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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Josué 4

  • 1. Tendo, pois, todo o povo passado o Jordão, falou o SENHOR a Josué, dizendo:
  • 2. Tomai do povo doze homens, um de cada tribo,
  • 3. e ordenai-lhes, dizendo: Daqui do meio do Jordão, do lugar onde, parados, pousaram os sacerdotes os pés, tomai doze pedras; e levai-as convosco e depositai-as no alojamento em que haveis de passar esta noite.
  • 4. Chamou, pois, Josué os doze homens que escolhera dos filhos de Israel,
  • 5. um de cada tribo, e disse-lhes: Passai adiante da arca do SENHOR, vosso Deus, ao meio do Jordão; e cada um levante sobre o ombro uma pedra, segundo o número das tribos dos filhos de Israel,
  • 6. para que isto seja por sinal entre vós; e, quando vossos filhos, no futuro, perguntarem, dizendo: Que vos significam estas pedras?,
  • 7. então, lhes direis que as águas do Jordão foram cortadas diante da arca da Aliança do SENHOR; em passando ela, foram as águas do Jordão cortadas. Estas pedras serão, para sempre, por memorial aos filhos de Israel.
  • 8. Fizeram, pois, os filhos de Israel como Josué ordenara, e levantaram doze pedras do meio do Jordão, como o SENHOR tinha dito a Josué, segundo o número das tribos dos filhos de Israel, e levaram-nas consigo ao alojamento, e as depositaram ali.
  • 9. Levantou Josué também doze pedras no meio do Jordão, no lugar em que, parados, pousaram os pés os sacerdotes que levavam a arca da Aliança; e ali estão até ao dia de hoje.
  • 10. Porque os sacerdotes que levavam a arca haviam parado no meio do Jordão, em pé, até que se cumpriu tudo quanto o SENHOR, por intermédio de Moisés, ordenara a Josué falasse ao povo; e o povo se apressou e passou.
  • 11. Tendo passado todo o povo, então, passou a arca do SENHOR, e os sacerdotes, à vista de todo o povo.
  • 12. Passaram os filhos de Rúben, e os filhos de Gade, e a meia tribo de Manassés, armados, na frente dos filhos de Israel, como Moisés lhes tinha dito;
  • 13. uns quarenta mil homens de guerra armados passaram diante do SENHOR para a batalha, às campinas de Jericó.
  • 14. Naquele dia, o SENHOR engrandeceu a Josué na presença de todo o Israel; e respeitaram-no todos os dias da sua vida, como haviam respeitado a Moisés.
  • 15. Disse, pois, o SENHOR a Josué:
  • 16. Dá ordem aos sacerdotes que levam a arca do Testemunho que subam do Jordão.
  • 17. Então, ordenou Josué aos sacerdotes, dizendo: Subi do Jordão.
  • 18. Ao subirem do meio do Jordão os sacerdotes que levavam a arca da Aliança do SENHOR, e assim que as plantas dos seus pés se puseram na terra seca, as águas do Jordão se tornaram ao seu lugar e corriam, como dantes, sobre todas as suas ribanceiras.
  • 19. Subiu, pois, do Jordão o povo no dia dez do primeiro mês; e acamparam-se em Gilgal, do lado oriental de Jericó.
  • 20. As doze pedras que tiraram do Jordão, levantou-as Josué em coluna em Gilgal.
  • 21. E disse aos filhos de Israel: Quando, no futuro, vossos filhos perguntarem a seus pais, dizendo: Que significam estas pedras?,
  • 22. fareis saber a vossos filhos, dizendo: Israel passou em seco este Jordão.
  • 23. Porque o SENHOR, vosso Deus, fez secar as águas do Jordão diante de vós, até que passásseis, como o SENHOR, vosso Deus, fez ao mar Vermelho, ao qual secou perante nós, até que passamos.
  • 24. Para que todos os povos da terra conheçam que a mão do SENHOR é forte, a fim de que temais ao SENHOR, vosso Deus, todos os dias.
  • Salmos 129

  • 1. Muitas vezes me angustiaram desde a minha mocidade, Israel que o diga;
  • 2. desde a minha mocidade, me angustiaram, todavia, não prevaleceram contra mim.
  • 3. Sobre o meu dorso lavraram os aradores; nele abriram longos sulcos.
  • 4. Mas o SENHOR é justo; cortou as cordas dos ímpios.
  • 5. Sejam envergonhados e repelidos todos os que aborrecem a Sião!
  • 6. Sejam como a erva dos telhados, que seca antes de florescer,
  • 7. com a qual não enche a mão o ceifeiro, nem os braços, o que ata os feixes!
  • 8. E também os que passam não dizem: A bênção do SENHOR seja convosco! Nós vos abençoamos em nome do SENHOR!
  • Salmos 130

  • 1. Das profundezas clamo a ti, SENHOR.
  • 2. Escuta, Senhor, a minha voz; estejam alertas os teus ouvidos às minhas súplicas.
  • 3. Se observares, SENHOR, iniquidades, quem, Senhor, subsistirá?
  • 4. Contigo, porém, está o perdão, para que te temam.
  • 5. Aguardo o SENHOR, a minha alma o aguarda; eu espero na sua palavra.
  • 6. A minha alma anseia pelo Senhor mais do que os guardas pelo romper da manhã. Mais do que os guardas pelo romper da manhã,
  • 7. espere Israel no SENHOR, pois no SENHOR há misericórdia; nele, copiosa redenção.
  • 8. É ele quem redime a Israel de todas as suas iniquidades.
  • Salmos 131

  • 1. SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim.
  • 2. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo.
  • 3. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.
  • Isaías 64

  • 1. Oh! Se fendesses os céus e descesses! Se os montes tremessem na tua presença,
  • 2. como quando o fogo inflama os gravetos, como quando faz ferver as águas, para fazeres notório o teu nome aos teus adversários, de sorte que as nações tremessem da tua presença!
  • 3. Quando fizeste coisas terríveis, que não esperávamos, desceste, e os montes tremeram à tua presença.
  • 4. Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera.
  • 5. Sais ao encontro daquele que com alegria pratica justiça, daqueles que se lembram de ti nos teus caminhos; eis que te iraste, porque pecamos; por muito tempo temos pecado e havemos de ser salvos?
  • 6. Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades, como um vento, nos arrebatam.
  • 7. Já ninguém há que invoque o teu nome, que se desperte e te detenha; porque escondes de nós o rosto e nos consomes por causa das nossas iniquidades.
  • 8. Mas agora, ó SENHOR, tu és nosso Pai, nós somos o barro, e tu, o nosso oleiro; e todos nós, obra das tuas mãos.
  • 9. Não te enfureças tanto, ó SENHOR, nem perpetuamente te lembres da nossa iniquidade; olha, pois, nós te pedimos: todos nós somos o teu povo.
  • 10. As tuas santas cidades tornaram-se em deserto, Sião, em ermo; Jerusalém está assolada.
  • 11. O nosso templo santo e glorioso, em que nossos pais te louvavam, foi queimado; todas as nossas coisas preciosas se tornaram em ruínas.
  • 12. Conter-te-ias tu ainda, ó SENHOR, sobre estas calamidades? Ficarias calado e nos afligirias sobremaneira?

Almeida Revista e Atualizada

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