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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Deuteronômio 20

  • 1. Quando saíres à peleja contra teus inimigos, e vires cavalos, e carros, e povo maior em número do que tu, deles não terás temor; pois o Senhor teu Deus, que te tirou da terra do Egito, está contigo.
  • 2. E será que, quando vos achegardes à peleja, o sacerdote se adiantará, e falará ao povo,
  • 3. E dir-lhe-á: Ouvi, ó Israel, hoje vos achegais à peleja contra os vossos inimigos; não se amoleça o vosso coração: não temais nem tremais, nem vos aterrorizeis diante deles,
  • 4. Pois o Senhor vosso Deus é o que vai convosco, a pelejar contra os vossos inimigos, para salvar-vos.
  • 5. Então os oficiais falarão ao povo, dizendo: Qual é o homem que edificou casa nova e ainda não a consagrou? Vá, e torne-se à sua casa para que porventura não morra na peleja e algum outro a consagre.
  • 6. E qual é o homem que plantou uma vinha e ainda não a desfrutou? Vá, e torne-se à sua casa, para que porventura não morra na peleja e algum outro a desfrute.
  • 7. E qual é o homem que está desposado com alguma mulher e ainda não a recebeu? Vá, e torne-se à sua casa, para que porventura não morra na peleja e algum outro homem a receba.
  • 8. E continuarão os oficiais a falar ao povo, dizendo: Qual é o homem medroso e de coração tímido? Vá, e torne-se à sua casa, para que o coração de seus irmãos não se derreta como o seu coração.
  • 9. E será que, quando os oficiais acabarem de falar ao povo, então designarão os capitães dos exércitos para a dianteira do povo.
  • 10. Quando te achegares a alguma cidade para combatê-la, apregoar-lhe-ás a paz.
  • 11. E será que, se te responder em paz, e te abrir as portas, todo o povo que se achar nela te será tributário e te servirá.
  • 12. Porém, se ela não fizer paz contigo, mas antes te fizer guerra, então a sitiarás.
  • 13. E o Senhor teu Deus a dará na tua mão; e todo o homem que houver nela passarás ao fio da espada.
  • 14. Porém, as mulheres, e as crianças, e os animais; e tudo o que houver na cidade, todo o seu despojo, tomarás para ti; e comerás o despojo dos teus inimigos, que te deu o Senhor teu Deus.
  • 15. Assim farás a todas as cidades que estiverem mui longe de ti, que não forem das cidades destas nações.
  • 16. Porém, das cidades destas nações, que o Senhor teu Deus te dá em herança, nenhuma coisa que tem fôlego deixarás com vida.
  • 17. Antes destruí-las-ás totalmente: aos heteus, e aos amorreus, e aos cananeus, e aos perizeus, e aos heveus, e aos jebuseus, como te ordenou o Senhor teu Deus.
  • 18. Para que não vos ensinem a fazer conforme a todas as suas abominações, que fizeram a seus deuses, e pequeis contra o Senhor vosso Deus.
  • 19. Quando sitiares uma cidade por muitos dias, pelejando contra ela para a tomar, não destruirás o seu arvoredo, colocando nele o machado, porque dele comerás; pois que não o cortarás (pois o arvoredo do campo é mantimento para o homem), para empregar no cerco.
  • 20. Mas as árvores que souberes que não são árvores de alimento, destruí-las-ás e cortá-las-ás; e contra a cidade que guerrear contra ti edificarás baluartes, até que esta seja vencida.
  • Salmos 107

