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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Êxodo 22

  • 1. Se alguém furtar boi ou ovelha e o abater ou vender, por um boi pagará cinco bois, e quatro ovelhas por uma ovelha.
  • 2. Se um ladrão for achado arrombando uma casa e, sendo ferido, morrer, quem o feriu não será culpado do sangue.
  • 3. Se, porém, já havia sol quando tal se deu, quem o feriu será culpado do sangue; neste caso, o ladrão fará restituição total. Se não tiver com que pagar, será vendido por seu furto.
  • 4. Se aquilo que roubou for achado vivo em seu poder, seja boi, jumento ou ovelha, pagará o dobro.
  • 5. Se alguém fizer pastar o seu animal num campo ou numa vinha e o largar para comer em campo de outrem, pagará com o melhor do seu próprio campo e o melhor da sua própria vinha.
  • 6. Se irromper fogo, e pegar nos espinheiros, e destruir as medas de cereais, ou a messe, ou o campo, aquele que acendeu o fogo pagará totalmente o queimado.
  • 7. Se alguém der ao seu próximo dinheiro ou objetos a guardar, e isso for furtado àquele que o recebeu, se for achado o ladrão, este pagará o dobro.
  • 8. Se o ladrão não for achado, então, o dono da casa será levado perante os juízes, a ver se não meteu a mão nos bens do próximo.
  • 9. Em todo negócio frauduloso, seja a respeito de boi, ou de jumento, ou de ovelhas, ou de roupas, ou de qualquer coisa perdida, de que uma das partes diz: Esta é a coisa, a causa de ambas as partes se levará perante os juízes; aquele a quem os juízes condenarem pagará o dobro ao seu próximo.
  • 10. Se alguém der ao seu próximo a guardar jumento, ou boi, ou ovelha, ou outro animal qualquer, e este morrer, ou ficar aleijado, ou for afugentado, sem que ninguém o veja,
  • 11. então, haverá juramento do SENHOR entre ambos, de que não meteu a mão nos bens do seu próximo; o dono aceitará o juramento, e o outro não fará restituição.
  • 12. Porém, se, de fato, lhe for furtado, pagá-lo-á ao seu dono.
  • 13. Se for dilacerado, trá-lo-á em testemunho disso e não pagará o dilacerado.
  • 14. Se alguém pedir emprestado a seu próximo um animal, e este ficar aleijado ou morrer, não estando presente o dono, pagá-lo-á.
  • 15. Se o dono esteve presente, não o pagará; se foi alugado, o preço do aluguel será o pagamento.
  • 16. Se alguém seduzir qualquer virgem que não estava desposada e se deitar com ela, pagará seu dote e a tomará por mulher.
  • 17. Se o pai dela definitivamente recusar dar-lha, pagará ele em dinheiro conforme o dote das virgens.
  • 18. A feiticeira não deixarás viver.
  • 19. Quem tiver coito com animal será morto.
  • 20. Quem sacrificar aos deuses e não somente ao SENHOR será destruído.
  • 21. Não afligirás o forasteiro, nem o oprimirás; pois forasteiros fostes na terra do Egito.
  • 22. A nenhuma viúva nem órfão afligireis.
  • 23. Se de algum modo os afligirdes, e eles clamarem a mim, eu lhes ouvirei o clamor;
  • 24. a minha ira se acenderá, e vos matarei à espada; vossas mulheres ficarão viúvas, e vossos filhos, órfãos.
  • 25. Se emprestares dinheiro ao meu povo, ao pobre que está contigo, não te haverás com ele como credor que impõe juros.
  • 26. Se do teu próximo tomares em penhor a sua veste, lha restituirás antes do pôr do sol;
  • 27. porque é com ela que se cobre, é a veste do seu corpo; em que se deitaria? Será, pois, que, quando clamar a mim, eu o ouvirei, porque sou misericordioso.
  • 28. Contra Deus não blasfemarás, nem amaldiçoarás o príncipe do teu povo.
  • 29. Não tardarás em trazer ofertas do melhor das tuas ceifas e das tuas vinhas; o primogênito de teus filhos me darás.
  • 30. Da mesma sorte, farás com os teus bois e com as tuas ovelhas; sete dias ficará a cria com a mãe, e, ao oitavo dia, ma darás.
  • 31. Ser-me-eis homens consagrados; portanto, não comereis carne dilacerada no campo; deitá-la-eis aos cães.
  • João 2

