Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Antigo Testamento (324 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 226 de 324 dias
| Provérbios: 22 |
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| 1. Vale mais ter um bom nome do que muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a riqueza e o ouro. |
| 2. O rico e o pobre se encontram; a todos o Senhor os fez. |
| 3. O prudente prevê o mal, e esconde-se; mas os simples passam e acabam pagando. |
| 4. O galardão da humildade e o temor do Senhor são riquezas, honra e vida. |
| 5. Espinhos e laços há no caminho do perverso; o que guarda a sua alma retira-se para longe dele. |
| 6. Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele. |
| 7. O rico domina sobre os pobres e o que toma emprestado é servo do que empresta. |
| 8. O que semear a perversidade segará males; e com a vara da sua própria indignação será extinto. |
| 9. O que vê com bons olhos será abençoado, porque dá do seu pão ao pobre. |
| 10. Lança fora o escarnecedor, e se irá a contenda; e acabará a questão e a vergonha. |
| 11. O que ama a pureza de coração, e é amável de lábios, será amigo do rei. |
| 12. Os olhos do Senhor conservam o conhecimento, mas as palavras do iníquo ele transtornará. |
| 13. Diz o preguiçoso: Um leão está lá fora; serei morto no meio das ruas. |
| 14. Cova profunda é a boca das mulheres estranhas; aquele contra quem o Senhor se irar, cairá nela. |
| 15. A estultícia está ligada ao coração da criança, mas a vara da correção a afugentará dela. |
| 16. O que oprime ao pobre para se engrandecer a si mesmo, ou o que dá ao rico, certamente empobrecerá. |
| 17. Inclina o teu ouvido e ouve as palavras dos sábios, e aplica o teu coração ao meu conhecimento. |
| 18. Porque te será agradável se as guardares no teu íntimo, se aplicares todas elas aos teus lábios. |
| 19. Para que a tua confiança esteja no Senhor, faço-te sabê-las hoje, a ti mesmo. |
| 20. Porventura não te escrevi excelentes coisas, acerca de todo conselho e conhecimento, |
| 21. Para fazer-te saber a certeza das palavras da verdade, e assim possas responder palavras de verdade aos que te consultarem? |
| 22. Não roubes ao pobre, porque é pobre, nem atropeles na porta o aflito; |
| 23. Porque o Senhor defenderá a sua causa em juízo, e aos que os roubam ele lhes tirará a vida. |
| 24. Não sejas companheiro do homem briguento nem andes com o colérico, |
| 25. Para que não aprendas as suas veredas, e tomes um laço para a tua alma. |
| 26. Não estejas entre os que se comprometem, e entre os que ficam por fiadores de dívidas, |
| 27. Pois se não tens com que pagar, deixarias que te tirassem até a tua cama de debaixo de ti? |
| 28. Não removas os antigos limites que teus pais fizeram. |
| 29. Viste o homem diligente na sua obra? Perante reis será posto; não permanecerá entre os de posição inferior. |
| Provérbios: 23 |
| 1. Quando te assentares a comer com um governador, atenta bem para o que é posto diante de ti, |
| 2. E se és homem de grande apetite, põe uma faca à tua garganta. |
| 3. Não cobices as suas iguarias porque são comidas enganosas. |
| 4. Não te fatigues para enriqueceres; e não apliques nisso a tua sabedoria. |
| 5. Porventura fixarás os teus olhos naquilo que não é nada? porque certamente criará asas e voará ao céu como a águia. |
| 6. Não comas o pão daquele que tem o olhar maligno, nem cobices as suas iguarias gostosas. |
| 7. Porque, como imaginou no seu coração, assim é ele. Come e bebe, te disse ele; porém o seu coração não está contigo. |
| 8. Vomitarás o bocado que comeste, e perderás as tuas suaves palavras. |
| 9. Não fales ao ouvido do tolo, porque desprezará a sabedoria das tuas palavras. |
| 10. Não removas os limites antigos nem entres nos campos dos órfãos, |
| 11. Porque o seu redentor é poderoso; e pleiteará a causa deles contra ti. |
| 12. Aplica o teu coração à instrução e os teus ouvidos às palavras do conhecimento. |
| 13. Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá. |
| 14. Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno. |
| 15. Filho meu, se o teu coração for sábio, alegrar-se-á o meu coração, sim, o meu próprio. |
| 16. E exultarão as minhas entranhas, quando os teus lábios falarem coisas retas. |
| 17. O teu coração não inveje os pecadores; antes permanece no temor do Senhor todo dia. |
| 18. Porque certamente acabará bem; não será malograda a tua esperança. |
| 19. Ouve tu, filho meu, e sê sábio, e dirige no caminho o teu coração. |
| 20. Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne. |
