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Thus saith the LORD, The heaven is my throne, and the earth is my footstool: where is the house that ye build unto me? and where is the place of my rest? For all those things hath mine hand made, and all those things have been, saith the LORD: but to this man will I look, even to him that is poor and of a contrite spirit, and trembleth at my word. [Isaiah 66: 1-2]

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Old Testament (324 dias)

Nova Versão Internacional: 114 of 324 days

2 Reis: 16
1. No décimo sétimo ano do reinado de Peca, filho de Remalias, Acaz, filho de Jotão, rei de Judá, começou a reinar.
2. Acaz tinha vinte anos de idade quando começou a reinar e reinou dezesseis anos em Jerusalém. Ao contrário de Davi, seu predecessor, não fez o que o SENHOR, o seu Deus, aprova.
3. Andou nos caminhos dos reis de Israel e chegou até a queimar o seu filho em sacrifício, imitando os costumes detestáveis das nações que o SENHOR havia expulsado de diante dos israelitas.
4. Também ofereceu sacrifícios e queimou incenso nos altares idólatras, no alto das colinas e debaixo de toda árvore frondosa.
5. Então Rezim, rei da Síria, e Peca, filho de Remalias, rei de Israel, saíram para lutar contra Acaz e sitiaram Jerusalém, mas não conseguiram vencê-lo.
6. Naquela ocasião, Rezim recuperou Elate para a Síria, expulsando os homens de Judá. Os edomitas então se mudaram para Elate, onde vivem até hoje.
7. Acaz enviou mensageiros para dizer a Tiglate-Pileser, rei da Assíria: “Sou teu servo e teu vassalo. Vem salvar-me das mãos do rei da Síria e do rei de Israel, que estão me atacando”.
8. Acaz ajuntou a prata e o ouro encontrados no templo do SENHOR e nos depósitos do palácio real e enviou-os como presente ao rei da Assíria.
9. Este atendeu ao pedido, atacou Damasco e a conquistou. Deportou seus habitantes para Quir e matou Rezim.
10. Então o rei Acaz foi a Damasco encontrar-se com Tiglate-Pileser, rei da Assíria. Ele viu o altar que havia em Damasco e mandou ao sacerdote Urias um modelo do altar, com informações detalhadas para a sua construção.
11. O sacerdote Urias construiu um altar conforme as instruções que o rei Acaz tinha enviado de Damasco e o terminou antes do retorno do rei Acaz.
12. Quando o rei voltou de Damasco e viu o altar, aproximou-se dele e apresentou ofertas sobre ele.
13. Ofereceu seu holocausto e sua oferta de cereal, derramou sua oferta de bebidas e aspergiu sobre o altar o sangue dos seus sacrifícios de comunhão.
14. Ele tirou da frente do templo, da parte entre o altar e o templo do SENHOR, o altar de bronze que ficava diante do SENHOR e o colocou no lado norte do altar.
15. Então o rei Acaz deu estas ordens ao sacerdote Urias: “No altar grande, ofereça o holocausto da manhã e a oferta de cereal da tarde, o holocausto do rei e sua oferta de cereal, e o holocausto, a oferta de cereal e a oferta derramada de todo o povo. Espalhe sobre o altar todo o sangue dos holocaustos e dos sacrifícios. Mas utilizarei o altar de bronze para buscar orientação”.
16. E o sacerdote Urias fez como o rei Acaz tinha ordenado.
17. O rei tirou os painéis laterais e retirou as pias dos estrados móveis. Tirou o tanque de cima dos touros de bronze que o sustentavam e o colocou sobre uma base de pedra.
18. Por causa do rei da Assíria, tirou a cobertura que se usava no sábado , que fora construída no templo, e suprimiu a entrada real do lado de fora do templo do SENHOR.
19. Os demais acontecimentos do reinado de Acaz e suas realizações estão escritos nos registros históricos dos reis de Judá.
20. Acaz descansou com os seus antepassados e foi sepultado junto a eles na Cidade de Davi. Seu filho Ezequias foi o seu sucessor.
2 Reis: 17
1. No décimo segundo ano do reinado de Acaz, rei de Judá, Oseias, filho de Elá, tornou-se rei de Israel em Samaria e reinou nove anos.
2. Ele fez o que o SENHOR reprova, mas não como os reis de Israel que o precederam.
3. Salmaneser, rei da Assíria, foi atacar Oseias, que fora seu vassalo e lhe pagara tributo.
4. Mas o rei da Assíria descobriu que Oseias era um traidor, pois havia mandado emissários a Sô, rei do Egito, e já não pagava mais o tributo, como costumava fazer anualmente. Por isso, Salmaneser mandou lançá-lo na prisão.
