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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Josué 8

  • 1. Disse o SENHOR a Josué: Não temas, não te atemorizes; toma contigo toda a gente de guerra, e dispõe-te, e sobe a Ai; olha que entreguei nas tuas mãos o rei de Ai, e o seu povo, e a sua cidade, e a sua terra.
  • 2. Farás a Ai e a seu rei como fizeste a Jericó e a seu rei; somente que para vós outros saqueareis os seus despojos e o seu gado; põe emboscadas à cidade, por detrás dela.
  • 3. Então, Josué se levantou, e toda a gente de guerra, para subir contra Ai; escolheu Josué trinta mil homens valentes e os enviou de noite.
  • 4. Deu-lhes ordem, dizendo: Eis que vos poreis de emboscada contra a cidade, por detrás dela; não vos distancieis muito da cidade; e todos estareis alertas.
  • 5. Porém eu e todo o povo que está comigo nos aproximaremos da cidade; e será que, quando saírem, como dantes, contra nós, fugiremos diante deles.
  • 6. Deixemo-los, pois, sair atrás de nós, até que os tiremos da cidade; porque dirão: Fogem diante de nós como dantes. Assim, fugiremos diante deles.
  • 7. Então, saireis vós da emboscada e tomareis a cidade; porque o SENHOR, vosso Deus, vo-la entregará nas vossas mãos.
  • 8. Havendo vós tomado a cidade, pôr-lhe-eis fogo; segundo a palavra do SENHOR, fareis; eis que vo-lo ordenei.
  • 9. Assim, Josué os enviou, e eles se foram à emboscada; e ficaram entre Betel e Ai, ao ocidente de Ai; porém Josué passou aquela noite no meio do povo.
  • 10. Levantou-se Josué de madrugada, passou revista ao povo, e subiram ele e os anciãos de Israel, diante do povo, contra Ai.
  • 11. Subiram também todos os homens de guerra que estavam com ele, e chegaram-se, e vieram defronte da cidade; e alojaram-se do lado norte de Ai. Havia um vale entre eles e Ai.
  • 12. Tomou também uns cinco mil homens e os pôs entre Betel e Ai, em emboscada, ao ocidente da cidade.
  • 13. Assim foi posto o povo: todo o acampamento ao norte da cidade e a emboscada ao ocidente dela; e foi Josué aquela noite até ao meio do vale.
  • 14. E sucedeu que, vendo-o o rei de Ai, ele e os homens da cidade apressaram-se e, levantando-se de madrugada, saíram de encontro a Israel, à batalha, defronte das campinas, porque ele não sabia achar-se contra ele uma emboscada atrás da cidade.
  • 15. Josué, pois, e todo o Israel se houveram como feridos diante deles e fugiram pelo caminho do deserto.
  • 16. Pelo que todo o povo que estava na cidade foi convocado para os perseguir; e perseguiram Josué e foram afastados da cidade.
  • 17. Nem um só homem ficou em Ai, nem em Betel que não saísse após os israelitas; e deixaram a cidade aberta e perseguiram Israel.
  • 18. Então, disse o SENHOR a Josué: Estende para Ai a lança que tens na mão; porque a esta darei na tua mão; e Josué estendeu para a cidade a lança que tinha na mão.
  • 19. Então, a emboscada se levantou apressadamente do seu lugar, e, ao estender ele a mão, vieram à cidade e a tomaram; e apressaram-se e nela puseram fogo.
  • 20. Virando-se os homens de Ai para trás, olharam, e eis que a fumaça da cidade subia ao céu, e não puderam fugir nem para um lado nem para outro; porque o povo que fugia para o deserto se tornou contra os que os perseguiam.
  • 21. Vendo Josué e todo o Israel que a emboscada tomara a cidade e que a fumaça da cidade subia, voltaram e feriram os homens de Ai.
  • 22. Da cidade saíram os outros ao encontro do inimigo, que, assim, ficou no meio de Israel, uns de uma parte, outros de outra; e feriram-nos de tal sorte, que nenhum deles sobreviveu, nem escapou.
