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Thus saith the LORD, The heaven is my throne, and the earth is my footstool: where is the house that ye build unto me? and where is the place of my rest? For all those things hath mine hand made, and all those things have been, saith the LORD: but to this man will I look, even to him that is poor and of a contrite spirit, and trembleth at my word. [Isaiah 66: 1-2]

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Complete Bible (365 dias)

Nova Versão Internacional: 37 of 365 days

Gênesis: 38
1. Por essa época, Judá deixou seus irmãos e passou a viver na casa de um homem de Adulão, chamado Hira.
2. Ali Judá encontrou a filha de um cananeu chamado Suá e casou-se com ela. Ele a possuiu,
3. ela engravidou e deu à luz um filho, ao qual ele deu o nome de Er.
4. Tornou a engravidar, teve um filho e deu-lhe o nome de Onã.
5. Quando estava em Quezibe, ela teve ainda outro filho e chamou-o Selá.
6. Judá escolheu uma mulher chamada Tamar para Er, seu filho mais velho.
7. Mas o SENHOR reprovou a conduta perversa de Er, filho mais velho de Judá, e por isso o matou.
8. Então Judá disse a Onã: “Case-se com a mulher do seu irmão, cumpra as suas obrigações de cunhado para com ela e dê uma descendência a seu irmão”.
9. Mas Onã sabia que a descendência não seria sua; assim, toda vez que possuía a mulher do seu irmão, derramava o sêmen no chão para evitar que seu irmão tivesse descendência.
10. O SENHOR reprovou o que ele fazia, e por isso o matou também.
11. Disse então Judá à sua nora Tamar: “More como viúva na casa de seu pai até que o meu filho Selá cresça”, porque temia que ele viesse a morrer, como os seus irmãos. Assim Tamar foi morar na casa do pai.
12. Tempos depois morreu a mulher de Judá, filha de Suá. Passado o luto, Judá foi ver os tosquiadores do seu rebanho em Timna com o seu amigo Hira, o adulamita.
13. Quando foi dito a Tamar: “Seu sogro está a caminho de Timna para tosquiar suas ovelhas”,
14. ela trocou suas roupas de viúva, cobriu-se com um véu para se disfarçar e foi sentar-se à entrada de Enaim, que fica no caminho de Timna. Ela fez isso porque viu que, embora Selá já fosse crescido, ela não lhe tinha sido dada em casamento.
15. Quando a viu, Judá pensou que fosse uma prostituta, porque ela havia encoberto o rosto.
16. Não sabendo que era a sua nora, dirigiu-se a ela, à beira da estrada, e disse: “Venha cá, quero deitar-me com você”. Ela lhe perguntou: “O que você me dará para deitar-se comigo?”
17. Disse ele: “Eu lhe mandarei um cabritinho do meu rebanho”. E ela perguntou: “Você me deixará alguma coisa como garantia até que o mande?”
18. Disse Judá: “Que garantia devo dar-lhe?” Respondeu ela: “O seu selo com o cordão, e o cajado que você tem na mão”. Ele os entregou e a possuiu, e Tamar engravidou dele.
19. Ela se foi, tirou o véu e tornou a vestir as roupas de viúva.
20. Judá mandou o cabritinho por meio de seu amigo adulamita, a fim de reaver da mulher sua garantia, mas ele não a encontrou,
21. e perguntou aos homens do lugar: “Onde está a prostituta cultual que costuma ficar à beira do caminho de Enaim?” Eles responderam: “Aqui não há nenhuma prostituta cultual”.
22. Assim ele voltou a Judá e disse: “Não a encontrei. Além disso, os homens do lugar disseram que lá não há nenhuma prostituta cultual”.
23. Disse Judá: “Fique ela com o que lhe dei. Não quero que nos tornemos objeto de zombaria. Afinal de contas, mandei a ela este cabritinho, mas você não a encontrou”.
24. Cerca de três meses mais tarde, disseram a Judá: “Sua nora Tamar prostituiu-se, e na sua prostituição ficou grávida”. Disse Judá: “Tragam-na para fora e queimem-na viva!”
25. Quando ela estava sendo levada para fora, mandou o seguinte recado ao sogro: “Estou grávida do homem que é dono destas coisas”. E acrescentou: “Veja se o senhor reconhece a quem pertencem este selo, este cordão e este cajado”.
26. Judá os reconheceu e disse: “Ela é mais justa do que eu, pois eu devia tê-la entregue a meu filho Selá”. E não voltou a ter relações com ela.
27. Quando lhe chegou a época de dar à luz, havia gêmeos em seu ventre.
28. Enquanto ela dava à luz, um deles pôs a mão para fora; então a parteira pegou um fio vermelho e amarrou o pulso do menino, dizendo: “Este saiu primeiro”.