  • 1. Três dias depois, houve um casamento em Caná da Galileia, achando-se ali a mãe de Jesus.
  • 2. Jesus também foi convidado, com os seus discípulos, para o casamento.
  • 3. Tendo acabado o vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Eles não têm mais vinho.
  • 4. Mas Jesus lhe disse: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora.
  • 5. Então, ela falou aos serventes: Fazei tudo o que ele vos disser.
  • 6. Estavam ali seis talhas de pedra, que os judeus usavam para as purificações, e cada uma levava duas ou três metretas.
  • 7. Jesus lhes disse: Enchei de água as talhas. E eles as encheram totalmente.
  • 8. Então, lhes determinou: Tirai agora e levai ao mestre-sala. Eles o fizeram.
  • 9. Tendo o mestre-sala provado a água transformada em vinho (não sabendo donde viera, se bem que o sabiam os serventes que haviam tirado a água), chamou o noivo
  • 10. e lhe disse: Todos costumam pôr primeiro o bom vinho e, quando já beberam fartamente, servem o inferior; tu, porém, guardaste o bom vinho até agora.
  • 11. Com este, deu Jesus princípio a seus sinais em Caná da Galileia; manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram nele.
  • 12. Depois disto, desceu ele para Cafarnaum, com sua mãe, seus irmãos e seus discípulos; e ficaram ali não muitos dias.
  • 13. Estando próxima a Páscoa dos judeus, subiu Jesus para Jerusalém.
  • 14. E encontrou no templo os que vendiam bois, ovelhas e pombas e também os cambistas assentados;
  • 15. tendo feito um azorrague de cordas, expulsou todos do templo, bem como as ovelhas e os bois, derramou pelo chão o dinheiro dos cambistas, virou as mesas
  • 16. e disse aos que vendiam as pombas: Tirai daqui estas coisas; não façais da casa de meu Pai casa de negócio.
  • 17. Lembraram-se os seus discípulos de que está escrito: O zelo da tua casa me consumirá.
  • 18. Perguntaram-lhe, pois, os judeus: Que sinal nos mostras, para fazeres estas coisas?
  • 19. Jesus lhes respondeu: Destruí este santuário, e em três dias o reconstruirei.
  • 20. Replicaram os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este santuário, e tu, em três dias, o levantarás?
  • 21. Ele, porém, se referia ao santuário do seu corpo.
  • 22. Quando, pois, Jesus ressuscitou dentre os mortos, lembraram-se os seus discípulos de que ele dissera isto; e creram na Escritura e na palavra de Jesus.
  • 23. Estando ele em Jerusalém, durante a Festa da Páscoa, muitos, vendo os sinais que ele fazia, creram no seu nome;
  • 24. mas o próprio Jesus não se confiava a eles, porque os conhecia a todos.
  • 25. E não precisava de que alguém lhe desse testemunho a respeito do homem, porque ele mesmo sabia o que era a natureza humana.
  • Jó 41

  • 1. Podes tu, com anzol, apanhar o crocodilo ou lhe travar a língua com uma corda?
  • 2. Podes meter-lhe no nariz uma vara de junco? Ou furar-lhe as bochechas com um gancho?
  • 3. Acaso, te fará muitas súplicas? Ou te falará palavras brandas?
  • 4. Fará ele acordo contigo? Ou tomá-lo-ás por servo para sempre?
  • 5. Brincarás com ele, como se fora um passarinho? Ou tê-lo-ás preso à correia para as tuas meninas?
  • 6. Acaso, os teus sócios negociam com ele? Ou o repartirão entre os mercadores?
  • 7. Encher-lhe-ás a pele de arpões? Ou a cabeça, de farpas?
  • 8. Põe a mão sobre ele, lembra-te da peleja e nunca mais o intentarás.
  • 9. Eis que a gente se engana em sua esperança; acaso, não será o homem derribado só em vê-lo?
  • 10. Ninguém há tão ousado, que se atreva a despertá-lo. Quem é, pois, aquele que pode erguer-se diante de mim?
  • 11. Quem primeiro me deu a mim, para que eu haja de retribuir-lhe? Pois o que está debaixo de todos os céus é meu.
  • 12. Não me calarei a respeito dos seus membros, nem da sua grande força, nem da graça da sua compostura.
  • 13. Quem lhe abrirá as vestes do seu dorso? Ou lhe penetrará a couraça dobrada?
  • 14. Quem abriria as portas do seu rosto? Pois em roda dos seus dentes está o terror.
  • 15. As fileiras de suas escamas são o seu orgulho, cada uma bem-encostada como por um selo que as ajusta.
  • 16. A tal ponto uma se chega à outra, que entre elas não entra nem o ar.
  • 17. Umas às outras se ligam, aderem entre si e não se podem separar.
  • 18. Cada um dos seus espirros faz resplandecer luz, e os seus olhos são como as pestanas da alva.
  • 19. Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.
  • 20. Das suas narinas procede fumaça, como de uma panela fervente ou de juncos que ardem.
  • 21. O seu hálito faz incender os carvões; e da sua boca sai chama.
  • 22. No seu pescoço reside a força; e diante dele salta o desespero.
  • 23. Suas partes carnudas são bem-pegadas entre si; todas fundidas nele e imóveis.
  • 24. O seu coração é firme como uma pedra, firme como a mó de baixo.
  • 25. Levantando-se ele, tremem os valentes; quando irrompe, ficam como que fora de si.
  • 26. Se o golpe de espada o alcança, de nada vale, nem de lança, de dardo ou de flecha.
  • 27. Para ele, o ferro é palha, e o cobre, pau podre.
  • 28. A seta o não faz fugir; as pedras das fundas se lhe tornam em restolho.
  • 29. Os porretes atirados são para ele como palha, e ri-se do brandir da lança.
  • 30. Debaixo do ventre, há escamas pontiagudas; arrasta-se sobre a lama, como um instrumento de debulhar.
  • 31. As profundezas faz ferver, como uma panela; torna o mar como caldeira de unguento.
  • 32. Após si, deixa um sulco luminoso; o abismo parece ter-se encanecido.
  • 33. Na terra, não tem ele igual, pois foi feito para nunca ter medo.
  • 34. Ele olha com desprezo tudo o que é alto; é rei sobre todos os animais orgulhosos.

Almeida Revista e Atualizada

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