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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Números 10

  • 1. Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo:
  • 2. Faze-te duas trombetas de prata; de obra batida as farás, e elas te servirão para a convocação da congregação, e para a partida dos arraiais.
  • 3. E, quando as tocarem, então toda a congregação se reunirá a ti à porta da tenda da congregação.
  • 4. Mas, quando tocar uma só, então a ti se congregarão os príncipes, os cabeças dos milhares de Israel.
  • 5. Quando, retinindo, as tocardes, então partirão os arraiais que estão acampados do lado do oriente.
  • 6. Mas, quando a segunda vez retinindo, as tocardes, então partirão os arraiais que estão acampados do lado do sul; retinindo, as tocarão para as suas partidas.
  • 7. Porém, ajuntando a congregação, as tocareis; mas sem retinir.
  • 8. E os filhos de Arão, sacerdotes, tocarão as trombetas; e a vós serão por estatuto perpétuo nas vossas gerações.
  • 9. E, quando na vossa terra sairdes a pelejar contra o inimigo, que vos oprime, também tocareis as trombetas retinindo, e perante o Senhor vosso Deus haverá lembrança de vós, e sereis salvos de vossos inimigos.
  • 10. Semelhantemente, no dia da vossa alegria e nas vossas solenidades, e nos princípios de vossos meses, também tocareis as trombetas sobre os vossos holocaustos, sobre os vossos sacrifícios pacíficos, e vos serão por memorial perante vosso Deus: Eu sou o Senhor vosso Deus.
  • 11. E aconteceu, no ano segundo, no segundo mês, aos vinte do mês, que a nuvem se alçou de sobre o tabernáculo do testemunho.
  • 12. E os filhos de Israel, segundo a ordem de marcha, partiram do deserto de Sinai; e a nuvem parou no deserto de Parã.
  • 13. Assim partiram pela primeira vez segundo a ordem do Senhor, por intermédio de Moisés.
  • 14. Porque primeiramente partiu a bandeira do arraial dos filhos de Judá segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Naassom, filho de Aminadabe.
  • 15. E sobre o exército da tribo dos filhos de Issacar, Natanael, filho de Zuar.
  • 16. E sobre o exército da tribo dos filhos de Zebulom, Eliabe, filho de Helom.
  • 17. Então desarmaram o tabernáculo, e os filhos de Gérson e os filhos de Merari partiram, levando o tabernáculo.
  • 18. Depois partiu a bandeira do arraial de Rúben segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Elizur, filho de Sedeur.
  • 19. E sobre o exército da tribo dos filhos de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai.
  • 20. E sobre o exército da tribo dos filhos de Gade, Eliasafe, filho de Deuel.
  • 21. Então partiram os coatitas, levando o santuário; e os outros levantaram o tabernáculo, enquanto estes vinham.
  • 22. Depois partiu a bandeira do arraial dos filhos de Efraim segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Elisama, filho de Amiúde.
  • 23. E sobre o exército da tribo dos filhos de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur.
  • 24. E sobre o exército da tribo dos filhos de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni.
  • 25. Então partiu a bandeira do arraial dos filhos de Dã, fechando todos os arraiais segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Aieser, filho de Amisadai.
  • 26. E sobre o exército da tribo dos filhos de Aser, Pagiel, filho de Ocrã.
  • 27. E sobre o exército da tribo dos filhos de Naftali, Aira, filho de Enã.
  • 28. Esta era a ordem das partidas dos filhos de Israel segundo os seus exércitos, quando partiam.
  • 29. Disse então Moisés a Hobabe, filho de Reuel, o midianita, sogro de Moisés: Nós caminhamos para aquele lugar, de que o Senhor disse: Vo-lo darei; vai conosco e te faremos bem; porque o Senhor falou bem sobre Israel.
  • 30. Porém ele lhe disse: Não irei; antes irei à minha terra e à minha parentela.
  • 31. E ele disse: Ora, não nos deixes; porque tu sabes onde devemos acampar no deserto; nos servirás de guia.
  • 32. E será que, vindo tu conosco, e sucedendo o bem que o Senhor nos fizer, também nós te faremos bem.
  • 33. Assim partiram do monte do Senhor caminho de três dias; e a arca da aliança do Senhor caminhou diante deles caminho de três dias, para lhes buscar lugar de descanso.
  • 34. E a nuvem do Senhor ia sobre eles de dia, quando partiam do arraial.
  • 35. Acontecia que, partindo a arca, Moisés dizia: Levanta-te, Senhor, e dissipados sejam os teus inimigos, e fujam diante de ti os que te odeiam.
  • 36. E, pousando ela, dizia: Volta, ó Senhor, para os muitos milhares de Israel.
  • Salmos 46

