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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Êxodo 32

  • 1. Mas, vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão e lhe disse: Levanta-te, faze-nos deuses que vão adiante de nós; pois, quanto a este Moisés, o homem que nos tirou do Egito, não sabemos o que lhe terá sucedido.
  • 2. Disse-lhes Arão: Tirai as argolas de ouro das orelhas de vossas mulheres, vossos filhos e vossas filhas e trazei-mas.
  • 3. Então, todo o povo tirou das orelhas as argolas e as trouxe a Arão.
  • 4. Este, recebendo-as das suas mãos, trabalhou o ouro com buril e fez dele um bezerro fundido. Então, disseram: São estes, ó Israel, os teus deuses, que te tiraram da terra do Egito.
  • 5. Arão, vendo isso, edificou um altar diante dele e, apregoando, disse: Amanhã, será festa ao SENHOR.
  • 6. No dia seguinte, madrugaram, e ofereceram holocaustos, e trouxeram ofertas pacíficas; e o povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para divertir-se.
  • 7. Então, disse o SENHOR a Moisés: Vai, desce; porque o teu povo, que fizeste sair do Egito, se corrompeu
  • 8. e depressa se desviou do caminho que lhe havia eu ordenado; fez para si um bezerro fundido, e o adorou, e lhe sacrificou, e diz: São estes, ó Israel, os teus deuses, que te tiraram da terra do Egito.
  • 9. Disse mais o SENHOR a Moisés: Tenho visto este povo, e eis que é povo de dura cerviz.
  • 10. Agora, pois, deixa-me, para que se acenda contra eles o meu furor, e eu os consuma; e de ti farei uma grande nação.
  • 11. Porém Moisés suplicou ao SENHOR, seu Deus, e disse: Por que se acende, SENHOR, a tua ira contra o teu povo, que tiraste da terra do Egito com grande fortaleza e poderosa mão?
  • 12. Por que hão de dizer os egípcios: Com maus intentos os tirou, para matá-los nos montes e para consumi-los da face da terra? Torna-te do furor da tua ira e arrepende-te deste mal contra o teu povo.
  • 13. Lembra-te de Abraão, de Isaque e de Israel, teus servos, aos quais por ti mesmo tens jurado e lhes disseste: Multiplicarei a vossa descendência como as estrelas do céu, e toda esta terra de que tenho falado, dá-la-ei à vossa descendência, para que a possuam por herança eternamente.
  • 14. Então, se arrependeu o SENHOR do mal que dissera havia de fazer ao povo.
  • 15. E, voltando-se, desceu Moisés do monte com as duas tábuas do Testemunho nas mãos, tábuas escritas de ambos os lados; de um e de outro lado estavam escritas.
  • 16. As tábuas eram obra de Deus; também a escritura era a mesma escritura de Deus, esculpida nas tábuas.
  • 17. Ouvindo Josué a voz do povo que gritava, disse a Moisés: Há alarido de guerra no arraial.
  • 18. Respondeu-lhe Moisés: Não é alarido dos vencedores nem alarido dos vencidos, mas alarido dos que cantam é o que ouço.
  • 19. Logo que se aproximou do arraial, viu ele o bezerro e as danças; então, acendendo-se-lhe a ira, arrojou das mãos as tábuas e quebrou-as ao pé do monte;
  • 20. e, pegando no bezerro que tinham feito, queimou-o, e o reduziu a pó, que espalhou sobre a água, e deu de beber aos filhos de Israel.
  • 21. Depois, perguntou Moisés a Arão: Que te fez este povo, que trouxeste sobre ele tamanho pecado?
  • 22. Respondeu-lhe Arão: Não se acenda a ira do meu senhor; tu sabes que o povo é propenso para o mal.
  • 23. Pois me disseram: Faze-nos deuses que vão adiante de nós; pois, quanto a este Moisés, o homem que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe terá acontecido.
  • 24. Então, eu lhes disse: quem tem ouro, tire-o. Deram-mo; e eu o lancei no fogo, e saiu este bezerro.
  • 25. Vendo Moisés que o povo estava desenfreado, pois Arão o deixara à solta para vergonha no meio dos seus inimigos,
  • 26. pôs-se em pé à entrada do arraial e disse: Quem é do SENHOR venha até mim. Então, se ajuntaram a ele todos os filhos de Levi,
  • 27. aos quais disse: Assim diz o SENHOR, o Deus de Israel: Cada um cinja a espada sobre o lado, passai e tornai a passar pelo arraial de porta em porta, e mate cada um a seu irmão, cada um, a seu amigo, e cada um, a seu vizinho.
  • 28. E fizeram os filhos de Levi segundo a palavra de Moisés; e caíram do povo, naquele dia, uns três mil homens.
  • 29. Pois Moisés dissera: Consagrai-vos, hoje, ao SENHOR; cada um contra o seu filho e contra o seu irmão, para que ele vos conceda, hoje, bênção.
  • 30. No dia seguinte, disse Moisés ao povo: Vós cometestes grande pecado; agora, porém, subirei ao SENHOR e, porventura, farei propiciação pelo vosso pecado.
  • 31. Tornou Moisés ao SENHOR e disse: Ora, o povo cometeu grande pecado, fazendo para si deuses de ouro.
  • 32. Agora, pois, perdoa-lhe o pecado; ou, se não, risca-me, peço-te, do livro que escreveste.
  • 33. Então, disse o SENHOR a Moisés: Riscarei do meu livro todo aquele que pecar contra mim.
  • 34. Vai, pois, agora, e conduze o povo para onde te disse; eis que o meu Anjo irá adiante de ti; porém, no dia da minha visitação, vingarei, neles, o seu pecado.
  • 35. Feriu, pois, o SENHOR ao povo, porque fizeram o bezerro que Arão fabricara.
  • João 12

