioleira desce a sua violência.
17. Eu, porém, renderei graças ao SENHOR, segundo a sua justiça, e cantarei louvores ao nome do SENHOR Altíssimo.
Salmos: 8
1. Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome! Pois expuseste nos céus a tua majestade.
2. Da boca de pequeninos e crianças de peito suscitaste força, por causa dos teus adversários, para fazeres emudecer o inimigo e o vingador.
3. Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste,
4. que é o homem, que dele te lembres? E o filho do homem, que o visites?
5. Fizeste-o, no entanto, por um pouco, menor do que Deus e de glória e de honra o coroaste.
6. Deste-lhe domínio sobre as obras da tua mão e sob seus pés tudo lhe puseste:
7. ovelhas e bois, todos, e também os animais do campo;
8. as aves do céu, e os peixes do mar, e tudo o que percorre as sendas dos mares.
9. Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome!
Salmos: 9
1. Louvar-te-ei, SENHOR, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas.
2. Alegrar-me-ei e exultarei em ti; ao teu nome, ó Altíssimo, eu cantarei louvores.
3. Pois, ao retrocederem os meus inimigos, tropeçam e somem-se da tua presença;
4. porque sustentas o meu direito e a minha causa; no trono te assentas e julgas retamente.
5. Repreendes as nações, destróis o ímpio e para todo o sempre lhes apagas o nome.
6. Quanto aos inimigos, estão consumados, suas ruínas são perpétuas, arrasaste as suas cidades; até a sua memória pereceu.
7. Mas o SENHOR permanece no seu trono eternamente, trono que erigiu para julgar.
8. Ele mesmo julga o mundo com justiça; administra os povos com retidão.
9. O SENHOR é também alto refúgio para o oprimido, refúgio nas horas de tribulação.
10. Em ti, pois, confiam os que conhecem o teu nome, porque tu, SENHOR, não desamparas os que te buscam.
11. Cantai louvores ao SENHOR, que habita em Sião; proclamai entre os povos os seus feitos.
12. Pois aquele que requer o sangue lembra-se deles e não se esquece do clamor dos aflitos.
13. Compadece-te de mim, SENHOR; vê a que sofrimentos me reduziram os que me odeiam, tu que me levantas das portas da morte;
14. para que, às portas da filha de Sião, eu proclame todos os teus louvores e me regozije da tua salvação.
15. Afundam-se as nações na cova que fizeram, no laço que esconderam, prendeu-se-lhes o pé.
16. Faz-se conhecido o SENHOR, pelo juízo que executa; enlaçado está o ímpio nas obras de suas próprias mãos.
17. Os perversos serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus.
18. Pois o necessitado não será para sempre esquecido, e a esperança dos aflitos não se há de frustrar perpetuamente.
19. Levanta-te, SENHOR; não prevaleça o mortal. Sejam as nações julgadas na tua presença.
20. Infunde-lhes, SENHOR, o medo; saibam as nações que não passam de mortais.

Almeida Revista e Atualizada: 169 de 324 dias


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