  • 1. Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.
  • 2. Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.
  • 3. Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. (Selá.)
  • 4. Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo.
  • 5. Deus está no meio dela; não se abalará. Deus a ajudará, já ao romper da manhã.
  • 6. Os gentios se embraveceram; os reinos se moveram; ele levantou a sua voz e a terra se derreteu.
  • 7. O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. (Selá.)
  • 8. Vinde, contemplai as obras do Senhor; que desolações tem feito na terra!
  • 9. Ele faz cessar as guerras até ao fim da terra; quebra o arco e corta a lança; queima os carros no fogo.
  • 10. Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra.
  • 11. O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. (Selá.)
  • Salmos 47

  • 1. Batei palmas, todos os povos; aclamai a Deus com voz de triunfo.
  • 2. Porque o Senhor Altíssimo é tremendo, e Rei grande sobre toda a terra.
  • 3. Ele nos subjugará os povos e as nações debaixo dos nossos pés.
  • 4. Escolherá para nós a nossa herança, a glória de Jacó, a quem amou. (Selá.)
  • 5. Deus subiu com júbilo, o Senhor subiu ao som de trombeta.
  • 6. Cantai louvores a Deus, cantai louvores; cantai louvores ao nosso Rei, cantai louvores.
  • 7. Pois Deus é o Rei de toda a terra, cantai louvores com inteligência.
  • 8. Deus reina sobre os gentios; Deus se assenta sobre o trono da sua santidade.
  • 9. Os príncipes do povo se ajuntam, o povo do Deus de Abraão; porque os escudos da terra são de Deus. Ele está muito elevado!
  • Cânticos 8

  • 1. Ah! Quem me dera que foras como meu irmão, que mamou aos seios de minha mãe! Quando te encontrasse lá fora, beijar-te-ia, e não me desprezariam!
  • 2. Levar-te-ia e te introduziria na casa de minha mãe, e tu me ensinarias; eu te daria a beber do vinho aromático e do mosto das minhas romãs.
  • 3. A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a sua direita me abrace.
  • 4. Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, que não acordeis nem desperteis o meu amor, até que queira.
  • 5. Quem é esta que sobe do deserto, e vem encostada ao seu amado? Debaixo da macieira te despertei, ali esteve tua mãe com dores; ali esteve com dores aquela que te deu à luz.
  • 6. Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas.
  • 7. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam.
  • 8. Temos uma irmã pequena, que ainda não tem seios; que faremos a esta nossa irmã, no dia em que dela se falar?
  • 9. Se ela for um muro, edificaremos sobre ela um palácio de prata; e, se ela for uma porta, cercá-la-emos com tábuas de cedro.
  • 10. Eu sou um muro, e os meus seios são como as suas torres; então eu era aos seus olhos como aquela que acha paz.
  • 11. Teve Salomão uma vinha em Baal-Hamom; entregou-a a uns guardas; e cada um lhe trazia pelo seu fruto mil peças de prata.
  • 12. A minha vinha, que me pertence, está diante de mim; as mil peças de prata são para ti, ó Salomão, e duzentas para os que guardam o seu fruto.
  • 13. Ó tu, que habitas nos jardins, os companheiros estão atentos para ouvir a tua voz; faze-me, pois, também ouvi-la.
  • 14. Vem depressa, amado meu, e faze-te semelhante ao gamo ou ao filho dos veados sobre os montes dos aromas.

Almeida Corrigida Fiel

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