  • 1. Seis dias antes da Páscoa, foi Jesus para Betânia, onde estava Lázaro, a quem ele ressuscitara dentre os mortos.
  • 2. Deram-lhe, pois, ali, uma ceia; Marta servia, sendo Lázaro um dos que estavam com ele à mesa.
  • 3. Então, Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, mui precioso, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos; e encheu-se toda a casa com o perfume do bálsamo.
  • 4. Mas Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, o que estava para traí-lo, disse:
  • 5. Por que não se vendeu este perfume por trezentos denários e não se deu aos pobres?
  • 6. Isto disse ele, não porque tivesse cuidado dos pobres; mas porque era ladrão e, tendo a bolsa, tirava o que nela se lançava.
  • 7. Jesus, entretanto, disse: Deixa-a! Que ela guarde isto para o dia em que me embalsamarem;
  • 8. porque os pobres, sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes.
  • 9. Soube numerosa multidão dos judeus que Jesus estava ali, e lá foram não só por causa dele, mas também para verem Lázaro, a quem ele ressuscitara dentre os mortos.
  • 10. Mas os principais sacerdotes resolveram matar também Lázaro;
  • 11. porque muitos dos judeus, por causa dele, voltavam crendo em Jesus.
  • 12. No dia seguinte, a numerosa multidão que viera à festa, tendo ouvido que Jesus estava de caminho para Jerusalém,
  • 13. tomou ramos de palmeiras e saiu ao seu encontro, clamando: Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor e que é Rei de Israel!
  • 14. E Jesus, tendo conseguido um jumentinho, montou-o, segundo está escrito:
  • 15. Não temas, filha de Sião, eis que o teu Rei aí vem, montado em um filho de jumenta.
  • 16. Seus discípulos a princípio não compreenderam isto; quando, porém, Jesus foi glorificado, então, eles se lembraram de que estas coisas estavam escritas a respeito dele e também de que isso lhe fizeram.
  • 17. Dava, pois, testemunho disto a multidão que estivera com ele, quando chamara a Lázaro do túmulo e o levantara dentre os mortos.
  • 18. Por causa disso, também, a multidão lhe saiu ao encontro, pois ouviu que ele fizera este sinal.
  • 19. De sorte que os fariseus disseram entre si: Vede que nada aproveitais! Eis aí vai o mundo após ele.
  • 20. Ora, entre os que subiram para adorar durante a festa, havia alguns gregos;
  • 21. estes, pois, se dirigiram a Filipe, que era de Betsaida da Galileia, e lhe rogaram: Senhor, queremos ver Jesus.
  • 22. Filipe foi dizê-lo a André, e André e Filipe o comunicaram a Jesus.
  • 23. Respondeu-lhes Jesus: É chegada a hora de ser glorificado o Filho do Homem.
  • 24. Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto.
  • 25. Quem ama a sua vida perde-a; mas aquele que odeia a sua vida neste mundo preservá-la-á para a vida eterna.
  • 26. Se alguém me serve, siga-me, e, onde eu estou, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, o Pai o honrará.
  • 27. Agora, está angustiada a minha alma, e que direi eu? Pai, salva-me desta hora? Mas precisamente com este propósito vim para esta hora.
  • 28. Pai, glorifica o teu nome. Então, veio uma voz do céu: Eu já o glorifiquei e ainda o glorificarei.
  • 29. A multidão, pois, que ali estava, tendo ouvido a voz, dizia ter havido um trovão. Outros diziam: Foi um anjo que lhe falou.
  • 30. Então, explicou Jesus: Não foi por mim que veio esta voz, e sim por vossa causa.
  • 31. Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso.
  • 32. E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo.
  • 33. Isto dizia, significando de que gênero de morte estava para morrer.
  • 34. Replicou-lhe, pois, a multidão: Nós temos ouvido da lei que o Cristo permanece para sempre, e como dizes tu ser necessário que o Filho do Homem seja levantado? Quem é esse Filho do Homem?
  • 35. Respondeu-lhes Jesus: Ainda por um pouco a luz está convosco. Andai enquanto tendes a luz, para que as trevas não vos apanhem; e quem anda nas trevas não sabe para onde vai.
  • 36. Enquanto tendes a luz, crede na luz, para que vos torneis filhos da luz. Jesus disse estas coisas e, retirando-se, ocultou-se deles.
  • 37. E, embora tivesse feito tantos sinais na sua presença, não creram nele,
  • 38. para se cumprir a palavra do profeta Isaías, que diz: Senhor, quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor?
  • 39. Por isso, não podiam crer, porque Isaías disse ainda:
  • 40. Cegou-lhes os olhos e endureceu-lhes o coração, para que não vejam com os olhos, nem entendam com o coração, e se convertam, e sejam por mim curados.
  • 41. Isto disse Isaías porque viu a glória dele e falou a seu respeito.
  • 42. Contudo, muitos dentre as próprias autoridades creram nele, mas, por causa dos fariseus, não o confessavam, para não serem expulsos da sinagoga;
  • 43. porque amaram mais a glória dos homens do que a glória de Deus.
  • 44. E Jesus clamou, dizendo: Quem crê em mim crê, não em mim, mas naquele que me enviou.
  • 45. E quem me vê a mim vê aquele que me enviou.
  • 46. Eu vim como luz para o mundo, a fim de que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.
  • 47. Se alguém ouvir as minhas palavras e não as guardar, eu não o julgo; porque eu não vim para julgar o mundo, e sim para salvá-lo.
  • 48. Quem me rejeita e não recebe as minhas palavras tem quem o julgue; a própria palavra que tenho proferido, essa o julgará no último dia.
  • 49. Porque eu não tenho falado por mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, esse me tem prescrito o que dizer e o que anunciar.
  • 50. E sei que o seu mandamento é a vida eterna. As coisas, pois, que eu falo, como o Pai mo tem dito, assim falo.
  • Provérbios 9