5. O rei da Assíria invadiu todo o país, marchou contra Samaria e a sitiou por três anos.
6. No nono ano do reinado de Oseias, o rei assírio conquistou Samaria e deportou os israelitas para a Assíria. Ele os colocou em Hala, em Gozã do rio Habor e nas cidades dos medos.
7. Tudo isso aconteceu porque os israelitas haviam pecado contra o SENHOR, o seu Deus, que os tirara do Egito, de sob o poder do faraó, rei do Egito. Eles prestaram culto a outros deuses
8. e seguiram os costumes das nações que o SENHOR havia expulsado de diante deles, bem como os costumes que os reis de Israel haviam introduzido.
9. Os israelitas praticaram o mal secretamente contra o SENHOR, o seu Deus. Em todas as suas cidades, desde as torres das sentinelas até as cidades fortificadas, eles construíram altares idólatras.
10. Ergueram colunas sagradas e postes sagrados em todo monte alto e debaixo de toda árvore frondosa.
11. Em todos os altares idólatras queimavam incenso, como faziam as nações que o SENHOR havia expulsado de diante deles. Fizeram males que provocaram o SENHOR à ira.
12. Prestaram culto a ídolos, embora o SENHOR houvesse dito: “Não façam isso”.
13. O SENHOR advertiu Israel e Judá por meio de todos os seus profetas e videntes: “Desviem-se de seus maus caminhos. Obedeçam às minhas ordenanças e aos meus decretos, de acordo com toda a Lei que ordenei aos seus antepassados que obedecessem e que lhes entreguei por meio de meus servos, os profetas”.
14. Mas eles não quiseram ouvir e foram obstinados como seus antepassados, que não confiaram no SENHOR, o seu Deus.
15. Rejeitaram os seus decretos, a aliança que ele tinha feito com os seus antepassados e as suas advertências. Seguiram ídolos inúteis, tornando-se eles mesmos inúteis. Imitaram as nações ao seu redor, embora o SENHOR lhes tivesse ordenado: “Não as imitem”.
16. Abandonaram todos os mandamentos do SENHOR, o seu Deus, e fizeram para si dois ídolos de metal na forma de bezerros e um poste sagrado de Aserá. Inclinaram-se diante de todos os exércitos celestiais e prestaram culto a Baal.
17. Queimaram seus filhos e filhas em sacrifício. Praticaram adivinhação e feitiçaria e venderam-se para fazer o que o SENHOR reprova, provocando-o à ira.
18. Então o SENHOR indignou-se muito contra Israel e os expulsou da sua presença. Só a tribo de Judá escapou,
19. mas nem ela obedeceu aos mandamentos do SENHOR, o seu Deus. Seguiram os costumes que Israel havia introduzido.
20. Por isso o SENHOR rejeitou todo o povo de Israel; ele o afligiu e o entregou nas mãos de saqueadores, até expulsá-lo da sua presença.
21. Quando o SENHOR separou Israel da dinastia de Davi, os israelitas escolheram como rei Jeroboão, filho de Nebate, que induziu Israel a deixar de seguir o SENHOR e o levou a cometer grande pecado.
22. Os israelitas permaneceram em todos os pecados de Jeroboão e não se desviaram deles,
23. até que o SENHOR os afastou de sua presença, conforme os havia advertido por meio de todos os seus servos, os profetas. Assim, o povo de Israel foi tirado de sua terra e levado para o exílio na Assíria, onde ainda hoje permanecem.
24. O rei da Assíria trouxe gente da Babilônia, de Cuta, de Ava, de Hamate e de Sefarvaim e os estabeleceu nas cidades de Samaria para substituir os israelitas. Eles ocuparam Samaria e habitaram em suas cidades.
25. Quando começaram a viver ali, não adoravam o SENHOR; por isso ele enviou leões para o meio deles, que mataram alguns dentre o povo.
26. Então informaram o rei da Assíria: “Os povos que deportaste e fizeste morar nas cidades de Samaria não sabem o que o Deus daquela terra exige. Ele enviou leões para matá-los, pois desconhecem as suas exigências”.
27. Então o rei da Assíria deu esta ordem: “Façam um dos sacerdotes de Samaria que vocês levaram prisioneiros retornar e viver ali para ensinar as exigências do deus da terra”.