  • 23. Porém ao rei de Ai tomaram vivo e o trouxeram a Josué.
  • 24. Tendo os israelitas acabado de matar todos os moradores de Ai no campo e no deserto onde os tinham perseguido, e havendo todos caído a fio de espada, e sendo já todos consumidos, todo o Israel voltou a Ai, e a passaram a fio de espada.
  • 25. Os que caíram aquele dia, tanto homens como mulheres, foram doze mil, todos os moradores de Ai.
  • 26. Porque Josué não retirou a mão que estendera com a lança até haver destruído totalmente os moradores de Ai.
  • 27. Os israelitas saquearam, entretanto, para si o gado e os despojos daquela cidade, segundo a palavra do SENHOR, que ordenara a Josué.
  • 28. Então, Josué pôs fogo a Ai e a reduziu, para sempre, a um montão, a ruínas até ao dia de hoje.
  • 29. Ao rei de Ai, enforcou-o e o deixou no madeiro até à tarde; ao pôr do sol, por ordem de Josué, tiraram do madeiro o cadáver, e o lançaram à porta da cidade, e sobre ele levantaram um montão de pedras, que até hoje permanece.
  • 30. Então, Josué edificou um altar ao SENHOR, Deus de Israel, no monte Ebal,
  • 31. como Moisés, servo do SENHOR, ordenara aos filhos de Israel, segundo o que está escrito no Livro da Lei de Moisés, a saber, um altar de pedras toscas, sobre o qual se não manejara instrumento de ferro; sobre ele ofereceram holocaustos ao SENHOR e apresentaram ofertas pacíficas.
  • 32. Escreveu, ali, em pedras, uma cópia da lei de Moisés, que já este havia escrito diante dos filhos de Israel.
  • 33. Todo o Israel, com os seus anciãos, e os seus príncipes, e os seus juízes estavam de um e de outro lado da arca, perante os levitas sacerdotes que levavam a arca da Aliança do SENHOR, tanto estrangeiros como naturais; metade deles, em frente do monte Gerizim, e a outra metade, em frente do monte Ebal; como Moisés, servo do SENHOR, outrora, ordenara que fosse abençoado o povo de Israel.
  • 34. Depois, leu todas as palavras da lei, a bênção e a maldição, segundo tudo o que está escrito no Livro da Lei.
  • 35. Palavra nenhuma houve, de tudo o que Moisés ordenara, que Josué não lesse para toda a congregação de Israel, e para as mulheres, e os meninos, e os estrangeiros que andavam no meio deles.
  • Salmos 139

  • 1. SENHOR, tu me sondas e me conheces.
  • 2. Sabes quando me assento e quando me levanto; de longe penetras os meus pensamentos.
  • 3. Esquadrinhas o meu andar e o meu deitar e conheces todos os meus caminhos.
  • 4. Ainda a palavra me não chegou à língua, e tu, SENHOR, já a conheces toda.
  • 5. Tu me cercas por trás e por diante e sobre mim pões a mão.
  • 6. Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim: é sobremodo elevado, não o posso atingir.
  • 7. Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face?
  • 8. Se subo aos céus, lá estás; se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também;
  • 9. se tomo as asas da alvorada e me detenho nos confins dos mares,
  • 10. ainda lá me haverá de guiar a tua mão, e a tua destra me susterá.
  • 11. Se eu digo: as trevas, com efeito, me encobrirão, e a luz ao redor de mim se fará noite,
  • 12. até as próprias trevas não te serão escuras: as trevas e a luz são a mesma coisa.
  • 13. Pois tu formaste o meu interior, tu me teceste no seio de minha mãe.
  • 14. Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem;
  • 15. os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra.
  • 16. Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda.
  • 17. Que preciosos para mim, ó Deus, são os teus pensamentos! E como é grande a soma deles!
  • 18. Se os contasse, excedem os grãos de areia; contaria, contaria, sem jamais chegar ao fim.
  • 19. Tomara, ó Deus, desses cabo do perverso; apartai-vos, pois, de mim, homens de sangue.
  • 20. Eles se rebelam insidiosamente contra ti e como teus inimigos falam malícia.