  • 1. A Sabedoria edificou a sua casa, lavrou as suas sete colunas.
  • 2. Carneou os seus animais, misturou o seu vinho e arrumou a sua mesa.
  • 3. Já deu ordens às suas criadas e, assim, convida desde as alturas da cidade:
  • 4. Quem é simples, volte-se para aqui. Aos faltos de senso diz:
  • 5. Vinde, comei do meu pão e bebei do vinho que misturei.
  • 6. Deixai os insensatos e vivei; andai pelo caminho do entendimento.
  • 7. O que repreende o escarnecedor traz afronta sobre si; e o que censura o perverso a si mesmo se injuria.
  • 8. Não repreendas o escarnecedor, para que te não aborreça; repreende o sábio, e ele te amará.
  • 9. Dá instrução ao sábio, e ele se fará mais sábio ainda; ensina ao justo, e ele crescerá em prudência.
  • 10. O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo é prudência.
  • 11. Porque por mim se multiplicam os teus dias, e anos de vida se te acrescentarão.
  • 12. Se és sábio, para ti mesmo o és; se és escarnecedor, tu só o suportarás.
  • 13. A loucura é mulher apaixonada, é ignorante e não sabe coisa alguma.
  • 14. Assenta-se à porta de sua casa, nas alturas da cidade, toma uma cadeira,
  • 15. para dizer aos que passam e seguem direito o seu caminho:
  • 16. Quem é simples, volte-se para aqui. E aos faltos de senso diz:
  • 17. As águas roubadas são doces, e o pão comido às ocultas é agradável.
  • 18. Eles, porém, não sabem que ali estão os mortos, que os seus convidados estão nas profundezas do inferno.

Almeida Revista e Atualizada

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