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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Gênesis 38

  • 1. Aconteceu, por esse tempo, que Judá se apartou de seus irmãos e se hospedou na casa de um adulamita, chamado Hira.
  • 2. Ali viu Judá a filha de um cananeu, chamado Sua; ele a tomou por mulher e a possuiu.
  • 3. E ela concebeu e deu à luz um filho, e o pai lhe chamou Er.
  • 4. Tornou a conceber e deu à luz um filho; a este deu a mãe o nome de Onã.
  • 5. Continuou ainda e deu à luz outro filho, cujo nome foi Selá; ela estava em Quezibe quando o teve.
  • 6. Judá, pois, tomou esposa para Er, o seu primogênito; o nome dela era Tamar.
  • 7. Er, porém, o primogênito de Judá, era perverso perante o SENHOR, pelo que o SENHOR o fez morrer.
  • 8. Então, disse Judá a Onã: Possui a mulher de teu irmão, cumpre o levirato e suscita descendência a teu irmão.
  • 9. Sabia, porém, Onã que o filho não seria tido por seu; e todas as vezes que possuía a mulher de seu irmão deixava o sêmen cair na terra, para não dar descendência a seu irmão.
  • 10. Isso, porém, que fazia, era mau perante o SENHOR, pelo que também a este fez morrer.
  • 11. Então, disse Judá a Tamar, sua nora: Permanece viúva em casa de teu pai, até que Selá, meu filho, venha a ser homem. Pois disse: Para que não morra também este, como seus irmãos. Assim, Tamar se foi, passando a residir em casa de seu pai.
  • 12. No correr do tempo morreu a filha de Sua, mulher de Judá; e, consolado Judá, subiu aos tosquiadores de suas ovelhas, em Timna, ele e seu amigo Hira, o adulamita.
  • 13. E o comunicaram a Tamar: Eis que o teu sogro sobe a Timna, para tosquiar as ovelhas.
  • 14. Então, ela despiu as vestes de sua viuvez, e, cobrindo-se com um véu, se disfarçou, e se assentou à entrada de Enaim, no caminho de Timna; pois via que Selá já era homem, e ela não lhe fora dada por mulher.
  • 15. Vendo-a Judá, teve-a por meretriz; pois ela havia coberto o rosto.
  • 16. Então, se dirigiu a ela no caminho e lhe disse: Vem, deixa-me possuir-te; porque não sabia que era a sua nora. Ela respondeu: Que me darás para coabitares comigo?
  • 17. Ele respondeu: Enviar-te-ei um cabrito do rebanho. Perguntou ela: Dar-me-ás penhor até que o mandes?
  • 18. Respondeu ele: Que penhor te darei? Ela disse: O teu selo, o teu cordão e o cajado que seguras. Ele, pois, lhos deu e a possuiu; e ela concebeu dele.
  • 19. Levantou-se ela e se foi; tirou de sobre si o véu e tornou às vestes da sua viuvez.
  • 20. Enviou Judá o cabrito, por mão do adulamita, seu amigo, para reaver o penhor da mão da mulher; porém não a encontrou.
  • 21. Então, perguntou aos homens daquele lugar: Onde está a prostituta cultual que se achava junto ao caminho de Enaim? Responderam: Aqui não esteve meretriz nenhuma.
  • 22. Tendo voltado a Judá, disse: Não a encontrei; e também os homens do lugar me disseram: Aqui não esteve prostituta cultual nenhuma.
  • 23. Respondeu Judá: Que ela o guarde para si, para que não nos tornemos em opróbrio; mandei-lhe, com efeito, o cabrito, todavia, não a achaste.
  • 24. Passados quase três meses, foi dito a Judá: Tamar, tua nora, adulterou, pois está grávida. Então, disse Judá: Tirai-a fora para que seja queimada.
  • 25. Em tirando-a, mandou ela dizer a seu sogro: Do homem de quem são estas coisas eu concebi. E disse mais: Reconhece de quem é este selo, e este cordão, e este cajado.
  • 26. Reconheceu-os Judá e disse: Mais justa é ela do que eu, porquanto não a dei a Selá, meu filho. E nunca mais a possuiu.
  • 27. E aconteceu que, estando ela para dar à luz, havia gêmeos no seu ventre.
  • 28. Ao nascerem, um pôs a mão fora, e a parteira, tomando-a, lhe atou um fio encarnado e disse: Este saiu primeiro.
  • 29. Mas, recolhendo ele a mão, saiu o outro; e ela disse: Como rompeste saída? E lhe chamaram Perez.
  • 30. Depois, lhe saiu o irmão, em cuja mão estava o fio encarnado; e lhe chamaram Zera.
  • Marcos 9