28. Então um dos sacerdotes exilados de Samaria veio morar em Betel e lhes ensinou a adorar o SENHOR.
29. No entanto, cada grupo fez seus próprios deuses nas diversas cidades em que moravam e os puseram nos altares idólatras que o povo de Samaria havia feito.
30. Os da Babilônia fizeram Sucote-Benote, os de Cuta fizeram Nergal e os de Hamate fizeram Asima;
31. os aveus fizeram Nibaz e Tartaque; os sefarvitas queimavam seus filhos em sacrifício a Adrameleque e Anameleque, deuses de Sefarvaim.
32. Eles adoravam o SENHOR, mas também nomeavam qualquer pessoa para lhes servir como sacerdote nos altares idólatras.
33. Adoravam o SENHOR, mas também prestavam culto aos seus próprios deuses, conforme os costumes das nações de onde haviam sido trazidos.
34. Até hoje eles continuam em suas antigas práticas. Não adoram o SENHOR nem se comprometem com os decretos, com as ordenanças, com as leis e com os mandamentos que o SENHOR deu aos descendentes de Jacó, a quem deu o nome de Israel.
35. Quando o SENHOR fez uma aliança com os israelitas, ele lhes ordenou: “Não adorem outros deuses, não se inclinem diante deles, não lhes prestem culto nem lhes ofereçam sacrifício.
36. Mas o SENHOR, que os tirou do Egito com grande poder e com braço forte, é quem vocês adorarão. Diante dele vocês se inclinarão e lhe oferecerão sacrifícios.
37. Vocês sempre tomarão o cuidado de obedecer aos decretos, às ordenanças, às leis e aos mandamentos que lhes prescreveu. Não adorem outros deuses.
38. Não esqueçam a aliança que fiz com vocês e não adorem outros deuses.
39. Antes, adorem o SENHOR, o seu Deus; ele os livrará das mãos de todos os seus inimigos”.
40. Contudo, eles não lhe deram atenção, mas continuaram em suas antigas práticas.
41. Mesmo quando esses povos adoravam o SENHOR, também prestavam culto aos seus ídolos. Até hoje seus filhos e seus netos continuam a fazer o que os seus antepassados faziam.
2 Reis: 18
1. No terceiro ano do reinado de Oseias, filho de Elá, rei de Israel, Ezequias, filho de Acaz, rei de Judá, começou a reinar.
2. Ele tinha vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar e reinou vinte e nove anos em Jerusalém. O nome de sua mãe era Abia , filha de Zacarias.
3. Ele fez o que o SENHOR aprova, tal como tinha feito Davi, seu predecessor.
4. Removeu os altares idólatras, quebrou as colunas sagradas e derrubou os postes sagrados. Despedaçou a serpente de bronze que Moisés havia feito, pois até aquela época os israelitas lhe queimavam incenso. Era chamada Neustã.
5. Ezequias confiava no SENHOR, o Deus de Israel. Nunca houve ninguém como ele entre todos os reis de Judá, nem antes nem depois dele.
6. Ele se apegou ao SENHOR e não deixou de segui-lo; obedeceu aos mandamentos que o SENHOR tinha dado a Moisés.
7. E o SENHOR estava com ele; era bem-sucedido em tudo o que fazia. Rebelou-se contra o rei da Assíria e deixou de submeter-se a ele.
8. Desde as torres das sentinelas até a cidade fortificada, ele derrotou os filisteus, até Gaza e o seu território.
9. No quarto ano do reinado do rei Ezequias, o sétimo ano do reinado de Oseias, filho de Elá, rei de Israel, Salmaneser, rei da Assíria, marchou contra Samaria e a cercou.
10. Ao fim de três anos, os assírios a tomaram. Assim a cidade foi conquistada no sexto ano do reinado de Ezequias, o nono ano do reinado de Oseias, rei de Israel.
11. O rei assírio deportou os israelitas para a Assíria e os estabeleceu em Hala, em Gozã do rio Habor e nas cidades dos medos.
12. Isso aconteceu porque os israelitas não obedeceram ao SENHOR, o seu Deus, mas violaram a sua aliança: tudo o que Moisés, o servo do SENHOR, tinha ordenado. Não o ouviram nem lhe obedeceram.
13. No décimo quarto ano do reinado do rei Ezequias, Senaqueribe, rei da Assíria, atacou todas as cidades fortificadas de Judá e as conquistou.