  • 1. Louvai ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua benignidade dura para sempre.
  • 2. Digam-no os remidos do Senhor, os que remiu da mão do inimigo,
  • 3. E os que congregou das terras do oriente e do ocidente, do norte e do sul.
  • 4. Andaram desgarrados pelo deserto, por caminhos solitários; não acharam cidade para habitarem.
  • 5. Famintos e sedentos, a sua alma neles desfalecia.
  • 6. E clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas dificuldades.
  • 7. E os levou por caminho direito, para irem a uma cidade de habitação.
  • 8. Louvem ao Senhor pela sua bondade, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens.
  • 9. Pois fartou a alma sedenta, e encheu de bens a alma faminta.
  • 10. Tal como a que se assenta nas trevas e sombra da morte, presa em aflição e em ferro;
  • 11. Porquanto se rebelaram contra as palavras de Deus, e desprezaram o conselho do Altíssimo.
  • 12. Portanto, lhes abateu o coração com trabalho; tropeçaram, e não houve quem os ajudasse.
  • 13. Então clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas dificuldades.
  • 14. Tirou-os das trevas e sombra da morte; e quebrou as suas prisões.
  • 15. Louvem ao Senhor pela sua bondade, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens.
  • 16. Pois quebrou as portas de bronze, e despedaçou os ferrolhos de ferro.
  • 17. Os loucos, por causa da sua transgressão, e por causa das suas iniquidades, são aflitos.
  • 18. A sua alma aborreceu toda a comida, e chegaram até às portas da morte.
  • 19. Então clamaram ao Senhor na sua angústia, e ele os livrou das suas dificuldades.
  • 20. Enviou a sua palavra, e os sarou; e os livrou da sua destruição.
  • 21. Louvem ao Senhor pela sua bondade, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens.
  • 22. E ofereçam os sacrifícios de louvor, e relatem as suas obras com regozijo.
  • 23. Os que descem ao mar em navios, mercando nas grandes águas.
  • 24. Esses veem as obras do Senhor, e as suas maravilhas no profundo.
  • 25. Pois ele manda, e se levanta o vento tempestuoso que eleva as suas ondas.
  • 26. Sobem aos céus; descem aos abismos, e a sua alma se derrete em angústias.
  • 27. Andam e cambaleiam como ébrios, e perderam todo o tino.
  • 28. Então clamam ao Senhor na sua angústia; e ele os livra das suas dificuldades.
  • 29. Faz cessar a tormenta, e acalmam-se as suas ondas.
  • 30. Então se alegram, porque se aquietaram; assim os leva ao seu porto desejado.
  • 31. Louvem ao Senhor pela sua bondade, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens.
  • 32. Exaltem-no na congregação do povo, e glorifiquem-no na assembleia dos anciãos.
  • 33. Ele converte os rios em um deserto, e as fontes em terra sedenta;
  • 34. A terra frutífera em estéril, pela maldade dos que nela habitam.
  • 35. Converte o deserto em lagoa, e a terra seca em fontes.
  • 36. E faz habitar ali os famintos, para que edifiquem cidade para habitação;
  • 37. E semeiam os campos e plantam vinhas, que produzem fruto abundante.
  • 38. Também os abençoa, de modo que se multiplicam muito; e o seu gado não diminui.
  • 39. Depois se diminuem e se abatem, pela opressão, e aflição e tristeza.
  • 40. Derrama o desprezo sobre os príncipes, e os faz andar desgarrados pelo deserto, onde não há caminho.
  • 41. Porém livra ao necessitado da opressão, em um lugar alto, e multiplica as famílias como rebanhos.
  • 42. Os retos o verão, e se alegrarão, e toda a iniquidade tapará a boca.
  • 43. Quem é sábio observará estas coisas, e eles compreenderão as benignidades do Senhor.
  • Isaías 47

  • 1. Desce, e assenta-te no pó, ó virgem filha de Babilônia; assenta-te no chão; já não há trono, ó filha dos caldeus, porque nunca mais serás chamada a tenra nem a delicada.
  • 2. Toma a mó, e mói a farinha; remove o teu véu, descalça os pés, descobre as pernas e passa os rios.
  • 3. A tua vergonha se descobrirá, e ver-se-á o teu opróbrio; tomarei vingança, e não pouparei a homem algum.
  • 4. O nosso redentor cujo nome é o Senhor dos Exércitos, é o Santo de Israel.
  • 5. Assenta-te calada, e entra nas trevas, ó filha dos caldeus, porque nunca mais serás chamada senhora de reinos.
  • 6. Muito me agastei contra o meu povo, profanei a minha herança, e os entreguei na tua mão; porém não usaste com eles de misericórdia, e até sobre os velhos fizeste muito pesado o teu jugo.
  • 7. E disseste: Eu serei senhora para sempre; até agora não te importaste com estas coisas, nem te lembraste do fim delas.
  • 8. Agora, pois, ouve isto, tu que és dada a prazeres, que habitas tão segura, que dizes no teu coração: Eu o sou, e fora de mim não há outra; não ficarei viúva, nem conhecerei a perda de filhos.
  • 9. Porém ambas estas coisas virão sobre ti num momento, no mesmo dia, perda de filhos e viuvez; em toda a sua plenitude virão sobre ti, por causa da multidão das tuas feitiçarias, e da grande abundância dos teus muitos encantamentos.
  • 10. Porque confiaste na tua maldade e disseste: Ninguém me pode ver; a tua sabedoria e o teu conhecimento, isso te fez desviar, e disseste no teu coração: Eu sou, e fora de mim não há outra.
  • 11. Portanto sobre ti virá o mal, sem que saibas a sua origem, e tal destruição cairá sobre ti, sem que a possas evitar; e virá sobre ti de repente desolação que não poderás conhecer.
  • 12. Deixa-te estar com os teus encantamentos, e com a multidão das tuas feitiçarias, em que trabalhaste desde a tua mocidade, a ver se podes tirar proveito, ou se porventura te podes fortalecer.
  • 13. Cansaste-te na multidão dos teus conselhos; levantem-se pois agora os agoureiros dos céus, os que contemplavam os astros, os prognosticadores das luas novas, e salvem-te do que há de vir sobre ti.
  • 14. Eis que serão como a pragana, o fogo os queimará; não poderão salvar a sua vida do poder das chamas; não haverá brasas, para se aquentar, nem fogo para se assentar junto dele.
  • 15. Assim serão para contigo aqueles com quem trabalhaste, os teus negociantes desde a tua mocidade; cada qual irá vagueando pelo seu caminho; ninguém te salvará.

Almeida Corrigida Fiel

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