  • 1. Dizia-lhes ainda: Em verdade vos afirmo que, dos que aqui se encontram, alguns há que, de maneira nenhuma, passarão pela morte até que vejam ter chegado com poder o reino de Deus.
  • 2. Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, Tiago e João e levou-os sós, à parte, a um alto monte. Foi transfigurado diante deles;
  • 3. as suas vestes tornaram-se resplandecentes e sobremodo brancas, como nenhum lavandeiro na terra as poderia alvejar.
  • 4. Apareceu-lhes Elias com Moisés, e estavam falando com Jesus.
  • 5. Então, Pedro, tomando a palavra, disse: Mestre, bom é estarmos aqui e que façamos três tendas: uma será tua, outra, para Moisés, e outra, para Elias.
  • 6. Pois não sabia o que dizer, por estarem eles aterrados.
  • 7. A seguir, veio uma nuvem que os envolveu; e dela uma voz dizia: Este é o meu Filho amado; a ele ouvi.
  • 8. E, de relance, olhando ao redor, a ninguém mais viram com eles, senão Jesus.
  • 9. Ao descerem do monte, ordenou-lhes Jesus que não divulgassem as coisas que tinham visto, até o dia em que o Filho do Homem ressuscitasse dentre os mortos.
  • 10. Eles guardaram a recomendação, perguntando uns aos outros que seria o ressuscitar dentre os mortos.
  • 11. E interrogaram-no, dizendo: Por que dizem os escribas ser necessário que Elias venha primeiro?
  • 12. Então, ele lhes disse: Elias, vindo primeiro, restaurará todas as coisas; como, pois, está escrito sobre o Filho do Homem que sofrerá muito e será aviltado?
  • 13. Eu, porém, vos digo que Elias já veio, e fizeram com ele tudo o que quiseram, como a seu respeito está escrito.
  • 14. Quando eles se aproximaram dos discípulos, viram numerosa multidão ao redor e que os escribas discutiam com eles.
  • 15. E logo toda a multidão, ao ver Jesus, tomada de surpresa, correu para ele e o saudava.
  • 16. Então, ele interpelou os escribas: Que é que discutíeis com eles?
  • 17. E um, dentre a multidão, respondeu: Mestre, trouxe-te o meu filho, possesso de um espírito mudo;
  • 18. e este, onde quer que o apanha, lança-o por terra, e ele espuma, rilha os dentes e vai definhando. Roguei a teus discípulos que o expelissem, e eles não puderam.
  • 19. Então, Jesus lhes disse: Ó geração incrédula, até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei? Trazei-mo.
  • 20. E trouxeram-lho; quando ele viu a Jesus, o espírito imediatamente o agitou com violência, e, caindo ele por terra, revolvia-se espumando.
  • 21. Perguntou Jesus ao pai do menino: Há quanto tempo isto lhe sucede? Desde a infância, respondeu;
  • 22. e muitas vezes o tem lançado no fogo e na água, para o matar; mas, se tu podes alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos.
  • 23. Ao que lhe respondeu Jesus: Se podes! Tudo é possível ao que crê.
  • 24. E imediatamente o pai do menino exclamou [com lágrimas]: Eu creio! Ajuda-me na minha falta de fé!
  • 25. Vendo Jesus que a multidão concorria, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai deste jovem e nunca mais tornes a ele.
  • 26. E ele, clamando e agitando-o muito, saiu, deixando-o como se estivesse morto, a ponto de muitos dizerem: Morreu.
  • 27. Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu, e ele se levantou.
  • 28. Quando entrou em casa, os seus discípulos lhe perguntaram em particular: Por que não pudemos nós expulsá-lo?
  • 29. Respondeu-lhes: Esta casta não pode sair senão por meio de oração [e jejum].
  • 30. E, tendo partido dali, passavam pela Galileia, e não queria que ninguém o soubesse;
  • 31. porque ensinava os seus discípulos e lhes dizia: O Filho do Homem será entregue nas mãos dos homens, e o matarão; mas, três dias depois da sua morte, ressuscitará.
  • 32. Eles, contudo, não compreendiam isto e temiam interrogá-lo.
  • 33. Tendo eles partido para Cafarnaum, estando ele em casa, interrogou os discípulos: De que é que discorríeis pelo caminho?
  • 34. Mas eles guardaram silêncio; porque, pelo caminho, haviam discutido entre si sobre quem era o maior.
  • 35. E ele, assentando-se, chamou os doze e lhes disse: Se alguém quer ser o primeiro, será o último e servo de todos.
  • 36. Trazendo uma criança, colocou-a no meio deles e, tomando-a nos braços, disse-lhes:
  • 37. Qualquer que receber uma criança, tal como esta, em meu nome, a mim me recebe; e qualquer que a mim me receber, não recebe a mim, mas ao que me enviou.
  • 38. Disse-lhe João: Mestre, vimos um homem que, em teu nome, expelia demônios, o qual não nos segue; e nós lho proibimos, porque não seguia conosco.
  • 39. Mas Jesus respondeu: Não lho proibais; porque ninguém há que faça milagre em meu nome e, logo a seguir, possa falar mal de mim.
  • 40. Pois quem não é contra nós é por nós.
  • 41. Porquanto, aquele que vos der de beber um copo de água, em meu nome, porque sois de Cristo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão.
  • 42. E quem fizer tropeçar a um destes pequeninos crentes, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse lançado no mar.
  • 43. E, se tua mão te faz tropeçar, corta-a; pois é melhor entrares maneta na vida do que, tendo as duas mãos, ires para o inferno, para o fogo inextinguível
  • 44. [onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga].
  • 45. E, se teu pé te faz tropeçar, corta-o; é melhor entrares na vida aleijado do que, tendo os dois pés, seres lançado no inferno
  • 46. [onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga].
  • 47. E, se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o; é melhor entrares no reino de Deus com um só dos teus olhos do que, tendo os dois seres lançado no inferno,
  • 48. onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga.
  • 49. Porque cada um será salgado com fogo.
  • 50. Bom é o sal; mas, se o sal vier a tornar-se insípido, como lhe restaurar o sabor? Tende sal em vós mesmos e paz uns com os outros.
  • Jó 5