14. Então Ezequias, rei de Judá, enviou esta mensagem ao rei da Assíria, em Laquis: “Cometi um erro. Para de atacar-me, e eu pagarei tudo o que exigires”. O rei da Assíria cobrou de Ezequias, rei de Judá, dez toneladas e meia de prata e um mil e cinquenta quilos de ouro.
15. Assim, Ezequias lhes deu toda a prata que se encontrou no templo e na tesouraria do palácio real.
16. Nessa ocasião Ezequias, rei de Judá, retirou o ouro com que havia coberto as portas e os batentes do templo do SENHOR e o deu ao rei da Assíria.
17. De Laquis o rei da Assíria enviou ao rei Ezequias, em Jerusalém, seu general, seu oficial principal e seu comandante de campo com um grande exército. Eles subiram a Jerusalém e pararam no aqueduto do açude superior, na estrada que leva ao campo do Lavandeiro.
18. Eles chamaram pelo rei; e o administrador do palácio, Eliaquim, filho de Hilquias, o secretário Sebna e o arquivista real Joá, filho de Asafe, foram ao seu encontro.
19. O comandante de campo lhes disse: “Digam isto a Ezequias: “Assim diz o grande rei, o rei da Assíria: ‘Em que você baseia sua confiança?
20. Você pensa que meras palavras já são estratégia e poderio militar. Em quem você está confiando para se rebelar contra mim?
21. Você está confiando no Egito, aquele caniço quebrado que espeta e perfura a mão do homem que nele se apoia! Assim o faraó, rei do Egito, retribui a quem confia nele.
22. Mas, se vocês me disserem: “Estamos confiando no SENHOR, o nosso Deus”; não é ele aquele cujos santuários e altares Ezequias removeu, dizendo a Judá e Jerusalém: “Vocês devem adorar diante deste altar em Jerusalém”?’
23. “Aceite, pois, agora, o desafio do meu senhor, o rei da Assíria: ‘Eu lhe darei dois mil cavalos, se você tiver cavaleiros para eles!’
24. Como você pode derrotar o mais insignificante guerreiro do meu senhor? Você confia no Egito para lhe dar carros de guerra e cavaleiros?
25. Além disso, será que vim atacar e destruir este local sem uma palavra da parte do SENHOR? O próprio SENHOR me disse que marchasse contra este país e o destruísse”.
26. Então Eliaquim, filho de Hilquias, Sebna e Joá disseram ao comandante de campo: “Por favor, fala com teus servos em aramaico, porque entendemos essa língua. Não fales em hebraico, pois assim o povo que está sobre os muros o entenderá”.
27. O comandante, porém, respondeu: “Será que meu senhor enviou-me para dizer essas coisas somente para o seu senhor e para você, e não para os que estão sentados no muro, que, como vocês, terão que comer as próprias fezes e beber a própria urina?”
28. Então o comandante levantou-se e gritou em hebraico: “Ouçam a palavra do grande rei, o rei da Assíria!
29. Assim diz o rei: ‘Não deixem que Ezequias os engane. Ele não poderá livrá-los de minha mão.
30. Não deixem Ezequias convencê-los a confiar no SENHOR, quando diz: “Com certeza o SENHOR nos livrará; esta cidade não será entregue nas mãos do rei da Assíria” ’.
31. “Não deem ouvidos a Ezequias. Assim diz o rei da Assíria: ‘Façam paz comigo e rendam-se. Então cada um de vocês comerá de sua própria videira e de sua própria figueira e beberá água de sua própria cisterna,
32. até que eu venha e os leve para uma terra igual à de vocês, terra de cereais, de vinho, terra de pão e de vinhas, terra de oliveiras e de mel. Escolham a vida e não a morte! Não deem ouvidos a Ezequias, pois ele os está iludindo, quando diz: “O SENHOR nos livrará” ’.
33. “Será que o deus de alguma nação conseguiu livrar sua terra das mãos do rei da Assíria?
34. Onde estão os deuses de Hamate e de Arpade? Onde estão os deuses de Sefarvaim, de Hena e de Iva? Acaso livraram Samaria das minhas mãos?
35. Qual dentre todos os deuses dessas nações conseguiu livrar sua terra do meu poder? Como então o SENHOR poderá livrar Jerusalém das minhas mãos?”
36. Mas o povo permaneceu calado e nada disse em resposta, pois o rei tinha ordenado: “Não lhe respondam”.
37. Então o administrador do palácio, Eliaquim, filho de Hilquias, o secretário Sebna e o arquivista real Joá, filho de Asafe, retornaram com as vestes rasgadas a Ezequias e lhe relataram o que o comandante de campo tinha dito.

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