Thus saith the LORD, The heaven is my throne, and the earth is my footstool: where is the house that ye build unto me? and where is the place of my rest? For all those things hath mine hand made, and all those things have been, saith the LORD: but to this man will I look, even to him that is poor and of a contrite spirit, and trembleth at my word. [Isaiah 66: 1-2]
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Old Testament (324 dias)
Nova Versão Internacional: 165 of 324 days
| Jó: 37 |
|---|
| 1. “Diante disso o meu coração bate aceleradamente e salta do seu lugar. |
| 2. Ouça! Escute o estrondo da sua voz, o trovejar da sua boca. |
| 3. Ele solta os seus relâmpagos por baixo de toda a extensão do céu e os manda para os confins da terra. |
| 4. Depois vem o som do seu grande estrondo: ele troveja com sua majestosa voz. Quando a sua voz ressoa, nada o faz recuar. |
| 5. A voz de Deus troveja maravilhosamente; ele faz coisas grandiosas, acima do nosso entendimento. |
| 6. Ele diz à neve: ‘Caia sobre a terra’, e à chuva: ‘Seja um forte aguaceiro’. |
| 7. Ele paralisa o trabalho de cada homem, a fim de que todos os que ele criou conheçam a sua obra. |
| 8. Os animais vão para os seus esconderijos e ficam nas suas tocas. |
| 9. A tempestade sai da sua câmara, e dos ventos vem o frio. |
| 10. O sopro de Deus produz gelo, e as vastas águas se congelam. |
| 11. Também carrega de umidade as nuvens, e entre elas espalha os seus relâmpagos. |
| 12. Ele as faz girar, circulando sobre a superfície de toda a terra, para fazerem tudo o que ele lhes ordenar. |
| 13. Ele traz as nuvens, ora para castigar os homens, ora para regar a sua terra e lhes mostrar o seu amor. |
| 14. “Escute isto, Jó; pare e reflita nas maravilhas de Deus. |
| 15. Acaso você sabe como Deus comanda as nuvens e faz brilhar os seus relâmpagos? |
| 16. Você sabe como ficam suspensas as nuvens, essas maravilhas daquele que tem perfeito conhecimento? |
| 17. Você, que em sua roupa desfalece de calor quando a terra fica amortecida sob o vento sul, |
| 18. pode ajudá-lo a estender os céus, duros como espelho de bronze? |
| 19. “Diga-nos o que devemos dizer a ele; não podemos elaborar a nossa defesa por causa das nossas trevas. |
| 20. Deve-se dizer-lhe o que lhe quero falar? Quem pediria para ser devorado? |
| 21. Ninguém pode olhar para o fulgor do sol nos céus depois que o vento os clareia. |
| 22. Do norte vem luz dourada; Deus vem em temível majestade. |
| 23. Fora de nosso alcance está o Todo-poderoso, exaltado em poder; mas, em sua justiça e retidão, não oprime ninguém. |
| 24. Por isso os homens o temem; não dá ele atenção a todos os sábios de coração? ” |
| Jó: 38 |
| 1. Então o SENHOR respondeu a Jó do meio da tempestade e disse: |
| 2. “Quem é esse que obscurece o meu conselho com palavras sem conhecimento? |
| 3. Prepare-se como simples homem; vou fazer perguntas a você, e você me responderá. |
| 4. “Onde você estava quando lancei os alicerces da terra? Responda-me, se é que você sabe tanto. |
| 5. Quem marcou os limites das suas dimensões? Talvez você saiba! E quem estendeu sobre ela a linha de medir? |
| 6. E os seus fundamentos, sobre o que foram postos? E quem colocou sua pedra de esquina, |
| 7. enquanto as estrelas matutinas juntas cantavam e todos os anjos se regozijavam? |
| 8. “Quem represou o mar pondo-lhe portas, quando ele irrompeu do ventre materno, |
| 9. quando o vesti de nuvens e em densas trevas o envolvi, |
| 10. quando fixei os seus limites e lhe coloquei portas e barreiras, |
| 11. quando eu lhe disse: Até aqui você pode vir, além deste ponto não; aqui faço parar suas ondas orgulhosas? |
| 12. “Você já deu ordens à manhã ou mostrou à alvorada o seu lugar, |
| 13. para que ela apanhasse a terra pelas pontas e sacudisse dela os ímpios? |
| 14. A terra toma forma como o barro sob o sinete; e tudo nela se vê como uma veste. |
| 15. Aos ímpios é negada a sua luz, e quebra-se o seu braço levantado. |
| 16. “Você já foi até as nascentes do mar, ou já passeou pelas obscuras profundezas do abismo? |
| 17. As portas da morte foram mostradas a você? Você viu as portas das densas trevas? |
| 18. Você faz ideia de quão imensas são as áreas da terra? Fale-me, se é que você sabe. |
| 19. “Como se vai ao lugar onde mora a luz? E onde está a residência das trevas? |
| 20. Poderá você conduzi-las ao lugar que lhes pertence? Conhece o caminho da habitação delas? |
| 21. Talvez você conheça, pois você já tinha nascido! Você já viveu tantos anos! |