  • 21. Não aborreço eu, SENHOR, os que te aborrecem? E não abomino os que contra ti se levantam?
  • 22. Aborreço-os com ódio consumado; para mim são inimigos de fato.
  • 23. Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos;
  • 24. vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno.
  • Salmos 140

  • 1. Livra-me, SENHOR, do homem perverso, guarda-me do homem violento,
  • 2. cujo coração maquina iniquidades e vive forjando contendas.
  • 3. Aguçam a língua como a serpente; sob os lábios têm veneno de áspide.
  • 4. Guarda-me, SENHOR, da mão dos ímpios, preserva-me do homem violento, os quais se empenham por me desviar os passos.
  • 5. Os soberbos ocultaram armadilhas e cordas contra mim, estenderam-me uma rede à beira do caminho, armaram ciladas contra mim.
  • 6. Digo ao SENHOR: tu és o meu Deus; acode, SENHOR, à voz das minhas súplicas.
  • 7. Ó SENHOR, força da minha salvação, tu me protegeste a cabeça no dia da batalha.
  • 8. Não concedas, SENHOR, ao ímpio os seus desejos; não permitas que vingue o seu mau propósito.
  • 9. Se exaltam a cabeça os que me cercam, cubra-os a maldade dos seus lábios.
  • 10. Caiam sobre eles brasas vivas, sejam atirados ao fogo, lançados em abismos para que não mais se levantem.
  • 11. O caluniador não se estabelecerá na terra; ao homem violento, o mal o perseguirá com golpe sobre golpe.
  • 12. Sei que o SENHOR manterá a causa do oprimido e o direito do necessitado.
  • 13. Assim, os justos renderão graças ao teu nome; os retos habitarão na tua presença.
  • Jeremias 2

  • 1. A mim me veio a palavra do SENHOR, dizendo:
  • 2. Vai e clama aos ouvidos de Jerusalém: Assim diz o SENHOR: Lembro-me de ti, da tua afeição quando eras jovem, e do teu amor quando noiva, e de como me seguias no deserto, numa terra em que se não semeia.
  • 3. Então, Israel era consagrado ao SENHOR e era as primícias da sua colheita; todos os que o devoraram se faziam culpados; o mal vinha sobre eles, diz o SENHOR.
  • 4. Ouvi a palavra do SENHOR, ó casa de Jacó e todas as famílias da casa de Israel.
  • 5. Assim diz o SENHOR: Que injustiça acharam vossos pais em mim, para de mim se afastarem, indo após a nulidade dos ídolos e se tornando nulos eles mesmos,
  • 6. e sem perguntarem: Onde está o SENHOR, que nos fez subir da terra do Egito? Que nos guiou através do deserto, por uma terra de ermos e de covas, por uma terra de sequidão e sombra de morte, por uma terra em que ninguém transitava e na qual não morava homem algum?
  • 7. Eu vos introduzi numa terra fértil, para que comêsseis o seu fruto e o seu bem; mas, depois de terdes entrado nela, vós a contaminastes e da minha herança fizestes abominação.
  • 8. Os sacerdotes não disseram: Onde está o SENHOR? E os que tratavam da lei não me conheceram, os pastores prevaricaram contra mim, os profetas profetizaram por Baal e andaram atrás de coisas de nenhum proveito.
  • 9. Portanto, ainda pleitearei convosco, diz o SENHOR, e até com os filhos de vossos filhos pleitearei.
  • 10. Passai às terras do mar de Chipre e vede; mandai mensageiros a Quedar, e atentai bem, e vede se jamais sucedeu coisa semelhante.
  • 11. Houve alguma nação que trocasse os seus deuses, posto que não eram deuses? Todavia, o meu povo trocou a sua Glória por aquilo que é de nenhum proveito.
  • 12. Espantai-vos disto, ó céus, e horrorizai-vos! Ficai estupefatos, diz o SENHOR.
  • 13. Porque dois males cometeu o meu povo: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas.
  • 14. Acaso, é Israel escravo ou servo nascido em casa? Por que, pois, veio a ser presa?
