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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Êxodo 26

  • 1. E o tabernáculo farás de dez cortinas de linho fino torcido, e azul, púrpura, e carmesim; com querubins as farás de obra esmerada.
  • 2. O comprimento de uma cortina será de vinte e oito côvados, e a largura de uma cortina de quatro côvados; todas estas cortinas serão de uma medida.
  • 3. Cinco cortinas se enlaçarão uma à outra; e as outras cinco cortinas se enlaçarão uma com a outra.
  • 4. E farás laçadas de azul na orla de uma cortina, na extremidade, e na juntura; assim também farás na orla da extremidade da outra cortina, na segunda juntura.
  • 5. Cinquenta laçadas farás numa cortina, e outras cinquenta laçadas farás na extremidade da cortina que está na segunda juntura; as laçadas estarão presas uma com a outra.
  • 6. Farás também cinquenta colchetes de ouro, e ajuntarás com estes colchetes as cortinas, uma com a outra, e será um tabernáculo.
  • 7. Farás também cortinas de pelos de cabras para servirem de tenda sobre o tabernáculo; onze cortinas farás.
  • 8. O comprimento de uma cortina será de trinta côvados, e a largura da mesma cortina de quatro côvados; estas onze cortinas serão da mesma medida.
  • 9. E juntarás cinco destas cortinas à parte, e as outras seis cortinas também à parte; e dobrarás a sexta cortina à frente da tenda.
  • 10. E farás cinquenta laçadas na borda de uma cortina, na extremidade, na juntura, e outras cinquenta laçadas na borda da outra cortina, na segunda juntura.
  • 11. Farás também cinquenta colchetes de cobre, e colocarás os colchetes nas laçadas, e assim ajuntarás a tenda, para que seja uma.
  • 12. E a parte que sobejar das cortinas da tenda, a saber, a metade da cortina que sobejar, penderá de sobra às costas do tabernáculo.
  • 13. E um côvado de um lado, e outro côvado do outro, que sobejará no comprimento das cortinas da tenda, penderá de sobra aos lados do tabernáculo de um e de outro lado, para cobri-lo.
  • 14. Farás também à tenda uma coberta de peles de carneiro, tintas de vermelho, e outra coberta de peles de texugo em cima.
  • 15. Farás também as tábuas para o tabernáculo de madeira de acácia, que serão postas verticalmente.
  • 16. O comprimento de uma tábua será de dez côvados, e a largura de cada tábua será de um côvado e meio.
  • 17. Dois encaixes terá cada tábua, travados um com o outro; assim farás com todas as tábuas do tabernáculo.
  • 18. E farás as tábuas para o tabernáculo assim: vinte tábuas para o lado meridional.
  • 19. Farás também quarenta bases de prata debaixo das vinte tábuas; duas bases debaixo de uma tábua para os seus dois encaixes e duas bases debaixo de outra tábua para os seus dois encaixes.
  • 20. Também haverá vinte tábuas ao outro lado do tabernáculo, para o lado norte,
  • 21. Com as suas quarenta bases de prata; duas bases debaixo de uma tábua, e duas bases debaixo de outra tábua,
  • 22. E ao lado do tabernáculo para o ocidente farás seis tábuas.
  • 23. Farás também duas tábuas para os cantos do tabernáculo, de ambos os lados.
  • 24. E por baixo se ajuntarão, e também em cima dele se ajuntarão numa argola. Assim se fará com as duas tábuas; ambas serão por tábuas para os dois cantos.
  • 25. Assim serão as oito tábuas com as suas bases de prata, dezesseis bases; duas bases debaixo de uma tábua, e duas bases debaixo da outra tábua.
  • 26. Farás também cinco travessas de madeira de acácia, para as tábuas de um lado do tabernáculo,
  • 27. E cinco travessas para as tábuas do outro lado do tabernáculo; como também cinco travessas para as tábuas do outro lado do tabernáculo, de ambos os lados, para o ocidente.
  • 28. E a travessa central estará no meio das tábuas, passando de uma extremidade até à outra.
  • 29. E cobrirás de ouro as tábuas, e farás de ouro as suas argolas, para passar por elas as travessas; também as travessas as cobrirás de ouro.
  • 30. Então levantarás o tabernáculo conforme ao modelo que te foi mostrado no monte.
  • 31. Depois farás um véu de azul, e púrpura, e carmesim, e de linho fino torcido; com querubins de obra prima se fará.
  • 32. E colocá-lo-ás sobre quatro colunas de madeira de acácia, cobertas de ouro; seus colchetes serão de ouro, sobre quatro bases de prata.
  • 33. Pendurarás o véu debaixo dos colchetes, e porás a arca do testemunho ali dentro do véu; e este véu vos fará separação entre o santuário e o lugar santíssimo,
  • 34. E porás a coberta do propiciatório sobre a arca do testemunho no lugar santíssimo,
  • 35. E a mesa porás fora do véu, e o candelabro defronte da mesa, ao lado do tabernáculo, para o sul; mas a mesa porás ao lado do norte.
  • 36. Farás também para a porta da tenda, uma cortina de azul, e púrpura, e carmesim, e de linho fino torcido, de obra de bordador.
  • 37. E farás para esta cortina cinco colunas de madeira de acácia, e as cobrirás de ouro; seus colchetes serão de ouro, e far-lhe-ás de fundição cinco bases de cobre.
  • João 6