29. Mas, quando ele recolheu a mão, seu irmão saiu, e ela disse: “Então você conseguiu uma brecha para sair!” E deu-lhe o nome de Perez.
30. Depois saiu seu irmão que estava com o fio vermelho no pulso, e foi-lhe dado o nome de Zerá.
Marcos: 9
1. E lhes disse: “Garanto que alguns dos que aqui estão de modo nenhum experimentarão a morte, antes de verem o Reino de Deus vindo com poder”.
2. Seis dias depois, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João e os levou a um alto monte, onde ficaram a sós. Ali ele foi transfigurado diante deles.
3. Suas roupas se tornaram brancas, de um branco resplandecente, como nenhum lavandeiro no mundo seria capaz de branqueá-las.
4. E apareceram diante deles Elias e Moisés, os quais conversavam com Jesus.
5. Então Pedro disse a Jesus: “Mestre , é bom estarmos aqui. Façamos três tendas: uma para ti, uma para Moisés e uma para Elias”.
6. Ele não sabia o que dizer, pois estavam apavorados.
7. A seguir apareceu uma nuvem e os envolveu, e dela saiu uma voz, que disse: “Este é o meu Filho amado. Ouçam-no!”
8. Repentinamente, quando olharam ao redor, não viram mais ninguém, a não ser Jesus.
9. Enquanto desciam do monte, Jesus lhes ordenou que não contassem a ninguém o que tinham visto, até que o Filho do homem tivesse ressuscitado dos mortos.
10. Eles guardaram o assunto apenas entre si, discutindo o que significaria “ressuscitar dos mortos”.
11. E lhe perguntaram: “Por que os mestres da lei dizem que é necessário que Elias venha primeiro?”
12. Jesus respondeu: “De fato, Elias vem primeiro e restaura todas as coisas. Então, por que está escrito que é necessário que o Filho do homem sofra muito e seja rejeitado com desprezo?
13. Mas eu digo a vocês: Elias já veio, e fizeram com ele tudo o que quiseram, como está escrito a seu respeito”.
14. Quando chegaram onde estavam os outros discípulos, viram uma grande multidão ao redor deles e os mestres da lei discutindo com eles.
15. Logo que todo o povo viu Jesus, ficou muito surpreso e correu para saudá-lo.
16. Perguntou Jesus: “O que vocês estão discutindo?”
17. Um homem, no meio da multidão, respondeu: “Mestre, eu te trouxe o meu filho, que está com um espírito que o impede de falar.
18. Onde quer que o apanhe, joga-o no chão. Ele espuma pela boca, range os dentes e fica rígido. Pedi aos teus discípulos que expulsassem o espírito, mas eles não conseguiram”.
19. Respondeu Jesus: “Ó geração incrédula, até quando estarei com vocês? Até quando terei que suportá-los? Tragam-me o menino”.
20. Então, eles o trouxeram. Quando o espírito viu Jesus, imediatamente causou uma convulsão no menino. Este caiu no chão e começou a rolar, espumando pela boca.
21. Jesus perguntou ao pai do menino: “Há quanto tempo ele está assim?” “Desde a infância”, respondeu ele.
22. “Muitas vezes esse espírito o tem lançado no fogo e na água para matá-lo. Mas, se podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos.”
23. “Se podes?”, disse Jesus. “Tudo é possível àquele que crê.”
24. Imediatamente o pai do menino exclamou: “Creio, ajuda-me a vencer a minha incredulidade!”
25. Quando Jesus viu que uma multidão estava se ajuntando, repreendeu o espírito imundo, dizendo: “Espírito mudo e surdo, eu ordeno que o deixe e nunca mais entre nele”.
26. O espírito gritou, agitou-o violentamente e saiu. O menino ficou como morto, ao ponto de muitos dizerem: “Ele morreu”.
27. Mas Jesus tomou-o pela mão e o levantou, e ele ficou em pé.
28. Depois de Jesus ter entrado em casa, seus discípulos lhe perguntaram em particular: “Por que não conseguimos expulsá-lo?”
29. Ele respondeu: “Essa espécie só sai pela oração e pelo jejum ”.
30. Eles saíram daquele lugar e atravessaram a Galileia. Jesus não queria que ninguém soubesse onde eles estavam,
31. porque estava ensinando os seus discípulos. E lhes dizia: “O Filho do homem está para ser entregue nas mãos dos homens. Eles o matarão, e três dias depois ele ressuscitará”.
