Thus saith the LORD, The heaven is my throne, and the earth is my footstool: where is the house that ye build unto me? and where is the place of my rest? For all those things hath mine hand made, and all those things have been, saith the LORD: but to this man will I look, even to him that is poor and of a contrite spirit, and trembleth at my word. [Isaiah 66: 1-2]
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Complete Bible (365 dias)
Nova Versão Internacional: 132 of 365 days
| Números: 21 |
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| 1. Quando o rei cananeu de Arade, que vivia no Neguebe, soube que Israel vinha pela estrada de Atarim, atacou os israelitas e capturou alguns deles. |
| 2. Então Israel fez este voto ao SENHOR: “Se entregares este povo em nossas mãos, destruiremos totalmente as suas cidades”. |
| 3. O SENHOR ouviu o pedido de Israel e lhes entregou os cananeus. Israel os destruiu completamente, a eles e às suas cidades; de modo que o lugar foi chamado Hormá. |
| 4. Partiram eles do monte Hor pelo caminho do mar Vermelho, para contornarem a terra de Edom. Mas o povo ficou impaciente no caminho |
| 5. e falou contra Deus e contra Moisés, dizendo: “Por que vocês nos tiraram do Egito para morrermos no deserto? Não há pão! Não há água! E nós detestamos esta comida miserável!” |
| 6. Então o SENHOR enviou serpentes venenosas que morderam o povo, e muitos morreram. |
| 7. O povo foi a Moisés e disse: “Pecamos quando falamos contra o SENHOR e contra você. Ore pedindo ao SENHOR que tire as serpentes do meio de nós”. E Moisés orou pelo povo. |
| 8. O SENHOR disse a Moisés: “Faça uma serpente e coloque-a no alto de um poste; quem for mordido e olhar para ela viverá”. |
| 9. Moisés fez então uma serpente de bronze e a colocou num poste. Quando alguém era mordido por uma serpente e olhava para a serpente de bronze, permanecia vivo. |
| 10. Os israelitas partiram e acamparam em Obote. |
| 11. Depois partiram de Obote e acamparam em Ijé-Abarim, no deserto defronte de Moabe, ao leste. |
| 12. Dali partiram e acamparam no vale de Zerede. |
| 13. Partiram dali e acamparam do outro lado do Arnom, que fica no deserto que se estende até o território amorreu. O Arnom é a fronteira de Moabe, entre Moabe e os amorreus. |
| 14. É por isso que se diz no Livro das Guerras do SENHOR: “…Vaebe, em Sufá, e os vales, o Arnom |
| 15. e as ravinas dos vales que se estendem até a cidade de Ar e chegam até a fronteira de Moabe”. |
| 16. De lá prosseguiram até Beer, o poço onde o SENHOR disse a Moisés: “Reúna o povo, e eu lhe darei água”. |
| 17. Então Israel cantou esta canção: “Brote água, ó poço! Cantem a seu respeito, |
| 18. a respeito do poço que os líderes cavaram, que os nobres abriram com cetros e cajados”. Então saíram do deserto para Mataná, |
| 19. de Mataná para Naaliel, de Naaliel para Bamote, |
| 20. e de Bamote para o vale de Moabe, onde o topo do Pisga defronta com o deserto de Jesimom. |
| 21. Israel enviou mensageiros para dizer a Seom, rei dos amorreus: |
| 22. “Deixa-nos atravessar a tua terra. Não entraremos em nenhuma plantação, em nenhuma vinha, nem beberemos água de poço algum. Passaremos pela estrada do rei até que tenhamos atravessado o teu território”. |
| 23. Seom, porém, não deixou Israel atravessar o seu território. Convocou todo o seu exército e atacou Israel no deserto. Quando chegou a Jaza, lutou contra Israel. |
| 24. Porém Israel o destruiu com a espada e tomou-lhe as terras desde o Arnom até o Jaboque, até o território dos amonitas, pois Jazar estava na fronteira dos amonitas. |
| 25. Israel capturou todas as cidades dos amorreus e as ocupou, inclusive Hesbom e todos os seus povoados. |
| 26. Hesbom era a cidade de Seom, rei dos amorreus, que havia lutado contra o antigo rei de Moabe, tendo tomado todas as suas terras até o Arnom. |