  • 1. Depois disto partiu Jesus para o outro lado do mar da Galileia, que é o de Tiberíades.
  • 2. E grande multidão o seguia, porque via os sinais que operava sobre os enfermos.
  • 3. E Jesus subiu ao monte, e assentou-se ali com os seus discípulos.
  • 4. E a páscoa, a festa dos judeus, estava próxima.
  • 5. Então Jesus, levantando os olhos, e vendo que uma grande multidão vinha ter com ele, disse a Filipe: Onde compraremos pão, para estes comerem?
  • 6. Mas dizia isto para o experimentar; porque ele bem sabia o que havia de fazer.
  • 7. Filipe respondeu-lhe: Duzentos dinheiros de pão não lhes bastarão, para que cada um deles tome um pouco.
  • 8. E um dos seus discípulos, André, irmão de Simão Pedro, disse-Lhe:
  • 9. Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isto para tantos?
  • 10. E disse Jesus: Mandai assentar os homens. E havia muita relva naquele lugar. Assentaram-se, pois, os homens em número de quase cinco mil.
  • 11. E Jesus tomou os pães e, havendo dado graças, repartiu-os pelos discípulos, e os discípulos pelos que estavam assentados; e igualmente também dos peixes, quanto eles queriam.
  • 12. E, quando estavam saciados, disse aos seus discípulos: Recolhei os pedaços que sobejaram, para que nada se perca.
  • 13. Recolheram-nos, pois, e encheram doze cestos de pedaços dos cinco pães de cevada, que sobejaram aos que haviam comido.
  • 14. Vendo, pois, aqueles homens o milagre que Jesus tinha feito, diziam: Este é verdadeiramente o profeta que devia vir ao mundo.
  • 15. Sabendo, pois, Jesus que haviam de vir arrebatá-lo, para o fazerem rei, tornou a retirar-se, ele só, para o monte.
  • 16. E, quando veio a tarde, os seus discípulos desceram para o mar.
  • 17. E, entrando no barco, atravessaram o mar em direção a Cafarnaum; e era já escuro, e ainda Jesus não tinha vindo a eles.
  • 18. E o mar se levantou, porque um grande vento assoprava.
  • 19. E, tendo navegado uns vinte e cinco ou trinta estádios, viram a Jesus, andando sobre o mar e aproximando-se do barco; e temeram.
  • 20. Mas ele lhes disse: Sou eu, não temais.
  • 21. Então eles de boa mente o receberam no barco; e logo o barco chegou à terra para onde iam.
  • 22. No dia seguinte, a multidão que estava do outro lado do mar, vendo que não havia ali mais do que um barquinho, a não ser aquele no qual os seus discípulos haviam entrado, e que Jesus não entrara com os seus discípulos naquele barquinho, mas que os seus discípulos tinham ido sozinhos
  • 23. (Contudo, outros barquinhos tinham chegado de Tiberíades, perto do lugar onde comeram o pão, havendo o Senhor dado graças).
  • 24. Vendo, pois, a multidão que Jesus não estava ali nem os seus discípulos, entraram eles também nos barcos, e foram a Cafarnaum, em busca de Jesus.
  • 25. E, achando-o no outro lado do mar, disseram-lhe: Rabi, quando chegaste aqui?
  • 26. Jesus respondeu-lhes, e disse: Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes.
  • 27. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque a este o Pai, Deus, o selou.
  • 28. Disseram-lhe, pois: Que faremos para executarmos as obras de Deus?
  • 29. Jesus respondeu, e disse-lhes: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou.
  • 30. Disseram-lhe, pois: Que sinal, pois, fazes tu, para que o vejamos, e creiamos em ti? Que operas tu?
  • 31. Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: Deu-lhes a comer o pão do céu.
  • 32. Disse-lhes, pois, Jesus: Na verdade, na verdade vos digo: Moisés não vos deu o pão do céu; mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu.
  • 33. Porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo.
  • 34. Disseram-lhe, pois: Senhor, dá-nos sempre desse pão.
  • 35. E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede.
  • 36. Mas já vos disse que também vós me vistes, e contudo não credes.
  • 37. Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora.
  • 38. Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.
  • 39. E a vontade do Pai que me enviou é esta: Que nenhum de todos aqueles que me deu, eu perca, mas que o ressuscite no último dia.
  • 40. Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: Que todo aquele que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.
  • 41. Murmuravam, pois, dele os judeus, porque dissera: Eu sou o pão que desceu do céu.
  • 42. E diziam: Não é este Jesus, o filho de José, cujo pai e mãe nós conhecemos? Como, pois, diz ele: Desci do céu?
  • 43. Respondeu, pois, Jesus, e disse-lhes: Não murmureis entre vós.
  • 44. Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia.
  • 45. Está escrito nos profetas: E serão todos ensinados por Deus. Portanto, todo aquele que do Pai ouviu e aprendeu vem a mim.
  • 46. Não que alguém visse ao Pai, a não ser aquele que é de Deus; este tem visto ao Pai.
  • 47. Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna.
  • 48. Eu sou o pão da vida.
  • 49. Vossos pais comeram o maná no deserto, e morreram.
  • 50. Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra.
  • 51. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo.
  • 52. Disputavam, pois, os judeus entre si, dizendo: Como nos pode dar este a sua carne a comer?
  • 53. Jesus, pois, lhes disse: Na verdade, na verdade vos digo que, se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos.
  • 54. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.
  • 55. Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida.
  • 56. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.
  • 57. Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim, quem de mim se alimenta, também viverá por mim.
  • 58. Este é o pão que desceu do céu; não como de vossos pais, que comeram o maná e morreram; quem comer este pão viverá para sempre.
  • 59. Ele disse estas coisas na sinagoga, ensinando em Cafarnaum.
  • 60. Muitos, pois, dos seus discípulos, ouvindo isto, disseram: Duro é este discurso; quem o pode ouvir?
  • 61. Sabendo, pois, Jesus em si mesmo que os seus discípulos murmuravam disto, disse-lhes: Isto escandaliza-vos?
  • 62. Que seria, pois, se vísseis subir o Filho do homem para onde primeiro estava?
  • 63. O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos digo são espírito e vida.
  • 64. Mas há alguns de vós que não creem. Porque bem sabia Jesus, desde o princípio, quem eram os que não criam, e quem era o que o havia de entregar.
  • 65. E dizia: Por isso eu vos disse que ninguém pode vir a mim, se por meu Pai não lhe for concedido.
  • 66. Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele.
  • 67. Então disse Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos?
  • 68. Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.
  • 69. E nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivente.
  • 70. Respondeu-lhe Jesus: Não vos escolhi a vós os doze? E um de vós é um diabo.
  • 71. E isto dizia ele de Judas Iscariotes, filho de Simão; porque este o havia de entregar, sendo um dos doze.
  • Provérbios 3