  • 1. Chama agora! Haverá alguém que te atenda? E para qual dos santos anjos te virarás?
  • 2. Porque a ira do louco o destrói, e o zelo do tolo o mata.
  • 3. Bem vi eu o louco lançar raízes; mas logo declarei maldita a sua habitação.
  • 4. Seus filhos estão longe do socorro, são espezinhados às portas, e não há quem os livre.
  • 5. A sua messe, o faminto a devora e até do meio dos espinhos a arrebata; e o intrigante abocanha os seus bens.
  • 6. Porque a aflição não vem do pó, e não é da terra que brota o enfado.
  • 7. Mas o homem nasce para o enfado, como as faíscas das brasas voam para cima.
  • 8. Quanto a mim, eu buscaria a Deus e a ele entregaria a minha causa;
  • 9. ele faz coisas grandes e inescrutáveis e maravilhas que não se podem contar;
  • 10. faz chover sobre a terra e envia águas sobre os campos,
  • 11. para pôr os abatidos num lugar alto e para que os enlutados se alegrem da maior ventura.
  • 12. Ele frustra as maquinações dos astutos, para que as suas mãos não possam realizar seus projetos.
  • 13. Ele apanha os sábios na sua própria astúcia; e o conselho dos que tramam se precipita.
  • 14. Eles de dia encontram as trevas; ao meio-dia andam como de noite, às apalpadelas.
  • 15. Porém Deus salva da espada que lhes sai da boca, salva o necessitado da mão do poderoso.
  • 16. Assim, há esperança para o pobre, e a iniquidade tapa a sua própria boca.
  • 17. Bem-aventurado é o homem a quem Deus disciplina; não desprezes, pois, a disciplina do Todo-Poderoso.
  • 18. Porque ele faz a ferida e ele mesmo a ata; ele fere, e as suas mãos curam.
  • 19. De seis angústias te livrará, e na sétima o mal te não tocará.
  • 20. Na fome te livrará da morte; na guerra, do poder da espada.
  • 21. Do açoite da língua estarás abrigado e, quando vier a assolação, não a temerás.
  • 22. Da assolação e da fome te rirás e das feras da terra não terás medo.
  • 23. Porque até com as pedras do campo terás a tua aliança, e os animais da terra viverão em paz contigo.
  • 24. Saberás que a paz é a tua tenda, percorrerás as tuas possessões, e nada te faltará.
  • 25. Saberás também que se multiplicará a tua descendência, e a tua posteridade, como a erva da terra.
  • 26. Em robusta velhice entrarás para a sepultura, como se recolhe o feixe de trigo a seu tempo.
  • 27. Eis que isto já o havemos inquirido, e assim é; ouve-o e medita nisso para teu bem.

Almeida Revista e Atualizada

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