| 27. É por isso que os poetas dizem: “Venham a Hesbom! Seja ela reconstruída; seja restaurada a cidade de Seom! |
| 28. “Fogo saiu de Hesbom, uma chama da cidade de Seom; consumiu Ar, de Moabe, os senhores do alto Arnom. |
| 29. Ai de você, Moabe! Você está destruído, ó povo de Camos! Ele fez de seus filhos, fugitivos, e de suas filhas, prisioneiras de Seom, rei dos amorreus. |
| 30. “Mas nós os derrotamos; Hesbom está destruída por todo o caminho até Dibom. Nós os arrasamos até Nofá, e até Medeba”. |
| 31. Assim Israel habitou na terra dos amorreus. |
| 32. Moisés enviou espiões a Jazar, e os israelitas tomaram os povoados ao redor e expulsaram os amorreus que ali estavam. |
| 33. Depois voltaram e subiram pelo caminho de Basã, e Ogue, rei de Basã, com todo o seu exército, marchou para enfrentá-los em Edrei. |
| 34. Mas o SENHOR disse a Moisés: “Não tenha medo dele, pois eu o entreguei a você, juntamente com todo o seu exército e com a sua terra. Você fará com ele o que fez com Seom, rei dos amorreus, que habitava em Hesbom”. |
| 35. Então eles o derrotaram, bem como os seus filhos e todo o seu exército, não lhes deixando sobrevivente algum. E tomaram posse da terra dele. |
| Salmos: 60 |
| 1. Tu nos rejeitaste e dispersaste, ó Deus; tu derramaste a tua ira; restaura-nos agora! |
| 2. Sacudiste a terra e abriste-lhe fendas; repara suas brechas, pois ameaça desmoronar-se. |
| 3. Fizeste passar o teu povo por tempos difíceis; deste-nos um vinho estonteante. |
| 4. Mas aos que te temem deste um sinal para que fugissem das flechas. [Pausa] |
| 5. Salva-nos com a tua mão direita e responde-nos, para que sejam libertos aqueles a quem amas. |
| 6. Do seu santuário Deus falou: “No meu triunfo dividirei Siquém e repartirei o vale de Sucote. |
| 7. Gileade é minha, Manassés também; Efraim é o meu capacete, Judá é o meu cetro. |
| 8. Moabe é a pia em que me lavo, em Edom atiro a minha sandália; sobre a Filístia dou meu brado de vitória!” |
| 9. Quem me levará à cidade fortificada? Quem me guiará a Edom? |
| 10. Não foste tu, ó Deus, que nos rejeitaste e deixaste de sair com os nossos exércitos? |
| 11. Dá-nos ajuda contra os adversários, pois inútil é o socorro do homem. |
| 12. Com Deus conquistaremos a vitória, e ele pisoteará os nossos adversários. |
| Salmos: 61 |
| 1. Ouve o meu clamor, ó Deus; atenta para a minha oração. |
| 2. Desde os confins da terra eu clamo a ti com o coração abatido; põe-me a salvo na rocha mais alta do que eu. |
| 3. Pois tu tens sido o meu refúgio, uma torre forte contra o inimigo. |
| 4. Para sempre anseio habitar na tua tenda e refugiar-me no abrigo das tuas asas. [Pausa] |
| 5. Pois ouviste os meus votos, ó Deus; deste-me a herança que concedes aos que temem o teu nome. |
| 6. Prolonga os dias do rei, por muitas gerações os seus anos de vida. |
| 7. Para sempre esteja ele em seu trono, diante de Deus; envia o teu amor e a tua fidelidade para protegê-lo. |
| 8. Então sempre cantarei louvores ao teu nome, cumprindo os meus votos cada dia. |
| Isaías: 10 |
| 1. Ai daqueles que fazem leis injustas, que escrevem decretos opressores, |
| 2. para privar os pobres dos seus direitos e da justiça os oprimidos do meu povo, fazendo das viúvas sua presa e roubando dos órfãos! |
| 3. Que farão vocês no dia do castigo, quando a destruição vier de um lugar distante? Atrás de quem vocês correrão em busca de ajuda? Onde deixarão todas as suas riquezas? |
| 4. Nada poderão fazer, a não ser encolher-se entre os prisioneiros ou cair entre os mortos. Apesar disso tudo, a ira divina não se desviou; sua mão continua erguida. |
| 5. “Ai dos assírios, a vara do meu furor, em cujas mãos está o bastão da minha ira! |
| 6. Eu os envio contra uma nação ímpia, contra um povo que me enfurece, para saqueá-lo e arrancar-lhe os bens, e para pisoteá-lo como a lama das ruas. |