  • 1. Filho meu, não te esqueças da minha lei, e o teu coração guarde os meus mandamentos.
  • 2. Porque eles aumentarão os teus dias e te acrescentarão anos de vida e paz.
  • 3. Não te desamparem a benignidade e a fidelidade; ata-as ao teu pescoço; escreve-as na tábua do teu coração.
  • 4. E acharás graça e bom entendimento aos olhos de Deus e do homem.
  • 5. Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento.
  • 6. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.
  • 7. Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal.
  • 8. Isto será saúde para o teu âmago, e medula para os teus ossos.
  • 9. Honra ao Senhor com os teus bens, e com a primeira parte de todos os teus ganhos;
  • 10. E se encherão os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares.
  • 11. Filho meu, não rejeites a correção do Senhor, nem te enojes da sua repreensão.
  • 12. Porque o Senhor repreende aquele a quem ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem.
  • 13. Bem-aventurado o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento;
  • 14. Porque é melhor a sua mercadoria do que artigos de prata, e maior o seu lucro que o ouro mais fino.
  • 15. Mais preciosa é do que os rubis, e tudo o que mais possas desejar não se pode comparar a ela.
  • 16. Vida longa de dias está na sua mão direita; e na esquerda, riquezas e honra.
  • 17. Os seus caminhos são caminhos de delícias, e todas as suas veredas de paz.
  • 18. É árvore de vida para os que dela tomam, e são bem-aventurados todos os que a retêm.
  • 19. O Senhor, com sabedoria fundou a terra; com entendimento preparou os céus.
  • 20. Pelo seu conhecimento se fenderam os abismos, e as nuvens destilam o orvalho.
  • 21. Filho meu, não se apartem estas coisas dos teus olhos: guarda a verdadeira sabedoria e o discernimento;
  • 22. Porque serão vida para a tua alma, e adorno ao teu pescoço.
  • 23. Então andarás confiante pelo teu caminho, e o teu pé não tropeçará.
  • 24. Quando te deitares, não temerás; ao contrário, o teu sono será suave ao te deitares.
  • 25. Não temas o pavor repentino, nem a investida dos perversos quando vier.
  • 26. Porque o Senhor será a tua esperança; guardará os teus pés de serem capturados.
  • 27. Não deixes de fazer bem a quem o merece, estando em tuas mãos a capacidade de fazê-lo.
  • 28. Não digas ao teu próximo: Vai, e volta amanhã que to darei, se já o tens contigo.
  • 29. Não maquines o mal contra o teu próximo, pois que habita contigo confiadamente.
  • 30. Não contendas com alguém sem causa, se não te fez nenhum mal.
  • 31. Não tenhas inveja do homem violento, nem escolhas nenhum dos seus caminhos.
  • 32. Porque o perverso é abominável ao Senhor, mas com os sinceros ele tem intimidade.
  • 33. A maldição do Senhor habita na casa do ímpio, mas a habitação dos justos abençoará.
  • 34. Certamente ele escarnecerá dos escarnecedores, mas dará graça aos mansos.
  • 35. Os sábios herdarão honra, mas os loucos tomam sobre si vergonha.

Almeida Corrigida Fiel

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