32. Mas eles não entendiam o que ele queria dizer e tinham receio de perguntar-lhe.
33. E chegaram a Cafarnaum. Quando ele estava em casa, perguntou-lhes: “O que vocês estavam discutindo no caminho?”
34. Mas eles guardaram silêncio, porque no caminho haviam discutido sobre quem era o maior.
35. Assentando-se, Jesus chamou os Doze e disse: “Se alguém quiser ser o primeiro, será o último, e servo de todos”.
36. E, tomando uma criança, colocou-a no meio deles. Pegando-a nos braços, disse-lhes:
37. “Quem recebe uma destas crianças em meu nome, está me recebendo; e quem me recebe, não está apenas me recebendo, mas também àquele que me enviou”.
38. “Mestre”, disse João, “vimos um homem expulsando demônios em teu nome e procuramos impedi-lo, porque ele não era um dos nossos.”
39. “Não o impeçam”, disse Jesus. “Ninguém que faça um milagre em meu nome, pode falar mal de mim logo em seguida,
40. pois quem não é contra nós está a nosso favor.
41. Eu digo a verdade: Quem der um copo de água a vocês em meu nome, por vocês pertencerem a Cristo, de modo nenhum perderá a sua recompensa.
42. “Se alguém fizer tropeçar um destes pequeninos que creem em mim, seria melhor que fosse lançado no mar com uma grande pedra amarrada no pescoço.
43. Se a sua mão o fizer tropeçar, corte-a. É melhor entrar na vida mutilado do que, tendo as duas mãos, ir para o inferno, onde o fogo nunca se apaga,
44. onde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga.
45. E, se o seu pé o fizer tropeçar, corte-o. É melhor entrar na vida aleijado do que, tendo os dois pés, ser lançado no inferno,
46. onde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga.
47. E, se o seu olho o fizer tropeçar, arranque-o. É melhor entrar no Reino de Deus com um só olho do que, tendo os dois olhos, ser lançado no inferno,
48. onde “ ‘o seu verme não morre, e o fogo não se apaga’.
49. Cada um será salgado com fogo.
50. “O sal é bom, mas, se deixar de ser salgado, como restaurar o seu sabor? Tenham sal em vocês mesmos e vivam em paz uns com os outros.”
Jó: 5
1. “Clame, se quiser, mas quem o ouvirá? Para qual dos seres celestes você se voltará?
2. O ressentimento mata o insensato, e a inveja destrói o tolo.
3. Eu mesmo já vi um insensato lançar raízes, mas de repente a sua casa foi amaldiçoada.
4. Seus filhos longe estão de desfrutar segurança, maltratados nos tribunais, não há quem os defenda.
5. Os famintos devoram a sua colheita, tirando-a até do meio dos espinhos, e os sedentos sugam a sua riqueza.
6. Pois o sofrimento não brota do pó, e as dificuldades não nascem do chão.
7. No entanto, o homem nasce para as dificuldades tão certamente como as fagulhas voam para cima.
8. “Mas, se fosse comigo, eu apelaria para Deus; apresentaria a ele a minha causa.
9. Ele realiza maravilhas insondáveis, milagres que não se pode contar.
10. Derrama chuva sobre a terra e envia água sobre os campos.
11. Os humildes, ele exalta e traz os que pranteiam a um lugar de segurança.
12. Ele frustra os planos dos astutos, para que fracassem as mãos deles.
13. Apanha os sábios na astúcia deles, e as maquinações dos astutos são malogradas por sua precipitação.
14. As trevas vêm sobre eles em pleno dia; ao meio-dia eles tateiam como se fosse noite.
15. Ele salva o oprimido da espada que trazem na boca; salva-o das garras dos poderosos.
16. Por isso os pobres têm esperança, e a injustiça cala a própria boca.
17. “Como é feliz o homem a quem Deus corrige; portanto, não despreze a disciplina do Todo-poderoso.
18. Pois ele fere, mas trata do ferido; ele machuca, mas suas mãos também curam.
19. De seis desgraças ele o livrará; em sete delas você nada sofrerá.
20. Na fome ele o livrará da morte e na guerra o livrará do golpe da espada.
21. Você será protegido do açoite da língua e não precisará ter medo quando a destruição chegar.
22. Você rirá da destruição e da fome e não precisará temer as feras da terra.
23. Pois fará aliança com as pedras do campo, e os animais selvagens estarão em paz com você.
24. Você saberá que a sua tenda é segura; contará os bens da sua morada e de nada achará falta.
25. Você saberá que os seus filhos serão muitos, e que os seus descendentes serão como a relva da terra.
26. Você irá para a sepultura em pleno vigor, como um feixe recolhido no devido tempo.
27. “Verificamos isso e vimos que é verdade. Portanto, ouça e aplique isso à sua vida”.

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