| 7. Mas não é o que eles pretendem, não é o que têm planejado; antes, o seu propósito é destruir e dar fim a muitas nações. |
| 8. ‘Os nossos comandantes não são todos reis?’, eles perguntam. |
| 9. Acaso não aconteceu a Calno o mesmo que a Carquemis? Hamate não é como Arpade e Samaria como Damasco? |
| 10. Assim como esses reinos idólatras foram conquistados por minha mão, reinos cujas imagens eram mais numerosas que as de Jerusalém e de Samaria, |
| 11. eu tratarei Jerusalém e suas imagens como tratei Samaria e seus ídolos.” |
| 12. Quando o Senhor terminar toda a sua obra contra o monte Sião e contra Jerusalém, ele dirá: “Castigarei o rei da Assíria pelo orgulho obstinado de seu coração e pelo seu olhar arrogante. |
| 13. Pois ele diz: “ ‘Com a força da minha mão eu o fiz, e com a minha sabedoria, porque tenho entendimento. Removi as fronteiras das nações, saqueei os seus tesouros; como um poderoso subjuguei seus habitantes. |
| 14. Como se estica o braço para alcançar um ninho, assim estiquei o braço para apanhar a riqueza das nações; como os que ajuntam ovos abandonados, assim ajuntei toda a terra; não houve ninguém que batesse as asas ou que desse um pio’ ”. |
| 15. Será que o machado se exalta acima daquele que o maneja, ou a serra se vangloria contra aquele que a usa? Seria como se uma vara manejasse quem a ergue, ou o bastão levantasse quem não é madeira! |
| 16. Por isso o Soberano, o SENHOR dos Exércitos, enviará uma enfermidade devastadora sobre os seus fortes guerreiros; no lugar da sua glória se acenderá um fogo como chama abrasadora. |
| 17. A Luz de Israel se tornará um fogo; o seu Santo, uma chama. Num único dia ela queimará e consumirá os seus espinheiros e as suas roseiras bravas. |
| 18. A glória das suas florestas e dos seus campos férteis se extinguirá totalmente como definha um enfermo. |
| 19. E as árvores que sobrarem nas suas florestas serão tão poucas que até uma criança poderá contá-las. |
| 20. Naquele dia, o remanescente de Israel, os sobreviventes da descendência de Jacó, já não confiarão naquele que os feriu; antes confiarão no SENHOR, no Santo de Israel, com toda a fidelidade. |
| 21. Um remanescente voltará , sim, o remanescente de Jacó voltará para o Deus Poderoso. |
| 22. Embora o seu povo, ó Israel, seja como a areia do mar, apenas um remanescente voltará. A destruição já foi decretada e virá transbordante de justiça. |
| 23. O Soberano, o SENHOR dos Exércitos, executará a destruição decretada contra todo o país. |
| 24. Por isso o Soberano, o SENHOR dos Exércitos, diz: “Povo meu que vive em Sião, não tenha medo dos assírios quando eles o espancam com uma vara e erguem contra você um bastão como fez o Egito. |
| 25. Muito em breve o meu furor passará, e a minha ira se voltará para a destruição deles”. |
| 26. O SENHOR dos Exércitos os flagelará com um chicote, como fez quando feriu Midiã na rocha de Orebe; ele erguerá o seu cajado contra o mar como fez no Egito. |
| 27. Naquele dia, o fardo deles será tirado dos seus ombros, e o jugo deles do seu pescoço; o jugo se quebrará porque vocês estarão muito gordos! |
| 28. Eles entram em Aiate; passam por Migrom; guardam suprimentos em Micmás. |
| 29. Atravessam o vale e dizem: “Passaremos a noite acampados em Geba”. Ramá treme; Gibeá de Saul foge. |
| 30. Clamem, ó habitantes de Galim! Escute, ó Laís! Pobre Anatote! |
| 31. Madmena está em fuga; o povo de Gebim esconde-se. |
| 32. Hoje eles vão parar em Nobe; sacudirão o punho para o monte da cidade de Sião, para a colina de Jerusalém. |
| 33. Vejam! O Soberano, o SENHOR dos Exércitos, cortará os galhos com grande força. As árvores altivas serão derrubadas, as altas serão lançadas por terra. |
| 34. Com um machado ele ceifará a floresta; o Líbano cairá diante do Poderoso. |
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