| 22. “Acaso você entrou nos reservatórios de neve, já viu os depósitos de saraiva |
| 23. que eu guardo para os períodos de tribulação, para os dias de guerra e de combate? |
| 24. Qual o caminho por onde se repartem os relâmpagos? Onde é que os ventos orientais são distribuídos sobre a terra? |
| 25. Quem é que abre um canal para a chuva torrencial, e um caminho para a tempestade trovejante, |
| 26. para fazer chover na terra em que não vive nenhum homem, no deserto onde não há ninguém, |
| 27. para matar a sede do deserto árido e nele fazer brotar vegetação? |
| 28. Acaso a chuva tem pai? Quem é o pai das gotas de orvalho? |
| 29. De que ventre materno vem o gelo? E quem dá à luz a geada que cai dos céus, |
| 30. quando as águas se tornam duras como pedra e a superfície do abismo se congela? |
| 31. “Você pode amarrar as lindas Plêiades? Pode afrouxar as cordas do Órion? |
| 32. Pode fazer surgir no tempo certo as constelações ou fazer sair a Ursa com seus filhotes? |
| 33. Você conhece as leis dos céus? Você pode determinar o domínio de Deus sobre a terra? |
| 34. “Você é capaz de levantar a voz até as nuvens e cobrir-se com uma inundação? |
| 35. É você que envia os relâmpagos, e eles respondem: ‘Aqui estamos’? |
| 36. Quem foi que deu sabedoria ao coração e entendimento à mente? |
| 37. Quem é que tem sabedoria para avaliar as nuvens? Quem é capaz de despejar os cântaros de água dos céus, |
| 38. quando o pó se endurece e os torrões de terra aderem uns aos outros? |
| 39. “É você que caça a presa para a leoa e satisfaz a fome dos leões |
| 40. quando se agacham em suas tocas ou ficam à espreita no matagal? |
| 41. Quem dá alimento aos corvos quando os seus filhotes clamam a Deus e vagueiam por falta de comida? |
| Jó: 39 |
| 1. “Você sabe quando as cabras-monteses dão à luz? Você está atento quando a corça tem o seu filhote? |
| 2. Acaso você conta os meses até elas darem à luz? Sabe em que época elas têm as suas crias? |
| 3. Elas se agacham, dão à luz os seus filhotes, e suas dores se vão. |
| 4. Seus filhotes crescem nos campos e ficam fortes; partem, e não voltam mais. |
| 5. “Quem pôs em liberdade o jumento selvagem? Quem soltou suas cordas? |
| 6. Eu lhe dei o deserto como lar, o leito seco de lagos salgados como sua morada. |
| 7. Ele se ri da agitação da cidade; não ouve os gritos do tropeiro. |
| 8. Vagueia pelas colinas em busca de pasto e vai em busca daquilo que é verde. |
| 9. “Será que o boi selvagem consentirá em servir você? E em passar a noite ao lado dos cochos do seu curral? |
| 10. Poderá você prendê-lo com arreio na vala? Irá atrás de você arando os vales? |
| 11. Você vai confiar nele, por causa da sua grande força? Vai deixar a cargo dele o trabalho pesado que você tem que fazer? |
| 12. Poderá você estar certo de que ele recolherá o seu trigo e o ajuntará na sua eira? |
| 13. “A avestruz bate as asas alegremente. Que se dirá então das asas e da plumagem da cegonha? |
| 14. Ela abandona os ovos no chão e deixa que a areia os aqueça, |
| 15. esquecida de que um pé poderá esmagá-los, que algum animal selvagem poderá pisoteá-los. |
| 16. Ela trata mal os seus filhotes, como se não fossem dela, e não se importa se o seu trabalho é inútil. |
| 17. Isso porque Deus não lhe deu sabedoria nem parcela alguma de bom senso. |
| 18. Contudo, quando estende as penas para correr, ela ri do cavalo e daquele que o cavalga. |
| 19. “É você que dá força ao cavalo ou veste o seu pescoço com sua crina tremulante? |
| 20. Você o faz saltar como gafanhoto, espalhando terror com o seu orgulhoso resfolegar? |
| 21. Ele escarva com fúria, mostra com prazer a sua força e sai para enfrentar as armas. |
| 22. Ele ri do medo e nada teme; não recua diante da espada. |
| 23. A aljava balança ao seu lado, com a lança e o dardo flamejantes. |
| 24. Num furor frenético ele devora o chão; não consegue esperar pelo toque da trombeta. |
| 25. Ao ouvi-lo, ele relincha: ‘Eia!’ De longe sente cheiro de combate, o brado de comando e o grito de guerra. |
| 26. “É graças à inteligência que você tem que o falcão alça voo e estende as asas rumo ao sul? |
| 27. É por sua ordem que a águia se eleva e no alto constrói o seu ninho? |
| 28. Um penhasco é sua morada, e ali passa a noite; uma escarpa rochosa é a sua fortaleza. |
| 29. De lá sai ela em busca de alimento; de longe os seus olhos o veem. |
| 30. Seus filhotes bebem sangue, e, onde há mortos, ali ela está”. |
Nova Versão Internacional: 165 of 324 days