  • 15. Os leões novos rugiram contra ele, levantaram a voz; da terra dele fizeram uma desolação; as suas cidades estão queimadas, e não há quem nelas habite.
  • 16. Até os filhos de Mênfis e de Tafnes te pastaram o alto da cabeça.
  • 17. Acaso, tudo isto não te sucedeu por haveres deixado o SENHOR, teu Deus, quando te guiava pelo caminho?
  • 18. Agora, pois, que lucro terás indo ao Egito para beberes as águas do Nilo; ou indo à Assíria para beberes as águas do Eufrates?
  • 19. A tua malícia te castigará, e as tuas infidelidades te repreenderão; sabe, pois, e vê que mau e quão amargo é deixares o SENHOR, teu Deus, e não teres temor de mim, diz o Senhor, o SENHOR dos Exércitos.
  • 20. Ainda que há muito quebrava eu o teu jugo e rompia as tuas ataduras, dizias tu: Não quero servir-te. Pois, em todo outeiro alto e debaixo de toda árvore frondosa, te deitavas e te prostituías.
  • 21. Eu mesmo te plantei como vide excelente, da semente mais pura; como, pois, te tornaste para mim uma planta degenerada, como de vide brava?
  • 22. Pelo que ainda que te laves com salitre e amontoes potassa, continua a mácula da tua iniquidade perante mim, diz o SENHOR Deus.
  • 23. Como podes dizer: Não estou maculada, não andei após os baalins? Vê o teu rasto no vale, reconhece o que fizeste, dromedária nova de ligeiros pés, que andas ziguezagueando pelo caminho;
  • 24. jumenta selvagem, acostumada ao deserto e que, no ardor do cio, sorve o vento. Quem a impediria de satisfazer ao seu desejo? Os que a procuram não têm de fatigar-se; no mês dela a acharão.
  • 25. Guarda-te de que os teus pés andem desnudos e a tua garganta tenha sede. Mas tu dizes: Não, é inútil; porque amo os estranhos e após eles irei.
  • 26. Como se envergonha o ladrão quando o apanham, assim se envergonham os da casa de Israel; eles, os seus reis, os seus príncipes, os seus sacerdotes e os seus profetas,
  • 27. que dizem a um pedaço de madeira: Tu és meu pai; e à pedra: Tu me geraste. Pois me viraram as costas e não o rosto; mas, em vindo a angústia, dizem: Levanta-te e livra-nos.
  • 28. Onde, pois, estão os teus deuses, que para ti mesmo fizeste? Eles que se levantem se te podem livrar no tempo da tua angústia; porque os teus deuses, ó Judá, são tantos como as tuas cidades.
  • 29. Por que contendeis comigo? Todos vós transgredistes contra mim, diz o SENHOR.
  • 30. Em vão castiguei os vossos filhos; eles não aceitaram a minha disciplina; a vossa espada devorou os vossos profetas como leão destruidor.
  • 31. Oh! Que geração! Considerai vós a palavra do SENHOR. Porventura, tenho eu sido para Israel um deserto? Ou uma terra da mais espessa escuridão? Por que, pois, diz o meu povo: Somos livres! Jamais tornaremos a ti?
  • 32. Acaso, se esquece a virgem dos seus adornos ou a noiva do seu cinto? Todavia, o meu povo se esqueceu de mim por dias sem conta.
  • 33. Como dispões bem os teus caminhos, para buscares o amor! Pois até às mulheres perdidas os ensinaste.
  • 34. Nas orlas dos teus vestidos se achou também o sangue de pobres e inocentes, não surpreendidos no ato de roubar. Apesar de todas estas coisas,
  • 35. ainda dizes: Estou inocente; certamente, a sua ira se desviou de mim. Eis que entrarei em juízo contigo, porquanto dizes: Não pequei.
  • 36. Que mudar leviano é esse dos teus caminhos? Também do Egito serás envergonhada, como foste envergonhada da Assíria.
  • 37. Também daquele sairás de mãos na cabeça; porque o SENHOR rejeitou aqueles em quem confiaste, e não terás sorte por meio deles.

Almeida Revista e Atualizada

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