| 21. Porque o beberrão e o comilão acabarão na pobreza; e a sonolência os faz vestir-se de trapos. |
| 22. Ouve teu pai, que te gerou, e não desprezes tua mãe, quando vier a envelhecer. |
| 23. Compra a verdade, e não a vendas; e também a sabedoria, a instrução e o entendimento. |
| 24. Grandemente se regozijará o pai do justo, e o que gerar um sábio, se alegrará nele. |
| 25. Alegrem-se teu pai e tua mãe, e regozije-se a que te gerou. |
| 26. Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos observem os meus caminhos. |
| 27. Porque cova profunda é a prostituta, e poço estreito a estranha. |
| 28. Pois ela, como um salteador, se põe à espreita, e multiplica entre os homens os iníquos. |
| 29. Para quem são os ais? Para quem os pesares? Para quem as pelejas? Para quem as queixas? Para quem as feridas sem causa? E para quem os olhos vermelhos? |
| 30. Para os que se demoram perto do vinho, para os que andam buscando vinho misturado. |
| 31. Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente. |
| 32. No fim, picará como a cobra, e como a víbora morderá. |
| 33. Os teus olhos olharão para as mulheres estranhas, e o teu coração falará perversidades. |
| 34. E serás como o que se deita no meio do mar, e como o que jaz no topo do mastro. |
| 35. E dirás: Espancaram-me e não me doeu; bateram-me e nem senti; quando despertarei? aí então beberei outra vez. |
| Provérbios: 24 |
| 1. Não tenhas inveja dos homens malignos, nem desejes estar com eles. |
| 2. Porque o seu coração medita a rapina, e os seus lábios falam a malícia. |
| 3. Com a sabedoria se edifica a casa, e com o entendimento ela se estabelece; |
| 4. E pelo conhecimento se encherão as câmaras com todos os bens preciosos e agradáveis. |
| 5. O homem sábio é forte, e o homem de conhecimento consolida a força. |
| 6. Com conselhos prudentes tu farás a guerra; e há vitória na multidão dos conselheiros. |
| 7. A sabedoria é demasiadamente alta para o tolo, na porta não abrirá a sua boca. |
| 8. Àquele que cuida em fazer mal, chamá-lo-ão de pessoa danosa. |
| 9. O pensamento do tolo é pecado, e abominável aos homens é o escarnecedor. |
| 10. Se te mostrares fraco no dia da angústia, é que a tua força é pequena. |
| 11. Se tu deixares de livrar os que estão sendo levados para a morte, e aos que estão sendo levados para a matança; |
| 12. Se disseres: Eis que não o sabemos; porventura não o considerará aquele que pondera os corações? Não o saberá aquele que atenta para a tua alma? Não dará ele ao homem conforme a sua obra? |
| 13. Come mel, meu filho, porque é bom; o favo de mel é doce ao teu paladar. |
| 14. Assim será para a tua alma o conhecimento da sabedoria; se a achares, haverá galardão para ti e não será cortada a tua esperança. |
| 15. Não armes ciladas contra a habitação do justo, ó ímpio, nem assoles o seu lugar de repouso, |
| 16. Porque sete vezes cairá o justo, e se levantará; mas os ímpios tropeçarão no mal. |
| 17. Quando cair o teu inimigo, não te alegres, nem se regozije o teu coração quando ele tropeçar; |
| 18. Para que, vendo-o o Senhor, seja isso mau aos seus olhos, e desvie dele a sua ira. |
| 19. Não te indignes por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos ímpios, |
| 20. Porque o homem maligno não terá galardão, e a lâmpada dos ímpios se apagará. |
| 21. Teme ao Senhor, filho meu, e ao rei, e não te ponhas com os que buscam mudanças, |
| 22. Porque de repente se levantará a sua destruição, e a ruína de ambos, quem o sabe? |
| 23. Também estes são provérbios dos sábios: Ter respeito a pessoas no julgamento não é bom. |
| 24. O que disser ao ímpio: Justo és, os povos o amaldiçoarão, as nações o detestarão. |
| 25. Mas para os que o repreenderem haverá delícias, e sobre eles virá a bênção do bem. |
| 26. Beijados serão os lábios do que responde com palavras retas. |
| 27. Prepara de fora a tua obra, e prepara-a no campo, e então edifica a tua casa. |
| 28. Não sejas testemunha sem causa contra o teu próximo; e não enganes com os teus lábios. |
| 29. Não digas: Como ele me fez a mim, assim o farei eu a ele; pagarei a cada um segundo a sua obra. |
| 30. Passei pelo campo do preguiçoso, e junto à vinha do homem falto de entendimento, |
| 31. Eis que estava toda cheia de cardos, e a sua superfície coberta de urtiga, e o seu muro de pedras estava derrubado. |
| 32. O que eu tenho visto, o guardarei no coração, e vendo-o recebi instrução. |
| 33. Um pouco a dormir, um pouco a cochilar; outro pouco deitado de mãos cruzadas, para dormir, |
| 34. Assim te sobrevirá a tua pobreza como um vagabundo, e a tua necessidade como um homem armado. |
Almeida Corrigida Fiel: 226 de 324 dias